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Ações das Casas Bahia despencam mais de 30% após pedido de recuperação judicial

Papéis da varejista lideram perdas do Ibovespa após companhia pedir recuperação judicial com passivos de R$ 17,3 bilhões
Divulgação

As ações das Casas Bahia (BHIA3) despencaram mais de 30% nesta segunda-feira (17). O movimento ocorreu após o pedido de recuperação judicial apresentado pela companhia.

Os papéis lideraram as quedas do Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira. Além disso, a reação ocorreu após a divulgação do pedido no domingo (16).

Na abertura do pregão, as ações chegaram a cair 31,8%, para R$ 0,45. Por volta das 16h, a queda permanecia acima de 30%, com os papéis negociados a R$ 0,44.

O movimento refletiu a forte preocupação dos investidores com a situação financeira da varejista.

Casas Bahia pede recuperação judicial

O Grupo Casas Bahia protocolou o pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

A companhia informou passivos totais de aproximadamente R$ 17,3 bilhões. Desse montante, R$ 16,4 bilhões correspondem a credores quirografários.

Além disso, existem R$ 754 milhões em compromissos trabalhistas. Outros R$ 154 milhões estão relacionados a microempresas e empresas de pequeno porte.

A recuperação judicial busca permitir a reorganização das dívidas. Dessa forma, a companhia pretende preservar suas operações e negociar com os credores.

Prejuízo de R$ 10,1 bilhões

A reação do mercado também ocorre após a divulgação do resultado do segundo trimestre de 2026.

A Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no período. No segundo trimestre de 2025, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 978 milhões.

O resultado foi fortemente afetado por eventos contábeis não recorrentes. Entre eles estão baixas de ativos e revisões relacionadas a créditos fiscais.

Mesmo desconsiderando efeitos extraordinários, entretanto, a empresa continuou apresentando resultado negativo. O cenário reforçou as preocupações sobre sua capacidade financeira.

Fechamento de lojas aumenta preocupação

A recuperação judicial acontece após uma forte redução da estrutura física da empresa.

A Casas Bahia fechou 298 lojas, o equivalente a aproximadamente 29% da rede existente no final de junho. Além disso, a companhia promoveu milhares de demissões.

O fechamento atingiu diferentes estados brasileiros. Nas redes sociais, funcionários e consumidores compartilharam imagens de unidades fechadas.

Grupo acumula prejuízo de R$ 10,1 bilhões, tem dívida de R$ 17,3 bilhões e busca reorganizar as operações.
Foto: Thales Brandão Casas Bahia fechada no Shopping Jardins em Aracaju/SE

Em Salvador, por exemplo, diversas lojas encerraram as atividades. O movimento também alcançou unidades em outras capitais e cidades brasileiras.

Ações enfrentam forte pressão na Bolsa

A queda desta segunda-feira amplia a trajetória negativa das ações da Casas Bahia.

O mercado passou a incorporar nos preços uma percepção maior de risco após o pedido judicial. Além disso, a recuperação judicial aumenta a incerteza sobre o futuro dos acionistas.

A situação também chama atenção porque a empresa possui patrimônio líquido negativo. Segundo informações divulgadas sobre o balanço, o patrimônio líquido negativo chegou a aproximadamente R$ 8,1 bilhões.

Recuperação judicial não significa falência

Apesar da forte reação das ações, recuperação judicial não significa falência imediata.

O mecanismo permite que empresas em dificuldades financeiras reorganizem suas dívidas. Portanto, a companhia continua operando enquanto busca uma solução com seus credores.

A Casas Bahia pretende manter as atividades durante o processo. Além disso, a estratégia inclui redução de custos e concentração em operações consideradas mais rentáveis.

Mercado acompanha próximos passos

Agora, investidores acompanham a tramitação do pedido na Justiça. Também será necessário observar as próximas medidas da administração da companhia.

A empresa deverá apresentar um plano de recuperação aos credores. Em seguida, o plano será submetido às etapas previstas na legislação.

A Casas Bahia também solicitou medidas para proteger suas operações. Entre elas está a suspensão de execuções durante o período previsto pela legislação.

Assim, a reação negativa das ações demonstra o tamanho do desafio financeiro enfrentado pela varejista.

Casas Bahia pede recuperação judicial após fechar lojas e demitir funcionários

Grupo acumula prejuízo de R$ 10,1 bilhões, tem dívida de R$ 17,3 bilhões e busca reorganizar as operações.
Foto: Thales Brandão

O Grupo Casas Bahia protocolou pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida foi tomada após uma sequência de prejuízos, fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários.

O pedido foi apresentado na noite de domingo (16), na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A companhia declarou passivos de R$ 17,3 bilhões.

A decisão representa uma nova etapa da crise financeira da varejista. Além disso, acontece cerca de dois anos depois de uma recuperação extrajudicial.

Dívida da Casas Bahia chega a R$ 17,3 bilhões

Segundo o pedido apresentado à Justiça, a maior parte das dívidas está concentrada em credores sem garantia.

Do total, R$ 16,4 bilhões correspondem a credores quirografários. Outros R$ 754 milhões são dívidas trabalhistas. Além disso, há R$ 154 milhões relacionados a microempresas e empresas de pequeno porte.

O processo envolve dez empresas do grupo. Entre elas estão as operações relacionadas às marcas Casas Bahia e Ponto Frio, além da Extra.com, Bartira e empresas de logística e tecnologia.

A recuperação judicial busca permitir a reorganização das dívidas. Ao mesmo tempo, a empresa pretende preservar suas operações e manter os canais de atendimento aos consumidores.

Prejuízo de R$ 10,1 bilhões agravou a crise

O pedido acontece após a divulgação do balanço do segundo trimestre de 2026.

A Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões entre abril e junho. No mesmo período de 2025, a perda havia sido de R$ 555 milhões.

O resultado foi fortemente afetado por efeitos contábeis não recorrentes. Esses efeitos somaram aproximadamente R$ 9,1 bilhões, segundo os dados divulgados pela companhia.

Sem esses efeitos, o prejuízo ajustado ficou em aproximadamente R$ 978 milhões. Portanto, a situação operacional também permanece pressionada.

A companhia ainda apresentou patrimônio líquido negativo de R$ 8,1 bilhões. Além disso, acumulou oito trimestres consecutivos de prejuízo.

298 lojas foram fechadas

A recuperação judicial ocorre depois de uma forte redução da estrutura física.

A companhia fechou 298 lojas, número equivalente a aproximadamente 29% das 1.034 unidades existentes ao final de junho.

O fechamento atingiu diferentes regiões do país. Nos últimos dias, consumidores e funcionários divulgaram imagens de lojas fechadas nas redes sociais.

O movimento também provocou reação de entidades sindicais. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região anunciou uma ação coletiva contra a companhia.

Demissões atingem milhares de funcionários

Além do fechamento das lojas, a Casas Bahia iniciou uma nova rodada de cortes.

Segundo informações divulgadas pela empresa no pedido judicial, aproximadamente 3 mil funcionários foram demitidos. O grupo possui cerca de 30.117 colaboradores.

A empresa afirmou que está ajustando o quadro de funcionários ao novo tamanho da operação. Além disso, contratos, despesas e investimentos estão sendo revisados.

O movimento provocou forte repercussão entre trabalhadores. Funcionários utilizaram redes sociais para relatar desligamentos e encerramento de unidades.

Por que a Casas Bahia entrou em recuperação judicial?

A empresa atribui a deterioração financeira a diferentes fatores.

Entre eles estão os juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo. Além disso, a companhia enfrentou dificuldades para obter novas fontes de liquidez.

A empresa também aponta investimentos realizados desde 2019 em tecnologia, logística e digitalização. Entretanto, a alta dos juros alterou significativamente as condições financeiras do negócio.

O modelo de negócios também depende de capital de giro e financiamento. Portanto, o aumento do custo do dinheiro pressionou ainda mais a estrutura financeira.

Captação internacional não foi concluída

Outro fator importante foi a tentativa frustrada de levantar recursos no mercado internacional.

Segundo a companhia, foram realizadas conversas com investidores brasileiros, americanos e europeus. Porém, o principal investidor interessado desistiu da operação.

Com isso, a alternativa de liquidez não foi concretizada. Dessa forma, a recuperação judicial passou a ser uma alternativa para reorganizar os passivos.

Casas Bahia já havia feito recuperação extrajudicial

Essa não é a primeira vez que a companhia utiliza mecanismos de reestruturação de dívidas.

Em 2024, a Casas Bahia realizou uma recuperação extrajudicial envolvendo aproximadamente R$ 4,1 bilhões em dívidas. O plano foi homologado pela Justiça naquele ano.

Agora, entretanto, a empresa recorre à recuperação judicial diante de uma situação financeira mais complexa.

A principal diferença é que o processo judicial envolve a supervisão da Justiça e um plano que será submetido aos credores.

Casas Bahia pede medidas urgentes

Na petição, a companhia também solicitou medidas para preservar o funcionamento das operações.

Entre os pedidos está a suspensão de execuções por 180 dias. A empresa também quer impedir vencimentos antecipados de contratos e preservar o fluxo de recebíveis.

A Casas Bahia afirma que existe risco de vencimento antecipado de mais de R$ 10 bilhões em contratos financeiros e comerciais.

Segundo a companhia, uma retenção de recebíveis poderia comprometer parcela relevante do caixa. Por isso, as medidas de proteção são consideradas fundamentais para a continuidade das operações.

O que acontece agora?

O pedido de recuperação judicial ainda seguirá as etapas previstas na legislação.

A companhia deverá apresentar seu plano de recuperação aos credores. Depois disso, os credores participarão das etapas de análise e votação previstas no processo.

Enquanto isso, a Casas Bahia afirma que pretende manter suas operações normalmente. A estratégia inclui priorizar negócios mais rentáveis, reduzir custos e renegociar dívidas.

O grupo também deverá convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para ratificar a decisão de recorrer à recuperação judicial.

A casa caiu: Casas Bahia fecha lojas, demite funcionários e deixa investidores em alerta

Reestruturação encerrou quase 30% da rede em dois dias; ausência do balanço previsto também ampliou as dúvidas entre investidores
Divulgação/Linkedin

A Casas Bahia atravessa uma das maiores reestruturações de sua história. Entre quinta-feira (13) e sexta-feira (14), a companhia fechou 298 lojas em diferentes regiões do Brasil.

Além disso, aproximadamente 1,9 mil funcionários foram desligados durante o processo, segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico e reproduzidas por veículos brasileiros.

O movimento ganhou força nas redes sociais na sexta-feira (14). Consumidores e funcionários compartilharam imagens de lojas fechadas inesperadamente em diferentes cidades.

Em algumas unidades, trabalhadores relataram que chegaram para trabalhar e encontraram as portas fechadas.

Quase 300 lojas deixam de operar

O fechamento de 298 unidades representa aproximadamente 28,7% da rede, considerando pouco mais de mil lojas.

A medida faz parte de uma estratégia para reduzir despesas e adequar a estrutura da companhia ao atual cenário financeiro.

Em Brasília, por exemplo, unidades do Conjunto Nacional e do Taguatinga Shopping encerraram as atividades. O movimento também atingiu diferentes estados brasileiros.

Em Mato Grosso do Sul, pelo menos quatro lojas fecharam. As unidades estavam localizadas em Dourados, Naviraí e Nova Andradina.

No Rio Grande do Sul, a unidade de Cachoeira do Sul também encerrou as atividades. Os dez funcionários da loja foram comunicados quando chegaram para trabalhar.

O CidadeMarketing também apurou o fechamento de lojas em Aracaju, Salvador e Recife. Em Aracaju, a unidade do Shopping Riomar, Shopping Prêmio e Shopping Jardins amanheceram fechadas.

Em Salvador, as unidades fechadas estão localizadas na Baixa dos Sapateiros, Manuel Dias, Avenida Sete de Setembro, Cabula (Silveira Martins), Salvador Shopping, Shopping da Bahia, Shopping Paralela, Shopping Barra, Shopping Piedade, Parque Shopping Bahia, Salvador Norte Shopping e Shopping Bela Vista.

Já em Recife, o CidadeMarketing apurou que a unidade do Shopping RioMar Recife também amanheceu fechada.

Demissões aumentam impacto da reestruturação

Além do fechamento das lojas, a companhia promoveu uma rodada significativa de demissões.

Segundo informações apuradas pelo Valor Econômico, aproximadamente 1,9 mil trabalhadores foram desligados entre quinta e sexta-feira. Cerca de 600 cortes ocorreram na quinta-feira, enquanto outros desligamentos foram realizados na sexta.

O impacto alcançou diferentes áreas da empresa. Relatos publicados por funcionários também apontaram cortes em setores administrativos e de tecnologia.

Balanço do 2T26 estava previsto para agosto

Outro ponto que chamou a atenção do mercado envolve a divulgação dos resultados financeiros da companhia.

Na página oficial de Relações com Investidores, a Casas Bahia indicava originalmente a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026 para 14 de agosto, após o fechamento do mercado.

A companhia também prevê uma videoconferência para 17 de agosto, dedicada às perguntas dos investidores.

Entretanto, diante do cenário envolvendo os fechamentos e a ausência do resultado divulgado na data prevista, investidores passaram a questionar a situação financeira da varejista.

Até o momento, não há confirmação de que a Casas Bahia tenha solicitado recuperação judicial. Portanto, essa possibilidade deve ser tratada como especulação, e não como fato.

A ausência ou eventual atraso na divulgação de informações financeiras, entretanto, aumenta a preocupação do mercado em uma empresa que já passa por uma profunda reestruturação.

Casas Bahia já acumulava prejuízos

A reestruturação ocorre depois de resultados financeiros pressionados.

No primeiro trimestre de 2026, a Casas Bahia registrou prejuízo superior a R$ 1 bilhão, segundo informações de mercado. O desempenho aumentou as preocupações relacionadas à geração de caixa e ao endividamento da companhia.

O mercado também acompanha a capacidade da varejista de reduzir despesas e melhorar sua estrutura financeira.

Antes da nova rodada de cortes, analistas já apontavam a geração de caixa e o controle do endividamento como pontos centrais para avaliar a recuperação da empresa.

Mapa Capital assumiu controle da Casas Bahia

A atual fase de reestruturação ganhou um capítulo importante em 2025.

Naquele ano, a Mapa Capital assumiu posição de controle da Casas Bahia após a conversão de debêntures em ações. A operação envolveu títulos anteriormente detidos por Banco do Brasil e Bradesco.

Após a conversão, a Mapa Capital passou a deter aproximadamente 85,5% do capital social da companhia.

A operação fazia parte do plano de transformação da estrutura de capital da varejista. Além disso, a conversão reduziu o endividamento da empresa.

Na época, a transação foi apresentada como uma etapa importante para fortalecer a estrutura financeira. O objetivo era criar condições para um novo ciclo de crescimento.

Declaração do CEO do Grupo Casas Bahia e a IA

O CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, afirmou que a companhia está se preparando para a nova era da inteligência artificial. Em entrevista ao O Globo, o executivo destacou que a tecnologia já faz parte da transformação da empresa.

Além disso, ferramentas de IA são utilizadas para apoiar análises de vendas em tempo real, identificar oportunidades de relacionamento e melhorar diferentes etapas da operação. Segundo Franklin, milhares de colaboradores já utilizam recursos de inteligência artificial no trabalho.

A estratégia também considera novas possibilidades para o varejo, incluindo a realização de vendas diretamente em plataformas de IA, como o ChatGPT.

Uma história que começou com Samuel Klein

A atual crise contrasta com a trajetória de uma das marcas mais conhecidas do varejo brasileiro.

A história da Casas Bahia começou com Samuel Klein, imigrante polonês que chegou ao Brasil em 1952. Inicialmente, ele vendia produtos de cama, mesa e banho de porta em porta.

Em 1957, Klein inaugurou sua primeira loja em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. O nome Casa Bahia homenageava os nordestinos que viviam na região.

O crediário se tornou uma das principais marcas do negócio. A estratégia permitiu que consumidores com menor poder de compra adquirissem móveis e eletrodomésticos parceladamente.

Com o passar das décadas, a rede expandiu sua presença pelo país. A empresa também incorporou diferentes negócios e passou a atuar no comércio eletrônico e em serviços financeiros.

Da expansão ao desafio de se reinventar

A companhia chegou a construir uma das maiores redes de varejo físico do Brasil.

Atualmente, o Grupo Casas Bahia mantém operações envolvendo lojas, comércio eletrônico, logística, serviços financeiros e fabricação de móveis.

Porém, o crescimento do comércio eletrônico e a transformação do comportamento do consumidor mudaram profundamente o varejo.

Além disso, juros elevados e custos financeiros pressionaram empresas altamente dependentes de crédito.

Nesse contexto, a Casas Bahia vem tentando reduzir despesas, reorganizar sua estrutura e concentrar investimentos em operações consideradas estratégicas.

O que acontece agora?

O fechamento de 298 lojas representa uma redução significativa da presença física da Casas Bahia.

Ao mesmo tempo, a demissão de aproximadamente 1,9 mil trabalhadores mostra a dimensão do ajuste realizado pela companhia.

O próximo passo será acompanhar os resultados financeiros e os indicadores operacionais da empresa.

Também será necessário observar a evolução da dívida, da geração de caixa e das vendas. Esses fatores serão fundamentais para avaliar se a reestruturação conseguirá recuperar a companhia.

Por enquanto, não é possível afirmar que a Casas Bahia esteja entrando em recuperação judicial. O que existe, de forma concreta, é uma forte reestruturação operacional, com fechamento de lojas e redução de pessoal.

A pergunta que permanece para investidores, consumidores e funcionários é se o enxugamento será suficiente para recolocar uma das marcas mais tradicionais do varejo brasileiro em uma trajetória sustentável.

Jeep Avenger chega ao Brasil com ChatGPT integrado e preços a partir de R$ 114.990

Jeep Avenger chega ao Brasil com sistema MHEV, tecnologia de inteligência artificial com ChatGPT, ADAS e preços a partir de R$ 114.990.
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A Jeep inicia uma nova fase no mercado brasileiro com a chegada do Novo Jeep Avenger, SUV compacto equipado com tecnologia híbrida-leve e recursos de inteligência artificial.

Em um evento realizado em uma praia na cidade de São Paulo, a Stellantis reuniu jornalistas para uma experiência especial, que contou também com um espetáculo de drones.

O modelo ocupa o segmento de B-SUVs e combina dimensões compactas com elementos tradicionais da marca. Além disso, oferece tecnologias voltadas para conectividade, conforto e segurança.

Entre os principais diferenciais está o Jeep Adventure Intelligence, que integra um assistente de voz baseado em inteligência artificial e ChatGPT.

O recurso permite interações conversacionais com o motorista. Além disso, pode auxiliar em funções como navegação, climatização e mídia.

A novidade também responde perguntas sobre assuntos gerais. O sistema ainda pode sugerir pontos de interesse, informar sobre locais e consultar condições climáticas.

“O conceito que define o Avenger é o equilíbrio entre cidade e aventura”, afirma Hugo Domingues, head da Jeep para a América do Sul.

Jeep Avenger aposta em tecnologia e inteligência artificial

O Jeep Adventure Intelligence faz parte dos serviços conectados do Novo Avenger. Entretanto, a disponibilidade do recurso varia conforme a configuração.

Na versão Limited, a inteligência artificial embarcada aparece como item de série. Já na Longitude, o recurso pode ser adquirido no Convenience Pack, junto ao teto solar e ao cluster digital de 10,25 polegadas.

A tecnologia busca tornar a interação com o veículo mais natural. Dessa forma, o motorista pode acessar informações sem depender exclusivamente dos comandos tradicionais.

O sistema também integra recursos de assistência. Entre eles estão o Socorro Inteligente, o atendimento em situações de emergência e o acompanhamento da saúde do veículo.

Design mantém identidade tradicional da Jeep

Apesar da proposta urbana, o Avenger preserva elementos característicos da Jeep. A dianteira conta com as tradicionais sete fendas da marca.

Na versão Limited, a grade recebe iluminação em LED. Além disso, o conjunto inclui faróis LED Matrix e elementos robustos na carroceria.

O modelo apresenta ângulo de entrada de até 22 graus e ângulo de saída de até 33,9 graus. A altura livre do solo chega a 221 milímetros.

As rodas estão disponíveis em 16, 17 e 18 polegadas. Além disso, o SUV traz os tradicionais Easter Eggs, pequenos elementos escondidos inspirados na história da Jeep.

Motor turbo recebe sistema híbrido-leve

Todas as versões do Novo Jeep Avenger utilizam o sistema MHEV de 12 volts da Stellantis. O conjunto trabalha em parceria com o motor turbo T200.

A tecnologia combina o propulsor a combustão com um sistema elétrico de baixa tensão. Dessa maneira, busca reduzir consumo e emissões sem abandonar o desempenho.

O motor elétrico auxilia na entrega de força e também participa da geração de energia elétrica. Além disso, o gerenciamento eletrônico prioriza eficiência conforme as condições de condução.

O modelo também conta com recursos voltados para condução fora do asfalto. Entre eles está o Hill Descent Control, oferecido como diferencial na categoria.

O Selec-Terrain disponibiliza os modos Normal, Sport e All Terrain. Assim, o motorista pode adaptar a resposta do veículo para diferentes condições.

Segurança ganha pacote ADAS

O Novo Jeep Avenger também amplia a oferta de tecnologias de assistência ao motorista.

O sistema de frenagem automática de emergência identifica riscos de colisão. Quando necessário, emite alertas e pode acionar automaticamente os freios.

O assistente de permanência em faixa também identifica saídas involuntárias. Além disso, pode realizar pequenas correções na direção.

Nas versões Longitude e Limited, o piloto automático adaptativo utiliza câmera e radar. Na Limited, o sistema ainda conta com centralização de faixa.

A versão Limited acrescenta câmera com visão 360 graus. O recurso reconstrói digitalmente uma visão superior do veículo para facilitar manobras.

O modelo também oferece seis airbags, detector de fadiga, reconhecimento de placas e monitoramento de ponto cego, conforme a versão.

Interior prioriza conectividade e praticidade

O sistema multimídia de 10 polegadas é oferecido em todas as versões. A central possui Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

O interior também recebeu materiais macios e revestimentos voltados para maior percepção de qualidade. Além disso, a iluminação ambiente oferece oito opções de cores.

O porta-malas possui capacidade de até 364 litros. O modelo ainda conta com compartimentos internos que somam até 28 litros.

Três versões e preço inicial de R$ 114.990

O Novo Jeep Avenger chega ao Brasil nas versões Altitude, Longitude e Limited.

A versão Altitude possui preço especial de lançamento de R$ 114.990. Já a Longitude custa R$ 135.990, enquanto a Limited parte de R$ 145.990.

A Altitude também pode receber um pacote especial de lançamento. Nesse caso, o preço chega a R$ 124.990, incluindo teto bitom, câmera de ré e barras de teto.

Na Longitude, o pacote opcional com teto solar e Jeep Adventure Intelligence custa R$ 8.500. A configuração também inclui o cluster digital de 10,25 polegadas.

A Limited traz de série o Jeep Adventure Intelligence com inteligência artificial embarcada. Além disso, oferece câmera 360°, faróis Matrix LED e ADAS de nível 2.

Pré-venda do Jeep Avenger começa nesta quinta-feira

A Jeep iniciou a reserva do Novo Avenger em 13 de agosto de 2026. O modelo terá um evento de portas abertas programado para 20 de agosto.

Os interessados podem realizar a reserva diretamente na rede de concessionárias Jeep.

Além disso, a marca oferece um plano de revisões até 36 mil quilômetros ou três anos. As três primeiras revisões somam R$ 2.773.

A Mopar também disponibiliza mais de 15 acessórios para o modelo. Os itens incluem barras de teto, tapetes, carregador por indução e outros equipamentos.

Italac amplia operação e anuncia aquisição das marcas Tânia e Líder

Italac anuncia contrato para aquisição de ativos industriais e das marcas Tânia e Líder. Operação ainda depende de aprovação do Cade.

A Italac anunciou a assinatura de um contrato para aquisição de ativos industriais e operacionais ligados às marcas Tânia e Líder. O acordo foi celebrado nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026, segundo comunicado divulgado pela companhia.

A operação envolve determinados ativos da A.R.C. Logística e Alimentos Ltda.. Além disso, inclui unidades industriais e postos de captação de leite localizados em diferentes estados brasileiros.

De acordo com a Italac, a aquisição faz parte da estratégia de crescimento de longo prazo. A operação também busca ampliar a capacidade produtiva e fortalecer a presença da companhia no mercado nacional.

Italac amplia presença no mercado de laticínios

Segundo o comunicado, os ativos industriais envolvidos estão localizados em Presidente Prudente (SP), Lobato (PR) e Guaraci (SP).

A operação também contempla postos de captação localizados nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Além dos ativos operacionais, o acordo envolve as marcas Líder e Tânia.

Com isso, a Italac pretende ampliar seu portfólio e aumentar sua capacidade de produção. A companhia também afirma que a operação está alinhada ao compromisso com a qualidade de seus produtos.

Aquisição ainda depende do Cade

Apesar da assinatura do contrato, a operação ainda não foi concluída.

A conclusão está condicionada à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Além disso, deverão ser cumpridas as demais condições previstas no contrato.

Até que todas as condições sejam atendidas, as empresas permanecerão independentes. Portanto, as operações de cada companhia continuam sem alterações.

Marca Tânia tem mais de sete décadas de história

A Tânia possui uma trajetória iniciada em 1950. Desde então, a marca construiu sua atuação no mercado de laticínios com foco na produção de queijos.

A aquisição dos ativos, portanto, permite à Italac incorporar marcas com histórico e presença no mercado brasileiro.  A marca Líder está presente no mercado desde 1980 no segmento de produção de leite.

Instagram apresenta nova marca após dez anos

Instagram apresenta nova marca após dez anos, com mudanças no logo, tipografia, cores e elementos gráficos da marca.
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O Instagram apresentou uma nova identidade visual, dez anos depois de sua última grande mudança. A novidade foi anunciada por Adam Mosseri, diretor do Instagram.

Segundo Mosseri, a atualização deixa a marca mais moderna e limpa. Além disso, o novo visual mantém referências ao design original da plataforma.

“O logotipo não mudou em 10 anos, então era hora de uma atualização. Mais limpa e moderna, com referências ao original e à simplicidade e ao cuidado artesanal que sempre fizeram parte do Instagram.”

O que mudou no Instagram?

A nova identidade inclui mudanças na tipografia, nas cores, nos movimentos e nos elementos gráficos.

O Instagram também apresentou uma nova marca. Segundo a empresa, o sistema visual foi inspirado no espírito artesanal das origens criativas da plataforma. A atualização busca deixar a marca mais atual. Porém, o Instagram mantém elementos conhecidos pelos usuários.

Mudança acontece dez anos depois

A última grande mudança na identidade do Instagram aconteceu em 2016. Na época, a plataforma deixou de usar o antigo visual retrô. Em seguida, adotou o conhecido símbolo colorido e minimalista.

Desde então, essa identidade se tornou uma das mais reconhecidas entre as redes sociais. Agora, o Instagram atualiza novamente sua aparência. A mudança acompanha a evolução da plataforma e de seus diferentes formatos de conteúdo.

Nova identidade reforça o branding

A atualização mostra também a importância da identidade visual para grandes plataformas digitais. O Instagram está presente em diferentes formatos, como vídeos, fotos, Stories e Reels. Por isso, a nova identidade precisa funcionar em diferentes experiências dentro da rede social.

Com a mudança, a plataforma busca unir modernidade, simplicidade e criatividade.

Tegra e DAY1 conquistam seis reconhecimentos no Prêmio Colunistas Rio com campanha criada para o Rio Open

Tegra e DAY1_AD conquistam seis reconhecimentos no Prêmio Colunistas Rio 2026 com a campanha “Construindo Grandes Conquistas”, criada para o Rio Open 2025.
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A Tegra Incorporadora e a agência DAY1_AD foram reconhecidas na edição 2026 do Prêmio Colunistas Rio com a campanha “Construindo Grandes Conquistas”, desenvolvida para marcar o patrocínio da incorporadora ao Rio Open 2025. O trabalho conquistou Prata na categoria Mídias Integradas, Bronze em Digital e Bronze em Mídia Impressa, além de alcançar a lista de finalistas em Filme e em Mídia Impressa, nas subcategorias Aproveitamento de Patrocínio e Institucional ou Corporativo. A incorporadora foi a única do segmento premiada.

Criada para conectar a Tegra ao universo da alta performance e ao público de alto padrão, a campanha teve como ponto de partida o patrocínio da incorporadora ao Rio Open, maior torneio de tênis da América Latina. A estratégia integrou diferentes plataformas de comunicação, com ativações durante o evento, mídia out of home, anúncios impressos e digitais, conteúdo para redes sociais e ações de relacionamento voltadas a clientes e convidados.

O conceito “Construindo Grandes Conquistas” estabeleceu um paralelo entre a busca pela excelência no esporte e o desenvolvimento de empreendimentos de alto padrão. A campanha também ganhou desdobramentos em um filme institucional que transformava uma quadra de tênis na planta de um apartamento, reforçando a assinatura “Quando o assunto é tênis, a gente se sente em casa”.

Outro destaque da estratégia foi a ação de conteúdo protagonizada pelo ex-tenista Fernando Meligeni e pelo influenciador Fausto Carvalho, intérprete do personagem Jorginho, que participaram de um desafio de tênis criado especialmente para aproximar a marca do público presente no torneio e ampliar a repercussão da iniciativa nas redes sociais.

Para a DAY1_AD, os resultados refletem a importância de desenvolver campanhas orientadas por uma ideia central capaz de ganhar consistência em diferentes pontos de contato. “Desde o início, entendemos que o patrocínio deveria ir além da exposição da marca. Construímos uma plataforma criativa que transformou a presença da Tegra no Rio Open em uma experiência integrada, conectando conteúdo, mídia, relacionamento e entretenimento. Ver esse trabalho reconhecido em diferentes categorias reforça a força dessa abordagem”, afirma Anderson Moreira, sócio da DAY1_AD.

Os resultados consolidam a campanha como um dos principais cases da comunicação da Tegra em 2025, demonstrando como uma estratégia integrada pode ampliar o impacto de um patrocínio e fortalecer o posicionamento de marca junto ao segmento de alto padrão.

Com dois empregos, Terry Crews apresenta promoção King em Dobro e Shopee

Campanha estrelada por Terry Crews é válida até 7 de setembro e oferece cupom Shopee após compra de oferta participante do King em Dobro.
Reprodução

O Burger King e a Shopee uniram forças em uma nova ação promocional que combina alimentação e comércio eletrônico. A campanha é estrelada pelo ator Terry Crews.

Conhecido por interpretar personagens marcantes na televisão e no cinema, Crews aparece na comunicação com uma brincadeira sobre ter “dois empregos”. A ideia conecta o ator à promoção King em Dobro + Shopee.

A parceria está válida de 4 de agosto a 7 de setembro de 2026, ou enquanto durarem os cupons ou a verba promocional.

Burger King e Shopee unem duas experiências de consumo

A ação aproveita a mecânica do King em Dobro para aproximar os consumidores da plataforma de comércio eletrônico.

Assim, quem comprar uma oferta participante recebe um cupom de R$ 20 da Shopee. O benefício pode ser utilizado em compras elegíveis realizadas pelo aplicativo ou pelo site da plataforma.

A estratégia cria uma conexão entre dois momentos diferentes. De um lado, o consumidor aproveita uma oferta do Burger King. Do outro, recebe um benefício para realizar uma compra na Shopee.

Campanha estrelada por Terry Crews é válida até 7 de setembro e oferece cupom Shopee após compra de oferta participante do King em Dobro.
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A participação de Terry Crews reforça o caráter de entretenimento da campanha. O ator, inclusive, mantém uma relação conhecida com a comunicação da Shopee no Brasil.

Como funciona a promoção King em Dobro + Shopee

Para participar, o consumidor precisa comprar uma oferta participante do King em Dobro por, no mínimo, R$ 20.

A compra precisa ser realizada em canais elegíveis dos restaurantes físicos do Burger King. São aceitas compras feitas no balcão, totem ou BK Drive.

Por outro lado, pedidos realizados pelo Clique e Retire por plataformas de delivery não participam da promoção.

Após a compra elegível, o consumidor recebe um cupom da Shopee no valor de R$ 20. O código é disponibilizado na nota fiscal do pedido.

No caso das compras realizadas pelo totem, o código pode aparecer na tela após o pagamento. Além disso, o consumidor pode visualizar ou imprimir a nota fiscal.

Nas compras realizadas no balcão ou no BK Drive, o código aparece diretamente na nota fiscal.

Cupom tem prazo para utilização

O benefício precisa ser utilizado em até sete dias corridos após a data da compra. Portanto, o consumidor deve ficar atento ao prazo de validade.

O cupom é válido exclusivamente no aplicativo ou no site da Shopee. Além disso, existem condições específicas para utilização.

A compra na Shopee deve respeitar um valor mínimo de R$ 40. Entretanto, esse limite poderá ser alterado para R$ 80, conforme as regras da plataforma.

O benefício também é limitado a um cupom por nota fiscal. O código é de uso único e não pode ser convertido em dinheiro.

Além disso, o cupom não pode ser transferido ou acumulado com outros cupons da mesma campanha.

Campanha reforça parceria entre marcas

A iniciativa combina dois segmentos com forte presença no cotidiano dos consumidores. O Burger King atua no mercado de alimentação, enquanto a Shopee concentra sua operação no comércio eletrônico.

Dessa maneira, a promoção amplia a experiência oferecida ao consumidor após a compra. O benefício deixa de estar restrito ao restaurante e passa a estimular uma nova interação digital.

A presença de Terry Crews acrescenta uma camada de entretenimento à comunicação. O ator já protagonizou campanhas da Shopee no Brasil, incluindo ações relacionadas a grandes datas promocionais.

A nova campanha, portanto, utiliza humor e uma parceria comercial para aproximar duas marcas de diferentes categorias. Ao mesmo tempo, oferece um benefício financeiro direto ao consumidor.

O que fazer se o cupom não aparecer?

Caso o código não apareça na nota fiscal, o consumidor deve verificar se a compra atende aos critérios da promoção.

Se a compra for elegível e o código não estiver disponível, o Burger King orienta procurar seu SAC. A marca também disponibiliza o endereço sac@burgerking.com.br para atendimento.

Já problemas relacionados ao resgate ou utilização do cupom devem ser tratados diretamente com o SAC da Shopee.

A promoção também está sujeita à disponibilidade de cupons e verba promocional. Além disso, preços podem variar entre restaurantes participantes e unidades franqueadas

Com Simone Mendes e Érick Jacquin, Yoki lança promoção com cashback de até R$ 20

Yoki lança promoção com Simone Mendes e Érick Jacquin e oferece cashback de até R$ 20. Saiba como participar e receber o reembolso via PIX.
Divulgação

A Yoki relança a promoção “Experimente Grátis Yoki” com uma ação que combina experimentação de produtos e cashback. A iniciativa oferece reembolso de até R$ 20 na compra de produtos participantes.

A campanha começou em 3 de agosto e segue até 4 de outubro, com validade em todo o território nacional. Além disso, a ação apresenta lançamentos e produtos tradicionais do portfólio de snacks da marca.

Para divulgar a promoção, Yoki reuniu a cantora Simone Mendes e o chef Érick Jacquin. A dupla participa de conteúdos publicados nas redes sociais da marca.

Promoção destaca portfólio de snacks da Yoki

A campanha busca ampliar a experimentação da linha de snacks da Yoki. Entre os produtos participantes estão pipocas de micro-ondas, amendoins, batatas onduladas e salgadinhos.

A promoção também destaca produtos lançados recentemente pela marca. Entre eles estão o amendoim crocante sabor Cebola e Ervas e as pipocas de micro-ondas nos sabores Churrasco e Cheddar.

Outro destaque obrigatório para participar da ação é a linha Yokitos, composta por salgadinhos assados de milho.

Segundo a Yoki, a estratégia pretende aproximar os consumidores de diferentes produtos. Assim, a campanha combina itens já conhecidos com novidades do portfólio.

Simone Mendes e Érick Jacquin protagonizam campanha

A escolha dos dois protagonistas cria uma combinação de perfis diferentes. Enquanto Simone Mendes reforça a brasilidade e a conexão cotidiana, Jacquin acrescenta sua associação com gastronomia e sabor.

Nos conteúdos digitais, os dois apresentam a promoção de maneira descontraída. Em um dos filmes, Simone prepara uma caixa com seus snacks favoritos da Yoki.

Em seguida, ela envia a seleção para Jacquin. A ação convida o público a conhecer a variedade de produtos disponíveis.

“A cozinha tem espaço para muitos momentos: a alta gastronomia, o jantar em família e, claro, aquele momento descontraído de pausa no dia com um bom petisco”, afirma Érick Jacquin.

O chef também destaca a relação da marca com a memória afetiva dos consumidores. Segundo ele, a parceria está associada ao prazer proporcionado por um petisco crocante e saboroso.

Simone Mendes também celebrou a participação na campanha. A cantora afirmou que os produtos Yoki fazem parte de sua rotina e de sua família.

Cashback busca estimular experimentação

De acordo com Fabíola Menezes, CMO da Yoki, o cashback pretende reduzir a barreira para a primeira compra.

“Queremos reforçar que os snacks de Yoki transformam todos os momentos, especialmente os compartilhados, em ocasiões especiais de afeto e diversão”, afirma a executiva.

Segundo ela, a iniciativa permite que o público conheça lançamentos e produtos tradicionais da marca.

Dessa forma, a promoção utiliza o reembolso como ferramenta para estimular a experimentação. Além disso, a estratégia amplia a visibilidade do portfólio de snacks.

Como participar da promoção “Experimente Grátis Yoki”

A promoção é válida em todo o Brasil entre 3 de agosto e 4 de outubro de 2026.

Para participar, o consumidor deve comprar até R$ 20 em produtos participantes da categoria de snacks Yoki.

É necessário incluir pelo menos um produto da linha Yokitos na compra.

Depois disso, o consumidor deve guardar a nota fiscal. O comprovante precisa ser cadastrado no site oficial da promoção.

Após o cadastro e a validação, o participante poderá solicitar o reembolso por meio de PIX.

Passo a passo

  • Compre produtos participantes da promoção.
  • O valor considerado para reembolso é de até R$ 20.
  • Inclua obrigatoriamente pelo menos um produto Yokitos.
  • Guarde a nota fiscal da compra.
  • Acesse o site oficial da promoção.
  • Cadastre os dados solicitados e envie o comprovante.
  • Solicite o reembolso via PIX, conforme as regras da campanha.

Site da promoção: experimentegratisyoki.com.br

Seara já investiu mais de R$ 4 bilhões na plataforma SuperAgro

Seara supera R$ 4 bilhões investidos no SuperAgro em dez anos. Plataforma reúne mais de 9 mil granjas e incentiva tecnologia, desempenho e capacitação.
Crédito: Divulgação JBS

A Seara, empresa da JBS, ultrapassou R$ 4 bilhões em investimentos na plataforma SuperAgro ao longo de uma década. Criada em 2015, a iniciativa busca fortalecer a parceria entre a companhia e produtores integrados.

Além disso, a plataforma estabelece critérios técnicos, econômicos e operacionais para acompanhar o desempenho das propriedades. Dessa forma, produtores com melhores resultados podem receber reconhecimento financeiro.

Em casos de alta performance, a remuneração pode chegar a 23% a mais por animal. O acompanhamento ocorre com apoio de uma equipe técnica, que inclui os extensionistas como principal elo com os produtores.

Investimentos chegam às propriedades rurais

Parte dos recursos destinados ao SuperAgro é direcionada à construção, modernização e expansão de granjas. Além disso, a Seara investe na automação dos processos produtivos.

Os projetos também contemplam melhorias no ambiente de criação dos animais. Entre elas estão sistemas de exaustão e resfriamento, que contribuem para o conforto animal.

A companhia também direciona investimentos para medidas de biosseguridade. Assim, a estratégia busca combinar eficiência produtiva, qualidade e segurança na cadeia agropecuária.

“O produtor tem a propriedade, mas esse relacionamento próximo, acrescido de um robusto suporte técnico e financeiro da Seara mostram o quão benéfico é ser um produtor integrado da Companhia”, afirma João Campos, presidente da Seara.

SuperAgro reúne mais de 9 mil granjas

Atualmente, mais de 9 mil granjas fazem parte da plataforma SuperAgro. Entre os produtores está a família de Carlos Maia e Cae Maia.

Pai e filho começaram com 140 mil frangos por lote. Agora, a operação deverá alojar mais de 900 mil aves por ciclo.

A partir de setembro, os produtores também iniciarão a produção de ovos. A expectativa é alcançar 12 milhões de unidades por ano.

“A plataforma me mostrou que crescimento vem com disciplina, gestão e atenção aos detalhes. E a Seara oferece as ferramentas para isso”, afirma Cae Maia.

Desde 2017, pai e filho recebem reconhecimentos pelo desempenho da operação. Além disso, já foram premiados diversas vezes pelo programa SuperAgro.

Produtor de suínos amplia produção

No segmento de suínos, o produtor José Anderson dos Santos também registra crescimento expressivo.

Há quase 30 anos, sua operação tinha pouco mais de 300 animais. Atualmente, são mais de 33 mil animais em terminação.

A expectativa é chegar a 44 mil animais. Para isso, estão previstas duas novas estruturas com capacidade superior a 10 mil cabeças cada.

Pelo quinto ano consecutivo, Santos recebe reconhecimento pelo desempenho. Dessa forma, a premiação considera a evolução dos indicadores produtivos.

“O acompanhamento técnico e a previsibilidade de receita nos dão segurança para investir. É isso que sustenta o crescimento”, afirma o produtor.

Plataforma amplia capacitação e gestão

Ao longo dos dez anos, o SuperAgro incorporou novos pilares de desenvolvimento. Entre eles estão capacitação técnica e gerencial, treinamentos de compliance e estímulo à sucessão familiar.

A plataforma também criou o Mulheres SuperAgro. O programa busca ampliar a participação feminina nas atividades desenvolvidas nas propriedades integradas.

Além disso, produtores que se destacam podem ganhar visibilidade em iniciativas institucionais da empresa. Entre essas ações está a escolha de produtores para o calendário anual da Seara.

Prêmio SuperAgro reconhece produtores

Em 2026, a plataforma ampliou sua visibilidade nacional com mais uma edição do Prêmio SuperAgro.

A iniciativa reconheceu produtores regionalmente em 18 categorias. Os critérios incluem bem-estar animal, manejo, conversão alimentar e qualidade.

Desde o lançamento da plataforma, a Seara já destinou mais de R$ 12 milhões em premiações aos produtores de melhor desempenho.

“A SuperAgro é um modelo de longo prazo que valoriza quem entrega excelência. Não basta produzir mais, é preciso produzir com qualidade, com técnica e com visão de futuro”, destaca João Campos.

Segundo o executivo, a estratégia também busca fortalecer a cadeia produtiva. “Nosso compromisso é construir uma cadeia sólida, moderna e sustentável”, afirma.

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