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Bradesco fecha quase 100 agências em quatro meses enquanto 99% das transações já são digitais

Rede física passou de 1.938 para 1.844 agências entre março e junho de 2026, enquanto 99% das transações já ocorrem em canais digitais.

O Bradesco reduziu em 94 unidades sua rede de agências entre março e junho de 2026. O movimento ocorre enquanto o banco acelera sua estratégia digital e reduz a dependência da estrutura física.

Segundo os dados apresentados pelo Bradesco, a quantidade de agências passou de 1.938 em março para 1.844 em junho.

A redução representa uma queda de aproximadamente 4,8% em apenas quatro meses. Portanto, o movimento chama atenção pela velocidade de redução da rede.

Além das agências, o banco também reduziu outros formatos físicos. A soma de Agências, PAs*/PAEs** e UNs*** passou de 4.367 para 4.107 unidades.

Assim, a estrutura total diminuiu 260 pontos entre março e junho de 2026.

Bradesco reduz rede física enquanto avança no digital

A mudança ocorre em um cenário de forte digitalização dos serviços bancários. O Bradesco informa que 99% das transações são realizadas por canais digitais.

Desse total, 96% estão concentradas em Mobile e Internet. Dessa forma, o comportamento dos clientes ajuda a explicar a transformação da rede física.

O celular e os serviços de internet passaram a concentrar grande parte das operações. Consequentemente, a necessidade de deslocamento até uma agência tende a diminuir.

Esse cenário também influencia a estratégia de distribuição do banco. A instituição busca combinar canais digitais, pontos físicos e novas tecnologias.

Agências caíram quase pela metade desde 2020

A redução da rede não começou em 2026. Os números apresentados pelo Bradesco mostram uma trajetória contínua de diminuição das agências.

Rede física passou de 1.938 para 1.844 agências entre março e junho de 2026, enquanto 99% das transações já ocorrem em canais digitais.
Divulgação/Bradesco

Em 2020, o banco contabilizava 3.395 agências. Já em junho de 2026, eram 1.844 unidades.

Isso significa uma redução de 1.551 agências em pouco mais de seis anos. Em termos percentuais, a queda chega a aproximadamente 45,7%.

O movimento demonstra uma mudança estrutural no modelo de atendimento. Além disso, reforça a importância crescente das plataformas digitais.

99% das transações acontecem nos canais digitais

A estratégia do Bradesco está diretamente relacionada ao avanço dos canais digitais.

O banco informa que 99% das transações são realizadas por canais digitais. Além disso, 96% estão concentradas em Mobile e Internet.

O dado mostra uma mudança significativa na relação entre clientes e instituições financeiras.

Operações que anteriormente dependiam de atendimento presencial podem ser realizadas atualmente pelo aplicativo ou internet banking. Assim, o banco consegue atender uma parcela maior dos clientes sem depender da estrutura tradicional.

Inteligência artificial também faz parte da estratégia

A transformação digital do Bradesco envolve ainda inteligência artificial, dados e personalização.

Na apresentação, o banco destaca a BIA, sua assistente de inteligência artificial. A ferramenta registra 2,3 bilhões de interações, segundo os dados apresentados.

O Bradesco também trabalha com IA + Voz, buscando compreender o humor dos clientes durante as interações.

Outro eixo é a hiperpersonalização. A estratégia reúne inteligência de dados, cultura data driven, especialização por segmento e tecnologias de ponta.

Caixas eletrônicos também diminuem

A rede de caixas eletrônicos também apresenta trajetória de redução. Em março de 2026, o Bradesco tinha 39.462 ATMs. Em junho, eram 39.070 equipamentos.

Portanto, foram 392 caixas eletrônicos a menos em três meses. Na comparação com 2025, quando havia 39.245 equipamentos, a redução chega a 175 unidades.

O movimento acompanha a migração de operações para os canais digitais. Consequentemente, a utilização de caixas eletrônicos também tende a ser afetada.

Lucro cresce 16% no segundo trimestre

A redução da rede física ocorre enquanto o Bradesco apresenta crescimento de resultados.

O banco registrou lucro líquido recorrente de aproximadamente R$ 7 bilhões no segundo trimestre de 2026, com alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado demonstra que a redução da estrutura física ocorre dentro de uma estratégia de transformação operacional. O banco procura, ao mesmo tempo, aumentar eficiência e direcionar investimentos para tecnologia, dados e novos modelos de relacionamento.

*PAs → Postos de Atendimento. O próprio Bradesco explica que essa categoria consolidava diferentes tipos de postos de atendimento, como PAB (Posto de Atendimento Bancário) e PAA (Posto Avançado de Atendimento).
**PAEs → Postos de Atendimento Eletrônico em Empresas. São pontos instalados dentro de empresas, destinados principalmente ao atendimento eletrônico.
***UNs → aqui é preciso ter um pouco de cuidado, porque a sigla pode ter significado interno específico no Bradesco, dependendo do documento em que aparece. Em materiais corporativos, pode estar relacionada a Unidades de Negócios ou outra classificação interna da rede física.

Globo lança campanha focada no mercado publicitário

Com conceito “Sua marca conversa com o Brasil”, empresa destaca influência, relevância cultural, credibilidade e conexão com diferentes públicos.
Divulgação

A Globo lançou uma nova campanha voltada ao mercado publicitário. A iniciativa apresenta o conceito “Sua marca conversa com o Brasil”.

A proposta parte de uma transformação no cenário da comunicação e da publicidade. Nesse contexto, a capacidade de gerar relevância e impacto ganha importância na construção de marcas.

Segundo a Globo, a campanha destaca um ativo estratégico da empresa: a capacidade de compreender a diversidade brasileira. Além disso, busca mostrar como temas coletivos podem gerar conversas capazes de mobilizar milhões de pessoas.

Globo destaca influência na construção de marcas

A campanha apresenta uma visão sobre o futuro da influência na comunicação. Para a Globo, alcance e atenção precisam estar associados à confiança e à identificação.

A estratégia também considera o avanço da inteligência artificial e o crescimento da quantidade de informações disponíveis.

“Em um ambiente cada vez mais impactado pela inteligência artificial e pela abundância de informação, a influência passa a ser construída pela capacidade de gerar confiança”, afirma Manzar Feres, diretora de Negócios da Globo.

Segundo a executiva, a combinação entre credibilidade, criatividade, tecnologia e conhecimento do Brasil será cada vez mais relevante.

“É essa conexão que transforma atenção em conversa e conversa em valor para marcas e negócios”, destaca Manzar Feres.

“Sua marca conversa com o Brasil”

O conceito criativo explora a capacidade da Globo de conectar diferentes realidades brasileiras. Assim, a campanha utiliza a brasilidade como ponto de partida para conversas coletivas.

A proposta relaciona temas, histórias e experiências compartilhadas. Dessa maneira, a Globo busca reforçar a conexão entre marcas e consumidores.

A campanha também amplia o conceito de influência. Nesse cenário, influência deixa de representar apenas alcance ou audiência.

A estratégia passa a considerar outros elementos. Entre eles estão confiança, identificação, relevância cultural e resultados para marcas e negócios.

Campanha foi apresentada no Summit Globo

A nova comunicação foi apresentada inicialmente ao mercado publicitário durante o Summit Globo. O evento ocorreu no SP2B, em São Paulo.

Após a apresentação exclusiva, a campanha passou a ser veiculada nas plataformas da Globo.

A iniciativa reforça o posicionamento da empresa junto a anunciantes, agências e profissionais do mercado publicitário. Além disso, apresenta uma visão sobre como marcas podem participar de conversas relevantes com diferentes públicos.

 

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Comunicação busca aproximar marcas e consumidores

A campanha coloca a capacidade de gerar conversas no centro da estratégia de comunicação. Portanto, a proposta procura mostrar que a construção de marcas depende cada vez mais de relevância.

Nesse contexto, a diversidade do Brasil aparece como elemento estratégico. Diferentes histórias, comportamentos e experiências podem gerar identificação entre públicos distintos.

Zinho lança novos pãezinhos em parceria com Tirolez, Aviação, Catupiry e Nestlé

Linha Zinho Toda Hora chega com cinco sabores e amplia as ocasiões de consumo para além do churrasco.
Divulgação

A Zinho, indústria brasileira de alimentos e líder na categoria de pão de alho, apresenta a Linha Zinho Toda Hora. A novidade amplia as ocasiões de consumo da marca para além do churrasco.

A nova linha foi desenvolvida em parceria com marcas reconhecidas no mercado brasileiro. Entre elas estão Tirolez, Aviação, Catupiry e Nestlé.

Ao todo, são cinco sabores, com opções voltadas para diferentes momentos do dia. Assim, a marca busca ampliar sua presença em cafés da manhã, lanches, sobremesas e ocasiões de indulgência.

A Zinho atua há mais de duas décadas no mercado. Nesse período, a empresa afirma ter criado e liderado a categoria de pão de alho.

Cinco sabores chegam ao mercado

A Linha Zinho Toda Hora reúne cinco versões de PãoZinho. Dessa forma, o portfólio combina a expertise da Zinho com marcas conhecidas pelos consumidores.

Confira as opções:

  • PãoZinho feito com provolone Tirolez;
  • PãoZinho feito com manteiga Aviação®;
  • PãoZinho feito com Catupiry® Original;
  • PãoZinho feito com MOÇA®;
  • PãoZinho feito com Pasta PRESTÍGIO®.

As duas últimas opções utilizam marcas registradas da Société des Produits Nestlé S.A. Vevey, Suíça. O uso das marcas deve respeitar as autorizações e condições estabelecidas pela companhia.

Zinho busca ampliar ocasiões de consumo

A nova linha combina a experiência da Zinho em panificação com marcas consolidadas. Portanto, a proposta é alcançar consumidores que procuram praticidade sem abrir mão do sabor.

Segundo a empresa, os produtos foram pensados para o cotidiano. Além disso, a estratégia contempla diferentes momentos de consumo.

A linha pode ser consumida no café da manhã, em lanches rápidos e sobremesas. Também foi desenvolvida para momentos de indulgência.

“Unimos nossa excelência em panificação à força de marcas consagradas para criar uma oferta verdadeiramente competitiva”, afirma Poliana Pantuzi, diretora de Gestão Corporativa da Zinho.

Segundo a executiva, a proposta combina praticidade, qualidade e destaque no ponto de venda. Dessa maneira, a empresa pretende transformar a novidade em uma opção para diferentes ocasiões.

Preparo rápido na airfryer ou no forno

Os produtos chegam em embalagens de 150 gramas, com seis unidades no formato bolinha.

Além disso, o preparo foi desenvolvido para ser rápido. O consumidor pode utilizar airfryer ou forno convencional.

O tempo estimado de preparo é de aproximadamente cinco minutos. Assim, a proposta acompanha a busca por soluções práticas para o dia a dia.

A estratégia também considera o comportamento do shopper no ponto de venda. Por isso, a empresa pretende trabalhar a visibilidade dos produtos em diferentes áreas das lojas.

Estratégia inclui exposição refrigerada

A comercialização da Linha Zinho Toda Hora terá uma estratégia específica de exposição. A prioridade será ampliar a visibilidade e estimular a conversão no ponto de venda.

Os produtos serão posicionados principalmente em áreas refrigeradas. Além disso, a estratégia contempla comunicação de gôndola e exposição em setores relacionados.

Entre os espaços prioritários estão áreas de padaria refrigerada, massas frescas e frios. Materiais de ponto de venda também serão utilizados para destacar os produtos.

A estratégia busca aproveitar a associação entre as marcas. Ao mesmo tempo, pretende estimular decisões de compra por impulso.

Distribuição começa por São Paulo

A implantação da nova linha será realizada gradualmente por regiões.

O projeto começa por São Paulo, considerado um mercado estratégico para a aceleração da novidade. Posteriormente, a distribuição avançará para outras regiões brasileiras.

A expansão contemplará Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A comercialização será realizada por diferentes canais. Entre eles estão redes nacionais de supermercados e hipermercados, além de atacarejos.

Também estão previstos acordos com redes regionais, minimercados e lojas de proximidade. Empórios e pontos de conveniência completam os canais planejados.

Parcerias ampliam presença da Zinho

A estratégia reúne quatro marcas parceiras de forte presença no mercado de alimentos. Dessa maneira, a Zinho busca associar sua expertise em panificação ao reconhecimento desses fabricantes.

 

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A combinação também amplia as possibilidades de consumo do portfólio. Antes fortemente associado ao churrasco, o produto passa a explorar novos momentos.

A proposta acompanha, portanto, uma mudança no posicionamento da categoria. O pãozinho passa a ser apresentado como uma alternativa prática para diferentes momentos do dia.

RedeTV! fecha parceria com plataforma de streaming chinesa

Emissora leva à TV aberta o drama chinês “O Melhor de Tudo”, sucesso internacional com 28 episódios
Divulgação: TV RedeTV!

A RedeTV! fechou parceria com a plataforma chinesa de streaming iQIYI para levar uma produção asiática à televisão aberta brasileira.

O acordo prevê a exibição de “O Melhor de Tudo” (The Best Thing). A série estreou na RedeTV! neste domingo, 16 de agosto, às 23h30.

Com 28 episódios, o drama acompanha uma história de amor, cura e redescoberta pessoal. Além disso, a trama combina a vida urbana contemporânea com referências à medicina tradicional chinesa.

A produção integra o pacote de estreias da RedeTV! para agosto. Dessa forma, a emissora amplia a oferta de conteúdos internacionais em sua programação.

“O Melhor de Tudo” chega à TV aberta

A série acompanha Shen Xifan, uma gerente de hotel dedicada ao trabalho. Entretanto, a rotina intensa provoca problemas como insônia e enxaquecas.

Em busca de tratamento, ela conhece He Suye, médico especializado em medicina tradicional chinesa. A partir desse encontro, a história ganha novos caminhos.

Os dois descobrem que vivem no mesmo bairro. Assim, encontros inesperados aproximam os protagonistas e dão início ao romance.

A trama também explora temas relacionados ao bem-estar e à busca por equilíbrio. Portanto, a produção combina romance urbano com elementos da cultura chinesa.

Série conquistou audiência internacional

“O Melhor de Tudo” foi lançada originalmente pela iQIYI em 25 de fevereiro de 2025.

A produção ganhou destaque rapidamente na plataforma. Em apenas nove dias, ultrapassou 8.500 pontos no índice de popularidade de conteúdo da iQIYI.

Além disso, a série alcançou o primeiro lugar nos rankings de conteúdos em alta da iQIYI International em 12 países e regiões.

Ao final de 2025, a produção consolidou outro resultado expressivo. A série se tornou a produção em língua chinesa mais vista da iQIYI International naquele ano.

Em 2026, “O Melhor de Tudo” também alcançou o primeiro lugar no ranking All-Time de dramas em língua chinesa da plataforma.

O resultado foi construído após 54 semanas consecutivas nos rankings semanais. Além disso, a produção alcançou 800 milhões de visualizações no TikTok.

Zhang Linghe e Xu Ruohan protagonizam a série

A produção é dirigida por Randy Che e reúne dois protagonistas do entretenimento chinês.

Zhang Linghe interpreta He Suye, o médico de medicina tradicional chinesa. Já Xu Ruohan interpreta Shen Xifan, a gerente de hotel.

A obra foi adaptada de um romance escrito por Sheng Li. Além disso, combina elementos de romance urbano, bem-estar e medicina tradicional chinesa.

A narrativa utiliza esses elementos para desenvolver a relação entre os protagonistas. Dessa maneira, a série apresenta uma história centrada em encontros, mudanças pessoais e relacionamentos.

RedeTV! aposta em conteúdos asiáticos

A chegada da produção representa uma nova aposta da RedeTV! na diversificação da programação.

A série ocupa uma faixa dedicada às produções internacionais. Portanto, a emissora busca ampliar sua conexão com diferentes perfis de audiência.

“As produções asiáticas vêm conquistando um público cada vez mais expressivo no Brasil, especialmente entre as novas gerações”, afirma Andrea Dallevo, Head of Content & Programming Strategy da RedeTV!.

Segundo a executiva, a parceria acompanha a estratégia de oferecer uma programação diversificada. Além disso, a iniciativa busca aproximar a emissora de tendências globais.

iQIYI amplia presença no Brasil

A parceria também ocorre durante uma fase de expansão da iQIYI no mercado brasileiro.

A plataforma está disponível em 191 territórios. No Brasil, a empresa ampliou oficialmente suas operações em 2024.

Desde então, a iQIYI aumentou a oferta de conteúdos asiáticos dublados em português. Além disso, passou a desenvolver uma curadoria direcionada ao público brasileiro.

Segundo resultados divulgados pela companhia, a receita de assinaturas da operação brasileira cresceu mais de 100% no primeiro trimestre de 2026.

O avanço foi registrado na comparação com o mesmo período do ano anterior. Assim, o Brasil ganhou relevância na estratégia de expansão internacional da plataforma.

Parceria aproxima dramas asiáticos do público brasileiro

Para Daniel Dias, Country Manager da iQIYI no Brasil, a parceria amplia o alcance da plataforma no país.

“A estreia de ‘O Melhor de Tudo’ na RedeTV! aproxima ainda mais a iQIYI do público brasileiro e leva para a TV aberta uma produção que já conquistou espectadores em diferentes mercados”, afirma.

Segundo o executivo, o acordo também amplia o acesso a produções asiáticas. Dessa forma, a televisão aberta passa a funcionar como uma nova porta de entrada para esse conteúdo.

Emissora leva à TV aberta o drama chinês “O Melhor de Tudo”, sucesso internacional com 28 episódios
Divulgação: iQIYI

Onde assistir a “O Melhor de Tudo”

“O Melhor de Tudo” estreou na RedeTV! no domingo, 16 de agosto, às 23h30.

A produção terá exibição semanal aos domingos na emissora.

Promoção Maizena chega à terceira edição com prêmios instantâneos, brindes e R$ 200 mil

Campanha acontece de 14 de agosto a 14 de outubro e permite concorrer a eletrodomésticos, itens para cozinha e prêmio em certificado de ouro.
Divulgação

A Maizena, marca da Unilever Alimentos, anuncia a terceira edição de sua promoção nacional. A campanha acontece entre 14 de agosto e 14 de outubro de 2026.

A iniciativa combina, portanto, prêmios instantâneos, brindes colecionáveis e um sorteio de R$ 200 mil em certificado de ouro.

A ação busca aproximar a marca dos consumidores. Além disso, reforça a presença de Maizena em diferentes ocasiões de consumo.

Reconhecida pela versatilidade, a marca está presente em receitas doces e salgadas. Assim, seus produtos contribuem para diferentes texturas, como crocância, cremosidade e fofura.

Promoção Maizena reúne diferentes mecânicas

A terceira edição apresenta diferentes formas de premiação. Dessa maneira, o consumidor pode participar de modalidades instantâneas e também acumular selos.

Entre os prêmios instantâneos estão cartões de premiação. Os cartões podem ser utilizados na aquisição de eletrodomésticos.

Entre as opções estão micro-ondas, batedeiras e panelas elétricas. Portanto, a campanha amplia a variedade de recompensas oferecidas aos participantes.

A promoção também conta com a modalidade “Junte e Troque”. Nela, os consumidores podem conquistar brindes exclusivos para a cozinha.

Com três selos, o participante pode trocar pela caneca de cerâmica com colher. Já com cinco selos, é possível receber uma boleira de cerâmica.

Os dois produtos foram desenvolvidos com a identidade visual característica da Maizena.

Consumidor pode concorrer a R$ 200 mil

Além dos prêmios instantâneos e dos brindes, a promoção oferece um grande prêmio final.

Cada cadastro válido gera um número da sorte para concorrer a R$ 200 mil em certificado de ouro. Assim, a compra também permite participar do sorteio.

A embalagem de 720g de Maizena oferece um número da sorte adicional. Dessa forma, consumidores desse produto ampliam sua participação no sorteio.

A campanha também prevê benefícios extras em determinadas redes varejistas. Compras realizadas no Grupo Mateus, Atacadão, Assaí e Novo Atacarejo dão acesso a prêmios instantâneos extras.

Como participar da Promoção Maizena

Para participar, o consumidor precisa comprar R$ 10 em produtos Maizena. São válidas embalagens de 200g, 500g e 720g, incluindo versões promocionais.

As compras consideradas válidas devem ter notas fiscais emitidas a partir de 6 de agosto de 2026.

Depois da compra, o consumidor deve cadastrar o cupom fiscal. O procedimento pode ser realizado pelo WhatsApp (11) 4210-5115 ou pelo site oficial da promoção.

A cada cadastro válido, o participante recebe automaticamente:

  • 1 selo para a modalidade “Junte e Troque”;
  • 1 número da sorte para concorrer aos R$ 200 mil;
  • Uma participação na modalidade de prêmios instantâneos.

Os brindes da modalidade “Junte e Troque” são enviados diretamente para a residência dos participantes.

Campanha reforça conexão da Maizena com consumidores

Segundo Gabriela Romagnolo, Gerente de CSP na Unilever, a promoção busca fortalecer a presença da marca na rotina dos brasileiros.

“A promoção é mais uma iniciativa para fortalecer a presença de Maizena na rotina dos brasileiros, valorizando os momentos à mesa e a experiência de cozinhar.”

A executiva também destaca a combinação entre diferentes modalidades de premiação. Segundo ela, a estratégia busca estimular a experimentação dos produtos.

A iniciativa, portanto, pretende reforçar a conexão emocional construída pela Maizena ao longo de sua história.

Maizena aposta em experiência além do produto

A terceira edição amplia a relação entre consumo e experiência de marca. Além disso, a variedade de prêmios cria diferentes oportunidades de participação.

A mecânica também valoriza produtos tradicionais e versões promocionais. Dessa forma, a campanha procura incentivar novos momentos de experimentação.

Com presença histórica na cozinha brasileira, Maizena utiliza a promoção para reforçar atributos ligados à versatilidade. A estratégia também aproxima a marca de momentos cotidianos.

Confira as regras da promoção

Período da promoção: 14 de agosto a 14 de outubro de 2026.

Compras válidas: notas fiscais emitidas a partir de 6 de agosto de 2026.

Valor mínimo: R$ 10 em produtos Maizena participantes.

Cadastro: pelo site promomaizena.com.br ou pelo WhatsApp (11) 4210-5115.

A cada R$ 10 em produtos: 1 selo, 1 número da sorte e participação nos prêmios instantâneos.

Produto Maizena 720g: garante 1 número da sorte adicional.

Prêmios: cartões de premiação, eletrodomésticos, caneca de cerâmica, boleira de cerâmica e R$ 200 mil em certificado de ouro.

Site: https://www.promomaizena.com.br/home/

O regulamento completo e o Certificado de Autorização SPA/MF estão disponíveis no site oficial da promoção.

Após dores, João Fonseca desiste do Masters 1000 de Cincinnati

João Fonseca desiste do Masters 1000 de Cincinnati após sentir dores no abdômen. Brasileiro havia vencido a estreia por 6/4 e 7/6.
Rio Open 2026/©Fotojump

O brasileiro João Fonseca desistiu do Masters 1000 de Cincinnati após sentir um incômodo no lado esquerdo do abdômen. A decisão foi comunicada pelo próprio tenista nas redes sociais.

O problema aconteceu durante um treinamento. Depois disso, João Fonseca realizou exames e, junto com sua equipe, decidiu não disputar a próxima partida.

O brasileiro estava programado para enfrentar o australiano Christopher O’Connell nesta terça-feira (18), por volta das 12h, pelo horário de Brasília.

A partida abriria a programação da quadra central do torneio. Entretanto, a desistência do brasileiro encerrou sua participação em Cincinnati.

João Fonseca venceu na estreia

João Fonseca havia começado sua campanha com vitória sobre o holandês Botic van de Zandschulp.

O brasileiro venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7/2). Assim, garantiu uma vaga na terceira rodada do Masters 1000.

O segundo set foi especialmente equilibrado. Porém, Fonseca conseguiu controlar o tie-break e fechou o confronto em sets diretos.

Com o resultado, o brasileiro alcançou sua 10ª vitória em torneios Masters 1000 na temporada. Além disso, igualou uma marca alcançada por Gustavo Kuerten em 2003.

Incômodo apareceu durante treinamento

A decisão de abandonar o torneio ocorreu após o brasileiro sentir dores durante o treinamento.

Na mensagem publicada nas redes sociais, João explicou que preferiu realizar exames antes de tomar uma decisão. Depois da avaliação, ele e sua equipe optaram pela desistência.

O tenista afirmou que a prioridade agora é recuperar-se o mais rapidamente possível. A decisão também busca evitar que o problema se agrave.

“Hoje, durante o treino, senti um pequeno incômodo no lado esquerdo do abdômen. Após realizar exames, eu e minha equipe decidimos desistir da disputa de Cincinnati para me recuperar o mais rápido possível. Obrigado pela hospitalidade, Cincinnati, e aos fãs pela torcida. Nos vemos no ano que vem.”

Brasileiro enfrentaria Christopher O’Connell

O adversário de João Fonseca seria Christopher O’Connell, da Austrália.

O australiano avançou após a desistência de Casper Ruud, que abandonou a partida por problemas físicos. O’Connell havia chegado ao torneio vindo do qualifying.

O confronto entre Fonseca e O’Connell seria inédito no circuito profissional. O australiano ocupa posição fora do Top 100 do ranking mundial.

Com a desistência, O’Connell avança automaticamente para a próxima fase do torneio.

Cincinnati era preparação para o US Open

O Masters 1000 de Cincinnati representa uma das principais competições da temporada de quadra rápida. Além disso, o torneio serve como preparação para o US Open.

O Grand Slam norte-americano começa no fim de agosto. Portanto, a recuperação física de João Fonseca passa a ser uma prioridade neste momento.

A decisão também evita um risco maior antes da última grande competição da temporada.

João Fonseca vive evolução no circuito

A campanha em Cincinnati reforçou a evolução do brasileiro nos torneios Masters 1000.

Aos 19 anos, Fonseca já conquistou vitórias importantes contra jogadores experientes. Além disso, vem ampliando sua presença nas fases avançadas dos principais torneios do circuito.

Em Cincinnati, ele entrou diretamente na segunda rodada. Assim, sua vitória sobre Van de Zandschulp garantiu a classificação para a terceira fase.

O brasileiro também chegou ao torneio após disputar o Masters 1000 de Montreal. Na competição canadense, foi eliminado nas oitavas de final por Ben Shelton.

Ações das Casas Bahia despencam mais de 30% após pedido de recuperação judicial

Papéis da varejista lideram perdas do Ibovespa após companhia pedir recuperação judicial com passivos de R$ 17,3 bilhões
Divulgação

As ações das Casas Bahia (BHIA3) despencaram mais de 30% nesta segunda-feira (17). O movimento ocorreu após o pedido de recuperação judicial apresentado pela companhia.

Os papéis lideraram as quedas do Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira. Além disso, a reação ocorreu após a divulgação do pedido no domingo (16).

Na abertura do pregão, as ações chegaram a cair 31,8%, para R$ 0,45. Por volta das 16h, a queda permanecia acima de 30%, com os papéis negociados a R$ 0,44.

O movimento refletiu a forte preocupação dos investidores com a situação financeira da varejista.

Casas Bahia pede recuperação judicial

O Grupo Casas Bahia protocolou o pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

A companhia informou passivos totais de aproximadamente R$ 17,3 bilhões. Desse montante, R$ 16,4 bilhões correspondem a credores quirografários.

Além disso, existem R$ 754 milhões em compromissos trabalhistas. Outros R$ 154 milhões estão relacionados a microempresas e empresas de pequeno porte.

A recuperação judicial busca permitir a reorganização das dívidas. Dessa forma, a companhia pretende preservar suas operações e negociar com os credores.

Prejuízo de R$ 10,1 bilhões

A reação do mercado também ocorre após a divulgação do resultado do segundo trimestre de 2026.

A Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no período. No segundo trimestre de 2025, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 978 milhões.

O resultado foi fortemente afetado por eventos contábeis não recorrentes. Entre eles estão baixas de ativos e revisões relacionadas a créditos fiscais.

Mesmo desconsiderando efeitos extraordinários, entretanto, a empresa continuou apresentando resultado negativo. O cenário reforçou as preocupações sobre sua capacidade financeira.

Fechamento de lojas aumenta preocupação

A recuperação judicial acontece após uma forte redução da estrutura física da empresa.

A Casas Bahia fechou 298 lojas, o equivalente a aproximadamente 29% da rede existente no final de junho. Além disso, a companhia promoveu milhares de demissões.

O fechamento atingiu diferentes estados brasileiros. Nas redes sociais, funcionários e consumidores compartilharam imagens de unidades fechadas.

Grupo acumula prejuízo de R$ 10,1 bilhões, tem dívida de R$ 17,3 bilhões e busca reorganizar as operações.
Foto: Thales Brandão Casas Bahia fechada no Shopping Jardins em Aracaju/SE

Em Salvador, por exemplo, diversas lojas encerraram as atividades. O movimento também alcançou unidades em outras capitais e cidades brasileiras.

Ações enfrentam forte pressão na Bolsa

A queda desta segunda-feira amplia a trajetória negativa das ações da Casas Bahia.

O mercado passou a incorporar nos preços uma percepção maior de risco após o pedido judicial. Além disso, a recuperação judicial aumenta a incerteza sobre o futuro dos acionistas.

A situação também chama atenção porque a empresa possui patrimônio líquido negativo. Segundo informações divulgadas sobre o balanço, o patrimônio líquido negativo chegou a aproximadamente R$ 8,1 bilhões.

Recuperação judicial não significa falência

Apesar da forte reação das ações, recuperação judicial não significa falência imediata.

O mecanismo permite que empresas em dificuldades financeiras reorganizem suas dívidas. Portanto, a companhia continua operando enquanto busca uma solução com seus credores.

A Casas Bahia pretende manter as atividades durante o processo. Além disso, a estratégia inclui redução de custos e concentração em operações consideradas mais rentáveis.

Mercado acompanha próximos passos

Agora, investidores acompanham a tramitação do pedido na Justiça. Também será necessário observar as próximas medidas da administração da companhia.

A empresa deverá apresentar um plano de recuperação aos credores. Em seguida, o plano será submetido às etapas previstas na legislação.

A Casas Bahia também solicitou medidas para proteger suas operações. Entre elas está a suspensão de execuções durante o período previsto pela legislação.

Assim, a reação negativa das ações demonstra o tamanho do desafio financeiro enfrentado pela varejista.

Casas Bahia pede recuperação judicial após fechar lojas e demitir funcionários

Grupo acumula prejuízo de R$ 10,1 bilhões, tem dívida de R$ 17,3 bilhões e busca reorganizar as operações.
Foto: Thales Brandão

O Grupo Casas Bahia protocolou pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida foi tomada após uma sequência de prejuízos, fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários.

O pedido foi apresentado na noite de domingo (16), na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A companhia declarou passivos de R$ 17,3 bilhões.

A decisão representa uma nova etapa da crise financeira da varejista. Além disso, acontece cerca de dois anos depois de uma recuperação extrajudicial.

Dívida da Casas Bahia chega a R$ 17,3 bilhões

Segundo o pedido apresentado à Justiça, a maior parte das dívidas está concentrada em credores sem garantia.

Do total, R$ 16,4 bilhões correspondem a credores quirografários. Outros R$ 754 milhões são dívidas trabalhistas. Além disso, há R$ 154 milhões relacionados a microempresas e empresas de pequeno porte.

O processo envolve dez empresas do grupo. Entre elas estão as operações relacionadas às marcas Casas Bahia e Ponto Frio, além da Extra.com, Bartira e empresas de logística e tecnologia.

A recuperação judicial busca permitir a reorganização das dívidas. Ao mesmo tempo, a empresa pretende preservar suas operações e manter os canais de atendimento aos consumidores.

Prejuízo de R$ 10,1 bilhões agravou a crise

O pedido acontece após a divulgação do balanço do segundo trimestre de 2026.

A Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões entre abril e junho. No mesmo período de 2025, a perda havia sido de R$ 555 milhões.

O resultado foi fortemente afetado por efeitos contábeis não recorrentes. Esses efeitos somaram aproximadamente R$ 9,1 bilhões, segundo os dados divulgados pela companhia.

Sem esses efeitos, o prejuízo ajustado ficou em aproximadamente R$ 978 milhões. Portanto, a situação operacional também permanece pressionada.

A companhia ainda apresentou patrimônio líquido negativo de R$ 8,1 bilhões. Além disso, acumulou oito trimestres consecutivos de prejuízo.

298 lojas foram fechadas

A recuperação judicial ocorre depois de uma forte redução da estrutura física.

A companhia fechou 298 lojas, número equivalente a aproximadamente 29% das 1.034 unidades existentes ao final de junho.

O fechamento atingiu diferentes regiões do país. Nos últimos dias, consumidores e funcionários divulgaram imagens de lojas fechadas nas redes sociais.

O movimento também provocou reação de entidades sindicais. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região anunciou uma ação coletiva contra a companhia.

Demissões atingem milhares de funcionários

Além do fechamento das lojas, a Casas Bahia iniciou uma nova rodada de cortes.

Segundo informações divulgadas pela empresa no pedido judicial, aproximadamente 3 mil funcionários foram demitidos. O grupo possui cerca de 30.117 colaboradores.

A empresa afirmou que está ajustando o quadro de funcionários ao novo tamanho da operação. Além disso, contratos, despesas e investimentos estão sendo revisados.

O movimento provocou forte repercussão entre trabalhadores. Funcionários utilizaram redes sociais para relatar desligamentos e encerramento de unidades.

Por que a Casas Bahia entrou em recuperação judicial?

A empresa atribui a deterioração financeira a diferentes fatores.

Entre eles estão os juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo. Além disso, a companhia enfrentou dificuldades para obter novas fontes de liquidez.

A empresa também aponta investimentos realizados desde 2019 em tecnologia, logística e digitalização. Entretanto, a alta dos juros alterou significativamente as condições financeiras do negócio.

O modelo de negócios também depende de capital de giro e financiamento. Portanto, o aumento do custo do dinheiro pressionou ainda mais a estrutura financeira.

Captação internacional não foi concluída

Outro fator importante foi a tentativa frustrada de levantar recursos no mercado internacional.

Segundo a companhia, foram realizadas conversas com investidores brasileiros, americanos e europeus. Porém, o principal investidor interessado desistiu da operação.

Com isso, a alternativa de liquidez não foi concretizada. Dessa forma, a recuperação judicial passou a ser uma alternativa para reorganizar os passivos.

Casas Bahia já havia feito recuperação extrajudicial

Essa não é a primeira vez que a companhia utiliza mecanismos de reestruturação de dívidas.

Em 2024, a Casas Bahia realizou uma recuperação extrajudicial envolvendo aproximadamente R$ 4,1 bilhões em dívidas. O plano foi homologado pela Justiça naquele ano.

Agora, entretanto, a empresa recorre à recuperação judicial diante de uma situação financeira mais complexa.

A principal diferença é que o processo judicial envolve a supervisão da Justiça e um plano que será submetido aos credores.

Casas Bahia pede medidas urgentes

Na petição, a companhia também solicitou medidas para preservar o funcionamento das operações.

Entre os pedidos está a suspensão de execuções por 180 dias. A empresa também quer impedir vencimentos antecipados de contratos e preservar o fluxo de recebíveis.

A Casas Bahia afirma que existe risco de vencimento antecipado de mais de R$ 10 bilhões em contratos financeiros e comerciais.

Segundo a companhia, uma retenção de recebíveis poderia comprometer parcela relevante do caixa. Por isso, as medidas de proteção são consideradas fundamentais para a continuidade das operações.

O que acontece agora?

O pedido de recuperação judicial ainda seguirá as etapas previstas na legislação.

A companhia deverá apresentar seu plano de recuperação aos credores. Depois disso, os credores participarão das etapas de análise e votação previstas no processo.

Enquanto isso, a Casas Bahia afirma que pretende manter suas operações normalmente. A estratégia inclui priorizar negócios mais rentáveis, reduzir custos e renegociar dívidas.

O grupo também deverá convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para ratificar a decisão de recorrer à recuperação judicial.

A casa caiu: Casas Bahia fecha lojas, demite funcionários e deixa investidores em alerta

Reestruturação encerrou quase 30% da rede em dois dias; ausência do balanço previsto também ampliou as dúvidas entre investidores
Divulgação/Linkedin

A Casas Bahia atravessa uma das maiores reestruturações de sua história. Entre quinta-feira (13) e sexta-feira (14), a companhia fechou 298 lojas em diferentes regiões do Brasil.

Além disso, aproximadamente 1,9 mil funcionários foram desligados durante o processo, segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico e reproduzidas por veículos brasileiros.

O movimento ganhou força nas redes sociais na sexta-feira (14). Consumidores e funcionários compartilharam imagens de lojas fechadas inesperadamente em diferentes cidades.

Em algumas unidades, trabalhadores relataram que chegaram para trabalhar e encontraram as portas fechadas.

Quase 300 lojas deixam de operar

O fechamento de 298 unidades representa aproximadamente 28,7% da rede, considerando pouco mais de mil lojas.

A medida faz parte de uma estratégia para reduzir despesas e adequar a estrutura da companhia ao atual cenário financeiro.

Em Brasília, por exemplo, unidades do Conjunto Nacional e do Taguatinga Shopping encerraram as atividades. O movimento também atingiu diferentes estados brasileiros.

Em Mato Grosso do Sul, pelo menos quatro lojas fecharam. As unidades estavam localizadas em Dourados, Naviraí e Nova Andradina.

No Rio Grande do Sul, a unidade de Cachoeira do Sul também encerrou as atividades. Os dez funcionários da loja foram comunicados quando chegaram para trabalhar.

O CidadeMarketing também apurou o fechamento de lojas em Aracaju, Salvador e Recife. Em Aracaju, a unidade do Shopping Riomar, Shopping Prêmio e Shopping Jardins amanheceram fechadas.

Em Salvador, as unidades fechadas estão localizadas na Baixa dos Sapateiros, Manuel Dias, Avenida Sete de Setembro, Cabula (Silveira Martins), Salvador Shopping, Shopping da Bahia, Shopping Paralela, Shopping Barra, Shopping Piedade, Parque Shopping Bahia, Salvador Norte Shopping e Shopping Bela Vista.

Já em Recife, o CidadeMarketing apurou que a unidade do Shopping RioMar Recife também amanheceu fechada.

Demissões aumentam impacto da reestruturação

Além do fechamento das lojas, a companhia promoveu uma rodada significativa de demissões.

Segundo informações apuradas pelo Valor Econômico, aproximadamente 1,9 mil trabalhadores foram desligados entre quinta e sexta-feira. Cerca de 600 cortes ocorreram na quinta-feira, enquanto outros desligamentos foram realizados na sexta.

O impacto alcançou diferentes áreas da empresa. Relatos publicados por funcionários também apontaram cortes em setores administrativos e de tecnologia.

Balanço do 2T26 estava previsto para agosto

Outro ponto que chamou a atenção do mercado envolve a divulgação dos resultados financeiros da companhia.

Na página oficial de Relações com Investidores, a Casas Bahia indicava originalmente a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026 para 14 de agosto, após o fechamento do mercado.

A companhia também prevê uma videoconferência para 17 de agosto, dedicada às perguntas dos investidores.

Entretanto, diante do cenário envolvendo os fechamentos e a ausência do resultado divulgado na data prevista, investidores passaram a questionar a situação financeira da varejista.

Até o momento, não há confirmação de que a Casas Bahia tenha solicitado recuperação judicial. Portanto, essa possibilidade deve ser tratada como especulação, e não como fato.

A ausência ou eventual atraso na divulgação de informações financeiras, entretanto, aumenta a preocupação do mercado em uma empresa que já passa por uma profunda reestruturação.

Casas Bahia já acumulava prejuízos

A reestruturação ocorre depois de resultados financeiros pressionados.

No primeiro trimestre de 2026, a Casas Bahia registrou prejuízo superior a R$ 1 bilhão, segundo informações de mercado. O desempenho aumentou as preocupações relacionadas à geração de caixa e ao endividamento da companhia.

O mercado também acompanha a capacidade da varejista de reduzir despesas e melhorar sua estrutura financeira.

Antes da nova rodada de cortes, analistas já apontavam a geração de caixa e o controle do endividamento como pontos centrais para avaliar a recuperação da empresa.

Mapa Capital assumiu controle da Casas Bahia

A atual fase de reestruturação ganhou um capítulo importante em 2025.

Naquele ano, a Mapa Capital assumiu posição de controle da Casas Bahia após a conversão de debêntures em ações. A operação envolveu títulos anteriormente detidos por Banco do Brasil e Bradesco.

Após a conversão, a Mapa Capital passou a deter aproximadamente 85,5% do capital social da companhia.

A operação fazia parte do plano de transformação da estrutura de capital da varejista. Além disso, a conversão reduziu o endividamento da empresa.

Na época, a transação foi apresentada como uma etapa importante para fortalecer a estrutura financeira. O objetivo era criar condições para um novo ciclo de crescimento.

Declaração do CEO do Grupo Casas Bahia e a IA

O CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, afirmou que a companhia está se preparando para a nova era da inteligência artificial. Em entrevista ao O Globo, o executivo destacou que a tecnologia já faz parte da transformação da empresa.

Além disso, ferramentas de IA são utilizadas para apoiar análises de vendas em tempo real, identificar oportunidades de relacionamento e melhorar diferentes etapas da operação. Segundo Franklin, milhares de colaboradores já utilizam recursos de inteligência artificial no trabalho.

A estratégia também considera novas possibilidades para o varejo, incluindo a realização de vendas diretamente em plataformas de IA, como o ChatGPT.

Uma história que começou com Samuel Klein

A atual crise contrasta com a trajetória de uma das marcas mais conhecidas do varejo brasileiro.

A história da Casas Bahia começou com Samuel Klein, imigrante polonês que chegou ao Brasil em 1952. Inicialmente, ele vendia produtos de cama, mesa e banho de porta em porta.

Em 1957, Klein inaugurou sua primeira loja em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. O nome Casa Bahia homenageava os nordestinos que viviam na região.

O crediário se tornou uma das principais marcas do negócio. A estratégia permitiu que consumidores com menor poder de compra adquirissem móveis e eletrodomésticos parceladamente.

Com o passar das décadas, a rede expandiu sua presença pelo país. A empresa também incorporou diferentes negócios e passou a atuar no comércio eletrônico e em serviços financeiros.

Da expansão ao desafio de se reinventar

A companhia chegou a construir uma das maiores redes de varejo físico do Brasil.

Atualmente, o Grupo Casas Bahia mantém operações envolvendo lojas, comércio eletrônico, logística, serviços financeiros e fabricação de móveis.

Porém, o crescimento do comércio eletrônico e a transformação do comportamento do consumidor mudaram profundamente o varejo.

Além disso, juros elevados e custos financeiros pressionaram empresas altamente dependentes de crédito.

Nesse contexto, a Casas Bahia vem tentando reduzir despesas, reorganizar sua estrutura e concentrar investimentos em operações consideradas estratégicas.

O que acontece agora?

O fechamento de 298 lojas representa uma redução significativa da presença física da Casas Bahia.

Ao mesmo tempo, a demissão de aproximadamente 1,9 mil trabalhadores mostra a dimensão do ajuste realizado pela companhia.

O próximo passo será acompanhar os resultados financeiros e os indicadores operacionais da empresa.

Também será necessário observar a evolução da dívida, da geração de caixa e das vendas. Esses fatores serão fundamentais para avaliar se a reestruturação conseguirá recuperar a companhia.

Por enquanto, não é possível afirmar que a Casas Bahia esteja entrando em recuperação judicial. O que existe, de forma concreta, é uma forte reestruturação operacional, com fechamento de lojas e redução de pessoal.

A pergunta que permanece para investidores, consumidores e funcionários é se o enxugamento será suficiente para recolocar uma das marcas mais tradicionais do varejo brasileiro em uma trajetória sustentável.

Jeep Avenger chega ao Brasil com ChatGPT integrado e preços a partir de R$ 114.990

Jeep Avenger chega ao Brasil com sistema MHEV, tecnologia de inteligência artificial com ChatGPT, ADAS e preços a partir de R$ 114.990.
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A Jeep inicia uma nova fase no mercado brasileiro com a chegada do Novo Jeep Avenger, SUV compacto equipado com tecnologia híbrida-leve e recursos de inteligência artificial.

Em um evento realizado em uma praia na cidade de São Paulo, a Stellantis reuniu jornalistas para uma experiência especial, que contou também com um espetáculo de drones.

O modelo ocupa o segmento de B-SUVs e combina dimensões compactas com elementos tradicionais da marca. Além disso, oferece tecnologias voltadas para conectividade, conforto e segurança.

Entre os principais diferenciais está o Jeep Adventure Intelligence, que integra um assistente de voz baseado em inteligência artificial e ChatGPT.

O recurso permite interações conversacionais com o motorista. Além disso, pode auxiliar em funções como navegação, climatização e mídia.

A novidade também responde perguntas sobre assuntos gerais. O sistema ainda pode sugerir pontos de interesse, informar sobre locais e consultar condições climáticas.

“O conceito que define o Avenger é o equilíbrio entre cidade e aventura”, afirma Hugo Domingues, head da Jeep para a América do Sul.

Jeep Avenger aposta em tecnologia e inteligência artificial

O Jeep Adventure Intelligence faz parte dos serviços conectados do Novo Avenger. Entretanto, a disponibilidade do recurso varia conforme a configuração.

Na versão Limited, a inteligência artificial embarcada aparece como item de série. Já na Longitude, o recurso pode ser adquirido no Convenience Pack, junto ao teto solar e ao cluster digital de 10,25 polegadas.

A tecnologia busca tornar a interação com o veículo mais natural. Dessa forma, o motorista pode acessar informações sem depender exclusivamente dos comandos tradicionais.

O sistema também integra recursos de assistência. Entre eles estão o Socorro Inteligente, o atendimento em situações de emergência e o acompanhamento da saúde do veículo.

Design mantém identidade tradicional da Jeep

Apesar da proposta urbana, o Avenger preserva elementos característicos da Jeep. A dianteira conta com as tradicionais sete fendas da marca.

Na versão Limited, a grade recebe iluminação em LED. Além disso, o conjunto inclui faróis LED Matrix e elementos robustos na carroceria.

O modelo apresenta ângulo de entrada de até 22 graus e ângulo de saída de até 33,9 graus. A altura livre do solo chega a 221 milímetros.

As rodas estão disponíveis em 16, 17 e 18 polegadas. Além disso, o SUV traz os tradicionais Easter Eggs, pequenos elementos escondidos inspirados na história da Jeep.

Motor turbo recebe sistema híbrido-leve

Todas as versões do Novo Jeep Avenger utilizam o sistema MHEV de 12 volts da Stellantis. O conjunto trabalha em parceria com o motor turbo T200.

A tecnologia combina o propulsor a combustão com um sistema elétrico de baixa tensão. Dessa maneira, busca reduzir consumo e emissões sem abandonar o desempenho.

O motor elétrico auxilia na entrega de força e também participa da geração de energia elétrica. Além disso, o gerenciamento eletrônico prioriza eficiência conforme as condições de condução.

O modelo também conta com recursos voltados para condução fora do asfalto. Entre eles está o Hill Descent Control, oferecido como diferencial na categoria.

O Selec-Terrain disponibiliza os modos Normal, Sport e All Terrain. Assim, o motorista pode adaptar a resposta do veículo para diferentes condições.

Segurança ganha pacote ADAS

O Novo Jeep Avenger também amplia a oferta de tecnologias de assistência ao motorista.

O sistema de frenagem automática de emergência identifica riscos de colisão. Quando necessário, emite alertas e pode acionar automaticamente os freios.

O assistente de permanência em faixa também identifica saídas involuntárias. Além disso, pode realizar pequenas correções na direção.

Nas versões Longitude e Limited, o piloto automático adaptativo utiliza câmera e radar. Na Limited, o sistema ainda conta com centralização de faixa.

A versão Limited acrescenta câmera com visão 360 graus. O recurso reconstrói digitalmente uma visão superior do veículo para facilitar manobras.

O modelo também oferece seis airbags, detector de fadiga, reconhecimento de placas e monitoramento de ponto cego, conforme a versão.

Interior prioriza conectividade e praticidade

O sistema multimídia de 10 polegadas é oferecido em todas as versões. A central possui Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

O interior também recebeu materiais macios e revestimentos voltados para maior percepção de qualidade. Além disso, a iluminação ambiente oferece oito opções de cores.

O porta-malas possui capacidade de até 364 litros. O modelo ainda conta com compartimentos internos que somam até 28 litros.

Três versões e preço inicial de R$ 114.990

O Novo Jeep Avenger chega ao Brasil nas versões Altitude, Longitude e Limited.

A versão Altitude possui preço especial de lançamento de R$ 114.990. Já a Longitude custa R$ 135.990, enquanto a Limited parte de R$ 145.990.

A Altitude também pode receber um pacote especial de lançamento. Nesse caso, o preço chega a R$ 124.990, incluindo teto bitom, câmera de ré e barras de teto.

Na Longitude, o pacote opcional com teto solar e Jeep Adventure Intelligence custa R$ 8.500. A configuração também inclui o cluster digital de 10,25 polegadas.

A Limited traz de série o Jeep Adventure Intelligence com inteligência artificial embarcada. Além disso, oferece câmera 360°, faróis Matrix LED e ADAS de nível 2.

Pré-venda do Jeep Avenger começa nesta quinta-feira

A Jeep iniciou a reserva do Novo Avenger em 13 de agosto de 2026. O modelo terá um evento de portas abertas programado para 20 de agosto.

Os interessados podem realizar a reserva diretamente na rede de concessionárias Jeep.

Além disso, a marca oferece um plano de revisões até 36 mil quilômetros ou três anos. As três primeiras revisões somam R$ 2.773.

A Mopar também disponibiliza mais de 15 acessórios para o modelo. Os itens incluem barras de teto, tapetes, carregador por indução e outros equipamentos.

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