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PROTESTE orienta sobre o que fazer com os preços abusivos da água mineral no RJ

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Divulgação/Proteste

A população do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense já enfrenta irregularidades na hora de comprar água mineral, recomendada para o consumo desde a Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) começou a fornecer água com odor, gosto e aparência turva. Há denúncias veiculadas pela imprensa local de que estabelecimentos aumentaram os preços de garrafas e galões de 40% a até 400%, se comparado ao período antes da crise. Em regiões como as zonas oeste e norte da capital, os consumidores têm dificuldade para encontrar água mineral por conta do aumento da procura, que já causa desabastecimento.

A PROTESTE alerta que um aumento repentino de preço pode indicar uma pratica abusiva do comerciante. De acordo com CDC (Código de Defesa do Consumidor) caso o lojista não comprove as razões para aumentar o preço poderá sofrer punições que vão de multa ao estabelecimento, devolução em dobro do valor, entre outras penalidades.

É muito importante que as notas fiscais de compra da água mineral sejam guardadas para que o ressarcimento desse valor possa ser cobrado da Cedae ou do próprio estabelecimento que não conseguir justificar o aumento. 

Todos as denuncias estão sendo reunidas e servirão de provas para a ação coletiva que a PROTESTE entrará na Justiça contra a Cedae, para que os danos e prejuízos causados sejam reparados. Veja o que é importante para entrar com a ação:

– Guarde fotos da água com a cor turva;
– Notas fiscais de compra de água;

– Laudos médicos;

– Recibos de remédios;

– Protocolos de reclamação para a Cedae.

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