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Aracaju proíbe publicidade de bets

Aracaju proibiu a publicidade de plataformas de apostas esportivas em espaços públicos e engenhos publicitários. A medida foi anunciada pela prefeita Emília Correia e oficializada pelo Decreto nº 8.740.
Foto: Thales Brandão. Orla de Atalaia em Aracaju/SE.

A Prefeitura de Aracaju oficializou, nesta quinta-feira (16), a proibição da publicidade de plataformas de apostas de quota fixa (bets) em espaços públicos e meios de divulgação sujeitos ao poder de polícia administrativa do município. A medida foi anunciada pela prefeita Emília Correia durante o programa “Café com Emília”, transmitido pelas redes sociais, e formalizada por meio do Decreto nº 8.740, publicado na mesma data.

Com a iniciativa, Aracaju torna-se a primeira capital do Nordeste a adotar uma restrição dessa natureza. A decisão acompanha um movimento iniciado recentemente pela Prefeitura do Rio de Janeiro, que também proibiu a publicidade de bets em áreas públicas sob o slogan “As bets não têm mais espaço nas ruas do Rio.”

Decreto amplia restrições à publicidade de apostas

O Decreto nº 8.740 dispõe sobre a vedação da exploração publicitária de plataformas de apostas de quota fixa em engenhos publicitários, meios de divulgação e demais espaços cuja utilização dependa de autorização, licença, permissão ou concessão do município.

A norma alcança bens públicos e privados sujeitos ao licenciamento municipal, incluindo: Outdoors; Painéis publicitários; Mobiliário urbano; Equipamentos públicos; Logradouros públicos; e Demais espaços regulamentados pelo Município.

Segundo o texto, a vedação decorre do exercício do poder de polícia administrativa e busca proteger o interesse público, a paisagem urbana, crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

Publicidade indireta também está proibida

O decreto não restringe apenas anúncios tradicionais. O artigo 2º estabelece que a proibição se aplica a qualquer forma de publicidade, propaganda, promoção comercial, patrocínio, comunicação mercadológica ou divulgação institucional.

Também ficam vedadas ações que promovam: marcas; aplicativos; operadores; sites; domínios; logotipos; elementos visuais; e quaisquer sinais que permitam identificar plataformas de apostas.

A restrição vale independentemente do meio, da tecnologia ou da modalidade utilizada para divulgação.

EMSURB será responsável pela fiscalização

O decreto atribui à Empresa Municipal de Serviços Urbanos (EMSURB) a responsabilidade pela fiscalização das novas regras.

Entre as atribuições estão: fiscalizar o cumprimento do decreto; negar pedidos de licenciamento incompatíveis com a norma; determinar a retirada de publicidade irregular; aplicar medidas administrativas previstas na legislação municipal.

Além disso, todos os órgãos e entidades da administração pública deverão observar as novas regras na celebração, renovação ou revisão de contratos, convênios, permissões, concessões e autorizações que envolvam exploração publicitária.

Empresas terão prazo para adaptação

Embora o decreto tenha aplicação imediata, os anunciantes e empresas de publicidade deverão remover as peças atualmente instaladas e adequar seus espaços às novas regras. O texto ainda suspende, por até dez dias, a aplicação das multas previstas na legislação municipal, permitindo um período de transição para adaptação.

Medida busca proteger a população

Nos considerados do decreto, a Prefeitura destaca a necessidade de proteger a população diante da crescente exposição à publicidade de plataformas de apostas. O documento também cita a Lei Federal nº 14.790/2023, que regulamenta as apostas de quota fixa no Brasil, e reforça a competência do município para disciplinar a publicidade em espaços sob sua administração.

Entre os objetivos apontados estão: proteger crianças e adolescentes; preservar pessoas em situação de vulnerabilidade; garantir o ordenamento urbano; reduzir os impactos sociais associados à ampla exposição à publicidade das bets.

Movimento acompanha iniciativa do Rio de Janeiro

A decisão de Aracaju ocorre poucos dias após a Prefeitura do Rio de Janeiro publicar o Decreto Rio nº 58.274/2026, que também proibiu a publicidade de plataformas de apostas em mídias externas e espaços públicos. Na capital fluminense, a campanha foi apresentada com a mensagem: “As bets não têm mais espaço nas ruas do Rio.”

A medida carioca proíbe publicidade em mobiliário urbano, publicidade exterior e demais espaços cuja exploração dependa de licença ou autorização municipal. Assim como em Aracaju, o objetivo é fortalecer o ordenamento urbano, proteger a paisagem da cidade e reduzir a exposição da população às campanhas de apostas.

Anvisa suspende lotes da Mamba Water após identificar bactéria em água mineral

A Anvisa suspendeu os lotes 13 e 14 da água mineral Mamba Water após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa. Empresa iniciou recall voluntário e orienta consumidores a solicitar reembolso.
Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (16), a suspensão da comercialização de dois lotes da Água Mineral Mamba Water após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa durante análises de controle de qualidade realizadas pelo fabricante.

A decisão foi publicada por meio da Resolução nº 2.783/2026, no Diário Oficial da União (DOU), e determina a suspensão da venda, distribuição e utilização dos produtos afetados.

Quais lotes da Mamba Water foram suspensos?

A empresa HNK BR Indústria de Bebidas Ltda., responsável pela marca Mamba Water, informou que iniciou o recolhimento voluntário dos seguintes produtos:

Lote 13
Lote 14

Os produtos correspondem à Água Mineral Sem Gás Mamba Water 350 ml, envasada em lata.

Os lotes foram produzidos em:

3 de abril de 2026 (Lote 13)
4 de abril de 2026 (Lote 14)

Os respectivos prazos de validade são:

3 de abril de 2027
4 de abril de 2027

Segundo a Anvisa, esses produtos não podem ser comercializados, distribuídos nem consumidos.

Bactéria foi identificada em análises de rotina

Em nota oficial, a Mamba Water informou que a decisão foi tomada preventivamente após exames internos detectarem resultado fora do padrão microbiológico esperado.

De acordo com a empresa, a ocorrência está restrita exclusivamente aos lotes 13 e 14.

A fabricante esclareceu que aproximadamente 82% do volume produzido desses lotes já foi bloqueado preventivamente, permanecendo fora da circulação comercial.

Segundo a companhia, medidas corretivas também foram adotadas junto à fornecedora responsável pelo envase do produto.

Marca afirma que não há registros de consumidores afetados

A empresa destacou que, até o momento, não existem registros de reclamações ou eventos adversos relacionados ao consumo dos lotes recolhidos.

Ainda assim, a Mamba Water decidiu realizar o recall por precaução. Segundo a nota, pessoas saudáveis apresentam baixo risco de complicações.

Entretanto, consumidores imunossuprimidos ou portadores de doenças preexistentes podem apresentar maior vulnerabilidade caso consumam o produto contaminado.

Consumidores devem interromper o consumo

A Mamba Water orienta que consumidores que possuam unidades dos lotes 13 ou 14 não consumam o produto. A empresa também informou que realizará o reembolso integral dos consumidores.

O atendimento ocorre por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC):

E-mail: contato@mambawater.com.br
Telefone: 0800 888 1090
Atendimento: segunda a sábado, das 9h às 21h.

Segundo a empresa, o recall não gera qualquer custo para os consumidores.

O que é a bactéria Pseudomonas aeruginosa?

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria encontrada naturalmente no meio ambiente. Embora normalmente represente baixo risco para pessoas saudáveis, pode provocar infecções em indivíduos com o sistema imunológico comprometido. Por esse motivo, a Anvisa determina rigorosos controles microbiológicos para produtos destinados ao consumo humano.

Nota Oficial da MAMBA WATER

“Comunicamos, como medida preventiva, o recolhimento voluntário dos lotes 13 e 14 da água mineral sem gás em lata, 350ml, marca MAMBA WATER, envasados em unidade autorizada da fornecedora Bebidas Poty S.A, regularizada perante a autoridade de vigilância sanitária em 19.12.2023.

A iniciativa ocorre após a identificação, em análises de controle de rotina, de resultado fora do padrão microbiológico esperado, com a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa no produto. Trata-se de ocorrência pontual, restrita aos lotes com final 13 e 14, fabricados em 3.4.2026 e 4.4.2026, com validade até 3.4.2027 e 4.4.2027. Não há registro de reclamações ou de qualquer impacto à saúde de consumidores nos canais de atendimento, nem de impacto em outros produtos da marca. Até o momento, aproximadamente 82% do volume dos lotes envolvidos já foi preventivamente bloqueado, permanecendo fora de circulação comercial. As medidas corretivas aplicáveis já foram adotadas junto à fornecedora do produto.

Embora não haja registros de eventos adversos à saúde associados a esses lotes, em casos específicos, seu consumo pode eventualmente representar risco à saúde. Em pessoas saudáveis, o risco é baixo, sem maiores complicações à saúde. Em indivíduos com sistema imunológico comprometido, especialmente pessoas imunossuprimidas e/ou portadoras de doenças preexistentes, há risco maior de agravo à saúde, demandando assistência médica.

Por isso, comprometida com o cuidado, a segurança e a confiança do consumidor, a MAMBA WATER, da marca da Hnk Br Indústria de Bebidas Ltda, responsável pelo produto, orienta que consumidores que possuam unidades dos lotes 13 e 14 não consumam o produto e entrem em contato para solicitar o respectivo reembolso. O contato pode ser realizado com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), a partir de 16 de julho de 2026, pelo e-mail contato@mambawater.com.br ou pelo telefone 0800 888 1090, de segunda a sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, acesse www.mambawater.com.br. A MAMBA WATER afirma que este recall não representa qualquer custo ao consumidor e reitera o seu comprometimento com a saúde e segurança dos seus clientes.”

Nubank nomeia Livia Chanes como CEO para a América Latina

O Nubank nomeia Livia Chanes como CEO para a América Latina. A executiva seguirá à frente da operação brasileira e liderará a expansão da instituição financeira no México e na Colômbia.
Divulgação

O Nubank, maior instituição financeira digital da América Latina, anunciou a nomeação de Livia Chanes como CEO para a América Latina. A executiva acumulará a nova função com o cargo de CEO do Nubank Brasil, fortalecendo a estratégia de crescimento da companhia na região.

Com a mudança, Armando Herrera, responsável pela operação no México, e Marcela Torres, líder na Colômbia, passarão a responder diretamente à executiva, mantendo autonomia operacional em seus respectivos mercados.

O anúncio ocorre em um momento de forte expansão do Nubank, que ultrapassou a marca de 135 milhões de clientes em âmbito global e recebeu autorização para operar oficialmente como banco no México.

“Meu compromisso é garantir que o México e a Colômbia se beneficiem de tudo o que construímos no Brasil. Essa troca acelera a inovação em todas as direções”, afirma Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil e para a para América Latina.

Nubank amplia presença na América Latina

A nova estrutura acompanha o crescimento acelerado da instituição financeira na região.

No México, o Nubank consolida sua posição como o maior banco digital do país. A operação alcançou o ponto de equilíbrio financeiro (break-even) no primeiro trimestre de 2026 e já soma 15 milhões de clientes, incorporando aproximadamente 12 mil novos usuários por dia.

Na Colômbia, a fintech completa cinco anos de atuação com 5 milhões de clientes, presença em todos os departamentos do país, mais de 11 trilhões de pesos em depósitos e investimentos previstos de US$ 130 milhões para 2026.

Segundo a companhia, aproximadamente 37 milhões de pessoas passaram a integrar o sistema financeiro formal por meio da plataforma do Nubank, sendo 31,5 milhões no Brasil, 4,7 milhões no México e quase 1 milhão na Colômbia.

“Há treze anos, nos propusemos a provar que um banco poderia ser mais simples e construído em torno do cliente. Foi no Brasil que validamos esse modelo”, afirma David Vélez, fundador e CEO Global do Nubank.

Tênis: UTS Rio de Janeiro reúne João Fonseca, Kyrgios e Guto Miguel; Confira onde assistir e regras do torneio

O UTS Rio de Janeiro 2026 começa nesta quinta-feira com João Fonseca, Guto Miguel, Nick Kyrgios e Corentin Moutet. Confira programação, onde assistir, ingressos e as regras do torneio.
Reprodução/Instagram

O UTS Rio de Janeiro 2026 (Ultimate Tennis Showdown) começa nesta quinta-feira (16), no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. O torneio reúne grandes nomes do tênis internacional, como João Fonseca, Nick Kyrgios, Corentin Moutet, Francisco Cerúndolo, Brandon Nakashima, Cameron Norrie e Tallon Griekspoor, além da jovem promessa brasileira Guto Miguel.

Criado em 2020 pelo técnico francês Patrick Mouratoglou, o UTS revolucionou o formato tradicional do tênis ao introduzir partidas mais rápidas, maior interação com o público e regras que tornam os jogos mais dinâmicos.

Guto Miguel estreia contra Nick Kyrgios

A primeira rodada reserva um dos confrontos mais aguardados da noite. O brasileiro Guto Miguel, de apenas 17 anos, estreia às 20h (horário de Brasília) diante do australiano Nick Kyrgios.

O jovem chega ao torneio em grande fase após conquistar o título de simples em Roland Garros Juvenil e o troféu de duplas em Wimbledon Juvenil, ao lado do esloveno Žiga Šeško.

A partida terá transmissão ao vivo pelo sportv3.

Programação do UTS Rio de Janeiro 2026

Quinta-feira (16/07)
18h às 22h

Corentin Moutet x Tallon Griekspoor
Francisco Cerúndolo x Brandon Nakashima
Nick Kyrgios x Guto Miguel
Cameron Norrie x Corentin Moutet

Sexta-feira (17/07)
18h às 22h

Guto Miguel x Brandon Nakashima
João Fonseca x Tallon Griekspoor
Francisco Cerúndolo x Cameron Norrie
João Fonseca x Nick Kyrgios

Sábado (18/07)
12h – Primeira classificação
13h – Semifinal
14h – Semifinal
15h – Segunda classificação
16h – Final

Onde assistir ao UTS Rio 2026
TV: sportv3
Local: Ginásio do Maracanãzinho, Rio de Janeiro

Ingressos
Os ingressos continuam disponíveis na Ticketmaster, com opções individuais e combos para os três dias de competição.

Valores
Ingressos individuais: R$ 50 a R$ 250
Combo para três dias: R$ 145 a R$ 600

Como funciona o formato do UTS

O Ultimate Tennis Showdown foi criado para tornar o esporte mais dinâmico e aproximar os atletas dos torcedores.  O torneio reúne oito jogadores em um grupo único no formato Round Robin, seguido pelo Final Four.

Cada atleta disputa pelo menos três partidas e pode chegar a quatro jogos durante o evento.

Pontuação diferente do circuito ATP

Ao contrário do tênis tradicional, o UTS elimina a contagem de 15, 30 e 40.  Cada ponto vale exatamente um ponto, tornando a compreensão muito mais simples para o público.  Outra diferença importante é o tempo entre os pontos.

Os jogadores possuem apenas 15 segundos para reiniciar a disputa, acelerando significativamente o ritmo das partidas.

Partidas divididas em quatro quartos

Cada jogo é disputado em quatro quarters, com duração de oito minutos cada. Vence o atleta que conquistar três quartos. Caso a partida termine empatada em 2 a 2, ocorre um desempate decidido pelos dois pontos seguintes. Nos instantes finais de cada quarto acontece o Quarter Point.

Se um jogador estiver vencendo quando restar apenas um ponto para o fim do tempo, precisará ganhar apenas mais uma troca de bola para confirmar o quarter. Se houver empate ao final dos oito minutos, o próximo ponto define o vencedor daquela parcial.

Cartas bônus aumentam emoção

Outra novidade é o uso da Bonus Card. Cada jogador possui uma carta por quarter. Quando acionada, o próximo ponto passa a valer três pontos, desde que seja conquistado pelo atleta que utilizou o recurso. A ativação acontece por meio de um botão instalado na quadra.

Sem segundo saque e sem aquecimento

O regulamento também elimina o aquecimento tradicional. Os atletas entram em quadra e iniciam a partida imediatamente. Outra mudança significativa é a ausência do segundo saque. Cada ponto conta com apenas uma tentativa de saque, tornando os serviços mais arriscados e reduzindo a quantidade de aces.

Interação durante os jogos

Uma das marcas registradas do UTS é a aproximação entre jogadores e torcedores. Os atletas podem conversar com seus treinadores durante a partida, enquanto o público participa ativamente da atmosfera do evento, algo incomum no circuito profissional tradicional.

Critérios de classificação

A classificação do Round Robin será definida pelos seguintes critérios:

  • Maior número de vitórias;
  • Maior número de partidas disputadas;
  • Confronto direto, quando houver empate entre dois jogadores.

Caso três ou mais atletas terminem empatados, serão utilizados:

  • Melhor saldo de quarters;
  • Melhor saldo de pontos;
  • Sorteio.

Patrick Mouratoglou idealizou o torneio

O UTS foi criado em 2020 pelo francês Patrick Mouratoglou, um dos treinadores mais influentes do tênis mundial.  Ao longo da carreira, Mouratoglou trabalhou com alguns dos maiores nomes do esporte, entre eles Serena Williams, Holger Rune, Stefanos Tsitsipas, Simona Halep, Coco Gauff, Grigor Dimitrov e Naomi Osaka em períodos de treinamento e consultoria.

Nos últimos anos, o treinador também passou a acompanhar de perto jovens talentos brasileiros, participando do desenvolvimento técnico de atletas do país e fortalecendo sua relação com o tênis brasileiro.

Com um formato inovador, grandes estrelas internacionais e a presença de duas das maiores promessas do Brasil, João Fonseca e Guto Miguel, o UTS Rio de Janeiro 2026 promete transformar o Maracanãzinho em um dos principais palcos do tênis mundial neste fim de semana.

GENCO® entra em nova fase e apresenta DONNA™, seu estúdio de cinema publicitário sintético

A GENCO® apresenta a DONNA™, estúdio de cinema publicitário sintético que combina inteligência artificial, criatividade e produção audiovisual para acelerar campanhas.
Divulgação

A GENCO®, produtora audiovisual do diretor e cineasta André Vidigal, anuncia uma nova fase de sua operação com a apresentação do seu braço DONNA™, estúdio de imagem sintética, que já opera com resultados reais.

DONNA™ nasceu para responder a um problema prático do mercado: orçamentos cada vez mais apertados diante de roteiros ambiciosos. Vidigal optou por só falar sobre a tecnologia depois de testá-la em produções reais, entregues a clientes reais.

“DONNA™ não é uma ferramenta genérica de IA, e sim um estúdio de cinema publicitário sintético em nível internacional, plugado à estrutura de uma produtora tradicional, daí a preferência por falar em imagem sintética e cinema sintético”, explica Vidigal. “Filmar é o mais artesanal, o mais elegante, o mais humano que a gente faz – é como um móvel feito à mão por um artesão. DONNA™ existe para dar a esse artesão uma fábrica que trabalhe para ele, para que a vida dele fique mais confortável e ele consiga fazer ainda mais”, completa.

Um dos exemplos é “Clean My Name”, campanha de Cif vencedora de ouro, prata e bronze em Cannes Lions. O estúdio colaborou criando digitalmente um cenário de spa inviável de se construir fisicamente, e populando o filme com dezenas de réplicas do produto em cenas de grande escala, além da criação do personagem 3D, o “mini-boletinho”, para o packshot.

Outro exemplo é a campanha de Omo estrelada por Vinícius Júnior, filmada em Madri: nas cenas com o jogador, a produção seguiu a política do cliente de não recorrer a imagem sintética envolvendo pessoas, mas nos planos de demonstração de produto, o estúdio DONNA™ permitiu criar sequências visualmente impossíveis sem uma equipe de computação gráfica dedicada. Ambos os projetos foram realizados para a Droga5.

Toda a operação do estúdio segue um protocolo próprio de compliance, com verificação de semelhança com pessoas reais antes de qualquer aprovação e contratos que impedem parceiros de tecnologia de treinar modelos com os projetos da produtora.

A GENCO® apresenta a DONNA™, estúdio de cinema publicitário sintético que combina inteligência artificial, criatividade e produção audiovisual para acelerar campanhas.

Em paralelo, o estúdio DONNA™ já desenvolve um longa-metragem de ficção com personagens reais e sintéticos, falado nativamente em português, com locações em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A GENCO® completa três anos de fundação em outubro de 2026. Desde sua criação por André Vidigal, a produtora marcou presença todos os anos nos festivais mais relevantes da publicidade mundial, com premiações em Cannes Lions, Clio Awards, One Show, El Ojo de Iberoamérica e Effie Awards.

Atualmente, o backoffice da GENCO® , é conduzido numa parceria com a produtora ROMA, dos executivos Leyla Fernandes e João Carvalho. Já a DONNA™ opera de maneira independente.

Plug reposiciona operação para atuar como consultoria estratégica e lança modelo com IA para acelerar entregas

A Plug anuncia seu reposicionamento como consultoria estratégica e lança o Plug FastTrack, metodologia com inteligência artificial que reduz em até 70% o tempo de desenvolvimento de projetos.
Divulgação

O avanço da inteligência artificial, a consolidação de estruturas in-house e a crescente pressão por eficiência vêm alterando o papel das agências de comunicação. Em vez de concentrar valor na execução, empresas passaram a buscar parceiros capazes de apoiar decisões estratégicas, organizar plataformas de marca e acelerar processos sem renunciar à qualidade criativa.

Esse movimento tem levado o mercado a uma reconfiguração do modelo tradicional de agência. A demanda agora é por estruturas mais enxutas, com alto nível de senioridade, visão de negócios e capacidade de integrar estratégia, criatividade e tecnologia em uma mesma operação.

É nesse contexto que a Plug anuncia seu reposicionamento. A agência passa a atuar como uma consultoria estratégica e criativa voltada à construção de marcas, combinando planejamento, branding, criação e inteligência artificial para desenvolver soluções capazes de responder com mais velocidade aos desafios de marketing das empresas.

A operação passa a ser organizada em duas frentes complementares. A primeira concentra atividades de maior valor estratégico, como definição de posicionamento, territórios de marca, plataformas de comunicação, conceitos criativos, campanhas e direcionamentos para diferentes canais. A segunda reúne uma estrutura voltada à aceleração de entregas recorrentes, utilizando inteligência artificial para otimizar fluxos de trabalho e ampliar produtividade.

Como parte dessa nova fase, a agência lança o Plug FastTrack, metodologia proprietária que integra sistemas de briefing, organização estratégica e inteligência artificial para acelerar o desenvolvimento das etapas iniciais dos projetos.

O modelo foi criado para reduzir o tempo entre a identificação do desafio e a apresentação das primeiras rotas estratégicas e criativas, fase que costuma concentrar boa parte do esforço operacional dos times de marketing e comunicação. Segundo a Plug, a metodologia permite reduzir em até 70% o tempo de desenvolvimento dessas entregas iniciais, liberando as equipes para concentrar esforços nas decisões de maior impacto para o negócio.

“Nos últimos anos percebemos que o principal valor para os clientes deixou de ser produzir mais peças e passou a ser construir melhores decisões. A inteligência artificial acelera processos, mas continua sendo a estratégia que define a direção. Nosso reposicionamento parte exatamente dessa combinação entre pensamento de negócio, criatividade e tecnologia”, afirma Daniel Santander, fundador da Plug.

Como agências de SEO podem escalar link building sem montar uma equipe interna?

Como escolher o parceiro ideal de Link Building
Divulgação: Rank Certo - imagem criada por IA.

Se você já vende SEO, provavelmente conhece bem este paradoxo: o cliente quer crescer em tráfego orgânico, você entrega estratégia técnica, conteúdo, otimizações on-page, relatórios… mas chega uma hora em que a autoridade do domínio trava o avanço. E aí entra o link building.

O problema é que link building raramente escala com facilidade dentro de uma agência. Não basta “comprar links” ou sair enviando e-mails para blogs. Existe prospecção, análise de qualidade, negociação, produção de conteúdo, aprovação, publicação, controle de âncoras, acompanhamento de indexação e prestação de contas. Tudo isso consome tempo, exige método e pode virar um gargalo operacional rapidamente.

A boa notícia: sua agência não precisa necessariamente montar uma equipe interna para vender e entregar link building com qualidade. Com processos certos, parceiros confiáveis e critérios claros de qualidade, você consegue escalar link building sem transformar sua operação em um caos de planilhas, follow-ups e publicações atrasadas.

O que os números dizem sobre a prioridade do Link Building

Antes de entrar nos desafios operacionais, vale entender por que o link building consome tanto orçamento e atenção das agências. Segundo pesquisa da Editorial.link com 518 especialistas em SEO, as agências destinam, em média, 32,1% de todo o orçamento de SEO para link building, enquanto os times internos das empresas destinam ainda mais: 36,03%. É, na prática, a maior linha de despesa isolada dentro da maioria dos orçamentos de SEO — o que explica por que um gargalo nessa frente pesa tanto no resultado final da agência.

O investimento também segue em alta: um levantamento da Reporter Outreach com 500 profissionais de SEO mostra que 58% aumentaram o orçamento de link building em 2026 comparado a 2025, contra apenas 14% que reduziram. E o custo por link não para de subir — o preço médio aceitável por um backlink de qualidade já está em US﹩ 508,95, segundo a mesma pesquisa da Editorial.link, com 76% dos compradores dispostos a pagar US﹩ 300 ou mais por link. Ou seja: a demanda por link building não está esfriando, e o custo de fazer errado (ou de fazer devagar demais) só tende a aumentar.

Por que o Link Building é o gargalo de crescimento das agências

Link building costuma virar gargalo porque fica em uma zona desconfortável entre estratégia, relacionamento comercial, produção editorial e operação. Diferente de uma auditoria técnica ou de um calendário de conteúdo, em que boa parte do fluxo depende da sua própria equipe, a conquista de backlinks depende de terceiros: sites parceiros, editores, jornalistas, donos de portais, blogs de nicho e veículos que têm seus próprios prazos.

Para uma agência de SEO ou marketing digital, isso cria uma camada extra de imprevisibilidade. Você pode prometer ao cliente uma campanha mensal com 10 backlinks, mas cada link exige uma cadeia de ações: encontrar oportunidades, validar métricas, negociar valores, alinhar pauta, produzir ou adaptar o conteúdo, aguardar aprovação, conferir publicação e registrar tudo no relatório. Quando você tem dois ou três clientes, dá para resolver “no braço”. Com 15, 30 ou 50 contas, o improviso quebra.

Além disso, link building mexe diretamente com reputação. Um backlink ruim não é apenas um item fraco no relatório: ele pode colocar em risco a percepção de qualidade da sua agência e, em casos mais graves, expor o cliente a práticas agressivas demais. Por isso, muitos gestores ficam presos em um dilema: sabem que precisam entregar autoridade off-page para melhorar resultados, mas não querem assumir uma operação complexa e cheia de riscos.

Outro ponto é a margem. Se sua equipe de SEO gasta horas demais procurando sites, negociando publicações e cobrando retornos, o serviço deixa de ser escalável. O que parecia uma oferta lucrativa se transforma em uma rotina operacional pesada. E quanto mais personalizada for a busca por links, maior a carga de trabalho.

É por isso que agências maduras tratam link building como uma esteira com critérios, não como uma tarefa solta. A questão não é simplesmente “conseguir backlinks”, mas conseguir backlinks relevantes, em volume previsível, com controle de qualidade e sem sugar a energia da equipe estratégica — algo reforçado pelo fato de que 93,8% dos link builders profissionais afirmam priorizar qualidade sobre quantidade de links.

Os desafios de montar uma equipe interna de Link Building

Montar uma equipe interna de link building parece, à primeira vista, o caminho mais seguro. Você ganha controle, centraliza o conhecimento e cria um processo próprio. Só que, na prática, esse modelo exige mais investimento e maturidade operacional do que muitas agências imaginam.

O primeiro desafio é contratar perfis certos. Uma boa operação de link building precisa de pessoas com habilidades diferentes: prospecção, negociação, análise de SEO, redação, gestão de relacionamento e controle de processos. É raro encontrar um profissional que faça tudo isso bem. Muitas vezes, você acaba montando uma minioperação com analista, redator, gestor de parcerias e alguém responsável por relatórios.

O segundo desafio é construir uma base de relacionamento. Ter uma equipe não significa ter acesso imediato a bons sites. Você ainda precisa mapear veículos, validar qualidade, negociar condições, criar histórico de entrega e manter contato ativo. Esse ativo leva tempo para ser desenvolvido. E tempo, para uma agência em crescimento, custa caro.

Há também o problema da demanda irregular. Em alguns meses, você terá muitos clientes solicitando backlinks. Em outros, a demanda pode cair. Se a equipe for pequena, ela sobrecarrega nos picos. Se for grande demais, pesa no custo fixo quando a carteira oscila. Esse desequilíbrio é especialmente comum em agências que vendem SEO em pacotes mensais, mas ainda não têm previsibilidade total de expansão.

Outro ponto delicado é a gestão da qualidade. Uma equipe interna precisa de critérios claros para avaliar domínios, páginas, contexto editorial, tráfego orgânico, perfil de links, histórico de spam, nicho e naturalidade das âncoras. Sem isso, o time pode priorizar quantidade em vez de relevância, e esse é um erro caro.

Por fim, existe o custo invisível da gestão. Treinar pessoas, revisar entregas, acompanhar follow-ups, organizar planilhas, resolver atrasos e lidar com exceções consome tempo da liderança. Se você, como dono ou gestor, precisa ficar apagando incêndio em cada campanha, a equipe interna deixa de ser uma solução e vira mais um centro de complexidade.

Modelos de terceirização para escalar Link Building

White Label Link Building: Como Funciona na Prática

No modelo white label, um parceiro executa o link building nos bastidores, enquanto sua agência mantém o relacionamento direto com o cliente. Para o cliente final, a entrega sai com a marca, linguagem e padrão da sua agência. Isso permite vender autoridade off-page sem montar uma estrutura própria de prospecção, negociação e produção.

O modelo white label faz sentido quando a agência já possui demanda por SEO, mas não quer montar uma equipe interna apenas para prospectar sites, negociar publicações, produzir conteúdos, acompanhar aprovações e organizar relatórios. Nesse cenário, a Rank Certo opera link building white label para agências de SEO e marketing, funcionando como um braço operacional discreto para entregas de autoridade off-page.

Na prática, você define com o parceiro o volume mensal de links, critérios mínimos de qualidade, nichos permitidos, restrições, tipos de âncora e formato de relatório. A partir daí, o parceiro busca oportunidades, valida domínios, cuida das publicações e entrega evidências para sua agência apresentar ao cliente.

Freelancers e Parceiros Especializados: Prós e Contras

Freelancers podem ser uma alternativa interessante para agências que estão começando a terceirizar link building ou têm demandas específicas. Um bom profissional independente pode ajudar na prospecção de sites, negociação de guest posts, produção de artigos ou montagem de relatórios.

A principal vantagem é a flexibilidade. Você pode contratar por projeto, por lote de links ou por horas. Isso reduz custos fixos e permite testar diferentes formatos antes de assumir compromissos maiores. Também é comum encontrar freelancers com experiência em nichos específicos, como saúde, finanças, tecnologia, educação ou jurídico.

O risco está na dependência operacional. Se apenas uma pessoa concentra contatos, critérios e histórico de negociação, sua agência fica vulnerável a atrasos, mudanças de disponibilidade ou queda de qualidade. Além disso, freelancers nem sempre têm uma rede ampla de sites ou processos robustos de validação. Alguns são excelentes em outreach, mas fracos em análise de SEO. Outros entregam bons contatos, mas não dominam produção de conteúdo.

Para usar esse modelo com segurança, você precisa documentar tudo: critérios de aprovação, métricas mínimas, sites vetados, padrão de âncoras, tom dos conteúdos, prazos e modelo de relatório. Também vale evitar que o freelancer seja o único guardião da operação. Sempre que possível, sua agência deve manter acesso às informações principais.

Em resumo, freelancers funcionam bem para complementar capacidade, testar demanda ou resolver necessidades pontuais. Para escalar link building em volume recorrente, porém, você provavelmente precisará de processos mais sólidos e menos dependentes de uma única pessoa.

Plataformas e Marketplaces de Backlinks

O benefício é claro: velocidade. Marketplaces reduzem o tempo de prospecção e tornam o custo mais previsível. Você consegue filtrar por autoridade, tráfego estimado, nicho, idioma e valor. Isso ajuda principalmente em campanhas simples, quando o objetivo é ganhar escala com menos fricção.

Mas existe um cuidado importante. Nem todo site listado em marketplace é uma boa oportunidade. Alguns domínios têm métricas infladas, tráfego artificial, excesso de links vendidos ou conteúdo genérico demais. Se muitos clientes e concorrentes compram links nos mesmos lugares, a naturalidade da campanha pode cair. E o Google é cada vez melhor em identificar padrões artificiais.

Outro ponto é a falta de personalização. Uma campanha séria de link building precisa considerar contexto semântico, páginas prioritárias, intenção de busca, autoridade temática e perfil atual de backlinks do cliente. Marketplace ajuda na execução, mas raramente substitui pensamento estratégico.

Se você optar por esse caminho, use plataformas como apoio, não como piloto automático. Valide manualmente os sites mais relevantes, revise o histórico de publicações, confira se há tráfego orgânico real e observe se o conteúdo do domínio faz sentido para o cliente. A conveniência é ótima, desde que não custe a reputação da sua agência.

O impacto da IA na demanda por Link Building

Vale um parênteses sobre um fator que tem mudado o comportamento de compra dos clientes: a chegada da inteligência artificial nos mecanismos de busca não reduziu a procura por link building — pelo contrário, parece estar reacendendo o interesse pelo tema.

Segundo dados do Google Trends, o termo “link building” vem registrando um crescimento consistente de buscas desde fevereiro de 2025, movimento associado à corrida das marcas para entender como aparecer bem nas respostas geradas por IA, pois 85% dos compradores confiam em uma marca quando a IA a recomenda.

Como escolher o parceiro ideal de Link Building
Fonte: Google Trends

A explicação faz sentido prático: ferramentas como o ChatGPT ainda recorrem a citações dos dez primeiros resultados de busca tradicional em cerca de 75% das vezes, o que faz da autoridade construída via backlinks um caminho ainda relevante para ganhar visibilidade também no ambiente de buscas por IA.

Essa percepção é compartilhada pela maioria dos profissionais do setor. Para uma agência, isso é um argumento comercial concreto: o serviço não está perdendo relevância, está ganhando uma segunda justificativa de compra.

Como escolher o parceiro ideal de Link Building

Comece avaliando o processo de curadoria. Pergunte como os sites são selecionados, quais métricas são consideradas e quais critérios eliminam uma oportunidade. Métricas como autoridade de domínio, tráfego orgânico estimado e quantidade de palavras-chave ranqueadas são úteis, mas não bastam. Você também deve observar relevância temática, qualidade editorial, frequência de publicação, perfil de links externos e sinais de spam.

Depois, analise o nível de personalização. Um parceiro confiável não deveria simplesmente empurrar uma lista pronta de domínios. Ele precisa entender o cliente, o nicho, as páginas que você quer fortalecer e o tipo de âncora adequado para cada etapa da campanha. Link building para um e-commerce de móveis não segue a mesma lógica de um SaaS B2B ou de uma clínica médica.

Transparência também é fundamental. Você deve saber onde os links serão publicados, qual conteúdo será usado, quais prazos estão envolvidos e como a entrega será comprovada. Alguns parceiros trabalham com pré-aprovação de sites: outros apresentam oportunidades dentro de faixas de qualidade. O importante é que você tenha visibilidade suficiente para proteger sua marca.

Outro critério é capacidade de escala. O parceiro consegue atender cinco clientes hoje e vinte daqui a três meses? Tem operação para lidar com múltiplos nichos? Consegue manter padrão de qualidade mesmo com aumento de volume? Essas perguntas evitam que você troque um gargalo interno por um gargalo terceirizado.

Por fim, observe a postura consultiva. Bons parceiros não dizem “sim” para qualquer pedido. Eles alertam quando uma âncora está agressiva demais, quando uma página não está pronta para receber links ou quando o ritmo de aquisição parece artificial. Esse tipo de fricção saudável é sinal de maturidade, não de dificuldade.

Processos e ferramentas para gerenciar Link Building terceirizado

O primeiro passo é criar um briefing padrão por cliente. Esse documento deve incluir segmento, concorrentes principais, páginas prioritárias, palavras-chave estratégicas, tipos de âncora permitidos, restrições de sites, tom de comunicação e observações jurídicas ou de compliance, quando houver. Quanto melhor o briefing, menor o retrabalho.

Também é importante manter um controle centralizado das campanhas. Pode ser em uma planilha bem organizada, em ferramentas como Airtable, Notion, ClickUp, Trello ou em um sistema interno. O essencial é registrar status de cada link: solicitado, em prospecção, aprovado, conteúdo em produção, enviado, publicado, indexado e reportado. Isso evita aquele clássico “em que pé está esse backlink?” no meio da semana.

Para análise de qualidade, ferramentas como Ahrefs, Semrush, Moz, Majestic, Similarweb e Google Search Console ajudam a avaliar domínios, tráfego, perfil de backlinks e evolução de páginas. Nenhuma métrica isolada deve decidir tudo, mas o conjunto oferece sinais importantes. Um site com autoridade razoável, tráfego orgânico real e conteúdo coerente costuma valer mais do que um domínio com métrica alta e zero relevância.

Defina também uma cadência de revisão. Por exemplo: aprovação quinzenal de oportunidades, conferência semanal de status e fechamento mensal de relatório. Isso mantém a operação viva sem transformar o gestor em fiscal de cada microtarefa.

No relatório ao cliente, conecte link building a objetivos de SEO. Mostre os backlinks entregues, mas também acompanhe evolução de posições, tráfego orgânico das páginas trabalhadas, crescimento de autoridade, novos domínios de referência e contexto da campanha. Cliente maduro não quer apenas uma lista de links: ele quer entender como aquilo fortalece o projeto.

E, claro, mantenha um histórico por cliente. Com o tempo, esse banco de dados ajuda a evitar repetição de domínios, controlar diversidade de âncoras e demonstrar evolução estratégica. É um detalhe simples, mas separa uma operação amadora de uma operação escalável.

Como garantir qualidade e proteger a reputação dos clientes

Comece definindo uma política de qualidade. Ela deve listar o que sua agência considera aceitável e o que está fora do jogo. Sites sem tráfego orgânico, domínios com aparência de rede privada, páginas lotadas de links externos, conteúdo claramente automatizado, temas sensíveis incompatíveis e portais com histórico suspeito devem ser tratados com cautela. Em muitos casos, o melhor link é aquele que você decide não fazer.

A relevância temática merece atenção especial. Um backlink de um site muito forte, mas completamente desconectado do segmento do cliente, pode ter menos valor do que um link em um domínio menor, porém altamente contextual. Se você atende uma empresa de software jurídico, por exemplo, faz muito mais sentido aparecer em conteúdos sobre gestão de escritórios, tecnologia para advogados ou produtividade legal do que em um blog genérico sobre curiosidades.

Também cuide das âncoras. Repetir palavras-chave exatas em excesso é um dos jeitos mais rápidos de deixar uma campanha artificial. Misture âncoras de marca, URLs, termos semânticos, variações naturais e chamadas contextuais. A pergunta prática é: “Esse link faria sentido se ninguém estivesse tentando manipular o ranking?” Se a resposta for não, revise.

Outro ponto importante é a qualidade do conteúdo publicado. Um artigo raso, mal escrito e claramente feito só para encaixar um link passa uma mensagem ruim. O conteúdo ao redor do backlink precisa ter utilidade, coerência e leitura natural. Isso protege tanto o cliente quanto o veículo onde a publicação aparece.

Você também deve monitorar os links depois da publicação. Links podem ser removidos, páginas podem sair do ar, atributos podem mudar para nofollow e sites podem perder qualidade ao longo do tempo. Uma checagem periódica evita surpresas em relatórios e ajuda a manter a campanha saudável.

Vale e Globo promovem enquete nacional para escolher a árvore do Brasil

Vale e Globo lançam a campanha "Um Brasil de Árvores" e convidam brasileiros a escolher a árvore que representa o país em uma enquete nacional.
Divulgação

A Vale e a Globo lançaram a campanha “Um Brasil de Árvores”, iniciativa multiplataforma que convida os brasileiros a responder uma pergunta: qual árvore representa o Brasil? O projeto busca aproximar a população da maior biodiversidade do planeta por meio de histórias afetivas, memória e identidade cultural.

A campanha parte da relação emocional que muitos brasileiros mantêm com árvores presentes na infância, nos quintais, nas praças e nas paisagens que marcaram diferentes momentos da vida. A proposta é transformar essas lembranças em uma conversa nacional sobre biodiversidade e preservação ambiental.

Enquete mobiliza participação do público

Como parte da iniciativa, o público poderá participar de uma enquete no gshow, escolhendo a árvore que considera símbolo do Brasil. A campanha também incentiva os participantes a compartilharem histórias ligadas às espécies que fazem parte da cultura e da memória afetiva do país.

A criação é da Globo e da Africa Creative, em parceria com a Pororoca, agência especializada em projetos de sustentabilidade formada pela Africa e pela Pindorama Filmes.

Estratégia reúne TV, plataformas digitais e redes sociais

A campanha será exibida em diferentes plataformas da Globo, incluindo TV Globo, Globoplay, g1, gshow e redes sociais. O projeto também contará com conteúdos especiais durante os intervalos da programação e ações de reforço em praças estratégicas.

A estreia foi marcada por um filme manifesto de 60 segundos protagonizado por Regina Casé, que convida o público a refletir sobre o papel das florestas na formação da identidade brasileira.

Sustentabilidade e identidade nacional

Segundo Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale, a sustentabilidade faz parte da estratégia da empresa e a campanha reforça o compromisso com a conservação ambiental e o desenvolvimento das comunidades.

Para Aaron Sutton, diretor executivo de criação da Africa Creative, a iniciativa conecta a biodiversidade às histórias pessoais dos brasileiros, transformando a pauta ambiental em um tema presente no cotidiano e na cultura do país.

Claudio Paim, diretor de Produtos Publicitários em Canais da Globo, afirma que o projeto aproxima questões ambientais das memórias e dos afetos dos brasileiros, fortalecendo o debate sobre preservação e identidade nacional.

Projeto valoriza a biodiversidade brasileira

Com a campanha “Um Brasil de Árvores”, Vale e Globo buscam estimular a valorização da biodiversidade por meio da participação popular. Ao unir entretenimento, informação e engajamento, a iniciativa reforça a importância das árvores não apenas para o meio ambiente, mas também para a história, a cultura e a identidade dos brasileiros.

Vale e Globo lançam a campanha "Um Brasil de Árvores" e convidam brasileiros a escolher a árvore que representa o país em uma enquete nacional.
Divulgação

Os interessados podem participar da votação e conhecer mais sobre o projeto por meio da página especial criada no gshow.

Ypê aposta em campanha institucional para reforçar relação de confiança com os brasileiros

A Ypê lança campanha institucional após intervenção da Anvisa, reforçando seus 75 anos de história, a confiança dos consumidores e a presença em mais de 95% dos lares brasileiros.
Reprodução

A Ypê lançou, no último domingo (12), uma nova campanha institucional para reforçar sua trajetória de 75 anos e a relação de confiança construída com milhões de consumidores brasileiros. A iniciativa ocorre após um período de grande repercussão envolvendo a intervenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ajustes operacionais adotados pela empresa.

A campanha apresenta uma mensagem de proximidade, transparência e reconhecimento ao apoio recebido de consumidores, parceiros comerciais e colaboradores durante um dos momentos mais desafiadores da história da companhia.

Intervenção da Anvisa mobilizou consumidores

A recente atuação da Anvisa colocou a Ypê no centro das atenções e gerou ampla repercussão nacional. A medida exigiu respostas rápidas da empresa, que adotou ações operacionais para atender às determinações do órgão regulador e preservar a segurança dos consumidores.

Ao mesmo tempo, o episódio evidenciou a forte conexão da marca com o público. Nas redes sociais e em diferentes canais, consumidores manifestaram apoio à empresa, destacando a confiança construída ao longo de décadas e a presença constante dos produtos Ypê em seus lares.

Campanha reforça legado da marca

Na nova campanha institucional, a Ypê destaca que um dos principais aprendizados desse período foi compreender ainda mais a dimensão da marca e sua relevância para os brasileiros.

A comunicação ressalta que a empresa está presente em mais de 95% dos lares do país, tornando-se sinônimo de diversas categorias de limpeza e cuidados com a casa. Segundo a marca, muitos consumidores só perceberam a amplitude desse portfólio ao observar a quantidade de produtos Ypê presentes no dia a dia.

A campanha também valoriza o relacionamento construído com clientes, distribuidores, parceiros e consumidores ao longo de 75 anos, reforçando atributos como confiança, qualidade, proximidade e compromisso com o mercado brasileiro.

Comunicação destaca resiliência e responsabilidade

Mais do que apresentar produtos, a nova campanha busca fortalecer a reputação institucional da empresa. A estratégia evidencia que grandes marcas também enfrentam desafios, mas podem responder com transparência, responsabilidade e diálogo.

Ao reconhecer os ajustes operacionais realizados e agradecer o apoio recebido durante esse período, a Ypê procura reafirmar seu compromisso com a qualidade, a segurança dos produtos e a confiança conquistada ao longo de sua história.

Piracanjuba amplia portfólio com bebidas LaCreme em collab com Cacau Show

Piracanjuba e Cacau Show lançam bebidas LaCreme nos sabores Ao Leite e Gold. A parceria amplia a presença da marca na categoria de bebidas prontas para beber.
Divulgação

A Piracanjuba e a Cacau Show anunciaram uma parceria inédita para o lançamento de uma linha de bebidas inspirada na marca LaCreme. A novidade chega ao mercado nos sabores LaCreme Ao Leite e LaCreme Gold, chocolate branco caramelizado, levando a experiência da marca para a categoria de bebidas prontas para beber.

Desenvolvidas pela Piracanjuba, as bebidas serão comercializadas em embalagens de 250 ml. A proposta é oferecer uma textura cremosa e intensa, reproduzindo as características sensoriais que fizeram da LaCreme uma das marcas mais conhecidas da Cacau Show.

Parceria une tradição e inovação

Segundo Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba, o objetivo foi desenvolver um produto fiel aos sabores originais da linha LaCreme.

A executiva destaca que a parceria reúne duas marcas reconhecidas pela qualidade, inovação e foco na experiência do consumidor, fortalecendo a estratégia de expansão para novas ocasiões de consumo.

LaCreme amplia presença no mercado

Com mais de 100 milhões de produtos comercializados por ano, LaCreme é a marca mais vendida da Cacau Show. A linha já está presente em categorias como trufas, tabletes, ovos de Páscoa e panettones, consolidando-se como uma das principais plataformas de inovação da empresa.

“Temos trabalhado para ampliar a presença das nossas marcas em diferentes ocasiões de consumo, sempre preservando os atributos que as tornaram relevantes para os consumidores. Nesse contexto, Piracanjuba reúne a expertise necessária para levar a experiência de laCreme para uma nova categoria, mantendo a qualidade e a identidade que caracterizam a marca”, afirma Daniel Roque, vice-presidente de negócios da Cacau Show.

Distribuição será feita pela Piracanjuba

Todo o desenvolvimento, produção e distribuição das bebidas serão conduzidos pela Piracanjuba. Os produtos começaram a chegar aos principais canais de varejo do país em junho e, na sequência, passaram a ser comercializados também nas lojas da Cacau Show.

Com a novidade, Piracanjuba e Cacau Show reforçam a tendência de colaborações entre grandes marcas para criar produtos inovadores, ampliar ocasiões de consumo e oferecer novas experiências aos consumidores brasileiros.

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