A The Walt Disney Company Brasil abre, a partir de 21 de setembro, as inscrições para uma nova edição do seu Programa de Jovem Aprendiz.
A iniciativa oferece aos jovens uma oportunidade de iniciar a carreira profissional em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo.
Durante 15 meses, os participantes terão formação teórica, experiência prática e atividades voltadas ao desenvolvimento profissional.
Além disso, o programa permite conhecer diferentes áreas e possibilidades de atuação dentro da companhia.
Quem pode participar do Programa de Jovem Aprendiz da Disney
Para participar, os candidatos devem estar no início da carreira profissional e ter entre 18 e 24 anos.
No caso de pessoas com deficiência (PcD), não haverá limite de idade para participação no processo seletivo.
Os interessados também devem demonstrar paixão e conhecimento por entretenimento e/ou esportes. Além disso, é necessário ter interesse pelo desenvolvimento pessoal e profissional.
Outro requisito é possuir conhecimento em Microsoft Office. Os candidatos também precisam ter disponibilidade para atuar presencialmente em São Paulo (SP).
Inscrições para o programa da Disney
As inscrições começam em 21 de setembro e serão realizadas pelo site oficial de carreiras da Disney.
Entretanto, o processo não terá uma data fixa para encerramento. As inscrições permanecerão abertas até atingir o limite de 3 mil candidatos.
Por isso, a Disney poderá encerrar o período de inscrições antecipadamente. A medida ocorrerá caso o número máximo de participantes seja alcançado.
Os interessados devem acompanhar as informações e realizar a inscrição diretamente pela plataforma oficial de carreiras da companhia.
Inscrições para o Programa de Jovem Aprendiz da Disney
Formação e experiência profissional
Ao longo dos 15 meses, os jovens aprendizes poderão conhecer diferentes áreas da The Walt Disney Company.
Nesse período, o programa combinará formação e experiência profissional. A jornada também envolve ambientes relacionados a entretenimento, tecnologia, criatividade e inovação.
Além disso, a iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novas habilidades e conhecimentos.
A proposta também considera a conciliação entre experiência profissional e formação escolar. Dessa maneira, os participantes poderão ampliar sua preparação para os próximos passos da carreira.
Benefícios oferecidos pela Disney
Além da formação e da experiência profissional, os jovens aprendizes terão acesso a benefícios oferecidos pela companhia.
Entre os benefícios informados pela Disney estão:
Bolsa-auxílio;
Auxílio para trabalho remoto;
Seguro de vida;
Programa de idiomas;
Vale-transporte;
Programa de desenvolvimento profissional;
Vale-refeição;
Wellhub;
Assistência médica.
A iniciativa também integra os esforços da companhia para ampliar o acesso de jovens a oportunidades de formação e desenvolvimento profissional.
Além disso, o programa busca contribuir para a preparação de novos talentos. A proposta considera ainda a construção de um ambiente de trabalho mais diverso e representativo.
Como se inscrever no Programa de Jovem Aprendiz da Disney
José Henrique Bermejo, CRO da EVEO.
Foto: Divulgação
A EVEO vive, em 2026, o melhor momento de sua operação no Nordeste. Além disso, o volume de novos negócios supera o registrado no mesmo período de 2025.
A base de clientes da companhia na região cresceu 62% no último ano. Desde o início da operação regional, em 2024, o avanço acumulado chegou a 272%.
Esse crescimento fortalece o plano da empresa de alcançar R$ 500 milhões em receita até 2030. Para isso, a EVEO amplia sua infraestrutura e presença física no Nordeste.
A expansão ocorre principalmente pela maior demanda por servidores dedicados, private cloud e GPU dedicada para projetos de inteligência artificial.
Além disso, empresas nordestinas buscam infraestrutura local para reduzir a latência. A estratégia também contribui para aumentar a disponibilidade de aplicações consideradas críticas para as operações.
Fortaleza concentra importante infraestrutura de conectividade
Fortaleza ocupa posição estratégica na expansão da EVEO pelo Nordeste. A capital cearense concentra uma importante infraestrutura de conexão internacional de internet.
Segundo dados citados pela BBC e pela TeleGeography, cerca de 90% do tráfego internacional de internet que chega ao Brasil passa pela Praia do Futuro.
Esse fluxo ocorre por meio de 16 cabos submarinos. Eles conectam o Brasil a diferentes regiões, incluindo Europa, Estados Unidos, Caribe e África.
Consequentemente, Fortaleza se consolidou como um importante polo de conectividade internacional. Essa característica também favorece empresas que dependem de infraestrutura digital e aplicações de missão crítica.
A EVEO opera um data center Tier III em Fortaleza desde 2024. Agora, a companhia amplia essa estrutura com uma nova unidade em Recife.
Novo data center da EVEO chega a Recife
A nova unidade da EVEO em Recife será inaugurada em breve. O empreendimento terá certificação Tier III e ampliará a cobertura da companhia no Nordeste.
A decisão considera a demanda crescente por infraestrutura local. Além disso, a distância entre os principais polos da região dificulta o atendimento centralizado.
Recife está a aproximadamente 800 quilômetros de Fortaleza. Por estrada, o deslocamento chega a cerca de dez horas.
Por isso, atender toda a região a partir de apenas um data center pode limitar aplicações sensíveis à latência. Com a nova unidade, a EVEO passa a contar com dois polos estratégicos no Nordeste.
A companhia poderá, assim, ampliar a oferta de servidores dedicados, private cloud e GPU dedicada. Os serviços também serão direcionados a operações de missão crítica.
Além disso, a presença regional permite oferecer infraestrutura mais próxima dos clientes. A estratégia busca combinar menor latência, disponibilidade e preços competitivos.
“A localização da infraestrutura vai além de uma decisão técnica. É um fator estratégico para o negócio”, afirma José Henrique Bermejo, CRO da EVEO.
Segundo o executivo, a presença em Fortaleza e Recife permitirá oferecer menor latência e maior disponibilidade aos clientes nordestinos.
“Estamos crescendo na região em ritmo superior ao do ano passado. O novo data center chega para sustentar a próxima etapa dessa expansão”, acrescenta Bermejo.
A expansão também está relacionada à meta de alcançar R$ 500 milhões em receita até 2030.
EVEO amplia presença física na Paraíba
A estratégia de crescimento da EVEO também envolve a expansão da estrutura comercial e de atendimento.
Em 2025, a empresa inaugurou seu primeiro escritório regional fora de São Paulo. A unidade foi instalada em João Pessoa, na Paraíba.
Entretanto, o crescimento da equipe levou a companhia a transferir o escritório para uma nova estrutura. Em julho de 2026, a unidade passou a funcionar no edifício DCT, um dos empreendimentos corporativos de destaque da capital paraibana.
A mudança acompanha o crescimento da operação regional. Além disso, aproxima a equipe dos clientes e parceiros da companhia.
A estrutura também foi planejada para sustentar o avanço dos negócios em diferentes estados nordestinos. Entre os segmentos atendidos estão servidores dedicados, private cloud e GPU dedicada.
Inteligência artificial impulsiona demanda por infraestrutura
A expansão da EVEO ocorre em um momento de aumento da demanda por capacidade computacional. Nesse cenário, projetos de inteligência artificial exigem infraestrutura especializada e disponibilidade elevada.
As GPUs dedicadas atendem aplicações que dependem de processamento paralelo e maior capacidade computacional. Por isso, esse tipo de infraestrutura ganhou espaço entre empresas que desenvolvem projetos de IA.
Ao mesmo tempo, servidores dedicados e ambientes de private cloud continuam relevantes para aplicações corporativas. A proximidade dos data centers pode contribuir para reduzir a latência e melhorar a experiência operacional.
Com unidades em Fortaleza e Recife, a EVEO amplia sua capacidade de atendimento no Nordeste. A empresa também fortalece sua estratégia de oferecer infraestrutura digital próxima aos principais mercados regionais.
Dessa forma, a expansão combina infraestrutura, atendimento local e crescimento comercial. A companhia busca, portanto, transformar o avanço regional em uma das frentes para alcançar sua meta de receita até 2030.
O SP Open terá uma Super Quinta de grandes partidas nesta quinta-feira, 17 de setembro. A programação reúne Paula Badosa, Luisa Stefani e Naná Silva.
O torneio acontece no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Além disso, a rodada terá outros nomes importantes do circuito feminino.
Luisa Stefani abre a programação
A agenda começa às 11h, na Quadra Central Maria Esther Bueno. Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski enfrentam Rebeca Pereira e Marjorie Souza.
Atual campeã do SP Open, Luisa busca defender o título de duplas. Além disso, a brasileira ocupa atualmente a terceira posição mundial na modalidade.
A brasileira também chega ao torneio após uma temporada de destaque. Stefani foi vice-campeã de Wimbledon e conquistou três títulos em 2026.
Naná Silva busca vaga nas quartas
Não antes das 13h, será a vez de Nauhany Silva, a Naná, entrar em quadra. A brasileira enfrenta a espanhola Kaitlin Quevedo pela segunda rodada.
Foto: @fotojump
Aos 16 anos, Naná busca avançar pela primeira vez às quartas de final de um torneio WTA 250. Além disso, ela vem de uma vitória importante sobre a australiana Astra Sharma.
Naná venceu Sharma por 5/7, 6/4 e 7/5. Assim, garantiu presença na segunda rodada do torneio diante do público paulista.
Badosa volta à Quadra Central
Não antes das 14h30, Paula Badosa enfrenta a argentina Jazmin Ortenzi. A espanhola é uma das principais atrações da segunda edição do SP Open.
Badosa estreou com vitória sobre a lituana Justina Mikulskyte. A partida terminou com parciais de 6/3 e 6/2.
Foto: @fotojump
Depois da estreia, a espanhola destacou a recepção dos torcedores brasileiros. Além disso, ela afirmou que se sente confortável jogando no país.
Badosa também entrou em quadra usando uma camisa da seleção brasileira de futebol. A escolha reforçou a relação da tenista com o público local.
“O Brasil é meu segundo país favorito depois da Espanha”, afirmou Badosa. A espanhola também contou que possui amigos no país e se sente em casa.
Eva Lys também joga nesta quinta
Não antes das 17h30, Eva Lys enfrenta a argentina Nadia Podoroska. A alemã avançou após derrotar a brasileira Gabriela Cé.
Lys também destacou a presença dos torcedores durante sua estreia. Segundo a tenista, o apoio brasileiro tornou a experiência especial.
“Talvez a torcida brasileira fique um pouco do meu lado agora”, afirmou Lys. Assim, a alemã espera contar novamente com o público na próxima partida.
Laura Pigossi volta às quadras nas duplas
Laura Pigossi também terá compromisso nesta quinta-feira. A brasileira atua nas duplas ao lado de Ekaterina Ovcharenko.
A dupla enfrenta Mary Stoiana, dos Estados Unidos, e Vendula Valdmannova, da República Tcheca. O confronto será disputado após o encerramento da partida de Eva Lys.
Pigossi foi eliminada na chave de simples por Valdmannova. A tcheca venceu por 2/6, 6/1 e 6/1.
Homenagem a Niege Dias
Além dos jogos, o SP Open homenageou Niege Dias na quarta-feira. A ex-tenista foi uma das principais atletas brasileiras da história.
Niege chegou ao 31º lugar do ranking mundial. Além disso, conquistou o torneio de Barcelona em 1988.
A brasileira também venceu quatro vezes o Campeonato Brasileiro. O primeiro título veio em 1980, quando tinha apenas 13 anos.
Foto: @fotojump
Niege também conquistou títulos no Rainha Open, em São Paulo, e em torneios profissionais no Japão. Além disso, chegou às quartas de final em Roma e Berlim.
Depois da carreira como jogadora, ela também atuou como treinadora. Nesse período, comandou equipes brasileiras em cinco campeonatos sul-americanos.
“É emocionante estar aqui, sendo homenageada em um torneio feminino”, declarou Niege. A ex-tenista também destacou a evolução do tênis feminino brasileiro.
Programação do SP Open nesta quinta-feira
Quadra Central Maria Esther Bueno
11h: Gabriela Dabrowski/Luisa Stefani x Rebeca Pereira/Marjorie Souza
Não antes de 13h: Nauhany Silva x Kaitlin Quevedo
Não antes de 14h30: Jazmin Ortenzi x Paula Badosa
Não antes de 17h30: Eva Lys x Nadia Podoroska
Após descanso: Ekaterina Ovcharenko/Laura Pigossi x Mary Stoiana/Vendula Valdmannova
Quadra 1
11h: Ana Candiotto/Luiza Fullana x Yuki Naito/Dang Yan
Não antes de 12h: Suzan Lamens x Solana Sierra
Não antes de 14h30: Anna Blinkova x Vendula Valdmannova
Após descanso: Reece McAdoo/Alana Osborne x Victoria Barros/Nauhany Silva
Quadra 2
11h: Elina Avanesyan x Alina Charaeva
Não antes de 14h30: Dominika Salkova x Mary Stoiana
Após descanso: Justina Mikulskyte/Anastasia Smith x Valentyna Strakhova/Anastasia Tikhonova
Após descanso: Kaitlin Quevedo/Dominika Salkova x Julia Riera/Solana Sierra
SP Open reúne grandes nomes do tênis feminino
O SP Open 2026 acontece entre 12 e 20 de setembro, no Parque Villa-Lobos. O torneio integra o calendário WTA 250 e é disputado em quadras rápidas.
A segunda edição reúne atletas internacionais e brasileiras. Entre os destaques estão Paula Badosa, Eva Lys, Solana Sierra, Anna Blinkova e Kaitlin Quevedo.
Além disso, o torneio mantém forte presença brasileira. Luisa Stefani, Naná Silva, Victoria Barros e Laura Pigossi estão entre os nomes que representam o país.
Com isso, a quinta-feira concentra importantes confrontos da competição. A programação também aproxima o público paulista de algumas das principais atletas do circuito feminino.
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A AG2A, agência independente que atua no mercado publicitário há nove anos, estruturou nos últimos meses um modelo de negócio inteiramente novo para sua operação: transformar a imagem de atletas em marcas licenciadas próprias, com estrutura comercial, jurídica e criativa dedicada. O primeiro produto desse movimento é o Arrasquinha, personagem criado a partir da imagem do meia Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, que estreia no varejo em setembro com a pelúcia oficialmente licenciada pelo clube — lançamento anunciado em parceria entre AG2A, Flamengo e Shopee, que reúne agência, clube e marketplace na apresentação do produto. O projeto tem ainda uma linha de moda infantil em desenvolvimento – também licenciada junto ao Flamengo – e outras categorias de produto que serão reveladas em breve, sob o IP próprio do personagem.
O movimento nasce de uma inflexão estratégica da própria AG2A. Até 2025, a agência tinha como principal conta o grupo hospitalar Assim Saúde, cliente perdido no fim do ano passado após uma mudança de gestão no grupo. A saída abriu espaço para a AG2A redirecionar sua capacidade de criação – historicamente dedicada a projetos sob medida para grandes marcas, clubes e equipamentos e concessões – para produtos próprios, nos quais a agência deixa de disputar briefings de terceiros para deter parte do ativo que constrói.
A referência que orienta o projeto atravessa gerações. A tese comercial não nasceu de um estudo de mercado, mas da observação direta do comportamento do público infantil: ao acompanhar de perto o fenômeno Patrulha Canina entre o filho pequeno de Guilherme Breder, sócio e head comercial da AG2A, e seus amigos, a agência identificou o potencial comercial de personagens licenciados voltados a essa faixa etária. Dado o DNA esportivo da casa e a leitura de que o esporte é uma das plataformas de comunicação mais eficazes para propagar mensagens positivas, a equipe buscou então o maior benchmark de atleta transformado em marca licenciada no país, independentemente da modalidade: o Seninha, personagem criado a partir da imagem de Ayrton Senna e que segue vivo comercialmente e afetivamente mais de três décadas depois. O Arrasquinha nasce da mesma lógica, aplicada a um atleta em plena atividade.
Arrasquinha e Guilherme Breder. Foto: Divulgação
Entre os produtos que sustentam a operação está a pelúcia premium de 40 cm do personagem, que chega às lojas no dia 16 de setembro com exclusividade de venda na Shopee, ao preço de R$ 269,90, com meta de vendas de 15 mil unidades no primeiro ano – número que deve crescer com a extensão da linha, hoje em desenvolvimento. A Shopee é patrocinadora oficial do Flamengo há dois anos e apoia e co-cria anualmente produtos com o clube e parceiros, em iniciativas que unem a paixão da torcida à tecnologia.
O modelo de licenciamento segue uma lógica próxima à usada por marcas de entretenimento: cada licenciado paga royalties sobre o sell-in, com percentual negociado por categoria de produto, além de um Minimum Guarantee – valor mínimo garantido à AG2A independentemente do volume de vendas. Em contrapartida, o parceiro recebe direito de uso da marca e dos assets visuais do personagem, manual de identidade, suporte criativo da AG2A na aprovação do processo criativo e associação institucional a projetos sociais, com parcerias que estão sendo estabelecidas. Os contratos têm vigência mínima de 12 meses, com possibilidade de renovação, e território inicial focado no Brasil, com outros mercados em avaliação.
Um mercado de licenciamento em expansão
O Brasil ocupa hoje uma posição entre a 6ª e a 8ª colocação no ranking global de licenciamento, um dos mercados mais maduros do setor, com faturamento anual acima de R$ 23 bilhões no varejo, segundo dados consolidados pela ABRAL. É nesse cenário que a AG2A posiciona o Arrasquinha, apostando em uma combinação pouco comum de fatores: um atleta em plena atividade e no auge da carreira, em sua terceira Copa do Mundo; um produto oficialmente licenciado pelo Flamengo, o que soma a força institucional do clube ao licenciamento da imagem do próprio atleta; e um projeto social embarcado que funciona como diferencial de ESG para os licenciados. Como referência do tamanho desse fandom, as camisas de Arrascaeta venderam cerca de 975 mil unidades em 2025, à frente de Cristiano Ronaldo no ranking mundial de vendas.
O peso do atleta dentro da instituição ficou evidente recentemente, quando o Flamengo anunciou, em coletiva pré-jogo contra o São Paulo, a construção de um busto de bronze em homenagem a Arrascaeta no Hall da Fama do clube, uma honraria rara, reservada a poucos ídolos.
“O Arrasquinha nasceu como um projeto de licenciamento, mas o que estamos construindo é um modelo. Ele mostra que é possível transformar a imagem de um atleta em um ativo de marca com estrutura, contrato e previsibilidade de receita, algo que até hoje dependia quase sempre de patrocínio pontual. É um modelo pensado para ser replicado, e já estamos em conversas com outros atletas, não só do futebol, para aplicar essa mesma lógica”, afirma Guilherme Breder, sócio e head comercial da AG2A. Executivo com mais de dez anos de experiência em marketing, eventos, publicidade e esportes, Breder já liderou a estruturação de departamentos comerciais e a negociação de patrocínios estratégicos para grandes marcas, creators, clubes e equipamentos esportivos, à frente de projetos que vão de eventos esportivos e culturais a campanhas digitais e ativações de marca. É dessa combinação entre visão estratégica e execução que nasce a aposta na replicabilidade do modelo Arrasquinha.
Giorgian de Arrascaeta e Guilherme Breder. Foto: Divulgação
O projeto destinará 1% do faturamento bruto ao fundo de impacto social Craque na Vida, ainda em desenvolvimento, e que está sendo estruturado em três pilares: esporte e educação, com ações voltadas a escolinhas de futebol e distribuição de material escolar em comunidades vulneráveis; cultura, com foco em acesso a teatro e animação; e saúde, com apoio a crianças em tratamento oncológico. Nessa última frente, a AG2A já mantém parceria com a ONG Make-A-Wish Brasil. A agência também está em processo de curadoria de novas instituições parceiras nos territórios de esporte, educação e cultura, e trabalha na criação de um instituto próprio, o Instituto Craque na Vida.
Sobre a AG2A
Fundada há nove anos para atender o Assim Saúde, maior grupo hospitalar do Rio de Janeiro, a AG2A é uma agência full service e boutique, com atuação tailor made para cada cliente. Já assinou projetos para marcas como Ambev, Brahma, Brahma Duplo Malte, Beck’s, Fluminense FC, Oakberry, Gazin, Mercado Livre Arena Pacaembu, Estádio Mineirinho, os Jogos Olímpicos Rio 2016, Orla Brasil e projetos pontuais para a Prefeitura de Niterói. Com o Arrasquinha, a agência passa a deter também um ativo de marca própria.
Sobre a Shopee
Lançada em 2015 em Singapura, a Shopee é um marketplace que conecta vendedores e consumidores, com operação local no país desde 2020. Atualmente, a empresa conta com uma equipe de mais de 40 mil colaboradores em três escritórios na cidade de São Paulo, 26 centros de distribuição e nos mais de 200 hubs logísticos por todo o país para atender as vendas dos seus mais de 3 milhões de vendedores brasileiros cadastrados, que hoje são responsáveis por 95% das transações da plataforma.
A Shopee oferece uma experiência de compra fácil, segura e divertida para milhões de pessoas diariamente. Além disso, a empresa tem como compromisso contribuir com o desenvolvimento da economia digital ao ajudar pequenos e médios empreendedores e grandes marcas a prosperarem no e-commerce.
A Shopee faz parte da Sea Limited (NYSE: SE), uma empresa global de tecnologia. A missão da Sea é melhorar a vida de consumidores e pequenas empresas com tecnologia por meio de seus três negócios principais: Shopee, Garena e Monee.
A Seara ampliou a linha Protein de três para 13 produtos. Agora, o portfólio inclui pizzas, massas, hambúrgueres, empanados, almôndegas e frios.
Além disso, cerca de 90% dos novos produtos estão na categoria de congelados. Assim, a marca amplia sua presença em diferentes momentos de consumo.
A expansão acompanha o maior interesse dos brasileiros por alimentos com proteína. Segundo pesquisa da Mintel, 31% dos consumidores procuram proteína em alimentos e bebidas saudáveis.
“O consumidor quer aumentar a presença de proteína na alimentação, mas não necessariamente mudar aquilo que gosta de comer”, afirma Rafael Palmer, diretor de Marketing da Seara.
Novos produtos da Seara Protein
A linha Seara Protein estreou em setembro de 2025 com três refeições completas. As opções tinham pelo menos 30 gramas de proteína por refeição.
Agora, o portfólio chega a 13 produtos. As opções oferecem entre 15 e 36 gramas de proteína por porção.
Entre as novidades estão:
Lasanha à bolonhesa;
Pizza de pepperoni;
Pizza de três queijos;
Almôndega de carne bovina;
Mini-hambúrguer bovino;
Filé de frango à milanesa;
Empanado de frango recheado;
Fettuccine à bolonhesa;
Levíssimo, feito 100% de lombo suíno cozido.
O Levíssimo está disponível em embalagens de 150 e 180 gramas. Dessa forma, a linha passa a atender diferentes refeições e ocasiões.
Mercado de alimentos com proteína
O mercado de alimentos com proteína adicionada movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano no Brasil. Globalmente, o segmento supera US$ 50 bilhões, segundo dados da Euromonitor.
Além disso, produtos com proteína adicionada estão presentes em 12,8 milhões de lares brasileiros. Esse número representa 21% dos domicílios do país.
Para a Seara, a oportunidade está em levar proteína para categorias já conhecidas pelos consumidores. Assim, a marca combina proteína, praticidade e sabor em produtos tradicionais.
Resultados iniciais
A expansão também apresenta resultados positivos nas categorias que receberam os novos produtos. Segundo a empresa, as versões com proteína adicionada registram giro 10% superior.
A comparação considera produtos similares sem proteína adicionada. Portanto, os primeiros resultados reforçam a estratégia de ampliar a linha.
Os novos produtos começaram a chegar aos pontos de venda de todo o Brasil. Com isso, a Seara amplia sua oferta de alimentos com proteína para diferentes ocasiões de consumo.
A Renault Geely do Brasil iniciou a produção do Geely EX5 EM-i, primeiro veículo da marca fabricado nas Américas. A produção ocorre no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná.
Além disso, a empresa anunciou um novo ciclo de R$ 2 bilhões em investimentos no Brasil. Com isso, os aportes previstos entre 2025 e 2027 chegam a R$ 5,8 bilhões.
O novo investimento amplia a estratégia de localização da produção. Dessa forma, a parceria entre Renault e Geely ganha uma nova etapa industrial no mercado brasileiro.
Geely EX5 EM-i começa a ser produzido no Brasil
O Geely EX5 EM-i é um SUV híbrido plug-in desenvolvido sobre a arquitetura GEA. O modelo combina motor a combustão e propulsão elétrica.
Segundo a Geely, o sistema EM-i Super Hybrid utiliza motor 1.5 litro e motor elétrico de 160 kW. A configuração alcança até 943 quilômetros de autonomia combinada pelo ciclo WLTP.
Além disso, o modelo pode alcançar até 83 quilômetros de autonomia exclusivamente elétrica. Assim, a proposta combina deslocamentos urbanos eletrificados com maior autonomia em viagens.
Divulgação
O EX5 EM-i já possui presença em diferentes mercados internacionais. Agora, sua fabricação brasileira amplia a estratégia de localização da Geely na América Latina.
O lançamento comercial brasileiro está previsto para ocorrer até o final de 2026. Portanto, a produção nacional antecede a chegada do modelo às concessionárias.
Complexo Ayrton Senna recebe nova arquitetura industrial
Para receber a tecnologia Geely, o Complexo Industrial Ayrton Senna passou por uma ampla transformação no início de 2026.
A unidade recebeu adaptações para implementar a GEA (Global Intelligent Electric Architecture). Com isso, a fábrica ampliou sua capacidade tecnológica e produtiva.
A arquitetura permite produzir diferentes sistemas de propulsão. Dessa forma, o complexo passa a reunir tecnologias de combustão, híbridas, híbridas-flex e totalmente elétricas.
A estratégia também amplia a utilização da estrutura industrial existente. Assim, Renault e Geely podem compartilhar recursos produtivos e acelerar novos lançamentos.
A parceria prevê a produção de veículos das duas marcas no complexo de São José dos Pinhais. O acordo foi formalizado entre Renault e Geely em novembro de 2025.
Investimento chega a R$ 5,8 bilhões
O novo ciclo anunciado soma R$ 2 bilhões. Esse valor se soma aos R$ 3,8 bilhões anunciados anteriormente para o período de 2025 a 2027.
Consequentemente, os investimentos da Renault Geely no Brasil chegam a R$ 5,8 bilhões no período.
O aporte também contempla a produção de um novo veículo Renault eletrificado. O modelo será baseado na arquitetura GEA e começará a ser produzido em 2027.
Esse veículo será o primeiro modelo nacional relacionado ao plano estratégico FutuREady da Renault. Portanto, o projeto representa uma etapa relevante na estratégia de eletrificação da marca no Brasil.
Além disso, a Renault confirmou a produção da tecnologia Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel no país. A fabricação dessa motorização está prevista para 2027.
Geely EX2 será produzido em dezembro
A expansão da produção brasileira também inclui o Geely EX2. O hatch totalmente elétrico começará a ser produzido no Complexo Ayrton Senna em dezembro de 2026.
O modelo utiliza a arquitetura GEA e amplia a oferta de veículos elétricos produzidos localmente. Dessa maneira, a Geely avançará na estratégia de localização de sua linha no país.
A Geely já havia lançado o EX2 no mercado brasileiro. O modelo chegou ao país como parte da expansão internacional da marca.
Agora, a produção nacional representa uma nova etapa para o modelo. Além disso, reforça o papel do Brasil dentro da estratégia global da fabricante.
Parceria entre Renault e Geely
A Renault Geely do Brasil foi criada em novembro de 2025. A iniciativa busca ampliar a cooperação entre Renault Group e Geely no mercado brasileiro.
Na estrutura anunciada, a Geely adquiriu participação de 26,4% na Renault do Brasil. A Renault Group permaneceu como acionista majoritária e continuou consolidando a empresa.
A parceria envolve produção e comercialização de veículos de baixa e zero emissão. Além disso, utiliza recursos industriais e comerciais já disponíveis no país.
A estratégia também permite ampliar a rede de distribuição da Geely. Consequentemente, a marca pode combinar novos produtos com uma estrutura industrial e comercial estabelecida.
Executivos destacam estratégia de longo prazo
Para Ariel Montenegro, presidente e CEO da Renault Geely do Brasil, o início da produção representa um marco para a operação brasileira.
“O início de fabricação do primeiro veículo Geely no Brasil é um momento histórico para a marca Geely”, afirmou o executivo.
Montenegro também destacou o papel dos colaboradores no avanço do projeto. Segundo ele, a produção representa mais um passo para acelerar o crescimento da Geely no país.
Já Jianjun Chen, diretor comercial da Geely do Brasil, ressaltou o compromisso da empresa com o mercado brasileiro.
“Estamos iniciando uma nova fase da Geely no Brasil”, afirmou Chen. Além disso, o executivo destacou a ampliação da rede de concessionários.
Segundo Chen, o Brasil passou a ocupar uma posição estratégica na expansão internacional da marca. Portanto, a produção local integra uma estratégia de longo prazo.
Renault amplia estratégia de eletrificação
O novo ciclo também fortalece a estratégia de eletrificação da Renault no Brasil. A marca terá acesso à arquitetura GEA para desenvolver um novo veículo nacional.
Segundo Fabrice Cambolive, presidente do Conselho da Renault Geely do Brasil e CEO Renault Brand, o investimento demonstra confiança no mercado brasileiro.
O executivo afirmou que o novo Renault baseado na GEA representa um primeiro grande passo do plano FutuREady no país.
Além disso, Cambolive destacou a possibilidade de acelerar a chegada de veículos eletrificados. A estratégia busca combinar tecnologia, competitividade e produção local.
Brasil ganha relevância na estratégia global da Geely
Para Victor Yang, vice-presidente sênior do Geely Holding Group, a produção brasileira representa uma etapa importante na globalização da companhia.
“O Brasil é um mercado altamente estratégico em nossa presença global”, afirmou Yang.
A Geely ampliou sua presença internacional nos últimos anos. Em 2025, a empresa entrou em 13 novos mercados e encerrou o ano com presença em 88 países e regiões.
A marca também acelerou sua expansão em 2026. No primeiro semestre, seus modelos EX5 e EX5 EM-i chegaram a mais de 20 países europeus.
Assim, a produção brasileira passa a integrar uma estratégia internacional de localização. O país também se torna uma plataforma relevante para a expansão da Geely na América Latina.
Próximos passos da produção nacional
Com o início da produção do Geely EX5 EM-i, a operação brasileira entra em uma nova fase. O próximo marco será a produção nacional do EX2, prevista para dezembro.
Em 2027, a empresa terá ainda outros projetos relevantes. Entre eles, estão o novo Renault baseado na GEA e a tecnologia Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel.
Dessa forma, o Complexo Ayrton Senna ampliará seu papel na produção de veículos eletrificados. Ao mesmo tempo, Renault e Geely aprofundarão a integração industrial no Brasil.
Pelo quinto ano consecutivo, a Africa Creative será a anfitriã brasileira do Portfolio Night, iniciativa global promovida pelo The One Club for Creativity que aproxima novos talentos de profissionais de destaque da indústria criativa. A edição de São Paulo acontece no dia 8 de outubro, das 18h às 23h, na sede da Africa Creative, no Morumbi. A agência está oficialmente confirmada pelo The One Club como host da edição paulistana de 2026.
Criado em 2003, o Portfolio Night é reconhecido pelo The One Club como o maior programa global de revisão de portfólios de publicidade. Em uma mesma noite, jovens criativos têm a oportunidade de apresentar seus trabalhos, receber feedbacks de profissionais experientes, ampliar sua rede de contatos e se aproximar de algumas das principais agências e lideranças do mercado. Em 2026, a programação acontece em 28 cidades anunciadas pelo The One Club.
Em São Paulo, a Africa Creative volta a reunir diferentes nomes da indústria para uma noite dedicada à troca, ao desenvolvimento e à descoberta de novos talentos. Neste ano, participarão profissionais das agências como Almap, Artplan, BETC, Publicis Groupe, R/GA, WMcCann, além da própria Africa Creative.
Durante o encontro, os participantes passam por rodadas de conversas e avaliações de seus portfólios com diferentes profissionais. Mais do que uma análise dos trabalhos apresentados, a proposta é criar uma oportunidade real de contato entre quem está começando a construir sua trajetória e quem já atua no mercado, abrindo espaço para orientação, networking e novas conexões profissionais.
“Talento precisa de oportunidade. O Portfolio Night tem essa capacidade de colocar uma nova geração de criativos em contato direto com grandes profissionais da nossa indústria e criar trocas que realmente fazem diferença. Para a Africa, estar à frente dessa iniciativa no Brasil pelo quinto ano consecutivo é motivo de muito orgulho. A gente acredita em criatividade, acredita em gente boa e acredita que uma indústria forte se constrói também abrindo espaço para novos talentos mostrarem do que são capazes”, afirma Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative.
Além das avaliações locais, o Portfolio Night mantém em 2026 o programa Portfolio Night All-Stars. Cada cidade anfitriã seleciona um jovem criativo de destaque para participar de uma programação virtual de uma semana, na qual os escolhidos trabalham em equipes globais a partir de um briefing de uma marca, além de participarem de seminários e sessões de recrutamento. Ao final, as equipes apresentam suas propostas a um júri, e os integrantes da equipe vencedora recebem uma viagem a Nova York para participar da Creative Week 2027, promovida pelo The One Club.
Ao sediar novamente a edição brasileira, a Africa Creative dá continuidade a uma relação construída ao longo dos últimos anos com o Portfolio Night e reforça o compromisso de aproximar a nova geração de criativos do mercado, criando oportunidades para que novos trabalhos, repertórios e perspectivas sejam vistos por profissionais de diferentes partes da indústria.
Serviço
Portfolio Night São Paulo 2026
Data: 8 de outubro de 2026
Horário: das 18h às 23h
Local: Africa Creative
Endereço: Av. dos Tajurás, 333 – Morumbi, São Paulo – SP
Realização: The One Club for Creativity
Host em São Paulo: Africa Creative
Ingressos: https://www.eventbrite.com/e/1998391447615?aff=oddtdtcreator
Sobre o The One Club for Creativity
O The One Club for Creativity é uma organização global sem fins lucrativos dedicada a apoiar e celebrar a comunidade criativa. A organização é responsável por iniciativas e premiações como The One Show, ADC Annual Awards, Type Directors Club, Young Ones Student Awards, Creative Week e Portfolio Night, entre outras, além de programas voltados à educação, desenvolvimento profissional e ampliação do acesso à indústria criativa.
SOBRE AFRICA CREATIVE:
Com mais de duas décadas de história, a Africa Creative é uma das agências mais criativas e inovadoras do mundo, responsável pela comunicação de grandes marcas nacionais e globais. Referência em transformar ideias em impacto cultural e resultados de negócio, a agência é a única latino-americana no Top 10 do Warc Creative 100 de 2026 e figura entre as agências mais premiadas do Brasil e do mundo no Festival Internacional de Cannes Lions. A agência ainda ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de compra de mídia do Cenp-Meios, reafirmando sua solidez como parceira de negócios. Com a criatividade em seu DNA e um perfil disruptivo por natureza, mantém sedes em São Paulo e Nova York, atuando como ponte estratégica para marcas brasileiras expandirem sua presença internacional. Lidera de forma ininterrupta, há 20 anos, todas as edições do ranking bianual do Agency Scope, da Scopen.
Os contratos de publicidade no esporte estão ficando mais caros nos ativos que oferecem grande alcance, exclusividade e exposição contínua. Uma marca na camisa, o nome de um estádio ou um pacote de direitos digitais podem ter valores muito diferentes porque cada formato entrega visibilidade e duração próprias.
Clubes hoje negociam esses espaços com empresas de vários setores, e o mercado de apostas, no qual https://1xbet.bet.br/pt atua, é apenas uma das categorias que disputam esse inventário comercial. Audiência, território, desempenho esportivo e extensão do contrato continuam sendo os fatores que mais pesam na definição do valor.
Camisas seguem entre os espaços mais disputados
A camisa segue muito visível. Em 3 de setembro, o London City Lionesses anunciou a Nike como patrocinadora principal e classificou o acordo como o maior já fechado no futebol feminino. Os valores não foram divulgados, mas Michele Kang afirmou que o contrato supera alguns acordos de clubes masculinos da Premier League e o patrocínio de cerca de US$ 4 milhões anuais associado à nova franquia de Atlanta na NWSL.
O caso mostra por que comparar contratos exige cautela. Um valor pode incluir só a camisa principal ou acrescentar categorias femininas, base, conteúdo, hospitalidade e direitos digitais.
O preço nasce do pacote vendido
Duas propriedades com audiência semelhante podem cobrar valores diferentes porque entregam direitos distintos. Duração, exclusividade por setor, número de jogos televisionados e mercados cobertos alteram a conta.
Também pesa a capacidade do clube de manter relevância fora do campo. Redes sociais, atletas conhecidos e presença em competições internacionais ampliam a exposição além dos 90 minutos.
Uma proposta discutida com outra empresa previa R$ 35 milhões por ano durante cinco temporadas, mas as conversas não avançaram. Valor pedido, capacidade financeira do patrocinador e estratégia do clube nem sempre chegam ao mesmo ponto.
Ativo comercial
Exemplo recente
Valor conhecido
Camisa feminina
London City–Nike
Não divulgado
Naming rights
Morumbi, acordo atual
R$ 75 milhões por três anos
Naming rights proposto
Morumbi
R$ 35 milhões anuais
Camisa Premier League
Aston Villa–Visit Rwanda
Cerca de £20 milhões anuais
A Premier League mudou o mapa dos patrocinadores
A temporada 2026/27 começou sem marcas de apostas na frente das camisas da Premier League. Os clubes haviam decidido encerrar esse formato após 2025/26, abrindo o espaço principal para empresas de outros setores.
Isso não elimina o marketing ligado às apostas no futebol. Outros inventários continuam sujeitos às regras aplicáveis, mas a mudança força operadores e clubes a repensar onde a exposição pode ocorrer. Uma restrição desse tipo altera oferta, procura e preço dos ativos restantes.
O contrato compra muito mais que visibilidade
Antes de assinar, patrocinadores avaliam várias entregas:
audiência de televisão e streaming;
alcance nas redes sociais;
exclusividade dentro da categoria comercial;
uso de jogadores em campanhas;
hospitalidade e ativações presenciais;
direitos sobre conteúdo e propriedades digitais.
Quanto mais amplo o pacote, menos útil se torna comparar contratos apenas pelo espaço ocupado na camisa.
Retorno começa a pesar tanto quanto prestígio
O mercado de 2026 mostra que o esporte continua capaz de cobrar valores altos, mas compradores querem medir o resultado com mais precisão. Exposição televisiva, buscas pela marca, vendas, cadastros e interação digital entram na avaliação.
Isso vale também para empresas de apostas, que precisam separar alcance publicitário de aquisição real. Um contrato caro só faz sentido quando a audiência corresponde ao público pretendido e as regras permitem usar os direitos comprados.
Por isso, o custo da publicidade esportiva não tem tabela universal. Uma camisa de elite, um estádio ou uma parceria digital pode valer cifras muito diferentes. O preço final nasce da combinação entre audiência, escassez do ativo, duração, território, desempenho esportivo e direitos adicionais incluídos.
Informativo e Conteúdo Comercial: 18+ | Jogue com responsabilidade. Apostas podem causar dependência e não é investimento. Este texto menciona operadora de aposta licenciada pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF).
O SP Open 2026 cancelou a Sessão 1 desta segunda-feira, 14 de setembro, devido às fortes chuvas que atingem São Paulo.
A organização comunicou a decisão pelas redes sociais. Além disso, destacou as condições climáticas previstas para as próximas horas.
Segundo o comunicado, os compradores dos ingressos da Sessão 1 terão os bilhetes automaticamente cancelados pela Eventim.
As informações sobre o procedimento de reembolso serão comunicadas diretamente pela plataforma aos compradores.
Por outro lado, ingressos de cortesia, institucionais e Ground Pass não serão reembolsados, conforme o comunicado divulgado pela organização.
A programação das demais sessões poderá sofrer alterações. Por isso, o SP Open orientou o público a acompanhar os canais oficiais do torneio.
Chuva altera programação do SP Open
A decisão ocorre em um cenário de instabilidade meteorológica na capital paulista. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo, a segunda-feira terá chuva moderada a forte.
Além disso, o órgão apontou risco elevado de alagamentos e transbordamentos. O solo também permanece encharcado após os acumulados registrados nos últimos dias.
O impacto das condições climáticas já havia atingido o torneio. No domingo, 13 de setembro, a organização cancelou o qualifying realizado no Parque Villa-Lobos.
Na ocasião, as partidas foram transferidas para uma quadra coberta, sem acesso do público.
Agora, a organização volta a ajustar o calendário diante das condições de segurança e das exigências relacionadas à realização das partidas.
Paula Badosa era um dos destaques desta segunda-feira
A espanhola, ex-número 2 do mundo, estava prevista para estrear diante da letã Darja Semenistaja na Quadra Central Maria Esther Bueno.
Badosa chegou ao SP Open como cabeça de chave número 2. Além disso, a espanhola busca ampliar sua coleção de títulos no circuito WTA.
O confronto seria inédito entre as duas jogadoras. Portanto, a partida despertava expectativa entre os torcedores presentes no Parque Villa-Lobos.
Carolina Meligeni também estava na programação
Outra atração brasileira era Carolina Meligeni Alves. A tenista enfrentaria a holandesa Suzan Lamens pela primeira rodada.
Carolina disputa o SP Open pela segunda vez. Além disso, possui retrospecto favorável contra Lamens, com duas vitórias em três confrontos.
O duelo estava previsto para ocorrer após a partida entre Badosa e Semenistaja. Assim, a brasileira teria a oportunidade de atuar diante do público paulista.
A programação também previa a participação de Laura Pigossi na chave de duplas. A brasileira disputaria a competição ao lado de Ekaterina Ovcharenko.
Pigossi é a atual vice-campeã de duplas do SP Open. Além disso, conquistou a medalha de bronze olímpica em Tóquio 2020.
SP Open reúne elite do tênis feminino
Apesar do impacto provocado pelas chuvas, o SP Open mantém sua relevância no calendário esportivo brasileiro.
O torneio é um WTA 250 e reúne atletas de diferentes gerações. Entre os destaques internacionais estão Paula Badosa, Yulia Putintseva, Jil Teichmann, Anna Blinkova e Eva Lys.
A organização confirmou oito tenistas que estavam no Top 100 mundial entre as participantes. Além disso, a competição reúne jogadoras com títulos WTA e campanhas importantes em Grand Slams.
A presença dessas atletas aumenta o nível técnico do torneio. Ao mesmo tempo, proporciona ao público brasileiro contato direto com nomes relevantes do circuito internacional.
Brasileiras ganham espaço no torneio
O SP Open também tem papel importante para o desenvolvimento do tênis feminino brasileiro.
A edição de 2026 reúne Laura Pigossi, Victoria Barros e Nauhany Silva na chave principal de simples. Além disso, Luisa Stefani participa da competição nas duplas.
Victoria Barros e Nauhany Silva representam uma nova geração do tênis nacional. As duas receberam convites para disputar a chave principal.
Foto: @fotojump
Nauhany, inclusive, conquistou sua primeira vitória em nível WTA na edição de 2025. Na ocasião, tornou-se a primeira tenista nascida em 2010 a vencer uma partida nesse nível.
Já Laura Pigossi representa uma geração mais experiente. A brasileira conquistou bronze olímpico nas duplas e também possui títulos importantes no circuito.
Assim, o SP Open aproxima atletas consagradas e jovens talentos. Dessa forma, o torneio contribui para ampliar a visibilidade do tênis feminino no país.
Torneio representa oportunidade para novas gerações
A importância do SP Open vai além da disputa pelo título. O evento também busca criar uma plataforma para desenvolver o tênis feminino brasileiro.
Em 2026, o torneio conta novamente com iniciativas voltadas às jovens atletas. Entre elas está o SP Open Rising Stars, competição sub-14 dedicada a novos talentos nacionais.
A campeã da competição receberá convite, passagem e hospedagem para disputar o IMG Academy International Championships, nos Estados Unidos.
Portanto, a iniciativa conecta a competição profissional à formação de futuras jogadoras.
Ingressos e próximos passos
A organização informou que os compradores dos ingressos da Sessão 1 desta segunda-feira terão os bilhetes cancelados automaticamente pela Eventim.
As orientações sobre reembolso serão encaminhadas diretamente aos compradores. Além disso, novas alterações na programação serão comunicadas pelos canais oficiais do SP Open.
Foto: @fotojump
O site oficial também informa que condições climáticas adversas podem provocar mudanças na programação. Portanto, o público deve consultar as atualizações antes de se deslocar ao Parque Villa-Lobos.