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AG2A lança personagem de Arrascaeta com Flamengo e Shopee em nova aposta do mercado de licenciamento

Pelúcia do Arrasquinha vestindo uniforme do Flamengo é apresentada como produto oficial licenciado pelo clube.
Arrasquinha

A AG2A, agência independente que atua no mercado publicitário há nove anos, estruturou nos últimos meses um modelo de negócio inteiramente novo para sua operação: transformar a imagem de atletas em marcas licenciadas próprias, com estrutura comercial, jurídica e criativa dedicada. O primeiro produto desse movimento é o Arrasquinha, personagem criado a partir da imagem do meia Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, que estreia no varejo em setembro com a pelúcia oficialmente licenciada pelo clube — lançamento anunciado em parceria entre AG2A, Flamengo e Shopee, que reúne agência, clube e marketplace na apresentação do produto. O projeto tem ainda uma linha de moda infantil em desenvolvimento – também licenciada junto ao Flamengo – e outras categorias de produto que serão reveladas em breve, sob o IP próprio do personagem.

O movimento nasce de uma inflexão estratégica da própria AG2A. Até 2025, a agência tinha como principal conta o grupo hospitalar Assim Saúde, cliente perdido no fim do ano passado após uma mudança de gestão no grupo. A saída abriu espaço para a AG2A redirecionar sua capacidade de criação – historicamente dedicada a projetos sob medida para grandes marcas, clubes e equipamentos e concessões – para produtos próprios, nos quais a agência deixa de disputar briefings de terceiros para deter parte do ativo que constrói.

A referência que orienta o projeto atravessa gerações. A tese comercial não nasceu de um estudo de mercado, mas da observação direta do comportamento do público infantil: ao acompanhar de perto o fenômeno Patrulha Canina entre o filho pequeno de Guilherme Breder, sócio e head comercial da AG2A, e seus amigos, a agência identificou o potencial comercial de personagens licenciados voltados a essa faixa etária. Dado o DNA esportivo da casa e a leitura de que o esporte é uma das plataformas de comunicação mais eficazes para propagar mensagens positivas, a equipe buscou então o maior benchmark de atleta transformado em marca licenciada no país, independentemente da modalidade: o Seninha, personagem criado a partir da imagem de Ayrton Senna e que segue vivo comercialmente e afetivamente mais de três décadas depois. O Arrasquinha nasce da mesma lógica, aplicada a um atleta em plena atividade.

Arrasquinha, personagem inspirado em Arrascaeta, é apresentado ao lado de Guilherme Breder, da AG2A.
Arrasquinha e Guilherme Breder.
Foto: Divulgação

Entre os produtos que sustentam a operação está a pelúcia premium de 40 cm do personagem, que chega às lojas no dia 16 de setembro com exclusividade de venda na Shopee, ao preço de R$ 269,90, com meta de vendas de 15 mil unidades no primeiro ano – número que deve crescer com a extensão da linha, hoje em desenvolvimento. A Shopee é patrocinadora oficial do Flamengo há dois anos e apoia e co-cria anualmente produtos com o clube e parceiros, em iniciativas que unem a paixão da torcida à tecnologia.

O modelo de licenciamento segue uma lógica próxima à usada por marcas de entretenimento: cada licenciado paga royalties sobre o sell-in, com percentual negociado por categoria de produto, além de um Minimum Guarantee – valor mínimo garantido à AG2A independentemente do volume de vendas. Em contrapartida, o parceiro recebe direito de uso da marca e dos assets visuais do personagem, manual de identidade, suporte criativo da AG2A na aprovação do processo criativo e associação institucional a projetos sociais, com parcerias que estão sendo estabelecidas. Os contratos têm vigência mínima de 12 meses, com possibilidade de renovação, e território inicial focado no Brasil, com outros mercados em avaliação.

Um mercado de licenciamento em expansão

O Brasil ocupa hoje uma posição entre a 6ª e a 8ª colocação no ranking global de licenciamento, um dos mercados mais maduros do setor, com faturamento anual acima de R$ 23 bilhões no varejo, segundo dados consolidados pela ABRAL. É nesse cenário que a AG2A posiciona o Arrasquinha, apostando em uma combinação pouco comum de fatores: um atleta em plena atividade e no auge da carreira, em sua terceira Copa do Mundo; um produto oficialmente licenciado pelo Flamengo, o que soma a força institucional do clube ao licenciamento da imagem do próprio atleta; e um projeto social embarcado que funciona como diferencial de ESG para os licenciados. Como referência do tamanho desse fandom, as camisas de Arrascaeta venderam cerca de 975 mil unidades em 2025, à frente de Cristiano Ronaldo no ranking mundial de vendas.

O peso do atleta dentro da instituição ficou evidente recentemente, quando o Flamengo anunciou, em coletiva pré-jogo contra o São Paulo, a construção de um busto de bronze em homenagem a Arrascaeta no Hall da Fama do clube, uma honraria rara, reservada a poucos ídolos.

“O Arrasquinha nasceu como um projeto de licenciamento, mas o que estamos construindo é um modelo. Ele mostra que é possível transformar a imagem de um atleta em um ativo de marca com estrutura, contrato e previsibilidade de receita, algo que até hoje dependia quase sempre de patrocínio pontual. É um modelo pensado para ser replicado, e já estamos em conversas com outros atletas, não só do futebol, para aplicar essa mesma lógica”, afirma Guilherme Breder, sócio e head comercial da AG2A. Executivo com mais de dez anos de experiência em marketing, eventos, publicidade e esportes, Breder já liderou a estruturação de departamentos comerciais e a negociação de patrocínios estratégicos para grandes marcas, creators, clubes e equipamentos esportivos, à frente de projetos que vão de eventos esportivos e culturais a campanhas digitais e ativações de marca. É dessa combinação entre visão estratégica e execução que nasce a aposta na replicabilidade do modelo Arrasquinha.

Giorgian de Arrascaeta e Guilherme Breder apresentam a camisa do Arrasquinha, personagem licenciado inspirado no jogador do Flamengo.
Giorgian de Arrascaeta e Guilherme Breder.
Foto: Divulgação

O projeto destinará 1% do faturamento bruto ao fundo de impacto social Craque na Vida, ainda em desenvolvimento, e que está sendo estruturado em três pilares: esporte e educação, com ações voltadas a escolinhas de futebol e distribuição de material escolar em comunidades vulneráveis; cultura, com foco em acesso a teatro e animação; e saúde, com apoio a crianças em tratamento oncológico. Nessa última frente, a AG2A já mantém parceria com a ONG Make-A-Wish Brasil. A agência também está em processo de curadoria de novas instituições parceiras nos territórios de esporte, educação e cultura, e trabalha na criação de um instituto próprio, o Instituto Craque na Vida.

Sobre a AG2A
Fundada há nove anos para atender o Assim Saúde, maior grupo hospitalar do Rio de Janeiro, a AG2A é uma agência full service e boutique, com atuação tailor made para cada cliente. Já assinou projetos para marcas como Ambev, Brahma, Brahma Duplo Malte, Beck’s, Fluminense FC, Oakberry, Gazin, Mercado Livre Arena Pacaembu, Estádio Mineirinho, os Jogos Olímpicos Rio 2016, Orla Brasil e projetos pontuais para a Prefeitura de Niterói. Com o Arrasquinha, a agência passa a deter também um ativo de marca própria.

Sobre a Shopee
Lançada em 2015 em Singapura, a Shopee é um marketplace que conecta vendedores e consumidores, com operação local no país desde 2020. Atualmente, a empresa conta com uma equipe de mais de 40 mil colaboradores em três escritórios na cidade de São Paulo, 26 centros de distribuição e nos mais de 200 hubs logísticos por todo o país para atender as vendas dos seus mais de 3 milhões de vendedores brasileiros cadastrados, que hoje são responsáveis por 95% das transações da plataforma.

A Shopee oferece uma experiência de compra fácil, segura e divertida para milhões de pessoas diariamente. Além disso, a empresa tem como compromisso contribuir com o desenvolvimento da economia digital ao ajudar pequenos e médios empreendedores e grandes marcas a prosperarem no e-commerce.

A Shopee faz parte da Sea Limited (NYSE: SE), uma empresa global de tecnologia. A missão da Sea é melhorar a vida de consumidores e pequenas empresas com tecnologia por meio de seus três negócios principais: Shopee, Garena e Monee.

Seara amplia linha Protein

Linha Seara Protein com hambúrguer, almôndega, pizza, filé de frango e Levíssimo em campanha de lançamento de novos produtos.
Divulgação

A Seara ampliou a linha Protein de três para 13 produtos. Agora, o portfólio inclui pizzas, massas, hambúrgueres, empanados, almôndegas e frios.

Além disso, cerca de 90% dos novos produtos estão na categoria de congelados. Assim, a marca amplia sua presença em diferentes momentos de consumo.

A expansão acompanha o maior interesse dos brasileiros por alimentos com proteína. Segundo pesquisa da Mintel, 31% dos consumidores procuram proteína em alimentos e bebidas saudáveis.

“O consumidor quer aumentar a presença de proteína na alimentação, mas não necessariamente mudar aquilo que gosta de comer”, afirma Rafael Palmer, diretor de Marketing da Seara.

Novos produtos da Seara Protein

A linha Seara Protein estreou em setembro de 2025 com três refeições completas. As opções tinham pelo menos 30 gramas de proteína por refeição.

Agora, o portfólio chega a 13 produtos. As opções oferecem entre 15 e 36 gramas de proteína por porção.

Entre as novidades estão:

Lasanha à bolonhesa;
Pizza de pepperoni;
Pizza de três queijos;
Almôndega de carne bovina;
Mini-hambúrguer bovino;
Filé de frango à milanesa;
Empanado de frango recheado;
Fettuccine à bolonhesa;
Levíssimo, feito 100% de lombo suíno cozido.

O Levíssimo está disponível em embalagens de 150 e 180 gramas. Dessa forma, a linha passa a atender diferentes refeições e ocasiões.

Mercado de alimentos com proteína

O mercado de alimentos com proteína adicionada movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano no Brasil. Globalmente, o segmento supera US$ 50 bilhões, segundo dados da Euromonitor.

Além disso, produtos com proteína adicionada estão presentes em 12,8 milhões de lares brasileiros. Esse número representa 21% dos domicílios do país.

Para a Seara, a oportunidade está em levar proteína para categorias já conhecidas pelos consumidores. Assim, a marca combina proteína, praticidade e sabor em produtos tradicionais.

Resultados iniciais

A expansão também apresenta resultados positivos nas categorias que receberam os novos produtos. Segundo a empresa, as versões com proteína adicionada registram giro 10% superior.

A comparação considera produtos similares sem proteína adicionada. Portanto, os primeiros resultados reforçam a estratégia de ampliar a linha.

Os novos produtos começaram a chegar aos pontos de venda de todo o Brasil. Com isso, a Seara amplia sua oferta de alimentos com proteína para diferentes ocasiões de consumo.

Geely amplia investimento no Brasil e inicia produção do EX5 EM-i

Geely EX5 EM-i, SUV híbrido plug-in da Geely, apresentado em vista frontal e lateral.
Divulgação

A Renault Geely do Brasil iniciou a produção do Geely EX5 EM-i, primeiro veículo da marca fabricado nas Américas. A produção ocorre no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná.

Além disso, a empresa anunciou um novo ciclo de R$ 2 bilhões em investimentos no Brasil. Com isso, os aportes previstos entre 2025 e 2027 chegam a R$ 5,8 bilhões.

O novo investimento amplia a estratégia de localização da produção. Dessa forma, a parceria entre Renault e Geely ganha uma nova etapa industrial no mercado brasileiro.

Geely EX5 EM-i começa a ser produzido no Brasil

O Geely EX5 EM-i é um SUV híbrido plug-in desenvolvido sobre a arquitetura GEA. O modelo combina motor a combustão e propulsão elétrica.

Segundo a Geely, o sistema EM-i Super Hybrid utiliza motor 1.5 litro e motor elétrico de 160 kW. A configuração alcança até 943 quilômetros de autonomia combinada pelo ciclo WLTP.

Além disso, o modelo pode alcançar até 83 quilômetros de autonomia exclusivamente elétrica. Assim, a proposta combina deslocamentos urbanos eletrificados com maior autonomia em viagens.

Equipe da Renault Geely celebra a produção em série do primeiro Geely EX5 EM-i fabricado no Brasil, no Complexo Industrial Ayrton Senna, no Paraná.
Divulgação

O EX5 EM-i já possui presença em diferentes mercados internacionais. Agora, sua fabricação brasileira amplia a estratégia de localização da Geely na América Latina.

O lançamento comercial brasileiro está previsto para ocorrer até o final de 2026. Portanto, a produção nacional antecede a chegada do modelo às concessionárias.

Complexo Ayrton Senna recebe nova arquitetura industrial

Para receber a tecnologia Geely, o Complexo Industrial Ayrton Senna passou por uma ampla transformação no início de 2026.

A unidade recebeu adaptações para implementar a GEA (Global Intelligent Electric Architecture). Com isso, a fábrica ampliou sua capacidade tecnológica e produtiva.

A arquitetura permite produzir diferentes sistemas de propulsão. Dessa forma, o complexo passa a reunir tecnologias de combustão, híbridas, híbridas-flex e totalmente elétricas.

A estratégia também amplia a utilização da estrutura industrial existente. Assim, Renault e Geely podem compartilhar recursos produtivos e acelerar novos lançamentos.

A parceria prevê a produção de veículos das duas marcas no complexo de São José dos Pinhais. O acordo foi formalizado entre Renault e Geely em novembro de 2025.

Investimento chega a R$ 5,8 bilhões

O novo ciclo anunciado soma R$ 2 bilhões. Esse valor se soma aos R$ 3,8 bilhões anunciados anteriormente para o período de 2025 a 2027.

Consequentemente, os investimentos da Renault Geely no Brasil chegam a R$ 5,8 bilhões no período.

O aporte também contempla a produção de um novo veículo Renault eletrificado. O modelo será baseado na arquitetura GEA e começará a ser produzido em 2027.

Esse veículo será o primeiro modelo nacional relacionado ao plano estratégico FutuREady da Renault. Portanto, o projeto representa uma etapa relevante na estratégia de eletrificação da marca no Brasil.

Além disso, a Renault confirmou a produção da tecnologia Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel no país. A fabricação dessa motorização está prevista para 2027.

Geely EX2 será produzido em dezembro

A expansão da produção brasileira também inclui o Geely EX2. O hatch totalmente elétrico começará a ser produzido no Complexo Ayrton Senna em dezembro de 2026.

O modelo utiliza a arquitetura GEA e amplia a oferta de veículos elétricos produzidos localmente. Dessa maneira, a Geely avançará na estratégia de localização de sua linha no país.

A Geely já havia lançado o EX2 no mercado brasileiro. O modelo chegou ao país como parte da expansão internacional da marca.

Agora, a produção nacional representa uma nova etapa para o modelo. Além disso, reforça o papel do Brasil dentro da estratégia global da fabricante.

Parceria entre Renault e Geely

A Renault Geely do Brasil foi criada em novembro de 2025. A iniciativa busca ampliar a cooperação entre Renault Group e Geely no mercado brasileiro.

Na estrutura anunciada, a Geely adquiriu participação de 26,4% na Renault do Brasil. A Renault Group permaneceu como acionista majoritária e continuou consolidando a empresa.

A parceria envolve produção e comercialização de veículos de baixa e zero emissão. Além disso, utiliza recursos industriais e comerciais já disponíveis no país.

A estratégia também permite ampliar a rede de distribuição da Geely. Consequentemente, a marca pode combinar novos produtos com uma estrutura industrial e comercial estabelecida.

Executivos destacam estratégia de longo prazo

Para Ariel Montenegro, presidente e CEO da Renault Geely do Brasil, o início da produção representa um marco para a operação brasileira.

“O início de fabricação do primeiro veículo Geely no Brasil é um momento histórico para a marca Geely”, afirmou o executivo.

Montenegro também destacou o papel dos colaboradores no avanço do projeto. Segundo ele, a produção representa mais um passo para acelerar o crescimento da Geely no país.

Já Jianjun Chen, diretor comercial da Geely do Brasil, ressaltou o compromisso da empresa com o mercado brasileiro.

“Estamos iniciando uma nova fase da Geely no Brasil”, afirmou Chen. Além disso, o executivo destacou a ampliação da rede de concessionários.

Segundo Chen, o Brasil passou a ocupar uma posição estratégica na expansão internacional da marca. Portanto, a produção local integra uma estratégia de longo prazo.

Renault amplia estratégia de eletrificação

O novo ciclo também fortalece a estratégia de eletrificação da Renault no Brasil. A marca terá acesso à arquitetura GEA para desenvolver um novo veículo nacional.

Segundo Fabrice Cambolive, presidente do Conselho da Renault Geely do Brasil e CEO Renault Brand, o investimento demonstra confiança no mercado brasileiro.

O executivo afirmou que o novo Renault baseado na GEA representa um primeiro grande passo do plano FutuREady no país.

Além disso, Cambolive destacou a possibilidade de acelerar a chegada de veículos eletrificados. A estratégia busca combinar tecnologia, competitividade e produção local.

Brasil ganha relevância na estratégia global da Geely

Para Victor Yang, vice-presidente sênior do Geely Holding Group, a produção brasileira representa uma etapa importante na globalização da companhia.

“O Brasil é um mercado altamente estratégico em nossa presença global”, afirmou Yang.

A Geely ampliou sua presença internacional nos últimos anos. Em 2025, a empresa entrou em 13 novos mercados e encerrou o ano com presença em 88 países e regiões.

A marca também acelerou sua expansão em 2026. No primeiro semestre, seus modelos EX5 e EX5 EM-i chegaram a mais de 20 países europeus.

Assim, a produção brasileira passa a integrar uma estratégia internacional de localização. O país também se torna uma plataforma relevante para a expansão da Geely na América Latina.

Próximos passos da produção nacional

Com o início da produção do Geely EX5 EM-i, a operação brasileira entra em uma nova fase. O próximo marco será a produção nacional do EX2, prevista para dezembro.

Em 2027, a empresa terá ainda outros projetos relevantes. Entre eles, estão o novo Renault baseado na GEA e a tecnologia Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel.

Dessa forma, o Complexo Ayrton Senna ampliará seu papel na produção de veículos eletrificados. Ao mesmo tempo, Renault e Geely aprofundarão a integração industrial no Brasil.

Africa Creative sedia o Portfolio Night pelo quinto ano consecutivo

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Pelo quinto ano consecutivo, a Africa Creative será a anfitriã brasileira do Portfolio Night, iniciativa global promovida pelo The One Club for Creativity que aproxima novos talentos de profissionais de destaque da indústria criativa. A edição de São Paulo acontece no dia 8 de outubro, das 18h às 23h, na sede da Africa Creative, no Morumbi. A agência está oficialmente confirmada pelo The One Club como host da edição paulistana de 2026.

Criado em 2003, o Portfolio Night é reconhecido pelo The One Club como o maior programa global de revisão de portfólios de publicidade. Em uma mesma noite, jovens criativos têm a oportunidade de apresentar seus trabalhos, receber feedbacks de profissionais experientes, ampliar sua rede de contatos e se aproximar de algumas das principais agências e lideranças do mercado. Em 2026, a programação acontece em 28 cidades anunciadas pelo The One Club.

Em São Paulo, a Africa Creative volta a reunir diferentes nomes da indústria para uma noite dedicada à troca, ao desenvolvimento e à descoberta de novos talentos. Neste ano, participarão profissionais das agências como Almap, Artplan, BETC, Publicis Groupe, R/GA, WMcCann, além da própria Africa Creative.

Durante o encontro, os participantes passam por rodadas de conversas e avaliações de seus portfólios com diferentes profissionais. Mais do que uma análise dos trabalhos apresentados, a proposta é criar uma oportunidade real de contato entre quem está começando a construir sua trajetória e quem já atua no mercado, abrindo espaço para orientação, networking e novas conexões profissionais.

“Talento precisa de oportunidade. O Portfolio Night tem essa capacidade de colocar uma nova geração de criativos em contato direto com grandes profissionais da nossa indústria e criar trocas que realmente fazem diferença. Para a Africa, estar à frente dessa iniciativa no Brasil pelo quinto ano consecutivo é motivo de muito orgulho. A gente acredita em criatividade, acredita em gente boa e acredita que uma indústria forte se constrói também abrindo espaço para novos talentos mostrarem do que são capazes”, afirma Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative.

Além das avaliações locais, o Portfolio Night mantém em 2026 o programa Portfolio Night All-Stars. Cada cidade anfitriã seleciona um jovem criativo de destaque para participar de uma programação virtual de uma semana, na qual os escolhidos trabalham em equipes globais a partir de um briefing de uma marca, além de participarem de seminários e sessões de recrutamento. Ao final, as equipes apresentam suas propostas a um júri, e os integrantes da equipe vencedora recebem uma viagem a Nova York para participar da Creative Week 2027, promovida pelo The One Club.

Ao sediar novamente a edição brasileira, a Africa Creative dá continuidade a uma relação construída ao longo dos últimos anos com o Portfolio Night e reforça o compromisso de aproximar a nova geração de criativos do mercado, criando oportunidades para que novos trabalhos, repertórios e perspectivas sejam vistos por profissionais de diferentes partes da indústria.

Serviço
Portfolio Night São Paulo 2026
Data: 8 de outubro de 2026
Horário: das 18h às 23h
Local: Africa Creative
Endereço: Av. dos Tajurás, 333 – Morumbi, São Paulo – SP
Realização: The One Club for Creativity
Host em São Paulo: Africa Creative
Ingressos: https://www.eventbrite.com/e/1998391447615?aff=oddtdtcreator

Sobre o The One Club for Creativity

O The One Club for Creativity é uma organização global sem fins lucrativos dedicada a apoiar e celebrar a comunidade criativa. A organização é responsável por iniciativas e premiações como The One Show, ADC Annual Awards, Type Directors Club, Young Ones Student Awards, Creative Week e Portfolio Night, entre outras, além de programas voltados à educação, desenvolvimento profissional e ampliação do acesso à indústria criativa.

SOBRE AFRICA CREATIVE:

Com mais de duas décadas de história, a Africa Creative é uma das agências mais criativas e inovadoras do mundo, responsável pela comunicação de grandes marcas nacionais e globais. Referência em transformar ideias em impacto cultural e resultados de negócio, a agência é a única latino-americana no Top 10 do Warc Creative 100 de 2026 e figura entre as agências mais premiadas do Brasil e do mundo no Festival Internacional de Cannes Lions. A agência ainda ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de compra de mídia do Cenp-Meios, reafirmando sua solidez como parceira de negócios. Com a criatividade em seu DNA e um perfil disruptivo por natureza, mantém sedes em São Paulo e Nova York, atuando como ponte estratégica para marcas brasileiras expandirem sua presença internacional. Lidera de forma ininterrupta, há 20 anos, todas as edições do ranking bianual do Agency Scope, da Scopen.

Patrocínios esportivos entram em nova escala de preços

Pessoas discutindo contratos publicitários esportivos em uma sala com vista para o estádio.

Os contratos de publicidade no esporte estão ficando mais caros nos ativos que oferecem grande alcance, exclusividade e exposição contínua. Uma marca na camisa, o nome de um estádio ou um pacote de direitos digitais podem ter valores muito diferentes porque cada formato entrega visibilidade e duração próprias.

Clubes hoje negociam esses espaços com empresas de vários setores, e o mercado de apostas, no qual https://1xbet.bet.br/pt atua, é apenas uma das categorias que disputam esse inventário comercial. Audiência, território, desempenho esportivo e extensão do contrato continuam sendo os fatores que mais pesam na definição do valor.

Camisas seguem entre os espaços mais disputados

A camisa segue muito visível. Em 3 de setembro, o London City Lionesses anunciou a Nike como patrocinadora principal e classificou o acordo como o maior já fechado no futebol feminino. Os valores não foram divulgados, mas Michele Kang afirmou que o contrato supera alguns acordos de clubes masculinos da Premier League e o patrocínio de cerca de US$ 4 milhões anuais associado à nova franquia de Atlanta na NWSL.

O caso mostra por que comparar contratos exige cautela. Um valor pode incluir só a camisa principal ou acrescentar categorias femininas, base, conteúdo, hospitalidade e direitos digitais.

O preço nasce do pacote vendido

Duas propriedades com audiência semelhante podem cobrar valores diferentes porque entregam direitos distintos. Duração, exclusividade por setor, número de jogos televisionados e mercados cobertos alteram a conta.

Também pesa a capacidade do clube de manter relevância fora do campo. Redes sociais, atletas conhecidos e presença em competições internacionais ampliam a exposição além dos 90 minutos.

Naming rights trabalham com prazos maiores

Os direitos de nome de estádios seguem outra lógica. O compromisso dura anos e transforma a marca em parte da identificação do local. No Morumbi, o acordo foi avaliado em R$ 75 milhões por três anos e termina em dezembro.

Uma proposta discutida com outra empresa previa R$ 35 milhões por ano durante cinco temporadas, mas as conversas não avançaram. Valor pedido, capacidade financeira do patrocinador e estratégia do clube nem sempre chegam ao mesmo ponto.

Ativo comercialExemplo recenteValor conhecido
Camisa femininaLondon City–NikeNão divulgado
Naming rightsMorumbi, acordo atualR$ 75 milhões por três anos
Naming rights propostoMorumbiR$ 35 milhões anuais
Camisa Premier LeagueAston Villa–Visit RwandaCerca de £20 milhões anuais

A Premier League mudou o mapa dos patrocinadores

A temporada 2026/27 começou sem marcas de apostas na frente das camisas da Premier League. Os clubes haviam decidido encerrar esse formato após 2025/26, abrindo o espaço principal para empresas de outros setores.

Isso não elimina o marketing ligado às apostas no futebol. Outros inventários continuam sujeitos às regras aplicáveis, mas a mudança força operadores e clubes a repensar onde a exposição pode ocorrer. Uma restrição desse tipo altera oferta, procura e preço dos ativos restantes.

O contrato compra muito mais que visibilidade

Antes de assinar, patrocinadores avaliam várias entregas:

  • audiência de televisão e streaming;
  • alcance nas redes sociais;
  • exclusividade dentro da categoria comercial;
  • uso de jogadores em campanhas;
  • hospitalidade e ativações presenciais;
  • direitos sobre conteúdo e propriedades digitais.

Quanto mais amplo o pacote, menos útil se torna comparar contratos apenas pelo espaço ocupado na camisa.

Retorno começa a pesar tanto quanto prestígio

O mercado de 2026 mostra que o esporte continua capaz de cobrar valores altos, mas compradores querem medir o resultado com mais precisão. Exposição televisiva, buscas pela marca, vendas, cadastros e interação digital entram na avaliação.

Isso vale também para empresas de apostas, que precisam separar alcance publicitário de aquisição real. Um contrato caro só faz sentido quando a audiência corresponde ao público pretendido e as regras permitem usar os direitos comprados.

Por isso, o custo da publicidade esportiva não tem tabela universal. Uma camisa de elite, um estádio ou uma parceria digital pode valer cifras muito diferentes. O preço final nasce da combinação entre audiência, escassez do ativo, duração, território, desempenho esportivo e direitos adicionais incluídos.


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SP Open 2026 tem sessão adiada nesta segunda-feira devido às fortes chuvas

SP Open 2026 cancela a Sessão 1 desta segunda-feira devido às fortes chuvas em São Paulo. Veja o impacto na programação e os principais nomes.
Foto: @fotojump

O SP Open 2026 cancelou a Sessão 1 desta segunda-feira, 14 de setembro, devido às fortes chuvas que atingem São Paulo.

A organização comunicou a decisão pelas redes sociais. Além disso, destacou as condições climáticas previstas para as próximas horas.

Segundo o comunicado, os compradores dos ingressos da Sessão 1 terão os bilhetes automaticamente cancelados pela Eventim.

As informações sobre o procedimento de reembolso serão comunicadas diretamente pela plataforma aos compradores.

Por outro lado, ingressos de cortesia, institucionais e Ground Pass não serão reembolsados, conforme o comunicado divulgado pela organização.

A programação das demais sessões poderá sofrer alterações. Por isso, o SP Open orientou o público a acompanhar os canais oficiais do torneio.

Chuva altera programação do SP Open

A decisão ocorre em um cenário de instabilidade meteorológica na capital paulista. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo, a segunda-feira terá chuva moderada a forte.

Além disso, o órgão apontou risco elevado de alagamentos e transbordamentos. O solo também permanece encharcado após os acumulados registrados nos últimos dias.

O impacto das condições climáticas já havia atingido o torneio. No domingo, 13 de setembro, a organização cancelou o qualifying realizado no Parque Villa-Lobos.

Na ocasião, as partidas foram transferidas para uma quadra coberta, sem acesso do público.

Agora, a organização volta a ajustar o calendário diante das condições de segurança e das exigências relacionadas à realização das partidas.

Paula Badosa era um dos destaques desta segunda-feira

A programação desta segunda-feira tinha Paula Badosa como uma das principais atrações.

A espanhola, ex-número 2 do mundo, estava prevista para estrear diante da letã Darja Semenistaja na Quadra Central Maria Esther Bueno.

Badosa chegou ao SP Open como cabeça de chave número 2. Além disso, a espanhola busca ampliar sua coleção de títulos no circuito WTA.

O confronto seria inédito entre as duas jogadoras. Portanto, a partida despertava expectativa entre os torcedores presentes no Parque Villa-Lobos.

Carolina Meligeni também estava na programação

Outra atração brasileira era Carolina Meligeni Alves. A tenista enfrentaria a holandesa Suzan Lamens pela primeira rodada.

Carolina disputa o SP Open pela segunda vez. Além disso, possui retrospecto favorável contra Lamens, com duas vitórias em três confrontos.

O duelo estava previsto para ocorrer após a partida entre Badosa e Semenistaja. Assim, a brasileira teria a oportunidade de atuar diante do público paulista.

A programação também previa a participação de Laura Pigossi na chave de duplas. A brasileira disputaria a competição ao lado de Ekaterina Ovcharenko.

Pigossi é a atual vice-campeã de duplas do SP Open. Além disso, conquistou a medalha de bronze olímpica em Tóquio 2020.

SP Open reúne elite do tênis feminino

Apesar do impacto provocado pelas chuvas, o SP Open mantém sua relevância no calendário esportivo brasileiro.

O torneio é um WTA 250 e reúne atletas de diferentes gerações. Entre os destaques internacionais estão Paula Badosa, Yulia Putintseva, Jil Teichmann, Anna Blinkova e Eva Lys.

A organização confirmou oito tenistas que estavam no Top 100 mundial entre as participantes. Além disso, a competição reúne jogadoras com títulos WTA e campanhas importantes em Grand Slams.

A presença dessas atletas aumenta o nível técnico do torneio. Ao mesmo tempo, proporciona ao público brasileiro contato direto com nomes relevantes do circuito internacional.

Brasileiras ganham espaço no torneio

O SP Open também tem papel importante para o desenvolvimento do tênis feminino brasileiro.

A edição de 2026 reúne Laura Pigossi, Victoria Barros e Nauhany Silva na chave principal de simples. Além disso, Luisa Stefani participa da competição nas duplas.

Victoria Barros e Nauhany Silva representam uma nova geração do tênis nacional. As duas receberam convites para disputar a chave principal.

SP Open 2026 cancela a Sessão 1 desta segunda-feira devido às fortes chuvas em São Paulo. Veja o impacto na programação e os principais nomes.
Foto: @fotojump

Nauhany, inclusive, conquistou sua primeira vitória em nível WTA na edição de 2025. Na ocasião, tornou-se a primeira tenista nascida em 2010 a vencer uma partida nesse nível.

Já Laura Pigossi representa uma geração mais experiente. A brasileira conquistou bronze olímpico nas duplas e também possui títulos importantes no circuito.

Assim, o SP Open aproxima atletas consagradas e jovens talentos. Dessa forma, o torneio contribui para ampliar a visibilidade do tênis feminino no país.

Torneio representa oportunidade para novas gerações

A importância do SP Open vai além da disputa pelo título. O evento também busca criar uma plataforma para desenvolver o tênis feminino brasileiro.

Em 2026, o torneio conta novamente com iniciativas voltadas às jovens atletas. Entre elas está o SP Open Rising Stars, competição sub-14 dedicada a novos talentos nacionais.

A campeã da competição receberá convite, passagem e hospedagem para disputar o IMG Academy International Championships, nos Estados Unidos.

Portanto, a iniciativa conecta a competição profissional à formação de futuras jogadoras.

Ingressos e próximos passos

A organização informou que os compradores dos ingressos da Sessão 1 desta segunda-feira terão os bilhetes cancelados automaticamente pela Eventim.

As orientações sobre reembolso serão encaminhadas diretamente aos compradores. Além disso, novas alterações na programação serão comunicadas pelos canais oficiais do SP Open.

SP Open 2026 cancela a Sessão 1 desta segunda-feira devido às fortes chuvas em São Paulo. Veja o impacto na programação e os principais nomes.
Foto: @fotojump

O site oficial também informa que condições climáticas adversas podem provocar mudanças na programação. Portanto, o público deve consultar as atualizações antes de se deslocar ao Parque Villa-Lobos.

LeitBom lança nova campanha com conceito “Se deu bom, é LeitBom”

LeitBom lança primeira grande campanha de comunicação com o conceito “Se deu bom, é LeitBom”
Reprodução

A LeitBom lançou sua primeira grande campanha de comunicação após mais de seis décadas de história. A iniciativa apresenta o conceito “Se deu bom, é LeitBom”.

A nova campanha utiliza humor e situações cotidianas para reforçar atributos associados à marca. Além disso, transforma o próprio nome LeitBom em elemento central da comunicação.

A estratégia busca fortalecer a presença da marca entre consumidores. Para isso, aproxima uma expressão popular do posicionamento construído pela empresa ao longo das gerações.

“Se deu bom, é LeitBom”

A ideia criativa parte de um elemento presente no próprio nome da marca: a palavra “bom”.

A partir desse ponto, a campanha incorpora a expressão popular “deu bom” ao território de comunicação da LeitBom. Assim, uma frase presente no cotidiano ganha uma assinatura proprietária.

O conceito também permite diferentes interpretações. Afinal, situações que terminam bem passam a ser associadas diretamente à marca.

Dessa maneira, a LeitBom busca construir uma mensagem simples, contemporânea e fácil de memorizar.

A assinatura também poderá acompanhar diferentes categorias e ocasiões de consumo. Portanto, a estratégia oferece possibilidades para futuras campanhas da marca.

Primeira grande campanha da LeitBom

A iniciativa representa um novo momento na comunicação da LeitBom. Segundo Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba, a campanha precisava equilibrar tradição e renovação.

“Esta é a primeira campanha de LeitBom e representa um marco para nós.”

De acordo com a executiva, a marca buscou respeitar a confiança construída ao longo de décadas. Ao mesmo tempo, a proposta deveria dialogar com uma nova geração de consumidores.

 

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“A partir dele nasceu uma ideia simples e capaz de acompanhar a marca em diferentes categorias e ocasiões de consumo”, afirmou Lisiane.

Assim, o conceito utiliza um ativo já existente na marca. Além disso, cria uma plataforma que pode evoluir em diferentes formatos de comunicação.

História da marca e expansão do portfólio

A LeitBom foi adquirida pelo Grupo Piracanjuba em 2014. Desde então, a marca ampliou sua presença em importantes mercados brasileiros.

Atualmente, o portfólio reúne mais de 15 produtos. Entre eles estão leite UHT, leite em pó, creme de leite, leite condensado e queijo ralado.

A linha também inclui o achocolatado ChocoBom. Dessa forma, a marca atua em diferentes momentos de consumo.

Os produtos acompanham desde o café da manhã até receitas preparadas em família. Além disso, a proposta destaca praticidade, sabor e confiança.

Filme estreia com situação familiar

A campanha estreia com histórias inspiradas em situações comuns do cotidiano familiar. No primeiro filme, Luquinhas decide preparar o café da manhã para os pais.

Entretanto, a preparação começa de maneira inesperada. A cozinha fica bagunçada e a situação parece caminhar para um resultado pouco promissor.

Apesar disso, o café da manhã surpreende a família. A escolha dos produtos LeitBom contribui para transformar a situação em um momento positivo.

A narrativa utiliza, portanto, uma situação simples para apresentar o conceito da campanha.

Ao final, a história reforça a assinatura “Se deu bom, é LeitBom”. Dessa maneira, o conceito aparece integrado à narrativa, sem depender apenas de uma mensagem publicitária tradicional.

Campanha terá presença em diferentes canais

A nova comunicação será veiculada em diferentes meios. A estratégia contempla televisão, rádio, redes sociais e mídia exterior (OOH).

Além disso, a campanha terá foco nas principais regiões de atuação da LeitBom. A comunicação será direcionada especialmente para Goiás, Distrito Federal, Maranhão, Tocantins e Piauí.

A escolha desses mercados acompanha a presença da marca. Assim, a campanha busca ampliar o reconhecimento entre consumidores dessas regiões.

A combinação de mídia tradicional e plataformas digitais também permite diferentes formas de interação. Enquanto a televisão amplia o alcance, as redes sociais aproximam a comunicação do cotidiano.

GEO: Decisões influenciadas pela IA

GEO: Decisões influenciadas pela IA, de Rafael Rez, mostra como a inteligência artificial transforma buscas, conteúdo, marcas e decisões de compra.

Um guia estratégico sobre como a inteligência artificial está mudando a busca, a descoberta de marcas, a decisão de compra e o papel do conteúdo em um cenário no qual consumidores pesquisam, comparam e decidem dentro de conversas com IAs.
Pela primeira vez em décadas, a decisão de compra do consumidor deixou de acontecer apenas dentro dos canais controlados pelas marcas. O cliente não depende mais de uma lista de links para pesquisar, comparar e decidir. Ele conversa com uma inteligência artificial, pede recomendações, compara alternativas, refina critérios e chega ao site ― quando chega ― já muito mais próximo da decisão.

Esse novo cenário muda tudo

Durante anos, o marketing digital foi organizado em torno do clique. Impressões, sessões, CTR, tráfego orgânico, taxa de rejeição e conversões rastreáveis formaram a base dos relatórios e das estratégias. Mas a IA está deslocando parte relevante da jornada para ambientes que não aparecem no Google Analytics, no CRM ou nos dashboards tradicionais.

Em GEO: Decisões influenciadas pela IA , Rafael Rez apresenta um mapa para entender esse novo contexto. O foco não está apenas na tecnologia, mas no comportamento humano diante dela: como as pessoas usam IAs para decidir o que consumir, em quem confiar e de quem comprar.

O livro mostra como a busca por IA está transformando a lógica de visibilidade das marcas. O conteúdo deixa de ser produzido apenas para ranquear e passa a precisar ser lido, fragmentado, compreendido, recombinado e citado por modelos de linguagem. A autoridade deixa de depender só de palavras-chave e passa a exigir ganho informacional, dados proprietários, estrutura em blocos, clareza semântica, presença em múltiplas fontes e consistência estratégica.

A obra também aborda temas como LLMs, AI Overview, Perplexity, ChatGPT, Gemini, comportamento de busca, query fan-out, métricas de GEO, AI Visibility Score, Source Citations, share of voice em IA, Factual Alignment, Competitive Benchmarking e novos modelos de mensuração. O sumário confirma a estrutura em três partes, com capítulos sobre comportamento humano dentro da IA, história dos LLMs, comportamento de busca, novo cenário do conteúdo, criação de conteúdo para o novo contexto, nova jornada, técnica, KPIs e métricas centrais e granulares.

Uma leitura essencial para profissionais de marketing, conteúdo, SEO, branding, comunicação, growth, e-commerce, vendas, tecnologia, produto e liderança que precisam compreender como os modelos de linguagem estão redesenhando a descoberta, a influência e a decisão de compra.

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Quem é Rafael Rez

Rafael Rez trabalha com marketing digital desde 1997. Fundou a Web Estratégica, consultoria pioneira em marketing de conteúdo no Brasil, que atende grandes marcas com estratégias de conteúdo, SEO e GEO. É autor de Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI, publicado pela DVS Editora em 2016, best-seller no Brasil e também em Portugal. Professor em programas de MBA e extensão, leciona sobre estratégia de conteúdo, SEO e o impacto da inteligência artificial generativa na descoberta e na decisão de compra. Sua abordagem combina profundidade técnica com linguagem direta, neurociência aplicada ao comportamento do consumidor e vieses cognitivos.

Detalhes do produto
Editora ‏ : ‎ DVS EDITORA
Data da publicação ‏ : ‎ 31 agosto 2026
Edição ‏ : ‎ 1ª
Idioma ‏ : ‎ Português
Número de páginas ‏ : ‎ 240 páginas
ISBN-10 ‏ : ‎ 6556951900
ISBN-13 ‏ : ‎ 978-6556951904
Peso do produto ‏ : ‎ 330 g
Dimensões ‏ : ‎ 16 x 1.15 x 23 cm

Conheça “GEO: Decisões influenciadas pela IA” e descubra como a inteligência artificial está transformando o marketing e as decisões de compra.

Triton cria campanha com história real na Transamazônica

Mitsubishi Triton lança campanha “Ao Vivo é Outra História”, inspirada em história real de resgates na Transamazônica e uso da picape.
Reprodução

A Mitsubishi Motors apresentou uma nova campanha para a picape Triton no mercado brasileiro. A iniciativa adotou o conceito “Ao Vivo é Outra História”.

A campanha convida os consumidores a conhecerem a picape nas concessionárias. Para isso, a marca destaca atributos como conforto, tecnologia, segurança e robustez.

Entretanto, a estratégia vai além de apresentar especificações técnicas. A campanha utiliza uma história real vivida na Transamazônica para demonstrar o desempenho da Triton em situações cotidianas.

História real ganha protagonismo

A campanha acompanha Thiago Correia, conhecido nas redes sociais pelo perfil @invernonatransamazonica. Ele realiza resgates na Transamazônica utilizando uma picape Mitsubishi.

Agora, Thiago recebeu uma Triton para continuar sua rotina na rodovia. Dessa forma, a campanha transforma uma experiência real em conteúdo publicitário.

A narrativa utiliza uma linguagem imersiva e coloca o espectador próximo da experiência. Além disso, o filme apresenta a jornada em primeira pessoa.

A proposta busca aproximar as características do veículo da realidade de quem utiliza uma picape em condições desafiadoras.

Assim, a Mitsubishi substitui uma comunicação baseada apenas em números por uma experiência prática. O objetivo é mostrar como a Triton se comporta em situações reais.

“Ao Vivo é Outra História”

O conceito da campanha parte justamente dessa aproximação entre produto e experiência. A ideia é mostrar que determinadas características podem ser melhor compreendidas quando vivenciadas.

“Muitas vezes, a ficha técnica de um carro entrega números e especificações que parecem distantes do dia a dia.”

A afirmação é de Renato Broggin, co-COO da Africa Creative. Segundo ele, a campanha busca apresentar a capacidade da nova Triton pelos olhos de quem utiliza a picape.

“O filme em primeira pessoa cria essa aproximação e convida o cliente a comprovar essa experiência de alto nível na concessionária”, afirmou Broggin.

Dessa maneira, o test-drive passa a ocupar um papel central na estratégia. A campanha utiliza a história de Thiago como ponto de partida para incentivar o consumidor a experimentar a picape.

Mitsubishi reforça tradição em 4×4

A campanha também explora a tradição da Mitsubishi no segmento de veículos 4×4. Segundo a marca, essa experiência representa uma das principais credenciais da fabricante no Brasil.

Para Marcia Neri, CMO da Mitsubishi Motors do Brasil, a comunicação precisava conectar essa tradição ao momento atual.

“Poucas marcas podem falar de 4×4 com a legitimidade que a Mitsubishi tem no Brasil.”

A executiva destacou ainda a escolha pela narrativa em primeira pessoa. Segundo Marcia, a estratégia coloca o público dentro da experiência.

“A melhor publicidade para a Triton é a realidade de quem a usa”, afirmou a CMO.

Assim, a campanha utiliza uma experiência verdadeira para reforçar atributos associados à Triton. Ao mesmo tempo, busca apresentar o veículo de maneira próxima ao consumidor.

Encontro reuniu influenciadores

O lançamento da campanha aconteceu em 10 de setembro. Na mesma data, a Mitsubishi promoveu um encontro com influenciadores que utilizam a Triton no dia a dia.

Além de Thiago Correia, participaram da iniciativa Guilherme Maia (@bfmsoficial), Ricardinho (@acfperformance) e Rogério Braga (@Triton4x4ClubBrasil).

Os convidados compartilharam experiências relacionadas ao uso da picape. Dessa forma, o encontro ampliou a proposta central da campanha.

A conversa também foi transmitida pelo canal oficial da Mitsubishi Motors Brasil no YouTube. Assim, a marca levou a experiência para além dos participantes presenciais.

Campanha chega à televisão e ao digital

A nova campanha da Triton entrou no ar em 10 de setembro. A estratégia contempla diferentes plataformas de comunicação.

A veiculação inclui TV aberta, Pay TV e plataformas digitais. Além disso, a campanha utiliza a história de Thiago como principal elemento narrativo.

A estratégia amplia a presença da Mitsubishi em diferentes pontos de contato. Ao mesmo tempo, mantém o test-drive como uma das principais chamadas para o consumidor.

Os interessados podem realizar testes da Mitsubishi Triton em toda a rede de concessionárias da marca no Brasil.

SP Open 2026: Paula Badosa e Carolina Meligeni estreiam nesta segunda-feira

Paula Badosa e Carolina Meligeni estreiam no SP Open 2026 nesta segunda-feira, 14 de setembro. Confira horários, jogos e onde assistir.
Foto: @fotojump

A segunda edição do SP Open começa a chave principal nesta segunda-feira, 14 de setembro, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo.

Entre os destaques do dia está Paula Badosa, uma das principais estrelas do torneio WTA 250. A espanhola estreia contra a letã Darja Semenistaja.

Além disso, o público terá a presença de Carolina Meligeni Alves, que enfrenta a holandesa Suzan Lamens.

A programação também reúne outras brasileiras e importantes nomes do circuito internacional. Assim, o primeiro dia da chave principal terá atrações em todas as quadras.

O SP Open acontece até 20 de setembro. O torneio reúne algumas das principais tenistas do circuito mundial.

Paula Badosa estreia na Quadra Central

Paula Badosa abre sua participação no SP Open diante de Darja Semenistaja. O duelo está programado para a segunda sessão da Quadra Central Maria Esther Bueno.

A partida acontecerá não antes das 17h30, conforme a programação oficial.

Ex-número 2 do mundo, Badosa chega ao torneio como uma das principais atrações internacionais. Além disso, a espanhola busca seu quinto título no circuito WTA.

O confronto com Semenistaja será inédito. Portanto, as duas jogadoras entrarão em quadra sem histórico anterior de partidas entre si.

Badosa aparece como cabeça de chave número 2 do SP Open. Já Semenistaja chega ao duelo buscando surpreender uma das favoritas do torneio.

Carolina Meligeni representa o Brasil

A programação da Quadra Central também terá Carolina Meligeni Alves. A brasileira enfrenta Suzan Lamens no encerramento do dia.

Paula Badosa e Carolina Meligeni estreiam no SP Open 2026 nesta segunda-feira, 14 de setembro. Confira horários, jogos e onde assistir.
Foto: @fotojump

O duelo está previsto para ocorrer não antes das 17h30, após a partida entre Badosa e Semenistaja.

Carolina disputa o SP Open pela segunda vez na carreira. Além disso, possui retrospecto positivo contra Lamens.

As duas tenistas se enfrentaram três vezes. Carolina venceu dois desses confrontos, enquanto a holandesa levou a melhor no encontro mais recente, em 2022.

Assim, a brasileira terá pela frente uma adversária conhecida. Ao mesmo tempo, buscará aproveitar o apoio do público paulista para avançar no torneio.

Laura Pigossi também estreia

Outra atração brasileira será Laura Pigossi, que disputará a chave de duplas ao lado da ucraniana Ekaterina Ovcharenko.

A parceria aparece como cabeça de chave número 3. Além disso, Pigossi retorna ao torneio após terminar como vice-campeã da edição anterior.

A dupla enfrentará as norte-americanas Mary Stoiana e a tcheca Vendula Valdmannova. O confronto está previsto para a primeira sessão da Quadra Central.

A programação começa às 13h. Antes das duplas, Jessica Bouzas Maneiro enfrenta Dominika Salkova pela chave de simples.

Outras atrações do SP Open

A Quadra 1 também terá duas partidas importantes nesta segunda-feira. A programação começa às 13h, com Julia Riera diante de Elina Avanesyan.

Na sequência, Cadence Brace enfrenta Solana Sierra. A canadense garantiu vaga na chave principal após disputar o qualifying.

Solana Sierra é a cabeça de chave número 3 do torneio. Dessa forma, a argentina chega ao confronto como uma das principais candidatas a avançar.

Já a Quadra 2 terá início às 14h. A programação reunirá duas partidas da primeira rodada.

A chinesa Xiaodi You enfrenta Alina Charaeva, cabeça de chave número 8. Depois, a argentina Jazmin Ortenzi encara Chloe Paquet.

Programação desta segunda-feira (14/09)
Quadra Central Maria Esther Bueno — a partir das 13h

[6] Jessica Bouzas Maneiro (ESP) x Dominika Salkova (CZE)

[3] Ekaterina Ovcharenko / Laura Pigossi (BRA) x Mary Stoiana (USA) / Vendula Valdmannova (CZE)

Não antes das 17h30

Darja Semenistaja (LAT) x [2] Paula Badosa (ESP)

Suzan Lamens (NED) x [WC] Carolina Alves (BRA)

Quadra 1 — a partir das 13h

Julia Riera (ARG) x Elina Avanesyan (ARM)

Não antes das 14h

[Q] Cadence Brace (CAN) x [3] Solana Sierra (ARG)

Quadra 2 — a partir das 14h

[Q] Xiaodi You (CHN) x [8] Alina Charaeva (ARM)

Jazmin Ortenzi (ARG) x [Q] Chloe Paquet (FRA)

Onde assistir ao SP Open 2026

As partidas da Quadra Central Maria Esther Bueno terão transmissão ao vivo pelo Sportv.

Já os jogos realizados nas quadras secundárias poderão ser acompanhados pelo site oficial do SP Open. A transmissão amplia o acesso aos confrontos que não estarão na programação televisiva.

O torneio ocorre no Parque Villa-Lobos entre 12 e 20 de setembro. Entretanto, a chave principal será disputada entre 14 e 20 de setembro.

Ingressos para o SP Open

Os ingressos para o SP Open estão disponíveis pela Eventim. A organização também disponibiliza diferentes modalidades de acesso ao evento.

O Ground Pass permite acesso às áreas de alimentação, ativações e quadras secundárias. Entretanto, essa modalidade não dá acesso à Quadra Central.

O SP Open é um torneio WTA 250 e chega à segunda edição com uma estrutura voltada ao esporte e ao entretenimento.

Serviço

Evento: SP Open 2026
Data: 12 a 20 de setembro
Chave principal: 14 a 20 de setembro
Local: Parque Villa-Lobos, São Paulo (SP)
Quadra Central: Maria Esther Bueno
Transmissão: Sportv
Quadras secundárias: site oficial do SP Open
Ingressos: Eventim

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