A Cimed iniciou 2026 com uma movimentação que colocou o marketing brasileiro no centro do debate. A contratação do influenciador Toguro como Head de Comunicação da farmacêutica gerou polêmica — e resultados expressivos. Em apenas sete dias, a empresa alcançou a marca de 2 bilhões de visualizações orgânicas.
O anúncio da nova função de Toguro foi feito nas redes sociais e rapidamente se espalhou pela internet, dividindo opiniões. De um lado, críticas sobre a ausência de formação acadêmica tradicional em marketing ou comunicação. Do outro, um argumento difícil de ignorar: atenção em escala nacional, engajamento massivo e presença espontânea em praticamente todos os grandes portais de notícias do país.
Conhecido no universo fitness e digital, a nomeação de Toguro tem como objetivo ampliar a presença da Cimed por meio de uma comunicação mais autêntica, direta e conectada à cultura digital, aproximando a marca de um público jovem, engajado e altamente ativo nas redes sociais.
“Sabor sucesso. 2 bilhões de visualizações em 7 dias”, celebrou o CEO da Cimed, João Adibe Marques. “Quando anunciamos o Toguro como Head de Comunicação, recebemos todos os tipos de opinião. Muitos acharam uma grande sacada, outros acharam que não daria certo. Fato é que os números falam por si. Em uma semana, tivemos um alcance fora da curva e uma repercussão orgânica em todos os portais de notícias do Brasil”, afirmou o executivo.
A pergunta que passou a circular no mercado foi inevitável: quanto custaria, em mídia, publicidade e propaganda, alcançar 2 bilhões de visualizações em apenas sete dias? Especialistas apontam que, em campanhas tradicionais, esse volume poderia representar dezenas de milhões de reais em investimento.

Estratégia digital e BBB 26
A ação com Toguro não é um movimento isolado. A Cimed já vinha fortalecendo sua atuação digital e, em 2026, deu um passo ainda maior ao estrear pela primeira vez no Big Brother Brasil 26. A empresa levou ao reality uma nova marca de cuidados pessoais, a Super, reforçando sua estratégia de visibilidade massiva, conexão emocional com o público e presença em grandes plataformas de entretenimento.
Essa combinação de influenciadores, cultura pop e formatos de alto alcance consolida a Cimed como uma das empresas mais ousadas do setor farmacêutico brasileiro em marketing e comunicação.

Influenciador x marketing tradicional
A polêmica sobre contratar um influenciador em vez de um profissional com formação clássica em marketing segue em debate. No entanto, o case da Cimed com Toguro evidencia uma mudança clara de paradigma: atenção, engajamento e repertório cultural passaram a pesar tanto quanto diplomas.
Em uma publicação nas redes sociais, Toguro rebateu as críticas exibindo placas de resultados recebidas do YouTube e reforçando sua visão prática sobre comunicação e negócios. No texto, afirmou:
“Na faculdade da vida eu tenho doutorado. Na rua, vale muito mais uma grama de prática do que mil toneladas de teoria. Não quero tirar, muito menos menosprezar ninguém, estou aqui para agregar. O empírico nem sempre está errado; para saber disso é preciso errar e encontrar o caminho certo. Aqui estão alguns dos meus diplomas da vida. Na rua, o mais forte sobrevive e o mais inteligente reina. Seja inteligente: se não der para vencer, una-se ao inimigo.”
Ao apostar em alguém que domina a lógica das redes sociais, entende os códigos da audiência e gera conversas espontâneas, a Cimed sinaliza que, no marketing contemporâneo, resultado e impacto real podem falar mais alto do que modelos tradicionais. E, ao menos até aqui, os números parecem dar razão à estratégia.
E, nessa relação em que Toguro assume o papel de “Head de Comunicação da Cimed”, é evidente que, por trás de toda a estratégia, profissionais de marketing e comunicação diplomados seguem atuando nos bastidores — acompanhando, monitorando e contribuindo diretamente para os resultados alcançados.



























