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Sexy Hot anuncia filmes com audiodescrição e com legendas descritivas para incluir brasileiros com deficiência visual e auditiva

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Divulgação

Com o objetivo de garantir a inclusão a todos os amantes de pornô no Brasil, o Sexy Hot, maior canal adulto do país, vai disponibilizar filmes adaptados para pessoas com deficiência visual e auditiva, tornando o conteúdo mais acessível para esses consumidores.

Os áudios  e legendas descritivas permitirão com que pessoas cegas ou com baixa visão consigam compreender as cenas dos filmes. E as descrições, também na legenda, garantem um maior envolvimento às pessoas com deficiência auditiva.  A iniciativa é inédita em produções pornôs no Brasil. O objetivo do canal é adaptar todos os filmes que serão lançados pelo selo Sexy Hot Produções em 2020. Desde o último dia 6 de agosto, duas dessas produções ficarão disponíveis no sexyhot.com.br e nas plataformas de vídeo-on-demand (VOD) das operadoras de TV por assinatura. São elas Sugar Daddy e Desejo Proibido.

Segundo releitura realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018, sobre nova interpretação dos dados do Censo 2010, somando as quatro deficiências: visual (3,3%), auditiva (1,1%), física (2,3%) e intelectual (0,8%), há no país, aproximadamente, 12,7 milhões de pessoas que responderam ter muita dificuldade ou não consegue ver, ouvir ou se locomover de modo algum, o que representa 6,7% da população brasileira. São mais de 3% da população com deficiência visual e que não tinham acesso, até então, a um conteúdo nacional, bem produzido e adaptado para a atender aos desejos sexuais deles. 

Para a diretora da Conecta Acessibilidade, responsável pelo projeto de produção e adaptação dos conteúdos, Joana Peregrino, elaborar filmes com audiodescrição para a indústria pornô  foi um desafio, pois a equipe pensou muito nos termos a serem utilizados, no ritmo e tom de voz da narração de modo a tornar a audiodescrição fluida e preservar o clima. “Como é uma iniciativa inédita na indústria pornô, tivemos todo o cuidado de contextualizar todas as cenas de uma forma bem natural.

Segundo ela, as pessoas com deficiência visual e auditiva assistem de duas a cinco produções pornôs por mês. “Se as pessoas videntes e ouvintes consomem conteúdo pornô, por que não dar a mesma oportunidade a pessoas com deficiência visual e auditiva?  Considero uma super evolução! O canal está de parabéns pela iniciativa e acredito que esse projeto seja pioneiro no Brasil”, comenta Peregrino.

Segundo a diretora-geral do Grupo Playboy do Brasil, o canal está sempre atento as necessidades de todos os consumidores. “Com esse novo recurso, o Sexy Hot promove a inclusão para esta parcela dos telespectadores com deficiência visual e auditiva que gostam e imaginam como são as expressões faciais, corporais, posições sexuais, diálogos, mas não tinham um conteúdo adaptado para eles”, explica a Cinthia.

Por meio da própria curadoria do canal e levando em consideração as preferências do público de pornografia no Brasil e as tendências do mercado pornô mundial, o Sexy Hot Produções tem investido cada vez mais em temáticas diferentes, além do elenco, com atores e atrizes novas. Das oito produções, cinco possuem protagonistas inéditas no projeto. As histórias já gravadas prometem voyeurismo, cuckold (fetiche em ser corno), relacionamentos modernos e baseados em interesses financeiros, prazeres secretos, suspense sobrenatural e até história sobre casais na quarentena.

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