Início Notícias “Desafios Sociais Pós-Pandemia” é tema da 3ª edição do BRF ESG Fórum

“Desafios Sociais Pós-Pandemia” é tema da 3ª edição do BRF ESG Fórum

Evento visa debater com especialistas o pilar social e como essa agenda pode ser conjugada no plural pela sociedade

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, realiza, no próximo dia 09 de dezembro, a partir das 10h30, a 3ª edição do BRF ESG Fórum. Com a temática ‘S: uma agenda que se conjuga no plural’, o evento será virtual e contará com a participação de executivos da BRF e especialistas para debate sobre os desafios sociais, agravados com os efeitos da pandemia, além dos reflexos no dia a dia das pessoas e a importância de diversos agentes para transformação.

Com o compromisso contínuo de inserir a sustentabilidade em sua governança corporativa, a BRF realiza o BRF ESG Fórum desde 2020, expandindo a discussão da agenda ESG ao mercado e à sociedade. Em sua primeira edição, o evento destacou a relevância das três siglas e seu impacto na sociedade. Já na segunda, o foco foi o debate sobre as mudanças climáticas, e nesta edição, a BRF destacará a importância de ações sociais em diversas perspectivas.

O evento contará com mediação da jornalista especializada em ESG, Sônia Araripe, e terá abertura do CEO Global da BRF, Lorival Luz. Já Sônia Consiglio Favaretto, especialista em sustentabilidade e SDG Pioneer pelo Pacto Global da ONU, será a keynote speaker. Entre os participantes estão Carolina da Costa, sócia da Mauá Capital; Helen Pedroso, diretora de Relações Institucionais na Rede Brasil do Pacto Global da ONU; Edson Leite, chef e fundador da Gastronomia Periférica, e Grazielle Parenti, vice-presidente global de Relações Institucionais e Sustentabilidade da BRF.

“As discussões envolvendo o ‘S’ são amplas e relevantes, estamos falando sobre pessoas – a base para construirmos um mundo melhor e mais sustentável. O Social está em todas as áreas de uma companhia, e na forma como nos relacionamos com nossos colaboradores, clientes, investidores, com o mercado e a sociedade. Para avançarmos nessa pauta, precisamos do engajamento de todos, e de suas experiências, valores e culturas distintas. Há muito trabalho a ser feito para reduzir desigualdades e criar mais oportunidades e a diversidade é um fator primordial nessa jornada”, afirma Grazielle Parenti, vice-presidente global de Relações Institucionais e Sustentabilidade da BRF.

Segundo Grazielle Parenti, a atuação da BRF na agenda social ocorre de forma integrada, de ponta a ponta, de forma conectada à cultura corporativa. “Aqui, o social já era visto com atenção na nossa jornada há bastante tempo. Em 2020, ficou ainda mais evidente a necessidade da atuação em conjunto e plural, pois os desafios tornaram-se ainda mais complexos”, afirma a executiva.

Por meio de seu braço social, o Instituto BRF, a Companhia já impactou mais de 500 mil pessoas, tendo mobilizado 30 mil voluntários e realizado mais de 2 mil ações sociais em 60 cidades ao redor do País. Como meta, a BRF planeja investir R$ 400 milhões em projetos socioambientais e aumentar a geração de valor compartilhado nas comunidades, especialmente em agendas de desenvolvimento social e inclusão econômica. Além disso, tem como objetivo engajar 1,5 milhão de pessoas globalmente até 2030 a fim de reduzir o desperdício de alimentos, e ocupar sua alta liderança executiva com 30% de mulheres até 2025. Recentemente, o Instituto BRF firmou apoio ao UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância – visando impactar positivamente mais de 15 mil crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade no Brasil.

“A Agenda Social no mundo pós-pandemia terá de ser construída por meio da multiplicidade de vozes globais. Esses quase dois anos de convívio com a Covid-19 direcionaram nossa atenção para uma área sensível, como a saúde, pois se tornou mais necessário ainda cuidar das pessoas. E isso traz muitos aprendizados”, analisa Grazielle.

Na BRF, a incorporação de critérios de sustentabilidade à gestão e à estratégia é uma jornada permanente, que tem passado por um processo de evolução ao longo dos anos. A empresa conta com políticas e diretrizes de sustentabilidade públicas desde os anos 2000 e, desde 2009, passou a realizar consultas internas e externas estruturadas para colher percepções sobre geração de impacto, seguindo diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e do International Integrated Reporting Council (IIRC). Para intensificar ainda mais essa agenda, no final de 2020, a Companhia apresentou sua Política de Sustentabilidade, 22 compromissos ligados à agenda ESG, além da vice-presidência global de Relações Institucionais e Sustentabilidade – com estruturas de governança compatíveis com o avanço das iniciativas.

Neste ano, a BRF anunciou ações em todas as frentes ESG, com destaque para o compromisso de ser Net Zero até 2040, além de parcerias com AES Brasil e Pontoon, que viabilizarão cerca de 90% de energia elétrica de fontes eólica e solar no Brasil até 2030. Foi eleita ainda uma das empresas mais transparentes em sustentabilidade pela Global Reporting Initiative (GRI) e alcançou destaque no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar, da Forbes.

Recentemente, a BRF se manteve – pelo terceiro ano consecutivo – no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3. Participou ainda da COP26 e lançou, diretamente de Glasgow, o primeiro frango plant based 100% vegetal carbono neutro do mercado nacional, da Sadia Veg&Tal, cumprindo mais um de seus compromissos públicos.

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