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Nubank compra Banco Porto Real para manter licença bancária e uso da palavra “bank”

Nubank compra Banco Porto Real para manter licença bancária e uso da palavra "bank"

O Nubank anunciou a aquisição do Banco Porto Real de Investimentos S.A., instituição fundada em 1992 na cidade de Porto Real, no Rio de Janeiro. A operação será submetida à aprovação do Banco Central do Brasil e faz parte da estratégia da companhia para atender às exigências regulatórias relacionadas ao uso da denominação “bank” por instituições financeiras.

A aquisição atende aos requisitos estabelecidos pela Resolução Conjunta nº 17, editada pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A norma disciplina a utilização de expressões como “banco” e “bank” por instituições que atuam no sistema financeiro nacional.

Com a conclusão da operação, a licença bancária do Banco Porto Real será incorporada ao conglomerado prudencial da Nu Pagamentos S.A., fortalecendo a estrutura regulatória do Nubank sem alterar seu modelo operacional.

Aquisição amplia estrutura regulatória do Nubank

Mesmo já operando com licenças que permitem oferecer praticamente todos os seus produtos financeiros, o Nubank optou por incorporar uma licença bancária tradicional ao seu grupo.

Atualmente, a instituição atua por meio de diferentes autorizações regulatórias, incluindo Instituição de Pagamento (IP), Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento (Financeira) e Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM).

Com a aquisição do Banco Porto Real, o conglomerado passa a contar também com uma licença bancária plena, atendendo às exigências da regulamentação mais recente do Banco Central. Segundo a companhia, todas as obrigações assumidas pelo Banco Porto Real serão mantidas e cumpridas conforme os termos previstos no acordo de aquisição.

Nada muda para os clientes

O Nubank informou que a operação não provoca qualquer alteração para seus 115 milhões de clientes brasileiros.

O aplicativo continuará funcionando normalmente. Os produtos, serviços, cartões, contas digitais, investimentos e demais soluções permanecerão inalterados. A marca Nubank também será preservada, assim como toda a experiência oferecida aos consumidores.

A empresa destacou ainda que a incorporação da licença bancária não gera exigências adicionais de capital ou liquidez, preservando a solidez financeira da instituição.

Brasil permanece no centro da estratégia

O fundador e CEO global do Nubank, David Vélez, afirmou que o Brasil continua sendo o principal mercado da companhia.

“O Brasil é onde o Nubank nasceu, cresceu e provou que serviços financeiros mais justos e simples são possíveis em escala. Treze anos depois, segue sendo nosso principal foco, um mercado onde ainda podemos expandir significativamente nossa participação e continuar impulsionando a transformação do setor”, diz David Vélez, fundador e CEO global do Nubank.

Treze anos após sua criação, a empresa acredita que ainda existe amplo espaço para ampliar sua participação no mercado brasileiro e continuar promovendo mudanças no setor financeiro.

Já Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil e da operação para a América Latina, reforçou que a inovação permanece como um dos pilares estratégicos da companhia.

“Nosso DNA de inovação segue intacto e seguimos comprometidos em aprofundar nossa relação com cada cliente, oferecendo mais soluções com a mesma simplicidade que sempre nos definiu”, diz Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil e para América Latina.

Expansão acompanha crescimento da instituição

A aquisição ocorre em um momento de forte expansão do Nubank no Brasil. Em março deste ano, a instituição tornou-se associada à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), consolidando sua posição entre os principais participantes do sistema financeiro nacional.

Pouco antes, o Nubank havia alcançado outro marco importante ao se tornar a maior instituição financeira privada do Brasil em número de clientes.  A companhia também anunciou investimentos de R$ 45 bilhões no mercado brasileiro ao longo deste ano, praticamente o dobro do montante investido nos dois anos anteriores.

Crescimento aliado à satisfação dos clientes

Além da expansão da base de usuários, o Nubank destaca indicadores relacionados à qualidade do atendimento.  A instituição possui um dos menores índices de reclamações registrados pelo Banco Central entre os maiores bancos do país.

Outro reconhecimento veio do mercado consumidor. O Nubank conquistou, por nove anos consecutivos, o Prêmio Reclame Aqui, concedido às empresas com melhor desempenho no relacionamento com os clientes.

Nubank impulsionou inclusão financeira

O impacto da companhia também aparece nos indicadores de inclusão financeira. Segundo dados apresentados pela instituição, cerca de 31,5 milhões de brasileiros passaram a ter acesso a conta digital, crédito e produtos para formação de patrimônio por meio do Nubank.

O número representa aproximadamente um em cada cinco adultos brasileiros, reforçando o papel da fintech na ampliação do acesso aos serviços financeiros.  O reconhecimento dos consumidores também aparece no levantamento NPS Prism, elaborado pela Bain & Company referente ao quarto trimestre de 2025.

Segundo o estudo, o Nubank é atualmente a instituição financeira preferida dos brasileiros para concentrar salário, pagamentos e produtos financeiros.

Aquisição reforça estratégia de longo prazo

A compra do Banco Porto Real vai além do cumprimento de uma exigência regulatória. A operação fortalece a estrutura institucional do Nubank em um momento de expansão acelerada no mercado brasileiro.

Ao incorporar uma licença bancária tradicional sem alterar sua operação digital, a fintech reforça sua estratégia de crescimento sustentável, preserva sua identidade de marca e amplia sua capacidade de atuação dentro das normas estabelecidas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional.

E-mail sobre “liquidação” gerou repercussão e esclarecimentos

A aquisição também ocorre após um episódio que gerou repercussão no mercado financeiro. Em junho, um disparo de e-mail enviado a diversos clientes do Nubank comunicou, de forma equivocada, a suposta “liquidação extrajudicial” da instituição, provocando dúvidas e especulações sobre sua situação financeira.

Fiat celebra 50 anos com filme emocionante inspirado em “Paisagem da Janela”

Reprodução

A Fiat escolheu a emoção para celebrar seus 50 anos de atuação no Brasil. Em vez de apresentar apenas uma retrospectiva institucional, a montadora lançou um filme que transforma sua trajetória em uma narrativa afetiva sobre pessoas, cidades e gerações que acompanharam a evolução da marca desde sua chegada ao país.

Criada pela Leo, a campanha utiliza uma linguagem cinematográfica para mostrar que a história da Fiat também se confunde com a história de milhões de brasileiros. O filme percorre cinco décadas por meio das janelas de diferentes modelos da marca, transformando cada viagem em uma lembrança coletiva.

Direção de arte recria o passado para contar o presente

Um dos aspectos mais marcantes do filme é a direção de arte. As imagens recebem um tratamento visual que remete aos filmes produzidos nas décadas de 1970 e 1980. As cores menos saturadas, a textura semelhante à película e os enquadramentos criam uma atmosfera nostálgica. O recurso aproxima o espectador do passado sem perder a conexão com o presente.

Logo nas primeiras cenas surge uma referência histórica à icônica empena publicitária com a frase “Se você nasceu para vencer, compre Fiat”. O elemento resgata uma campanha conhecida da marca, mas ganha novo significado dentro da narrativa comemorativa.

A campanha não se limita a recordar antigos anúncios. Ela utiliza símbolos históricos para mostrar como a Fiat construiu uma identidade própria no Brasil ao longo das últimas cinco décadas.

“Paisagem da Janela” reforça as raízes mineiras da marca

A escolha da trilha sonora é um dos maiores acertos da campanha.  A canção “Paisagem da Janela”, composta por Lô Borges e Fernando Brant, é um dos clássicos da música brasileira e representa a identidade cultural de Minas Gerais.

A música acompanha toda a narrativa com naturalidade. Mais do que servir como fundo musical, ela conduz emocionalmente a viagem proposta pelo filme.  A relação entre a obra e a Fiat é especialmente significativa. Foi em Minas Gerais que a montadora iniciou sua produção nacional em 1976, com a inauguração do complexo industrial de Betim.

Ao utilizar uma composição criada por dois dos maiores representantes da música mineira, a campanha reforça que a história da Fiat no Brasil começou em solo mineiro e permanece profundamente ligada ao estado.

A história do Brasil vista pela janela de um Fiat

A campanha adota um conceito simples e eficiente gravada em Belo Horizonte e Diamantina. Em praticamente toda a narrativa, o espectador observa o Brasil pela janela de um automóvel Fiat. Crianças observando a cidade, famílias viajando, ruas movimentadas, festas populares, paisagens históricas, igrejas e cenários típicos de Minas Gerais aparecem como capítulos de uma única história.

O filme evolui naturalmente até ampliar sua narrativa para todo o território nacional. Ao longo da produção surgem diversos modelos que marcaram gerações, acompanhando mudanças sociais, econômicas e culturais do país.

O encerramento sintetiza esse conceito com uma frase de forte impacto: “Da janela de um Fiat, a gente virou fã do Brasil.”  A mensagem reforça que a marca não pretende apenas contar sua própria história, mas mostrar como esteve presente em momentos importantes da vida dos brasileiros.

Fiat construiu uma trajetória própria no mercado brasileiro

Embora tenha origem italiana, o filme praticamente não faz referência à Itália. Essa escolha narrativa demonstra que a campanha valoriza a identidade construída pela Fiat dentro do mercado brasileiro.

Fundada como Fabbrica Italiana Automobili Torino, a empresa chegou ao Brasil em um momento em que o setor automotivo era dominado por poucas montadoras tradicionais. Ao longo das décadas, a Fiat conquistou espaço com modelos acessíveis, inovação tecnológica e forte presença industrial. Hoje, a marca ocupa posição de liderança no mercado nacional e integra um dos maiores grupos automotivos do mundo.

O filme mostra essa evolução sem recorrer a números ou discursos institucionais. A trajetória é contada por meio das experiências vividas por diferentes gerações.

Manifesto sobre a relação entre a marca e os brasileiros

O título do filme, “Fiat. Há 50 anos fã do Brasil”, sintetiza a proposta da campanha ao inverter a lógica tradicional da publicidade. Em vez de afirmar que os brasileiros são fãs da Fiat, a marca se coloca como admiradora do país, reconhecendo que sua trajetória foi construída ao lado dos brasileiros. A mensagem reforça que o sucesso da montadora nasceu da conexão com a cultura, as pessoas, as cidades e a capacidade de inovação do Brasil. É uma declaração de pertencimento que evidencia como a Fiat deixou de ser apenas uma fabricante italiana para se tornar uma marca genuinamente brasileira.

Ao longo do filme, essa narrativa ganha força ao destacar algumas das principais inovações que marcaram a indústria automotiva nacional. A campanha relembra que o Fiat 147 entrou para a história como o primeiro automóvel movido a etanol produzido em série no mundo, um marco da engenharia brasileira durante o Programa Nacional do Álcool (Proálcool). A trajetória de inovação continua com o Fiat Palio, pioneiro entre os carros populares nacionais a oferecer airbag, ampliando o acesso à segurança veicular.

O filme também ressalta o Fiat Uno, responsável por introduzir o primeiro motor turbo produzido em série no Brasil, além da Fiat Strada, líder absoluta de vendas no mercado brasileiro há cinco anos consecutivos. A narrativa chega aos dias atuais com a Fiat Toro, apresentada como a primeira picape nacional híbrida leve, e o Fiat Fastback, reconhecido como o primeiro SUV Coupé desenvolvido e produzido no Brasil, evidenciando que a inovação permanece como uma das principais características da marca após cinco décadas de atuação no país.

Fiat ajudou a transformar a indústria automotiva brasileira

Celebrar 50 anos da Fiat significa também reconhecer sua contribuição para o desenvolvimento industrial do Brasil. A instalação da fábrica de Betim transformou Minas Gerais em um dos principais polos automotivos da América Latina, impulsionando investimentos, inovação tecnológica, geração de empregos e o fortalecimento da cadeia nacional de fornecedores.

Fiat celebra 50 anos no Brasil com filme emocionante inspirado em "Paisagem da Janela"

Ao longo dessas cinco décadas, a empresa lançou veículos que marcaram época, ampliou o acesso ao automóvel para milhões de brasileiros e participou diretamente da evolução da mobilidade no país. Além dos automóveis, a Fiat consolidou uma relação próxima com os consumidores brasileiros, acompanhando diferentes fases da economia nacional e adaptando seu portfólio às necessidades do mercado. Essa conexão é o principal tema do filme comemorativo.

Campanha emociona pela simplicidade da narrativa

A produção evita exageros e aposta em uma construção emocional baseada na memória afetiva. A narrativa não depende de efeitos especiais ou discursos grandiosos. São as pessoas, as paisagens e os automóveis que conduzem a história.

A direção da Leo consegue transformar um filme institucional em uma homenagem à memória coletiva dos brasileiros. Ao unir fotografia inspirada em filmes antigos, uma trilha sonora que celebra a cultura mineira e imagens que percorrem cinco décadas de história, a campanha entrega uma das produções publicitárias mais relevantes da Fiat nos últimos anos.

Mais do que celebrar um aniversário, o filme reforça a posição da montadora como uma marca que ajudou a escrever parte importante da história da indústria automobilística brasileira e da mobilidade no país.

Fiat Festival 50 Anos reúne Thiaguinho, IZA e espetáculo inédito com 1.600 drones

Evento gratuito acontece em 21 de julho, no Mineirão, com apresentações de Thiaguinho, IZA, César Menotti & Fabiano, transmissão ao vivo pelo Multishow e Globoplay e o maior show de drones da América do Sul.

A Fiat prepara uma celebração inédita para marcar seus 50 anos de atuação no Brasil. No dia 21 de julho, o Mineirão, em Belo Horizonte (MG), receberá o Fiat Festival 50 Anos, evento gratuito que reunirá música, entretenimento e tecnologia em uma homenagem à trajetória da marca no país.

O grande destaque da programação será o maior show de drones da América do Sul. Desenvolvido exclusivamente para o festival, o espetáculo utilizará 1.600 drones sincronizados para transformar o céu da capital mineira em uma grande tela de luzes, contando a história da Fiat no Brasil por meio de imagens aéreas, símbolos marcantes e momentos que fizeram parte da vida de milhões de brasileiros.

A apresentação tecnológica foi concebida para celebrar as cinco décadas da fabricante no país. Durante o espetáculo, os drones formarão figuras que representam veículos históricos, marcos da empresa e elementos que construíram a identidade da Fiat ao longo dos anos.

Cinco décadas de história ao lado dos brasileiros

Há 50 anos, a Fiat escreve sua história ao lado dos brasileiros. Desde a inauguração de sua fábrica em Betim (MG), a empresa consolidou uma trajetória marcada pela inovação, democratização da mobilidade e desenvolvimento da indústria automotiva nacional.

Ao longo dessas cinco décadas, milhões de brasileiros confiaram na marca, que participou de diferentes momentos da vida das famílias, acompanhou transformações do mercado e lançou modelos que se tornaram referência no país. Essa relação de confiança ajudou a construir uma das histórias mais importantes da indústria automobilística brasileira.

Para celebrar esse marco histórico, a Fiat convida o público para uma grande festa no Mineirão. O evento gratuito foi planejado para reunir música, experiências interativas, emoção e diversas atrações especiais, reforçando a conexão construída entre a marca e os brasileiros ao longo de cinco décadas.

Shows e transmissão ao vivo

Além do espetáculo aéreo, o Fiat Festival 50 Anos contará com apresentações de Thiaguinho, IZA e César Menotti & Fabiano, reunindo diferentes estilos musicais em uma programação voltada para toda a família.

O evento também será transmitido ao vivo pelo Multishow e Globoplay, permitindo que o público de todo o país acompanhe a comemoração. A transmissão especial terá início às 19h30 e incluirá conteúdos exclusivos produzidos especialmente para a celebração.

Entre os destaques da programação televisiva estarão os shows completos, um pocket show de César Menotti & Fabiano, entrevistas com executivos da Fiat e convidados especiais, além da exibição do filme comemorativo dos 50 anos da montadora no Brasil.

Tecnologia e emoção no céu de Belo Horizonte

O espetáculo com 1.600 drones promete ser um dos maiores momentos da noite. Cada equipamento será controlado por um sistema sincronizado capaz de criar imagens tridimensionais, animações e efeitos luminosos de grande impacto visual.

A apresentação foi desenvolvida exclusivamente para o Fiat Festival 50 Anos e homenageará personagens, veículos e momentos que marcaram a história da empresa no Brasil, transformando o céu do Mineirão em um palco tecnológico.

O uso da tecnologia reforça o compromisso da Fiat com a inovação, característica presente desde sua chegada ao mercado brasileiro e que continua orientando seus investimentos em produtos, mobilidade e experiências para os consumidores.

Exposição e experiências para o público

Os visitantes também poderão conhecer uma exposição especial com modelos clássicos e atuais da Fiat, permitindo uma viagem pela evolução da marca ao longo de cinco décadas.

A programação foi planejada para proporcionar experiências imersivas aos participantes, reunindo entretenimento, memória, tecnologia e interação em um único evento.

A apresentação ficará sob o comando do jornalista Pedro Bial, que conduzirá os principais momentos da celebração ao longo da noite.

Entrada gratuita mediante doação

O Fiat Festival 50 Anos terá entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, reforçando o caráter solidário da comemoração.

Os clientes Fiat puderam garantir ingressos entre os dias 3 e 8 de julho, por meio de cadastro realizado no WhatsApp oficial da marca.

Já o público em geral poderá retirar os ingressos a partir de 9 de julho, pela plataforma Sympla, enquanto houver disponibilidade.

Evento gratuito acontece em 21 de julho, no Mineirão, com apresentações de Thiaguinho, IZA, César Menotti & Fabiano, transmissão ao vivo pelo Multishow e Globoplay e o maior show de drones da América do Sul.
Divulgação

Serviço – Fiat Festival 50 Anos
Data: 21 de julho de 2026 (terça-feira)
Horário do evento: a partir das 18h
Transmissão: Multishow e Globoplay, às 19h30
Local: Estádio Mineirão
Endereço: Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – São José – Belo Horizonte (MG)
Atrações confirmadas: Thiaguinho, IZA e César Menotti & Fabiano
Apresentação: Pedro Bial
Exposição: modelos clássicos e atuais da Fiat
Entrada: gratuita mediante doação de 1 kg de alimento não perecível
Ingressos para clientes Fiat: distribuídos entre 3 e 8 de julho pelo WhatsApp oficial da marca.
Ingressos para o público geral: disponíveis a partir de 9 de julho, pela plataforma Sympla, enquanto houver disponibilidade.

O Fiat Festival 50 Anos promete reunir história, música, tecnologia e emoção em uma celebração inédita. Com o maior show de drones da América do Sul, atrações musicais de destaque e transmissão nacional, a Fiat transforma Belo Horizonte no palco das comemorações de uma das trajetórias mais relevantes da indústria automotiva brasileira.

Aracaju proíbe publicidade de bets

Aracaju proibiu a publicidade de plataformas de apostas esportivas em espaços públicos e engenhos publicitários. A medida foi anunciada pela prefeita Emília Correia e oficializada pelo Decreto nº 8.740.
Foto: Thales Brandão. Orla de Atalaia em Aracaju/SE.

A Prefeitura de Aracaju oficializou, nesta quinta-feira (16), a proibição da publicidade de plataformas de apostas de quota fixa (bets) em espaços públicos e meios de divulgação sujeitos ao poder de polícia administrativa do município. A medida foi anunciada pela prefeita Emília Correia durante o programa “Café com Emília”, transmitido pelas redes sociais, e formalizada por meio do Decreto nº 8.740, publicado na mesma data.

Com a iniciativa, Aracaju torna-se a primeira capital do Nordeste a adotar uma restrição dessa natureza. A decisão acompanha um movimento iniciado recentemente pela Prefeitura do Rio de Janeiro, que também proibiu a publicidade de bets em áreas públicas sob o slogan “As bets não têm mais espaço nas ruas do Rio.”

Decreto amplia restrições à publicidade de apostas

O Decreto nº 8.740 dispõe sobre a vedação da exploração publicitária de plataformas de apostas de quota fixa em engenhos publicitários, meios de divulgação e demais espaços cuja utilização dependa de autorização, licença, permissão ou concessão do município.

A norma alcança bens públicos e privados sujeitos ao licenciamento municipal, incluindo: Outdoors; Painéis publicitários; Mobiliário urbano; Equipamentos públicos; Logradouros públicos; e Demais espaços regulamentados pelo Município.

Segundo o texto, a vedação decorre do exercício do poder de polícia administrativa e busca proteger o interesse público, a paisagem urbana, crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

Publicidade indireta também está proibida

O decreto não restringe apenas anúncios tradicionais. O artigo 2º estabelece que a proibição se aplica a qualquer forma de publicidade, propaganda, promoção comercial, patrocínio, comunicação mercadológica ou divulgação institucional.

Também ficam vedadas ações que promovam: marcas; aplicativos; operadores; sites; domínios; logotipos; elementos visuais; e quaisquer sinais que permitam identificar plataformas de apostas.

A restrição vale independentemente do meio, da tecnologia ou da modalidade utilizada para divulgação.

EMSURB será responsável pela fiscalização

O decreto atribui à Empresa Municipal de Serviços Urbanos (EMSURB) a responsabilidade pela fiscalização das novas regras.

Entre as atribuições estão: fiscalizar o cumprimento do decreto; negar pedidos de licenciamento incompatíveis com a norma; determinar a retirada de publicidade irregular; aplicar medidas administrativas previstas na legislação municipal.

Além disso, todos os órgãos e entidades da administração pública deverão observar as novas regras na celebração, renovação ou revisão de contratos, convênios, permissões, concessões e autorizações que envolvam exploração publicitária.

Empresas terão prazo para adaptação

Embora o decreto tenha aplicação imediata, os anunciantes e empresas de publicidade deverão remover as peças atualmente instaladas e adequar seus espaços às novas regras. O texto ainda suspende, por até dez dias, a aplicação das multas previstas na legislação municipal, permitindo um período de transição para adaptação.

Medida busca proteger a população

Nos considerados do decreto, a Prefeitura destaca a necessidade de proteger a população diante da crescente exposição à publicidade de plataformas de apostas. O documento também cita a Lei Federal nº 14.790/2023, que regulamenta as apostas de quota fixa no Brasil, e reforça a competência do município para disciplinar a publicidade em espaços sob sua administração.

Entre os objetivos apontados estão: proteger crianças e adolescentes; preservar pessoas em situação de vulnerabilidade; garantir o ordenamento urbano; reduzir os impactos sociais associados à ampla exposição à publicidade das bets.

Movimento acompanha iniciativa do Rio de Janeiro

A decisão de Aracaju ocorre poucos dias após a Prefeitura do Rio de Janeiro publicar o Decreto Rio nº 58.274/2026, que também proibiu a publicidade de plataformas de apostas em mídias externas e espaços públicos. Na capital fluminense, a campanha foi apresentada com a mensagem: “As bets não têm mais espaço nas ruas do Rio.”

A medida carioca proíbe publicidade em mobiliário urbano, publicidade exterior e demais espaços cuja exploração dependa de licença ou autorização municipal. Assim como em Aracaju, o objetivo é fortalecer o ordenamento urbano, proteger a paisagem da cidade e reduzir a exposição da população às campanhas de apostas.

Anvisa suspende lotes da Mamba Water após identificar bactéria em água mineral

A Anvisa suspendeu os lotes 13 e 14 da água mineral Mamba Water após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa. Empresa iniciou recall voluntário e orienta consumidores a solicitar reembolso.
Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (16), a suspensão da comercialização de dois lotes da Água Mineral Mamba Water após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa durante análises de controle de qualidade realizadas pelo fabricante.

A decisão foi publicada por meio da Resolução nº 2.783/2026, no Diário Oficial da União (DOU), e determina a suspensão da venda, distribuição e utilização dos produtos afetados.

Quais lotes da Mamba Water foram suspensos?

A empresa HNK BR Indústria de Bebidas Ltda., responsável pela marca Mamba Water, informou que iniciou o recolhimento voluntário dos seguintes produtos:

Lote 13
Lote 14

Os produtos correspondem à Água Mineral Sem Gás Mamba Water 350 ml, envasada em lata.

Os lotes foram produzidos em:

3 de abril de 2026 (Lote 13)
4 de abril de 2026 (Lote 14)

Os respectivos prazos de validade são:

3 de abril de 2027
4 de abril de 2027

Segundo a Anvisa, esses produtos não podem ser comercializados, distribuídos nem consumidos.

Bactéria foi identificada em análises de rotina

Em nota oficial, a Mamba Water informou que a decisão foi tomada preventivamente após exames internos detectarem resultado fora do padrão microbiológico esperado.

De acordo com a empresa, a ocorrência está restrita exclusivamente aos lotes 13 e 14.

A fabricante esclareceu que aproximadamente 82% do volume produzido desses lotes já foi bloqueado preventivamente, permanecendo fora da circulação comercial.

Segundo a companhia, medidas corretivas também foram adotadas junto à fornecedora responsável pelo envase do produto.

Marca afirma que não há registros de consumidores afetados

A empresa destacou que, até o momento, não existem registros de reclamações ou eventos adversos relacionados ao consumo dos lotes recolhidos.

Ainda assim, a Mamba Water decidiu realizar o recall por precaução. Segundo a nota, pessoas saudáveis apresentam baixo risco de complicações.

Entretanto, consumidores imunossuprimidos ou portadores de doenças preexistentes podem apresentar maior vulnerabilidade caso consumam o produto contaminado.

Consumidores devem interromper o consumo

A Mamba Water orienta que consumidores que possuam unidades dos lotes 13 ou 14 não consumam o produto. A empresa também informou que realizará o reembolso integral dos consumidores.

O atendimento ocorre por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC):

E-mail: contato@mambawater.com.br
Telefone: 0800 888 1090
Atendimento: segunda a sábado, das 9h às 21h.

Segundo a empresa, o recall não gera qualquer custo para os consumidores.

O que é a bactéria Pseudomonas aeruginosa?

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria encontrada naturalmente no meio ambiente. Embora normalmente represente baixo risco para pessoas saudáveis, pode provocar infecções em indivíduos com o sistema imunológico comprometido. Por esse motivo, a Anvisa determina rigorosos controles microbiológicos para produtos destinados ao consumo humano.

Nota Oficial da MAMBA WATER

“Comunicamos, como medida preventiva, o recolhimento voluntário dos lotes 13 e 14 da água mineral sem gás em lata, 350ml, marca MAMBA WATER, envasados em unidade autorizada da fornecedora Bebidas Poty S.A, regularizada perante a autoridade de vigilância sanitária em 19.12.2023.

A iniciativa ocorre após a identificação, em análises de controle de rotina, de resultado fora do padrão microbiológico esperado, com a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa no produto. Trata-se de ocorrência pontual, restrita aos lotes com final 13 e 14, fabricados em 3.4.2026 e 4.4.2026, com validade até 3.4.2027 e 4.4.2027. Não há registro de reclamações ou de qualquer impacto à saúde de consumidores nos canais de atendimento, nem de impacto em outros produtos da marca. Até o momento, aproximadamente 82% do volume dos lotes envolvidos já foi preventivamente bloqueado, permanecendo fora de circulação comercial. As medidas corretivas aplicáveis já foram adotadas junto à fornecedora do produto.

Embora não haja registros de eventos adversos à saúde associados a esses lotes, em casos específicos, seu consumo pode eventualmente representar risco à saúde. Em pessoas saudáveis, o risco é baixo, sem maiores complicações à saúde. Em indivíduos com sistema imunológico comprometido, especialmente pessoas imunossuprimidas e/ou portadoras de doenças preexistentes, há risco maior de agravo à saúde, demandando assistência médica.

Por isso, comprometida com o cuidado, a segurança e a confiança do consumidor, a MAMBA WATER, da marca da Hnk Br Indústria de Bebidas Ltda, responsável pelo produto, orienta que consumidores que possuam unidades dos lotes 13 e 14 não consumam o produto e entrem em contato para solicitar o respectivo reembolso. O contato pode ser realizado com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), a partir de 16 de julho de 2026, pelo e-mail contato@mambawater.com.br ou pelo telefone 0800 888 1090, de segunda a sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, acesse www.mambawater.com.br. A MAMBA WATER afirma que este recall não representa qualquer custo ao consumidor e reitera o seu comprometimento com a saúde e segurança dos seus clientes.”

Nubank nomeia Livia Chanes como CEO para a América Latina

O Nubank nomeia Livia Chanes como CEO para a América Latina. A executiva seguirá à frente da operação brasileira e liderará a expansão da instituição financeira no México e na Colômbia.
Divulgação

O Nubank, maior instituição financeira digital da América Latina, anunciou a nomeação de Livia Chanes como CEO para a América Latina. A executiva acumulará a nova função com o cargo de CEO do Nubank Brasil, fortalecendo a estratégia de crescimento da companhia na região.

Com a mudança, Armando Herrera, responsável pela operação no México, e Marcela Torres, líder na Colômbia, passarão a responder diretamente à executiva, mantendo autonomia operacional em seus respectivos mercados.

O anúncio ocorre em um momento de forte expansão do Nubank, que ultrapassou a marca de 135 milhões de clientes em âmbito global e recebeu autorização para operar oficialmente como banco no México.

“Meu compromisso é garantir que o México e a Colômbia se beneficiem de tudo o que construímos no Brasil. Essa troca acelera a inovação em todas as direções”, afirma Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil e para a para América Latina.

Nubank amplia presença na América Latina

A nova estrutura acompanha o crescimento acelerado da instituição financeira na região.

No México, o Nubank consolida sua posição como o maior banco digital do país. A operação alcançou o ponto de equilíbrio financeiro (break-even) no primeiro trimestre de 2026 e já soma 15 milhões de clientes, incorporando aproximadamente 12 mil novos usuários por dia.

Na Colômbia, a fintech completa cinco anos de atuação com 5 milhões de clientes, presença em todos os departamentos do país, mais de 11 trilhões de pesos em depósitos e investimentos previstos de US$ 130 milhões para 2026.

Segundo a companhia, aproximadamente 37 milhões de pessoas passaram a integrar o sistema financeiro formal por meio da plataforma do Nubank, sendo 31,5 milhões no Brasil, 4,7 milhões no México e quase 1 milhão na Colômbia.

“Há treze anos, nos propusemos a provar que um banco poderia ser mais simples e construído em torno do cliente. Foi no Brasil que validamos esse modelo”, afirma David Vélez, fundador e CEO Global do Nubank.

Tênis: UTS Rio de Janeiro reúne João Fonseca, Kyrgios e Guto Miguel; Confira onde assistir e regras do torneio

O UTS Rio de Janeiro 2026 começa nesta quinta-feira com João Fonseca, Guto Miguel, Nick Kyrgios e Corentin Moutet. Confira programação, onde assistir, ingressos e as regras do torneio.
Reprodução/Instagram

O UTS Rio de Janeiro 2026 (Ultimate Tennis Showdown) começa nesta quinta-feira (16), no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. O torneio reúne grandes nomes do tênis internacional, como João Fonseca, Nick Kyrgios, Corentin Moutet, Francisco Cerúndolo, Brandon Nakashima, Cameron Norrie e Tallon Griekspoor, além da jovem promessa brasileira Guto Miguel.

Criado em 2020 pelo técnico francês Patrick Mouratoglou, o UTS revolucionou o formato tradicional do tênis ao introduzir partidas mais rápidas, maior interação com o público e regras que tornam os jogos mais dinâmicos.

Guto Miguel estreia contra Nick Kyrgios

A primeira rodada reserva um dos confrontos mais aguardados da noite. O brasileiro Guto Miguel, de apenas 17 anos, estreia às 20h (horário de Brasília) diante do australiano Nick Kyrgios.

O jovem chega ao torneio em grande fase após conquistar o título de simples em Roland Garros Juvenil e o troféu de duplas em Wimbledon Juvenil, ao lado do esloveno Žiga Šeško.

A partida terá transmissão ao vivo pelo sportv3.

Programação do UTS Rio de Janeiro 2026

Quinta-feira (16/07)
18h às 22h

Corentin Moutet x Tallon Griekspoor
Francisco Cerúndolo x Brandon Nakashima
Nick Kyrgios x Guto Miguel
Cameron Norrie x Corentin Moutet

Sexta-feira (17/07)
18h às 22h

Guto Miguel x Brandon Nakashima
João Fonseca x Tallon Griekspoor
Francisco Cerúndolo x Cameron Norrie
João Fonseca x Nick Kyrgios

Sábado (18/07)
12h – Primeira classificação
13h – Semifinal
14h – Semifinal
15h – Segunda classificação
16h – Final

Onde assistir ao UTS Rio 2026
TV: sportv3
Local: Ginásio do Maracanãzinho, Rio de Janeiro

Ingressos
Os ingressos continuam disponíveis na Ticketmaster, com opções individuais e combos para os três dias de competição.

Valores
Ingressos individuais: R$ 50 a R$ 250
Combo para três dias: R$ 145 a R$ 600

Como funciona o formato do UTS

O Ultimate Tennis Showdown foi criado para tornar o esporte mais dinâmico e aproximar os atletas dos torcedores.  O torneio reúne oito jogadores em um grupo único no formato Round Robin, seguido pelo Final Four.

Cada atleta disputa pelo menos três partidas e pode chegar a quatro jogos durante o evento.

Pontuação diferente do circuito ATP

Ao contrário do tênis tradicional, o UTS elimina a contagem de 15, 30 e 40.  Cada ponto vale exatamente um ponto, tornando a compreensão muito mais simples para o público.  Outra diferença importante é o tempo entre os pontos.

Os jogadores possuem apenas 15 segundos para reiniciar a disputa, acelerando significativamente o ritmo das partidas.

Partidas divididas em quatro quartos

Cada jogo é disputado em quatro quarters, com duração de oito minutos cada. Vence o atleta que conquistar três quartos. Caso a partida termine empatada em 2 a 2, ocorre um desempate decidido pelos dois pontos seguintes. Nos instantes finais de cada quarto acontece o Quarter Point.

Se um jogador estiver vencendo quando restar apenas um ponto para o fim do tempo, precisará ganhar apenas mais uma troca de bola para confirmar o quarter. Se houver empate ao final dos oito minutos, o próximo ponto define o vencedor daquela parcial.

Cartas bônus aumentam emoção

Outra novidade é o uso da Bonus Card. Cada jogador possui uma carta por quarter. Quando acionada, o próximo ponto passa a valer três pontos, desde que seja conquistado pelo atleta que utilizou o recurso. A ativação acontece por meio de um botão instalado na quadra.

Sem segundo saque e sem aquecimento

O regulamento também elimina o aquecimento tradicional. Os atletas entram em quadra e iniciam a partida imediatamente. Outra mudança significativa é a ausência do segundo saque. Cada ponto conta com apenas uma tentativa de saque, tornando os serviços mais arriscados e reduzindo a quantidade de aces.

Interação durante os jogos

Uma das marcas registradas do UTS é a aproximação entre jogadores e torcedores. Os atletas podem conversar com seus treinadores durante a partida, enquanto o público participa ativamente da atmosfera do evento, algo incomum no circuito profissional tradicional.

Critérios de classificação

A classificação do Round Robin será definida pelos seguintes critérios:

  • Maior número de vitórias;
  • Maior número de partidas disputadas;
  • Confronto direto, quando houver empate entre dois jogadores.

Caso três ou mais atletas terminem empatados, serão utilizados:

  • Melhor saldo de quarters;
  • Melhor saldo de pontos;
  • Sorteio.

Patrick Mouratoglou idealizou o torneio

O UTS foi criado em 2020 pelo francês Patrick Mouratoglou, um dos treinadores mais influentes do tênis mundial.  Ao longo da carreira, Mouratoglou trabalhou com alguns dos maiores nomes do esporte, entre eles Serena Williams, Holger Rune, Stefanos Tsitsipas, Simona Halep, Coco Gauff, Grigor Dimitrov e Naomi Osaka em períodos de treinamento e consultoria.

Nos últimos anos, o treinador também passou a acompanhar de perto jovens talentos brasileiros, participando do desenvolvimento técnico de atletas do país e fortalecendo sua relação com o tênis brasileiro.

Com um formato inovador, grandes estrelas internacionais e a presença de duas das maiores promessas do Brasil, João Fonseca e Guto Miguel, o UTS Rio de Janeiro 2026 promete transformar o Maracanãzinho em um dos principais palcos do tênis mundial neste fim de semana.

GENCO® entra em nova fase e apresenta DONNA™, seu estúdio de cinema publicitário sintético

A GENCO® apresenta a DONNA™, estúdio de cinema publicitário sintético que combina inteligência artificial, criatividade e produção audiovisual para acelerar campanhas.
Divulgação

A GENCO®, produtora audiovisual do diretor e cineasta André Vidigal, anuncia uma nova fase de sua operação com a apresentação do seu braço DONNA™, estúdio de imagem sintética, que já opera com resultados reais.

DONNA™ nasceu para responder a um problema prático do mercado: orçamentos cada vez mais apertados diante de roteiros ambiciosos. Vidigal optou por só falar sobre a tecnologia depois de testá-la em produções reais, entregues a clientes reais.

“DONNA™ não é uma ferramenta genérica de IA, e sim um estúdio de cinema publicitário sintético em nível internacional, plugado à estrutura de uma produtora tradicional, daí a preferência por falar em imagem sintética e cinema sintético”, explica Vidigal. “Filmar é o mais artesanal, o mais elegante, o mais humano que a gente faz – é como um móvel feito à mão por um artesão. DONNA™ existe para dar a esse artesão uma fábrica que trabalhe para ele, para que a vida dele fique mais confortável e ele consiga fazer ainda mais”, completa.

Um dos exemplos é “Clean My Name”, campanha de Cif vencedora de ouro, prata e bronze em Cannes Lions. O estúdio colaborou criando digitalmente um cenário de spa inviável de se construir fisicamente, e populando o filme com dezenas de réplicas do produto em cenas de grande escala, além da criação do personagem 3D, o “mini-boletinho”, para o packshot.

Outro exemplo é a campanha de Omo estrelada por Vinícius Júnior, filmada em Madri: nas cenas com o jogador, a produção seguiu a política do cliente de não recorrer a imagem sintética envolvendo pessoas, mas nos planos de demonstração de produto, o estúdio DONNA™ permitiu criar sequências visualmente impossíveis sem uma equipe de computação gráfica dedicada. Ambos os projetos foram realizados para a Droga5.

Toda a operação do estúdio segue um protocolo próprio de compliance, com verificação de semelhança com pessoas reais antes de qualquer aprovação e contratos que impedem parceiros de tecnologia de treinar modelos com os projetos da produtora.

A GENCO® apresenta a DONNA™, estúdio de cinema publicitário sintético que combina inteligência artificial, criatividade e produção audiovisual para acelerar campanhas.

Em paralelo, o estúdio DONNA™ já desenvolve um longa-metragem de ficção com personagens reais e sintéticos, falado nativamente em português, com locações em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A GENCO® completa três anos de fundação em outubro de 2026. Desde sua criação por André Vidigal, a produtora marcou presença todos os anos nos festivais mais relevantes da publicidade mundial, com premiações em Cannes Lions, Clio Awards, One Show, El Ojo de Iberoamérica e Effie Awards.

Atualmente, o backoffice da GENCO® , é conduzido numa parceria com a produtora ROMA, dos executivos Leyla Fernandes e João Carvalho. Já a DONNA™ opera de maneira independente.

Plug reposiciona operação para atuar como consultoria estratégica e lança modelo com IA para acelerar entregas

A Plug anuncia seu reposicionamento como consultoria estratégica e lança o Plug FastTrack, metodologia com inteligência artificial que reduz em até 70% o tempo de desenvolvimento de projetos.
Divulgação

O avanço da inteligência artificial, a consolidação de estruturas in-house e a crescente pressão por eficiência vêm alterando o papel das agências de comunicação. Em vez de concentrar valor na execução, empresas passaram a buscar parceiros capazes de apoiar decisões estratégicas, organizar plataformas de marca e acelerar processos sem renunciar à qualidade criativa.

Esse movimento tem levado o mercado a uma reconfiguração do modelo tradicional de agência. A demanda agora é por estruturas mais enxutas, com alto nível de senioridade, visão de negócios e capacidade de integrar estratégia, criatividade e tecnologia em uma mesma operação.

É nesse contexto que a Plug anuncia seu reposicionamento. A agência passa a atuar como uma consultoria estratégica e criativa voltada à construção de marcas, combinando planejamento, branding, criação e inteligência artificial para desenvolver soluções capazes de responder com mais velocidade aos desafios de marketing das empresas.

A operação passa a ser organizada em duas frentes complementares. A primeira concentra atividades de maior valor estratégico, como definição de posicionamento, territórios de marca, plataformas de comunicação, conceitos criativos, campanhas e direcionamentos para diferentes canais. A segunda reúne uma estrutura voltada à aceleração de entregas recorrentes, utilizando inteligência artificial para otimizar fluxos de trabalho e ampliar produtividade.

Como parte dessa nova fase, a agência lança o Plug FastTrack, metodologia proprietária que integra sistemas de briefing, organização estratégica e inteligência artificial para acelerar o desenvolvimento das etapas iniciais dos projetos.

O modelo foi criado para reduzir o tempo entre a identificação do desafio e a apresentação das primeiras rotas estratégicas e criativas, fase que costuma concentrar boa parte do esforço operacional dos times de marketing e comunicação. Segundo a Plug, a metodologia permite reduzir em até 70% o tempo de desenvolvimento dessas entregas iniciais, liberando as equipes para concentrar esforços nas decisões de maior impacto para o negócio.

“Nos últimos anos percebemos que o principal valor para os clientes deixou de ser produzir mais peças e passou a ser construir melhores decisões. A inteligência artificial acelera processos, mas continua sendo a estratégia que define a direção. Nosso reposicionamento parte exatamente dessa combinação entre pensamento de negócio, criatividade e tecnologia”, afirma Daniel Santander, fundador da Plug.

Como agências de SEO podem escalar link building sem montar uma equipe interna?

Como escolher o parceiro ideal de Link Building
Divulgação: Rank Certo - imagem criada por IA.

Se você já vende SEO, provavelmente conhece bem este paradoxo: o cliente quer crescer em tráfego orgânico, você entrega estratégia técnica, conteúdo, otimizações on-page, relatórios… mas chega uma hora em que a autoridade do domínio trava o avanço. E aí entra o link building.

O problema é que link building raramente escala com facilidade dentro de uma agência. Não basta “comprar links” ou sair enviando e-mails para blogs. Existe prospecção, análise de qualidade, negociação, produção de conteúdo, aprovação, publicação, controle de âncoras, acompanhamento de indexação e prestação de contas. Tudo isso consome tempo, exige método e pode virar um gargalo operacional rapidamente.

A boa notícia: sua agência não precisa necessariamente montar uma equipe interna para vender e entregar link building com qualidade. Com processos certos, parceiros confiáveis e critérios claros de qualidade, você consegue escalar link building sem transformar sua operação em um caos de planilhas, follow-ups e publicações atrasadas.

O que os números dizem sobre a prioridade do Link Building

Antes de entrar nos desafios operacionais, vale entender por que o link building consome tanto orçamento e atenção das agências. Segundo pesquisa da Editorial.link com 518 especialistas em SEO, as agências destinam, em média, 32,1% de todo o orçamento de SEO para link building, enquanto os times internos das empresas destinam ainda mais: 36,03%. É, na prática, a maior linha de despesa isolada dentro da maioria dos orçamentos de SEO — o que explica por que um gargalo nessa frente pesa tanto no resultado final da agência.

O investimento também segue em alta: um levantamento da Reporter Outreach com 500 profissionais de SEO mostra que 58% aumentaram o orçamento de link building em 2026 comparado a 2025, contra apenas 14% que reduziram. E o custo por link não para de subir — o preço médio aceitável por um backlink de qualidade já está em US﹩ 508,95, segundo a mesma pesquisa da Editorial.link, com 76% dos compradores dispostos a pagar US﹩ 300 ou mais por link. Ou seja: a demanda por link building não está esfriando, e o custo de fazer errado (ou de fazer devagar demais) só tende a aumentar.

Por que o Link Building é o gargalo de crescimento das agências

Link building costuma virar gargalo porque fica em uma zona desconfortável entre estratégia, relacionamento comercial, produção editorial e operação. Diferente de uma auditoria técnica ou de um calendário de conteúdo, em que boa parte do fluxo depende da sua própria equipe, a conquista de backlinks depende de terceiros: sites parceiros, editores, jornalistas, donos de portais, blogs de nicho e veículos que têm seus próprios prazos.

Para uma agência de SEO ou marketing digital, isso cria uma camada extra de imprevisibilidade. Você pode prometer ao cliente uma campanha mensal com 10 backlinks, mas cada link exige uma cadeia de ações: encontrar oportunidades, validar métricas, negociar valores, alinhar pauta, produzir ou adaptar o conteúdo, aguardar aprovação, conferir publicação e registrar tudo no relatório. Quando você tem dois ou três clientes, dá para resolver “no braço”. Com 15, 30 ou 50 contas, o improviso quebra.

Além disso, link building mexe diretamente com reputação. Um backlink ruim não é apenas um item fraco no relatório: ele pode colocar em risco a percepção de qualidade da sua agência e, em casos mais graves, expor o cliente a práticas agressivas demais. Por isso, muitos gestores ficam presos em um dilema: sabem que precisam entregar autoridade off-page para melhorar resultados, mas não querem assumir uma operação complexa e cheia de riscos.

Outro ponto é a margem. Se sua equipe de SEO gasta horas demais procurando sites, negociando publicações e cobrando retornos, o serviço deixa de ser escalável. O que parecia uma oferta lucrativa se transforma em uma rotina operacional pesada. E quanto mais personalizada for a busca por links, maior a carga de trabalho.

É por isso que agências maduras tratam link building como uma esteira com critérios, não como uma tarefa solta. A questão não é simplesmente “conseguir backlinks”, mas conseguir backlinks relevantes, em volume previsível, com controle de qualidade e sem sugar a energia da equipe estratégica — algo reforçado pelo fato de que 93,8% dos link builders profissionais afirmam priorizar qualidade sobre quantidade de links.

Os desafios de montar uma equipe interna de Link Building

Montar uma equipe interna de link building parece, à primeira vista, o caminho mais seguro. Você ganha controle, centraliza o conhecimento e cria um processo próprio. Só que, na prática, esse modelo exige mais investimento e maturidade operacional do que muitas agências imaginam.

O primeiro desafio é contratar perfis certos. Uma boa operação de link building precisa de pessoas com habilidades diferentes: prospecção, negociação, análise de SEO, redação, gestão de relacionamento e controle de processos. É raro encontrar um profissional que faça tudo isso bem. Muitas vezes, você acaba montando uma minioperação com analista, redator, gestor de parcerias e alguém responsável por relatórios.

O segundo desafio é construir uma base de relacionamento. Ter uma equipe não significa ter acesso imediato a bons sites. Você ainda precisa mapear veículos, validar qualidade, negociar condições, criar histórico de entrega e manter contato ativo. Esse ativo leva tempo para ser desenvolvido. E tempo, para uma agência em crescimento, custa caro.

Há também o problema da demanda irregular. Em alguns meses, você terá muitos clientes solicitando backlinks. Em outros, a demanda pode cair. Se a equipe for pequena, ela sobrecarrega nos picos. Se for grande demais, pesa no custo fixo quando a carteira oscila. Esse desequilíbrio é especialmente comum em agências que vendem SEO em pacotes mensais, mas ainda não têm previsibilidade total de expansão.

Outro ponto delicado é a gestão da qualidade. Uma equipe interna precisa de critérios claros para avaliar domínios, páginas, contexto editorial, tráfego orgânico, perfil de links, histórico de spam, nicho e naturalidade das âncoras. Sem isso, o time pode priorizar quantidade em vez de relevância, e esse é um erro caro.

Por fim, existe o custo invisível da gestão. Treinar pessoas, revisar entregas, acompanhar follow-ups, organizar planilhas, resolver atrasos e lidar com exceções consome tempo da liderança. Se você, como dono ou gestor, precisa ficar apagando incêndio em cada campanha, a equipe interna deixa de ser uma solução e vira mais um centro de complexidade.

Modelos de terceirização para escalar Link Building

White Label Link Building: Como Funciona na Prática

No modelo white label, um parceiro executa o link building nos bastidores, enquanto sua agência mantém o relacionamento direto com o cliente. Para o cliente final, a entrega sai com a marca, linguagem e padrão da sua agência. Isso permite vender autoridade off-page sem montar uma estrutura própria de prospecção, negociação e produção.

O modelo white label faz sentido quando a agência já possui demanda por SEO, mas não quer montar uma equipe interna apenas para prospectar sites, negociar publicações, produzir conteúdos, acompanhar aprovações e organizar relatórios. Nesse cenário, a Rank Certo opera link building white label para agências de SEO e marketing, funcionando como um braço operacional discreto para entregas de autoridade off-page.

Na prática, você define com o parceiro o volume mensal de links, critérios mínimos de qualidade, nichos permitidos, restrições, tipos de âncora e formato de relatório. A partir daí, o parceiro busca oportunidades, valida domínios, cuida das publicações e entrega evidências para sua agência apresentar ao cliente.

Freelancers e Parceiros Especializados: Prós e Contras

Freelancers podem ser uma alternativa interessante para agências que estão começando a terceirizar link building ou têm demandas específicas. Um bom profissional independente pode ajudar na prospecção de sites, negociação de guest posts, produção de artigos ou montagem de relatórios.

A principal vantagem é a flexibilidade. Você pode contratar por projeto, por lote de links ou por horas. Isso reduz custos fixos e permite testar diferentes formatos antes de assumir compromissos maiores. Também é comum encontrar freelancers com experiência em nichos específicos, como saúde, finanças, tecnologia, educação ou jurídico.

O risco está na dependência operacional. Se apenas uma pessoa concentra contatos, critérios e histórico de negociação, sua agência fica vulnerável a atrasos, mudanças de disponibilidade ou queda de qualidade. Além disso, freelancers nem sempre têm uma rede ampla de sites ou processos robustos de validação. Alguns são excelentes em outreach, mas fracos em análise de SEO. Outros entregam bons contatos, mas não dominam produção de conteúdo.

Para usar esse modelo com segurança, você precisa documentar tudo: critérios de aprovação, métricas mínimas, sites vetados, padrão de âncoras, tom dos conteúdos, prazos e modelo de relatório. Também vale evitar que o freelancer seja o único guardião da operação. Sempre que possível, sua agência deve manter acesso às informações principais.

Em resumo, freelancers funcionam bem para complementar capacidade, testar demanda ou resolver necessidades pontuais. Para escalar link building em volume recorrente, porém, você provavelmente precisará de processos mais sólidos e menos dependentes de uma única pessoa.

Plataformas e Marketplaces de Backlinks

O benefício é claro: velocidade. Marketplaces reduzem o tempo de prospecção e tornam o custo mais previsível. Você consegue filtrar por autoridade, tráfego estimado, nicho, idioma e valor. Isso ajuda principalmente em campanhas simples, quando o objetivo é ganhar escala com menos fricção.

Mas existe um cuidado importante. Nem todo site listado em marketplace é uma boa oportunidade. Alguns domínios têm métricas infladas, tráfego artificial, excesso de links vendidos ou conteúdo genérico demais. Se muitos clientes e concorrentes compram links nos mesmos lugares, a naturalidade da campanha pode cair. E o Google é cada vez melhor em identificar padrões artificiais.

Outro ponto é a falta de personalização. Uma campanha séria de link building precisa considerar contexto semântico, páginas prioritárias, intenção de busca, autoridade temática e perfil atual de backlinks do cliente. Marketplace ajuda na execução, mas raramente substitui pensamento estratégico.

Se você optar por esse caminho, use plataformas como apoio, não como piloto automático. Valide manualmente os sites mais relevantes, revise o histórico de publicações, confira se há tráfego orgânico real e observe se o conteúdo do domínio faz sentido para o cliente. A conveniência é ótima, desde que não custe a reputação da sua agência.

O impacto da IA na demanda por Link Building

Vale um parênteses sobre um fator que tem mudado o comportamento de compra dos clientes: a chegada da inteligência artificial nos mecanismos de busca não reduziu a procura por link building — pelo contrário, parece estar reacendendo o interesse pelo tema.

Segundo dados do Google Trends, o termo “link building” vem registrando um crescimento consistente de buscas desde fevereiro de 2025, movimento associado à corrida das marcas para entender como aparecer bem nas respostas geradas por IA, pois 85% dos compradores confiam em uma marca quando a IA a recomenda.

Como escolher o parceiro ideal de Link Building
Fonte: Google Trends

A explicação faz sentido prático: ferramentas como o ChatGPT ainda recorrem a citações dos dez primeiros resultados de busca tradicional em cerca de 75% das vezes, o que faz da autoridade construída via backlinks um caminho ainda relevante para ganhar visibilidade também no ambiente de buscas por IA.

Essa percepção é compartilhada pela maioria dos profissionais do setor. Para uma agência, isso é um argumento comercial concreto: o serviço não está perdendo relevância, está ganhando uma segunda justificativa de compra.

Como escolher o parceiro ideal de Link Building

Comece avaliando o processo de curadoria. Pergunte como os sites são selecionados, quais métricas são consideradas e quais critérios eliminam uma oportunidade. Métricas como autoridade de domínio, tráfego orgânico estimado e quantidade de palavras-chave ranqueadas são úteis, mas não bastam. Você também deve observar relevância temática, qualidade editorial, frequência de publicação, perfil de links externos e sinais de spam.

Depois, analise o nível de personalização. Um parceiro confiável não deveria simplesmente empurrar uma lista pronta de domínios. Ele precisa entender o cliente, o nicho, as páginas que você quer fortalecer e o tipo de âncora adequado para cada etapa da campanha. Link building para um e-commerce de móveis não segue a mesma lógica de um SaaS B2B ou de uma clínica médica.

Transparência também é fundamental. Você deve saber onde os links serão publicados, qual conteúdo será usado, quais prazos estão envolvidos e como a entrega será comprovada. Alguns parceiros trabalham com pré-aprovação de sites: outros apresentam oportunidades dentro de faixas de qualidade. O importante é que você tenha visibilidade suficiente para proteger sua marca.

Outro critério é capacidade de escala. O parceiro consegue atender cinco clientes hoje e vinte daqui a três meses? Tem operação para lidar com múltiplos nichos? Consegue manter padrão de qualidade mesmo com aumento de volume? Essas perguntas evitam que você troque um gargalo interno por um gargalo terceirizado.

Por fim, observe a postura consultiva. Bons parceiros não dizem “sim” para qualquer pedido. Eles alertam quando uma âncora está agressiva demais, quando uma página não está pronta para receber links ou quando o ritmo de aquisição parece artificial. Esse tipo de fricção saudável é sinal de maturidade, não de dificuldade.

Processos e ferramentas para gerenciar Link Building terceirizado

O primeiro passo é criar um briefing padrão por cliente. Esse documento deve incluir segmento, concorrentes principais, páginas prioritárias, palavras-chave estratégicas, tipos de âncora permitidos, restrições de sites, tom de comunicação e observações jurídicas ou de compliance, quando houver. Quanto melhor o briefing, menor o retrabalho.

Também é importante manter um controle centralizado das campanhas. Pode ser em uma planilha bem organizada, em ferramentas como Airtable, Notion, ClickUp, Trello ou em um sistema interno. O essencial é registrar status de cada link: solicitado, em prospecção, aprovado, conteúdo em produção, enviado, publicado, indexado e reportado. Isso evita aquele clássico “em que pé está esse backlink?” no meio da semana.

Para análise de qualidade, ferramentas como Ahrefs, Semrush, Moz, Majestic, Similarweb e Google Search Console ajudam a avaliar domínios, tráfego, perfil de backlinks e evolução de páginas. Nenhuma métrica isolada deve decidir tudo, mas o conjunto oferece sinais importantes. Um site com autoridade razoável, tráfego orgânico real e conteúdo coerente costuma valer mais do que um domínio com métrica alta e zero relevância.

Defina também uma cadência de revisão. Por exemplo: aprovação quinzenal de oportunidades, conferência semanal de status e fechamento mensal de relatório. Isso mantém a operação viva sem transformar o gestor em fiscal de cada microtarefa.

No relatório ao cliente, conecte link building a objetivos de SEO. Mostre os backlinks entregues, mas também acompanhe evolução de posições, tráfego orgânico das páginas trabalhadas, crescimento de autoridade, novos domínios de referência e contexto da campanha. Cliente maduro não quer apenas uma lista de links: ele quer entender como aquilo fortalece o projeto.

E, claro, mantenha um histórico por cliente. Com o tempo, esse banco de dados ajuda a evitar repetição de domínios, controlar diversidade de âncoras e demonstrar evolução estratégica. É um detalhe simples, mas separa uma operação amadora de uma operação escalável.

Como garantir qualidade e proteger a reputação dos clientes

Comece definindo uma política de qualidade. Ela deve listar o que sua agência considera aceitável e o que está fora do jogo. Sites sem tráfego orgânico, domínios com aparência de rede privada, páginas lotadas de links externos, conteúdo claramente automatizado, temas sensíveis incompatíveis e portais com histórico suspeito devem ser tratados com cautela. Em muitos casos, o melhor link é aquele que você decide não fazer.

A relevância temática merece atenção especial. Um backlink de um site muito forte, mas completamente desconectado do segmento do cliente, pode ter menos valor do que um link em um domínio menor, porém altamente contextual. Se você atende uma empresa de software jurídico, por exemplo, faz muito mais sentido aparecer em conteúdos sobre gestão de escritórios, tecnologia para advogados ou produtividade legal do que em um blog genérico sobre curiosidades.

Também cuide das âncoras. Repetir palavras-chave exatas em excesso é um dos jeitos mais rápidos de deixar uma campanha artificial. Misture âncoras de marca, URLs, termos semânticos, variações naturais e chamadas contextuais. A pergunta prática é: “Esse link faria sentido se ninguém estivesse tentando manipular o ranking?” Se a resposta for não, revise.

Outro ponto importante é a qualidade do conteúdo publicado. Um artigo raso, mal escrito e claramente feito só para encaixar um link passa uma mensagem ruim. O conteúdo ao redor do backlink precisa ter utilidade, coerência e leitura natural. Isso protege tanto o cliente quanto o veículo onde a publicação aparece.

Você também deve monitorar os links depois da publicação. Links podem ser removidos, páginas podem sair do ar, atributos podem mudar para nofollow e sites podem perder qualidade ao longo do tempo. Uma checagem periódica evita surpresas em relatórios e ajuda a manter a campanha saudável.

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