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CNN estreia com força de jornalismo no Brasil

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O programa de estreia da CNN no Brasil, o “CNN no Ar”, foi repleto de entrevistas exclusivas e de repercussão política, notícias de última hora e a cobertura no Brasil e no exterior, ao vivo, sobre a pandemia do coronavírus.

Ao longo de três horas e meia, foram abordados todos os principais assuntos do final de semana. Diversas equipes foram direcionadas ao factual sobre a Covid-19, com repórteres ao vivo em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa.

A equipe de reportagem do canal foi à zona vermelha da Itália, a 600 quilômetros de Roma, mostrar as cidades-fantasmas isoladas pela nova doença.

A CNN falou também com um brasileiro infectado pelo novo coronavírus. No início da noite, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, concedeu entrevista exclusiva à Caio Junqueira e Renata Agostini. Nela, criticou o ato do presidente Bolsonaro de cumprimentar e tirar fotos com pessoas que participavam de ato em favor de seu governo.

Outras equipes de reportagem foram espalhadas pelo Brasil para cobrir essas manifestações. Postado à porta do Alvorada para atualizar ao vivo as notícias sobre a mobilização popular, o repórter Leandro Magalhães foi abordado às 20h54 pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, com pedido foi para responder as críticas dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ambos deram entrevistas exclusivas a William Waack, que entraram nas plataformas digitais às 18h e foram exibidas na TV.

Além da cobertura política, o CNN No Ar exibiu entrevista exclusiva com o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira. Em raro depoimento, negou as acusações de corrupção, criticou os ex-presidentes Fernando Henrique e Dilma Rousseff, atacou a polícia e justiça dos Estados Unidos e acusou Bill Clinton, ex-presidente norte-americano, de perseguição pela perda do direito de sediar a Copa de 2022.

As entrevistas exclusivas com Bolsonaro, Mandetta, Guedes e Teixeira foram repercutidas por diversos veículos do país e do mundo, incluindo os maiores portais do Brasil como UOL, Globo.com e também na CNN internacional.

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