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Celular estava presente em 93,2% dos domicílios entre 2016 e 2017, aponta IBGE

O percentual de domicílios que utilizavam a Internet subiu de 69,3% para 74,9%, de 2016 para 2017, representando uma alta de 5,6 pontos percentuais. Nesse período, a proporção de domicílios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5%, enquanto a presença do celular aumentou, passando de 92,6% para 93,2% dos domicílios. Essas são algumas informações da PNAD Contínua TIC 2017, pesquisa domiciliar do IBGE que investiga o acesso à Internet e à televisão, além da posse de telefone celular para uso pessoal.
Entre as 181,1 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade no país, 69,8% acessaram à Internet pelo menos uma vez nos três meses anteriores à pesquisa. Em números absolutos, esse contingente passou de 116,1 milhões para 126,3 milhões, no período. O maior percentual foi no grupo etário de 20 a 24 anos (88,4%). Já a proporção dos idosos (60 anos ou mais) que acessaram a Internet subiu de 24,7% (2016) para 31,1% (2017) e mostrou o maior aumento proporcional (25,9%) entre os grupos etários analisados pela pesquisa.


De 2016 para 2017, o percentual de pessoas que acessaram à Internet através do celular aumentou de 94,6% para 97,0% e a parcela que usou a televisão para esse fim subiu de 11,3% para 16,3%. Já a taxa dos que utilizaram microcomputador para acessar à Internet caiu de 63,7% para 56,6%.
“Enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail” foi a finalidade de acesso à rede indicada por 95,5% dos usuários da Internet. “Conversar por chamada de voz ou vídeo” foi a finalidade que apresentou o maior aumento de 2016 (73,3%) para 2017 (83,8%).


A parcela da população de 10 anos ou mais que tinha celular para uso pessoal passou de 77,1% (2016) para 78,2% (2017). Na área urbana, esse percentual era de 81,9%, e, em área rural, 55,8%, em 2017.
Em 96,7% dos 70,4 milhões de domicílios do país havia aparelho de televisão, dos quais 79,8% tinham conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televisão aberta. O percentual de domicílios que já recebiam esse sinal cresceu de 57,3% (2016) para 66,6% (2017) e a parcela dos que não tinham nenhuma das três condições de acesso ao sinal digital (conversor, antena parabólica ou televisão por assinatura) caiu de 10,3% (2016) para 6,2% (2017).


Internet chega a 74,9% dos domicílios do Brasil
De 2016 para 2017, o percentual de utilização da Internet nos domicílios subiu de 69,3% para 74,9%, ou três em cada quatro domicílios brasileiros. Foi um salto de 5,6 pontos percentuais, em um ano. Na área urbana, esse percentual de utilização cresceu de 75,0% para 80,1% e na área rural, de 33,6% para 41,0%.
Nos 17,7 milhões domicílios onde não houve utilização da Internet no período de referência da pesquisa, os motivos indicados pelos entrevistados foram: falta de interesse em acessar a Internet (34,9%), serviço de acesso à Internet era caro (28,7%), nenhum morador sabia usar a Internet (22,0%), serviço de acesso à Internet não estar disponível na área do domicílio (7,5%) e equipamento eletrônico para acessar a Internet ser caro (3,7%).
A indisponibilidade do serviço de acesso à Internet foi o motivo indicado em somente 1,2% dos domicílios da área urbana, contra 21,3% daqueles em área rural.

Das 181,1 milhões de pessoas de 10 anos ou mais, 69,8% (126,3 milhões) acessaram à Internet nos três meses anteriores à entrevista. Essa parcela era de 64,7% (116,1 milhões) em 2016. Na área urbana, esse percentual cresceu de 70,0% para 74,8%, e foi de 32,6% para 39,0% na área rural.

O grupo etário de 20 a 24 anos tinha o maior percentual de pessoas que acessaram à internet (88,4%) no período de referência e os idosos (60 anos ou mais), o menor (31,1%).

Na população idosa, a parcela que acessou a Internet subiu de 24,7% (2016) para 31,1% (2017), mostrando o maior aumento proporcional (25,9%) entre os grupos etários.

Na área rural, o percentual de mulheres que acessaram à Internet (41,9%) continuou maior que o de homens (36,3%). Entre as regiões, a diferença nos percentuais de acesso à internet nas áreas urbana e rural era grande, e a maior desigualdade (69,6% na urbana e 27,0% na rural) estava na região Norte.

O percentual de utilização da internet pela população com 10 anos ou mais de idade cresce de acordo com a escolaridade: o menor percentual de utilização estava entre as pessoas sem instrução (11,2%) e os maiores, entre aquelas com nível superior incompleto (97,7%) e com superior completo (96,4%).

De 2016 para 2017, o percentual de pessoas que utilizaram a Internet subiu de 75,0% para 80,4% na população ocupada e de 52,4% para 56,8% na não ocupada.

Celular é um meio de acesso à Internet para 97,0% dos usuários

O percentual de pessoas de 10 anos ou mais que acessou à Internet através do celular aumentou de 94,6% (2016) para 97,0% (2017) e a parcela que usou a televisão para esse fim subiu de 11,3% (2016) para 16,3% (2017).

Por outro lado, o percentual de pessoas que utilizaram microcomputador como via de acesso à Internet caiu de 63,7% para 56,6%, comportamento similar ao uso do tablet, cuja taxa de uso para esse fim caiu de 16,4% para 14,3%, no período.

95,5% dos usuários entram na Internet para trocar mensagens por aplicativos

“Enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail” foi indicado por 95,5% dos usuários como a finalidade de acesso à esta rede. Em 2016, esse percentual era de 94,2%. A finalidade “conversar por chamada de voz ou vídeo” foi a que apresentou o maior aumento de 2016 (73,3%) para 2017 (83,8%).

O percentual das pessoas que usaram a Internet para “assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes” passou de 76,4% para 81,8% nesse período.

Entre as finalidades analisadas pela pesquisa, o percentual dos que entraram na rede para “enviar e receber e-mail“ foi o único a recuar, de 2016 (69,3%) para 2017 (66,1%).

A parcela da população que utilizou a conexão discada já era insignificante em 2016 (0,9%) e tornou-se ainda menor em 2017 (0,6%). Já o percentual da banda larga fixa subiu de 81,0% (2016) para 82,9% (2017) e continuou acima da banda larga móvel, que cresceu de 76,9% para 78,3% nesse período.

O percentual que utilizou os dois tipos de banda larga subiu de forma mais acentuada, de 2016 (58,3%) para 2017 (61,4%).

13,7% dos que não acessam à Internet acham esse serviço caro

Os motivos mais apontados pelas 54,8 milhões de pessoas de 10 anos ou mais que não utilizaram a Internet nos três últimos meses foram: não saber usar a Internet (38,5%), não ter interesse em acessar (36,7%) e achar que serviço de acesso à Internet era caro (13,7%).

O percentual de pessoas sem interesse em acessar a Internet tinha diferença acentuada entre a área urbana (39,7%) e rural (29,3%). O serviço de acesso à Internet não estava disponível nos locais que costumavam frequentar foi o motivo indicado por 12,9% das pessoas que não utilizaram esta rede na área rural, enquanto na área urbana foi de 1,7%.

78,2% das pessoas de 10 anos ou mais de idade tinham celular para uso pessoal

Na população de 10 anos ou mais, a parcela que tinha celular para uso pessoal passou de 77,1% (2016) para 78,2% (2017). Em 2017, na área urbana, esse percentual era de 81,9%, e, em área rural, 55,8%.

O percentual de pessoas com celular era menor entre as pessoas do grupo com 10 a 13 anos de idade (41,8%) e alcançou as maiores participações nos grupos etários de 25 a 29 anos (88,8%) e de 30 a 34 anos (88,9%), passando a cair gradualmente até os 63,5% entre os idosos (60 anos ou mais).

Esse indicador foi de 41,8% entre as pessoas sem instrução e de 97,5% entre os que tinham superior completo.

Entre as 39,4 milhões de pessoas que não tinham celular, 25,7% alegaram não ter o aparelho porque era caro; 23,2%, que costumavam usar o celular de outra pessoa; 21,3%; que tinham falta de interesse em ter um e 19,4%, alegaram que não sabiam usar o celular. O percentual de pessoas que indicaram que o serviço de telefonia móvel celular não estava disponível nos locais que costumavam frequentar foi de 8,2%, em área rural e somente de 0,4%, em área urbana.

O celular estava presente em 93,2% dos domicílios

De 2016 para 2017, diminuiu o percentual de domicílios com microcomputador (de 45,3% para 43,4%) e com tablet (de 15,1% para 13,7%).

Em 2017, em 5,1% dos domicílios não havia telefone e, em 2016, esse percentual era de 5,4%. O percentual de domicílios com telefone fixo caiu de 33,6% para 31,5% e os com celular subiu de 92,6% para 93,2%. A parcela dos domicílios em que existia somente telefone fixo passou de 2,0% (2016) para 1,7% (2017).

Nos domicílios com Internet, predomina o acesso através de celular

O celular foi o equipamento mais utilizado para acessar a Internet no domicílio (98,7% dos domicílios em que havia utilização da Internet). Em 2016, este percentual estava em 97,2%. O percentual dos domicílios que utilizaram somente telefone móvel celular para acessar esta rede também aumentou, passando de 38,6% (2016) para 43,3% (2017).

O percentual de domicílios com acesso à Internet através de microcomputador caiu de 57,8% em 2016 para 52,3% em 2017. Também diminuiu o percentual dos domicílios em que o microcomputador era o único meio de acesso à Internet: de 2,3% (2016) para 0,9% (2017).

O percentual de domicílios que utilizavam a internet e acessavam através da televisão subiu de 11,7% para 16,1%. Já o acesso via tablet estava presente em 15,5% dos domicílios em onde havia utilização desta rede em 2017 e, no ano anterior, em 17,8%.

Banda larga móvel estava em 78,5% dos domicílios com Internet

Nos 52,7 milhões de domicílios do país que acessavam à Internet, a parcela que utilizava conexão discada foi irrelevante, passando de 0,6% (2016) para 0,4% (2017).

O percentual dos que usavam banda larga móvel (3G ou 4G) passou de 77,3% para 78,5%, e dos que utilizavam a banda larga fixa, de 71,4% para 73,5%.

O uso dos dois tipos de banda larga cresceu de 49,1% (2016) para 52,2% (2017). Por outro lado, teve uma pequena queda no percentual de domicílios em que havia somente uso da banda larga móvel (de 26,7% para 25,2%) e no de domicílios em que havia somente uso de banda larga fixa (de 21,2% para 20,3%).

Na região Norte, o percentual de domicílios com acesso à Internet através da banda larga fixa ficou em 48,8%, nível muito abaixo dos resultados encontrados nas demais regiões, que foi de 74,2% (Nordeste) a 77,2% (Sul). Em relação aos domicílios em que havia uso da banda larga móvel, o menor percentual foi o da região Nordeste (63,8%) e os demais ficaram entre 78,6% (Sul) a 88,7% (Norte).

66,6% dos domicílios com TV recebiam o sinal digital via conversor

Entre os 70,4 milhões domicílios particulares permanentes do país, 3,3% não havia televisão. Esse percentual era de 2,8% em 2016. A parcela de domicílios que tinha televisão de tela fina subiu de 65,0% para 69,7% e a que tinha televisão de tubo caiu de 44,9% para 38,9%. Em 57,8% dos domicílios havia somente televisão de tela fina e em 27,0%, somente televisão de tubo.

Dos 68,1 milhões de domicílios com televisão, 79,8% tinham conversor (integrado ou adaptado) para receber o sinal digital de televisão aberta, ainda que não o estivesse captando. Em 2016, essa taxa era de 71,5%. Nos domicílios com televisão, o percentual dos que tinham este aparelho com conversor que já recebia sinal digital de televisão aberta cresceu de 57,3% (2016) para 66,6% (2017).

De 2016 para 2017, caiu de 10,3% (6,9 milhões) para 6,2% (4,2 milhões) a parcela dos domicílios que não tinham nenhuma das três condições de acesso ao sinal digital de televisão aberta (conversor, antena parabólica ou serviço de televisão por assinatura). Em área urbana, a queda foi de 10,5% (6,1 milhões) para 6,1% (3,6 milhões), e em área rural, de 9,0% (794 mil) para 6,8% (598 mil). Entre as grandes regiões, os maiores percentuais foram no Norte (11,3%) e no Nordeste (8,1%), tanto em área urbana como rural.

O percentual de domicílios com televisão que tinham recepção por antena parabólica passou de 34,8% para 32,5%, na área rural caiu de 73,1% para 70,5% e na urbana, de 29,0% para 26,9%.

Já o serviço de televisão por assinatura era utilizado em 32,8% dos domicílios com televisão em 2017 e em 33,7% em 2016. Em área urbana, esse percentual variou de 36,9% (2016) para 35,6% (2017) e, em área rural, subiu de 11,7% (2016) para 14,1% (2017).

Entre os domicílios sem televisão por assinatura, 55,3% não o adquiriam por considerá-lo caro e 39,8%, por não haver interesse pelo serviço, enquanto somente 1,6% não adquiriu por não estar disponível na área em que se localizava.

Grupo Abril é vendido para advogado especialista em reestruturação de marcas em crises

Segundo o jornalista Lauro Jardim em sua coluna no jornal O Globo – o Grupo Abril, da família Civita, foi vendido nesta quinta-feira (20/12).

O Grupo Abril é um dos maiores conglomerados de mídia da América do Sul. Desde agosto de 2010 se organiza em quatro pilares – Mídia, Gráfica, Distribuição e Educação. O grupo tem como presidente executivo Arnaldo Figueiredo Tibyriçá e teve como editor e presidente do Conselho de Administração Roberto Civita, que faleceu em maio de 2013.

A família Civita, que fundou a empresa em 1950, está transferindo o controle da marca para Fabio Carvalho, advogado carioca especializado em recuperação de empresas e tem um histórico de assumir empresas em dificuldades. O empreendedor tem participação na Casa & Vídeo, na Liq (ex-Contax) e controla a Leader Magazine.

Depois de quatro meses de negociação, o contrato acaba de ser assinado, em São Paulo, e inclui a gráfica, a editora, a distribuidora de revistas e uma empresa de logística do grupo Abril.

Ainda de acordo com o jornalista, Carvalho vai herdar uma dívida de R$ 1,6 bilhão. Desse total, R$ 1,1 bilhão é devido ao Bradesco, Itaú e Santander.

Fábio Carvalho participou do evento CEO Summit 2016  promovido pela Endeavor sobre cultura e reestruturação de marcas em crises. Assista:

38% das pequenas e médias empresas brasileiras enxergam nas tecnologias da indústria 4.0 o caminho para melhores produtos ou serviços

As PMEs apostam nas tecnologias da Indústria 4.0 para o crescimento e melhorias no portfólio. É o que revela o estudo “O Futuro Impulsionado pelos Dados das Indústrias Brasileiras”, o primeiro com foco na América Latina conduzido e recentemente lançado pela Software.org, a Fundação da BSA|The software Alliance (www.bsa.org). Segundo a pesquisa 9% das pequenas companhias nacionais esperam a criação de novos e melhores modelos de negócios com a digitalização e tecnologias da Indústria 4.0; de 36 a 38% das pequenas e médias vislumbram melhorias na qualidade de seus produtos e serviços, e de 21 a 24% têm a perspectiva de que a digitalização ajudará a desenvolver portfólios mais personalizados. O estudo também levantou os principais desafios internos e externos que precisam ser transpostos rumo a esses resultados, além de possíveis soluções para cada um deles.

Os serviços em Nuvem, por exemplo, aparecem como alternativa aos altos custos da digitalização, pois permitem novos modelos de negócio; a implementação e integração de processos de TI também. Criptografia e gerenciamento de identidades e acessos são medidas indicadas contra a ameaça dos ataques cibernéticos; assim como um processo de educação minucioso para a adaptação à nova Lei de Proteção de Dados.
O estudo é também o primeiro no âmbito da Aliança 4.0 – consórcio de entidades nacionais que trabalham para o fomento da indústria 4.0 no país – do qual a BSA é signatária. Confira o estudo na íntegra, clique aqui

UOL entra para o ranking Chartbeat Top com cobertura das Eleições 2018

Reprodução/Facebook

O UOL, maior empresa brasileira de conteúdo, tecnologia, serviços e meios de pagamentos digitais, está na 30º posição do ranking da Chartbeat Top 2018, divulgado na última segunda-feira (17). O ranking global, que analisa o engajamento de histórias do mundo todo, definiu a apuração do resultado das Eleições 2018, realizado pelo UOL, como uma das publicações com maior engajamento do ano na categoria política. É a primeira vez que veículos brasileiros são mencionados no ranking.


Realizado por um time de ciência de dados que estuda milhares de sites de todo o mundo, o Chartbeat é um sistema de medição de audiência em tempo real que analisa o tempo total de engajamento de cada publicação (tempo gasto pelos visitantes com a leitura de cada página). Além de diferentes tipos de conteúdo, que são separados no ranking por tópicos para serem comparados com histórias semelhantes. São eles: cultura, entretenimento, justiça e direitos, política, esportes, terrorismo e desastres climáticos.


Para Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL, a colocação no ranking garante mais uma vez a liderança da audiência entre os maiores produtores de conteúdo do país, além de posicionar o UOL internacionalmente como referência em conteúdo. “Estar no ranking global Chartbeat é mais uma prova da credibilidade que temos com a nossa audiência, pois em momentos importantes para a história do país, como as eleições, o consumo de conteúdo e informações confiáveis é imprescindível”, comenta. “Tivemos uma equipe dedicada com mais de 200 jornalistas para garantir a produção de uma cobertura completa com análises, reportagens especiais, atualização de informações, além da apuração dos votos em tempo real” finaliza.
Para André Vinicius, diretor de publicidade do UOL, a posição no ranking Chartbeat Top 2018 representa um reconhecimento internacional da credibilidade do UOL. “Estar no ranking Top 2018 é uma grande honra para nós. Seguimos nos reinventando e inovando, trazendo soluções cada vez mais completas de mídia, com volume e alcance, sem abrir mão da produção de conteúdo de qualidade”, explica.

Recentemente, o UOL também bateu recorde de audiência no site ao atingir mais 101,8 milhões** de usuários únicos no mês de outubro, segundo dados de outro ranking, produzido pela Multiplataforma da ComScore. Ainda no mês de outubro, o UOL atingiu mais de 140 milhões** de unique browsers na plataforma de entrega de mídia Google Ad Manager, nos formatos vídeo, display e native ads, o que representa 84% de alcance da internet brasileira.
Entre as iniciativas para a cobertura das Eleições 2018, o UOL realizou transmissões ao vivo dos debates e sabatinas em parceria com a Folha de S. Paulo e SBT, além de desenvolver o Placar Eleitoral e o Raio X com as apurações em tempo real dos votos.
Também foi criado o movimento #InformaçãocontraoAchismo junto ao UOLConfere para incentivar o voto consciente e o consumo de conteúdo de credibilidade, evitando a disseminação das “Fake News” no período eleitoral.

*Fonte: Ranking Chartbeat Top 2018 (ref.dez/18)
*Fonte: Ranking Multiplataforma da ComScore (ref. out/18)
***Fonte: Google Ad Manager 360° (ref. out/18)

Samsung lança campanha digital para o Galaxy Watch

O smartwatch também é ideal para aqueles que adoram se exercitar e precisam de um “treinador” para auxiliar na prática dos exercícios. Uma das funções do Galaxy Watch, em conjunto com o aplicativo Samsung Health, é a medição da frequência cardíaca e reconhecimento automático de seis tipos de treinos esportivos como corrida, caminhada, ciclismo, entre outros treinos. Num total de 39 exercícios que permitem que os usuários personalizem e alterem suas rotinas.

Já para quem precisa de um smartwatch que acompanhe o seu ritmo, com uma bateria de longa duração2 e que dê conta de um dia atarefado e longe do carregador, o Galaxy Watch é a escolha certa. O modelo está disponível nas versões Bluetooth e 4G LTE, que pode ser utilizado com ou sem o smartphone por perto.


Na ação, há ainda um provador virtual, ideal para aqueles usuários que ainda estão em dúvida de qual modelo adquirir. Para a experiência, basta que o usuário abra a câmera do smartphone e mire no seu próprio pulso, então automaticamente o smartwatch será projetado, simulando o uso. Ao visualizar a imagem, conseguirá brincar com as funcionalidades, trocar a pulseira e alterar o plano de fundo. Para ter acesso ao provador virtual e aos vídeos citados no material, basta acessar o site através de qualquer smartphone: www.samsung.com.br/wearables

  1. Classificação de resistência à água de 50 metros sob o padrão ISO 22810: 2010. Não é adequado para atividades de mergulho ou água de alta pressão.
  2. A duração da bateria varia de acordo com o dispositivo e uso: Galaxy Watch 46mm (uso normal superior a 80 horas; e até 168 horas em uso reduzido) e Galaxy Watch 42mm (uso normal superior a 48 horas; e até 120 horas em uso reduzido). O tempo real de duração da bateria pode variar dependendo da conexão de rede, componentes, configuração, intensidade do sinal, ruído, entre outros.
    O Galaxy Watch é compatível com os smartphones que possuem Android 5.0 ou superior e Memória RAM de 1,5GB ou acima, bem como iOS 9.0 ou superior. Para o iPhone 6S e 6S+ rodando iOS 10 ou posterior, a conexão com o Galaxy Watch pode apresentar instabilidade.
    O Galaxy Watch tem suporte da rede 4G da Vivo. Clientes da Vivo poderão sincronizar o seu smartphone ao smartwatch habilitando o serviço Vivo Sync e utilizar a rede 4G da VIVO.

Recrutar talentos na área de engenharia será o maior desafio dos bancos na adequação ao open banking, revela pesquisa

O funcionamento do “open banking” no Brasil será uma realidade a partir de 2019, com o Banco Central a definir ainda em dezembro deste ano o modelo geral da tecnologia a ser implementada no País. Se atualmente, os bancos se concentraram principalmente no compliance, o open banking será aplicado para iniciativas estratégicas e melhoria do atendimento ao cliente, mas há desafios a serem vencidos.
É o que revela uma pesquisa feita pela Fiserv, Inc. (NASDAQ: FISV), fornecedora líder global de soluções de tecnologia de serviços financeiros, que anunciou os resultados de um estudo que revela insights sobre a implementação de iniciativas de open banking por bancos do Reino Unido, Polônia, França e Austrália.
57% dos entrevistados disseram que acham difícil recrutar talentos na área de engenharia para as iniciativas. Entre os bancos que já implementaram o sistema, apenas 27% disseram que tinham pessoas suficientes e as habilidades necessárias para manter os serviços em conformidade.


Apenas 8% dos entrevistados que ainda vão implementar o open banking acreditam que têm pessoas suficientes e os conjuntos de habilidades certas para se tornarem compatíveis. Na Austrália, nenhum entrevistado disse ter pessoas suficientes e os conjuntos de habilidades necessárias, enquanto 44% disseram que não têm pessoas suficientes nem os conjuntos de habilidades.


Mudanças
Os bancos acreditam que o open banking terá um grande impacto nas atividades financeiras, com 67% esperando pelo menos um impacto moderado. Para 27% dos bancos, o open banking irá mudar completamente como os clientes gerenciam suas finanças e interagem com seus bancos. Principalmente porque, ainda segundo o estudo, apenas 42% das instituições financeiras estão traçando suas estratégias para operações bancárias para além do primeiro dia.
A pesquisa também mostra que os bancos estão de olho nas oportunidades estratégicas. Integração com serviços de terceiros (38%), proteção contra taxas de transação (38%) e manutenção de relacionamentos com clientes (36%) foram os componentes mais comuns das estratégias de open banking dos participantes. Há ainda percentuais de bancos que consideram o open banking como uma oportunidade de melhorar o atendimento ao cliente (21%) ou facilitar o acesso a novos serviços para os clientes (16%).


Terceirização
Apenas 13% daqueles que já implementaram o open banking disseram que estão satisfeitos com a sua implementação e que não fariam nada de diferente. Muitos outros disseram que teriam confiado mais na terceirização, com 46% afirmando que terceirizariam o gerenciamento de ciclo de vida de fornecedores terceirizados (TPP) e 23% dizendo que terceirizariam a operação por completo. Por outro lado, 11% disseram que teriam construído os sistemas e mantido tudo “in-house”.


“À medida que as iniciativas de open banking estão sendo iniciadas em todo o mundo, os bancos estão começando a olhar além do compliance para prioridades mais estratégicas, incluindo expandir as capacidades das soluções e melhorar o atendimento ao cliente”, disse Nick White, vice-presidente de produtos e marketing da Fiserv.
“Com muitos bancos afirmando que carecem de pessoal e habilidades, a terceirização do desenvolvimento e manutenção de tecnologia de open banking pode se tornar mais comum, à medida que os bancos se tornam e permanecem em conformidade, além de capitalizar as oportunidades do banco aberto”, afirma.

M. Dias Branco conclui programa de capacitação de jovens de comunidades do entorno

A M. Dias Branco, líder no mercado brasileiro de massas e biscoitos, em parceria com o Instituto João Carlos Paes Mendonça (JCPM), de Fortaleza, qualificou 19 jovens moradores de comunidades do entorno de suas unidades para o mercado de trabalho. Os alunos que apresentaram melhor desempenho foram selecionados para o banco de talentos da empresa para oportunidades na fábrica GME e no Moinho Dias Branco.


Ao longo de dois meses, os jovens participaram de um curso profissional gratuito, com foco no desenvolvimento de habilidades profissionais, a partir de dois módulos. O conteúdo programático previa o contato com diversas áreas, como Gestão da Qualidade, Ética, Cultura Organizacional, Linha de Produção, entre outros.


As aulas ocorreram entre 17 de setembro e 27 de novembro, todas as terças e quintas-feiras, das 8h às 12h. O Instituto JCPM de Compromisso Social atua com jovens de 16 a 24 anos e busca elevar o potencial de empregabilidade da juventude, ampliar conhecimentos gerais, estimular a leitura e proporcionar orientação comportamental.
“Para a M. Dias Branco, a parceria é motivo de orgulho, uma vez que estamos oferecendo capacitação e, mais do que isso, a oportunidade do primeiro emprego aos jovens da comunidade”, afirma Lívia Felix, Coordenadora de Recursos Humanos da M. Dias Branco.

DM9DDB: Uma das agências mais conceituadas do Brasil fecha as portas

A DM9 fundada pelo Duda Mendonça em 1975 e adquirida em 1989 por Nizan e Guga Valente.  A agência foi a primeira a conquistar o título de marca publicitária do ano no Cannes Lions International Festival of Creativity.  A agência associou-se à DDB, tornando-se DM9DDB em 1997. Em 2000, concluiu a venda da DM9 à rede internacional DDB Worldwide.  Posteriormente a DM9DDB foi fundida pela Omnicom com a Sunset sob o nome SunsetDDB.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência entre janeiro a setembro 2018, a DM9DDB figurava entre a 15ª maior empresa do segmento, com compras de mídia estimadas em R$ 1.314.864 bilhão.

Divulgação

De acordo com a Meio & Mensagem, três agências brasileiras já ultrapassaram a barreira dos mais de cem Leões conquistados na história do Festival Internacional de Criatividade de Cannes. A líder do ranking, AlmapBBDO, somou 229 troféus em 45 anos. A Ogilvy & Mather conquistou 138 Leões desde 1981, portando em 36 edições; e a DM9DDB ganhou 129 prêmios desde 1993, o que inclui 24 festivais.

Segundo o Estadão Conteúdo, com o encerramento da DM9, a Sunset passará a se chamar SunsetDDB. A companhia vai herdar os clientes que ainda eram atendidos pela DM9, como Perdigão (marca da gigante BRF) e Johnson & Johnson, e também parte da equipe da DM9DDB.

“Novos hábitos, preferências e formas de se comunicar, transformaram o consumidor de analógico para on demand (orientado para assinaturas de conteúdos mediante pagamento de mensalidades escolhendo o momento que deseja consumir um produto audiovisual). Além disso, surgiram os conteúdos de circulação livres como o streaming através do Youtube. Consumo de vídeos na internet cresce mais de 23% no Brasil. Desse modo, cabem às agências se modelarem a um novo jeito de consumo da comunicação, que vem alterando o jornalismo, a televisão, a revista e a publicidade”, analisa Thales Brandão, editor executivo do Portal CidadeMarketing e mestre em comunicação pela Universidade Federal de Sergipe

Destacamos algumas campanhas que marcaram a história da DM9DDB:

Parmalat – Mamíferos

Guaraná Antarctica – Pipoca com Guaraná

Brastemp – O dia em que um sorriso parou São Paulo. (The day when a smile stopped Sao Paulo)

VIVO – O sonho de Anderson Silva

https://www.youtube.com/watch?v=mdX-5u129Q0

CI&T cria solução digital para Cielo que atende os clientes não bancarizados

A CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes empresas com presença global, foi escolhida pela Cielo, empresa líder em serviços e soluções inovadoras para o varejo, como parceira na sua jornada de transformação digital. A CI&T apoiou a empresa na criação de uma solução para atender seus clientes não bancarizados que precisavam de uma alternativa para receber os pagamentos das vendas de seus produtos ou serviços.


Para conhecer a jornada e as necessidades desse consumidor, Cielo e CI&T trabalharam lado a lado combinando metodologias ágeis (abordagem de planejamento interativa, que atende às demandas de forma dinâmica e flexível, e permite um grande aumento de produtividade), competências digitais e princípios Lean (filosofia focada no cliente que simplifica tarefas e elimina desperdícios, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a efetividade da empresa), para buscar uma solução pensada e desenvolvida para o cliente.
As duas companhias aplicaram mudanças no modelo de trabalho dos times da Cielo para que fosse integrado, do início ao fim, mapeando as expectativas e necessidades de seus clientes não bancarizados para oferecer soluções e experiências eficazes para o uso dos meios de pagamento.


As equipes multidisciplinares foram estruturadas em SQUADs, (unidades de trabalho multidisciplinares com mindset voltado à criação de produtos e soluções, além de eventuais aprimoramentos internos), com cerca de 15 profissionais de áreas estratégicas das duas empresas. O processo incluiu uma pesquisa em campo para ouvir e entender os pequenos empresários. Os dados contribuíram para alimentar a cadeia de valor do cliente da Cielo.


Em 90 dias, o SQUAD criou um Produto Mínimo Viável (MVP) para implantação imediata e a nova solução já estava no ar: o recebimento por meio de cartão pré-pago da Cielo para pessoas não bancarizadas.
Agora, os valores são acumulados na conta do empreendedor, que pode gastá-los como desejar – o cartão é aceito em mais de 3 milhões de estabelecimentos. Com o recebimento via cartão pré-pago, os clientes também podem consultar saldo e extrato no aplicativo e no site da Cielo, realizar saques nos mais de 21 mil terminais da rede do Banco24horas, usar os créditos em lojas virtuais e fazer transferências para qualquer titularidade por meio de TED e DOC. Vale destacar ainda que o cartão não possui anuidade, nem cobrança de mensalidade e fatura.


Com equipes mais ágeis, a Cielo não lançou apenas a solução de recebimento por meio do cartão pré-pago, mas também priorizou a implantação de melhorias contínuas do produto. Assim, a empresa completou seu portfólio de produtos e passou a atender um novo nicho de mercado.
“A formação de equipes integradas e multidisciplinares, em SQUAD, foi essencial para acelerar inovações, desburocratizar processos e eliminar gargalos. O modelo passou a ser referência e tem sido utilizado para levar a cultura lean digital para outras áreas da Cielo”, disse Luis Molan, diretor executivo da CI&T.


“Hoje no Brasil são cerca de 60 milhões de pessoas não bancarizadas. Queremos democratizar a oferta da Cielo e permitir o credenciamento de empreendedores que não tem conta em banco. É uma opção de recebimento de vendas segura e prática e que facilita a vida do cliente”, afirma Danilo Zimmermann, diretor executivo de Tecnologia e Projetos da Cielo.

Banco do Brasil libera saque pelo WhatsApp

Depois de lançar consultas e permitir transações financeiras pelo WhatsApp, o Banco do Brasil (BB) tornou-se o primeiro banco a lançar o serviço de saques pelo aplicativo de mensagens. A ferramenta dispensa o uso de cartão para concluir a operação.
As retiradas estão limitadas a R$ 300 por dia, sempre em valores múltiplos de R$ 10. Para iniciar a operação, o cliente inicia uma conversa pelo WhatsApp com o número (61) 4004-0001, digitando “saque sem” ou “saque sem cartão”. O chatbot (assistente virtual ativado por inteligência artificial) perguntará o valor do saque, cabendo ao cliente digitar a senha do cartão para confirmar o saque.
Com o código informado pelo assistente virtual, o cliente deve dirigir-se a qualquer terminal de atendimento do Banco do Brasil. O código tem validade até as 23h59 do dia do pedido. Segundo a instituição financeira, a solução é totalmente segura porque as mensagens são criptografadas de ponta a ponta, impedindo o rastreamento por terceiros.  

Com o serviço de saque, os clientes do BB podem fazer 15 tipos de transações pelo WhatsApp. Em junho, o banco lançou as consultas de saldos e de extratos pelo aplicativo. Em outubro, foram iniciadas as transações financeiras, com serviços como transferência entre contas e recarga de celular.
No fim de novembro, o BB passou a oferecer a recarga do Bilhete Único de transporte coletivo para os moradores do município de São Paulo. Desde o lançamento do piloto, o banco registrou mais de 200 mil operações de recarga.


Inteligência artificial
Desde 2017, o Banco do Brasil utiliza o Watson, assistente de inteligência artificial desenvolvido pela empresa IBM, para ajudar os funcionários a resolver os problemas dos clientes. Em agosto de 2017, a tecnologia começou a ser usada para dar suporte aos pedidos dos clientes no Facebook Messenger. O assistente virtual responde usando uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. Em todos os aplicativos, o cliente passará a ser ajudado por um funcionário do BB caso seja necessário atendimento humano.

CidadeMarketing com informações da EBC.

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