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Pesquisa Citrix mostra mudança na cultura de trabalho remoto no Brasil

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Foto: Thales Brandão

Empresa especializada em soluções de trabalho digital, a Citrix (NASDAQ:CTXS) encomendou a pesquisa Workquake: The New Work Order” que revelou que 86% dos entrevistados se percebem igualmente ou mais produtivos trabalhando em casa – em comparação ao trabalho no escritório (57% são mais produtivos de casa e 29% mantiveram a produtividade).

A discussão vinculada à pesquisa é a de que mesmo com a adaptação ao atual cenário de quarentena, o estudo confirma uma acentuada mudança na cultura do home office no Brasil. Isso porque a pandemia proporcionou ao trabalhador desmistificar a possibilidade de se trabalhar – mantendo a produtividade – também fora do escritório.

Produtividade e rotina otimizadas

Em relação à rotina de trabalho, têm-se hoje uma nova versão do home office adicionado ao fator quarentena em que 44% dos trabalhadores ouvidos tiveram que usar o tempo com mais eficiência para concluir tarefas no horário de trabalho além de estudar em casa / cuidar dos filhos durante o dia (32%). E mesmo assim a produtividade se manteve alta sob o ponto de vista do trabalhador.

A pesquisa aponta que antes da pandemia de corona vírus, os funcionários trabalhavam em casa em uma média de 3,74 dias por mês. Ainda, 10% dos respondentes disseram que nunca tinham trabalhado em casa.

“Devido à pandemia, muitas empresas que não tinham a experiência do home office foram forçadas a adotá-lo do dia para a noite. Esse movimento trouxe luz às organizações para a necessidade de promover a Transformação Digital e oferecer aos seus profissionais uma tecnologia que entregue a informação e a aplicação ao usuário com segurança e agilidade. Não sabemos quando e não sabemos se haverá a volta ao escritório como existia antes. Nesse sentido, os profissionais precisam mais do que nunca, ter a liberdade de trabalhar quando, onde e como querem, com acesso garantido, a fim de motivá-los e torná-los mais estimulados nesses tempos de incerteza e insegurança em relação ao futuro”, diz Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

Quando perguntados sobre como o impacto do corona vírus afetou a estrutura do seu dia útil, 60% dos funcionários ouvidos disseram que estão trabalhando com um horário mais flexível. Desse percentual, 52% dos entrevistados disseram que desfrutam da flexibilidade de entrar e sair do trabalho quando escolhem.

Segurança é necessária

A pesquisa ainda mostra como o setor de tecnologia é fundamental nos negócios de uma empresa e como os gestores precisam usar novas ferramentas para guiar suas equipes de forma ágil e segura. O estudo também aponta que 39% das pessoas ouvidas estão usando alguns aplicativos, software ou dispositivos para fins de trabalho que não foram oficialmente aprovados pela companhia ou que foram explicitamente banidos por sua equipe de TI ou liderança. Desse percentual, 61% estão usando aplicativos de mensagens instantâneas; 55% estão usando aplicativos de videoconferência; 53% estão usando seus próprios dispositivos pessoais e 52% estão usando mídias sociais.

“A segurança atrelada ao trabalho remoto é uma responsabilidade, mas não precisa ser um desafio. É fundamental que as empresas adotem políticas de segurança eficazes remotamente para se precaverem de possíveis ameaças. Afinal, se o computador e a rede doméstica do trabalhador remoto estiverem desprotegidos, são as informações confidenciais da empresa que ficarão em situação de risco”, alerta Banhara.

Outro dado de destaque é o de que 69% dos entrevistados concordam que após a pandemia de corona vírus, o escritório em casa agora rivalizará com o escritório em termos de capacidade e acessibilidade tecnológica. “O período de quarentena e de trabalho remoto chamou a atenção à importância das empresas proverem ferramentas adequadas a seus colaboradores para que esses possam desempenhar um trabalho produtivo independente de onde estiverem, seja no escritório ou em casa”, diz. Banhara.

Manter o colaborador motivado em tempos de pandemia

A pandemia provocada pelo corona vírus tem imposto uma nova rotina dentro e fora das empresas. O ônus humanitário gera medo tanto aos líderes como aos funcionários devido à escala do surto e sua imprevisibilidade. E esse alto grau de incerteza vem acompanhado de desorientação, sensação de perda de controle e perturbação emocional.

Para combater esses efeitos emocionais negativos, é importante às empresas gerar o máximo de bem-estar possível. Nesse sentido, maior flexibilização do horário de trabalho e também ter a disposição às ferramentas digitais necessárias para promover a produtividade, podem ajudar bastante na motivação do funcionário.

Dentre os respondentes da pesquisa, 60% dos funcionários pensam que sua empresa terá uma cultura mais digital após a crise do corona vírus; seguidos por 48% acreditam que sua empresa será mais unificada e ainda 43% consideram que os níveis de confiança entre líderes / gerentes e funcionários serão maiores.

RH e TI de mãos dadas

Nesse sentido, os departamentos de RH e de TI assumem um importante protagonismo e liderança nesse momento. Os dois departamentos têm atividades e objetivos diferentes, mas com o avanço da satisfação do funcionário diretamente ligada à tecnologia, é preciso construir uma parceria entre as duas áreas, já que ambas têm um papel importante na retenção dos profissionais.

De acordo com Banhara, é preciso mudar a forma de pensar da TI, dar foco na experiência do colaborador e ir além da transformação digital, compreendendo melhor as necessidades e a transformação humana. Esta abordagem pode promover mudanças significativas nos negócios. As áreas de RH e TI têm como missão remover a frustração dos colaboradores e aumentar a sua produtividade.

Segundo o estudo, 48% dos trabalhadores no Brasil gostariam de ter um horário de trabalho mais flexível, adequado ao estilo de vida e às prioridades do lar, quando voltarem a trabalhar no escritório. De acordo com os números da pesquisa, eles desejam “trabalhar em casa com mais frequência” (47%); “um estilo de trabalho mais fluido entre o escritório e o trabalho doméstico” (47%); “maior uso da tecnologia para reduzir a necessidade de contato físico e interações cara a cara” (50%).

A pesquisa Workquake: The New Work Order, encomendada pela Citrix, foi feita com 500 pessoas do Brasil, durante os dias 13 e 15 de maio deste ano, com trabalhadores de empresas de médio porte que estão trabalhando de casa, no modelo home office devido à pandemia do corona vírus.

A Citrix fornece uma gama completa de soluções de espaço de trabalho digital que unificam tudo o que um funcionário precisa para ser produtivo em uma experiência intuitiva e contínua. Com a Citrix, as empresas podem capacitar os funcionários a trabalhar de forma flexível, segura e inteligente, abrindo espaço para a criatividade e ideias inovadoras e permitindo que eles obtenham melhores resultados de negócios.

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