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Nestlé e Garoto levaram “carro do ovo” às ruas e movimentaram a Páscoa

Nestlé e Garoto levaram “carro do ovo” às ruas de SP e ES com venda itinerante de chocolates e experiência de marca na Páscoa.
Reprodução/Instagram

A Nestlé e a Garoto levaram às ruas uma versão especial do tradicional “carro do ovo” durante a reta final da Páscoa. A ação ocorreu entre os dias 2 e 4 de abril, em bairros de São Paulo e do Espírito Santo.

Experiência itinerante e conexão com o público

A marca utilizou uma van estilizada com orelhas de coelho. O veículo circulou com chocolates e produtos presenteáveis.  A proposta resgatou uma memória afetiva popular. O objetivo foi aproximar a marca do consumidor de forma leve e acessível.

A ação transformou a compra em uma experiência. Consumidores encontraram conveniência e interação direta com a marca.

Portfólio variado e preços acessíveis

O “carro do ovo” ofereceu chocolates das marcas Nestlé e Garoto. Os preços variaram entre R$ 10 e R$ 65.  O portfólio incluiu ovos de Páscoa, caixas de bombons e tabletes recheados.

Entre os destaques estiveram os ovos Caribe, Talento e Alpino. Os produtos reforçaram o apelo das marcas.

Presença nas ruas e estratégia digital

A van percorreu diferentes bairros em horários definidos. As rotas foram divulgadas nas redes sociais da Garoto.  A estratégia integrou presença física e digital. O público acompanhou os trajetos e interagiu com a campanha.

Páscoa estratégica para o negócio

Durante o período, Nestlé e Garoto estiveram presentes em mais de 500 mil pontos de venda no país.  As marcas disponibilizaram mais de 170 milhões de itens. A expectativa foi de crescimento de dois dígitos no faturamento.  A Páscoa segue como um dos períodos mais relevantes para o setor de chocolates.

Marketing que resgata cultura e gera experiência

A ação utilizou um símbolo da cultura popular brasileira. O “carro do ovo” foi reinterpretado para o contexto da Páscoa.  A estratégia reforçou a brasilidade da marca. Também ampliou a conexão emocional com famílias e consumidores.

McDonald’s: dados de clientes do app Méqui foram acessados por pessoas não autorizadas

McDonald's confirma acesso não autorizado a dados de clientes do app Méqui. CPF, e-mail, endereço e histórico de pedidos podem ter sido expostos. Saiba o que fazer.
Reprodução/Instagram

O vazamento de dados do McDonald’s foi confirmado pela própria marca por meio de e-mail enviado a clientes do aplicativo Méqui. A marca informou que um prestador de serviço comunicou o incidente no dia 27 de março de 2026.

Segundo o McDonald’s, pessoas não autorizadas tiveram acesso a dados de uma parcela dos usuários do app. A empresa afirma que o acesso foi bloqueado imediatamente após a identificação do problema.

O CidadeMarketing entrou em contato com a equipe de comunicação do McDonald’s Brasil para apurar os fatos e verificar se o caso foi comunicado à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A marca confirmou o incidente e informou que o fato foi compartilhado com as autoridades competentes.

O comunicado oficial do McDonald’s ao CidadeMarketing

“A companhia esclarece que um de seus prestadores de serviço sofreu um incidente que permitiu o acesso não autorizado a alguns dados de uma pequena parcela de clientes do aplicativo Méqui.  A situação foi imediatamente controlada e todo o acesso indevido bloqueado.

A empresa reforça que repudia essa atividade criminosa, comunicou as autoridades competentes e os clientes impactados e trabalha continuamente para reforçar as medidas de proteção de dados, incluindo a revisão e atualização constante dos sistemas de segurança.

A companhia permanece à disposição por meio de seus canais oficiais de atendimento para esclarecer eventuais dúvidas dos clientes.” — McDonald’s, em nota oficial ao CidadeMarketing

Quais dados podem ter sido acessados?

O McDonald’s listou no e-mail enviado a clientes as categorias de dados possivelmente acessados. A empresa ressalva que nem todos os campos estavam preenchidos em todas as contas.

O destaque vai para o histórico de pedidos do Méqui: trata-se de dado comportamental que, combinado com nome, CPF e endereço, forma um perfil detalhado do consumidor.

Essa combinação é especialmente crítica para a segurança de dados e aumenta os riscos para os consumidores, pois pode viabilizar golpes personalizados, como phishing, spam, fraudes, validação de dados para fraudes, roubo de identidade e ataques via WhatsApp e SMS.

McDonald's confirma acesso não autorizado a dados de clientes do app Méqui. CPF, e-mail, endereço e histórico de pedidos podem ter sido expostos. Saiba o que fazer.
Reprodução/Email

Os riscos reais para os clientes afetados

Dados como nome, CPF, e-mail e endereço reunidos em uma mesma base representam um risco concreto de engenharia social e phishing personalizado. Criminosos usam essas informações para criar abordagens altamente convincentes — e-mails ou mensagens que parecem legítimos porque contêm dados reais do destinatário. O alerta do próprio McDonald’s para que clientes não cliquem em links suspeitos usando seus nomes reflete exatamente esse risco.

O histórico de pedidos do app Méqui acrescenta uma camada de periculosidade raramente discutida em vazamentos de redes de alimentação. Com esse dado, um criminoso sabe com que frequência a vítima usa o aplicativo, quais produtos consome e qual o ticket médio dos pedidos. Combinado com CPF e endereço, esse perfil comportamental pode ser usado para fraudar a conta do usuário, aplicar golpes de falsa promoção personalizada ou até facilitar fraudes em outras plataformas onde a mesma combinação de dados é aceita como prova de identidade.

LGPD e o Méqui: o que diz a lei sobre esse caso?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) — Lei nº 13.709/2018 — enquadra diretamente casos como esse. O artigo 48 obriga a empresa controladora a comunicar a ANPD e os titulares dos dados sempre que ocorrer um incidente de segurança que possa gerar risco.

O McDonald’s seguiu esse rito: comunicou os clientes por e-mail e informou ao CidadeMarketing que o caso foi compartilhado com as autoridades competentes. A menção à ANPD não foi explicitada, mas a expressão “autoridades competentes” usada na nota oficial indica que o protocolo previsto pela LGPD foi observado.

Em caso de descumprimento comprovado, a ANPD pode aplicar multas de até 2% do faturamento global da empresa, com teto de R$ 50 milhões por infração. A sanção depende da maturidade do programa de compliance de proteção de dados e da postura da empresa diante do incidente.

Repercussão no X: clientes questionam o vazamento

A notificação chegou por e-mail aos clientes impactados. Alguns usuários compartilharam prints da mensagem recebida no X — questionando a transparência e os desdobramentos do caso.

A reação nas redes seguiu padrão comum em incidentes desse tipo: desconfiança sobre a real dimensão do vazamento e questionamentos sobre o número exato de afetados — dado que o McDonald’s optou por não divulgar, definindo apenas como ‘parcela pequena de clientes’.

McDonald’s já enfrentou outros episódios de segurança de dados

O McDonald’s já registrou outros casos semelhantes envolvendo dados. Em 2022, a empresa comunicou clientes no Brasil sobre um acesso não autorizado. Em 2019, o site The Hack noticiou um vazamento de dados sensíveis de colaboradores.

O que fazer se você recebeu o e-mail suspeito utilizando seus dados?

1. Não clique em links de e-mails, SMS ou mensagens no WhatsApp que usem seu nome ou dados pessoais sensíveis — mesmo que pareçam vir do McDonald’s.
2. Altere sua senha no aplicativo Méqui imediatamente, especialmente se você usa a mesma senha em outros serviços.
3. Monitore seu CPF em serviços como o Registrato (Banco Central) para identificar tentativas de abertura de crédito não autorizado.
4. Registre boletim de ocorrência se identificar uso indevido dos seus dados — o registro é necessário para acionar órgãos de defesa do consumidor.
5. Entre em contato com o McDonald’s pelos canais oficiais: sac@sacmcdonalds.com.br ou privacidade.lgpd@br.mcd.com
6. Denuncie à ANPD pelo site gov.br/anpd se entender que houve violação dos seus direitos como titular de dados.

Para os clientes afetados, o McDonald’s disponibilizou um link para um formulário de contato e também um canal dedicado à LGPD (privacidade.lgpd@br.mcd.com) para atendimento de dúvidas relacionadas à privacidade.

Busca digital muda e redefine aquisição no e-commerce

Como as empresas devem se adaptar ao novo cenário.
Divulgação/SearchLab

A forma como consumidores buscam e compram online mudou de forma estrutural. O avanço da inteligência artificial, somado ao crescimento das redes sociais como canais de descoberta, está fragmentando a jornada e antecipando a decisão de compra. Em muitos casos, o usuário já chega ao site com a escolha praticamente feita, ou sequer precisa acessá-lo.

Esse movimento não é apenas comportamental. Ele já impacta diretamente aquisição, conversão e custo.

Para gestores de e-commerce, isso significa operar em um cenário onde tráfego não garante resultado e presença não depende mais de um único canal.

Jornada de busca se fragmenta e começa (também) fora do Google

O Google ainda é relevante, mas deixou de ser o único ponto de partida. Consumidores alternam entre IA, TikTok, YouTube e buscadores dependendo da intenção. Segundo estudo recente do IAB, a inteligência artificial já é o segundo maior influenciador nas decisões de compra, superando inclusive sites de varejo.

Na prática, a jornada deixou de ser linear. O usuário pode descobrir um produto em uma rede social, validar informações em uma IA e só depois acessar um site. Em muitos casos, esse acesso nem acontece. Parte da decisão já foi construída antes.

Esse cenário reduz a previsibilidade baseada apenas em SEO tradicional e mídia paga. A disputa agora é por presença ao longo da jornada, não apenas por clique.

Decisão acontece antes do clique e encurta o funil

Dados de comportamento mostram que a busca está mais madura. Em análise sobre o mercado de mobilidade elétrica, a Search Lab aponta que termos relacionados a “bicicleta elétrica” atingiram pico histórico de interesse em 2026, com grande volume de buscas já orientadas a preço, modelo e autonomia.

Isso indica um consumidor que chega à busca em estágio avançado de decisão. A pesquisa deixou de ser apenas descoberta e passou a ser validação.

O efeito direto é um funil mais curto. O usuário compara menos opções, decide mais rápido e interage com menos páginas. Isso reduz oportunidades de influência dentro do site e aumenta a importância de aparecer nos momentos anteriores.

Plataformas e IA absorvem parte da jornada

A própria estrutura das plataformas está mudando. O Google já testa experiências onde o usuário pode descobrir, comparar e comprar produtos dentro da própria interface, sem sair da busca. Segundo artigo da Search Lab sobre Google UCP, isso acontece com apoio de dados estruturados, feeds de produtos e sistemas de recomendação.

Na prática, parte da jornada deixa de passar pelo site. O e-commerce não é mais o único ambiente de decisão, mas sim um dos pontos possíveis dentro de um ecossistema maior.
Isso muda o papel do SEO. Deixa de ser apenas otimização de páginas e passa a ser estruturação de dados, organização de catálogo e integração com plataformas que mediam a decisão.

Tráfego cresce, mas CAC não acompanha

Esse novo cenário ajuda a explicar um problema recorrente. O artigo da Search Lab sobre Inbound Marketing e Redução de CAC enfatiza que muitas empresas aumentam o tráfego orgânico, mas não conseguem reduzir o custo de aquisição. Isso acontece porque parte da decisão já ocorre fora do site, especialmente em interfaces de IA.

Sem estrutura técnica, o conteúdo gera visitas, mas não constrói um sistema de aquisição eficiente. SEO deixa de ser volume e passa a depender de arquitetura, dados consistentes e integração com outras camadas da jornada.

Segundo a McKinsey, até 55% dos consumidores já utilizam IA para tomar decisões de compra, e uma parcela relevante considera essas ferramentas como principal fonte de informação. Isso reforça que o ponto de decisão está se deslocando.

Mudança de comportamento redefine aquisição

A combinação desses fatores aponta para uma mudança clara. A jornada está fragmentada, a decisão foi antecipada e o site perdeu centralidade. O impacto disso é direto na forma como as empresas crescem.

Quem depende exclusivamente de mídia paga tende a enfrentar aumento de custo. Quem trabalha SEO apenas como canal de tráfego perde relevância na decisão. A disputa passa a acontecer antes, em múltiplos pontos de contato.

Iniciativas como a Search News acompanham esse movimento e traduzem essas mudanças em análises aplicadas ao mercado. Ao organizar temas como comportamento de busca, impacto da IA e relação com CAC, ajudam a entender como adaptar a estratégia a esse novo cenário.

O que muda daqui para frente

A busca deixou de ser um caminho previsível e passou a ser um ambiente distribuído. O desafio não é apenas atrair visitas, mas garantir presença nos momentos em que a decisão acontece.

Isso exige uma mudança de mentalidade. SEO precisa ser visto como infraestrutura de aquisição. O conteúdo precisa ser estruturado para diferentes interfaces. E o site passa a ser consequência de uma decisão já construída.

Ignorar esse movimento significa competir por cliques que talvez nunca aconteçam. Entender essa transformação é o primeiro passo para reduzir a dependência de mídia e construir crescimento mais eficiente.

Para acompanhar análises sobre essas mudanças e seus impactos práticos, é possível se inscrever na newsletter da Search Lab através do formulário presente nos posts do blog. Veja o post mais recente: ChatGPT entra no jogo do e-commerce.

As opiniões expressas nos artigos são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não necessariamente refletem a opinião do CidadeMarketing e de seus editores sobre o assunto. Sendo responsabilidade do anunciante os direitos autorais do texto e imagem.

Content Experience 2026 reúne líderes em marketing de conteúdo

Evento reúne especialistas, cases e tendências em dois dias de imersão sobre conteúdo, estratégia e comportamento do consumidor.

As inscrições para o Content Experience 2026 já estão abertas. O evento acontece nos dias 24 e 25 de agosto, em São Paulo.

O encontro será realizado no Centro de Convenções Rebouças. A proposta é reunir profissionais que atuam com conteúdo e estratégia.

Imersão em conteúdo, estratégia e negócios

O Content Experience se consolida como um dos principais eventos do setor no Brasil. A edição de 2026 promete discussões práticas e aprofundadas.

Durante dois dias, especialistas irão compartilhar experiências reais de mercado. O foco está em decisões estratégicas e resultados.

Neste ano, o evento contará com dois auditórios simultâneos. A proposta amplia a quantidade de temas e palestrantes.

Temas que moldam o mercado em 2026

A programação aborda tendências atuais do marketing de conteúdo. Entre os temas estão inteligência artificial, GEO e branded content.

Também serão discutidas estratégias de geração de leads para B2B e B2C. O evento inclui debates sobre engajamento e construção de comunidades.

Além disso, o público terá acesso a cases reais. As apresentações mostram o que está funcionando no mercado atual.

Grandes nomes confirmados

A edição de 2026 reúne profissionais reconhecidos no mercado. Entre os confirmados estão André Siqueira, Vitor Peçanha e Camila Renaux.

Também participam especialistas de empresas como Itaú, Nuvemshop, MAC Cosméticos e Folha de S.Paulo.  A diversidade de perfis amplia a troca de experiências. O evento conecta diferentes áreas do marketing e negócios.

16 grandes nomes confirmados para o Content Experience 2026:

• André Siqueira (Fundador da RD Station)
• Edney Souza (Interney)
• Lucas Yokota (Purple Metrics)
• Marc Tawil
• Thiago La Torre (M15 / Ries Brasil)
• Gabriel Mineiro (GLA)
• Vitor Peçanha (Nuvemshop)
• Camila Renaux
• Ana Carvalho RP
• Felipe Collins (Company Hero)
• Camilo Leles (Saint Gobain)
• Ingrid Abdo (Mac Cosméticos)
• Nino Carvalho
• Juliana Ewers (Itaú)
• Cristian Magalhães (Web Estratégica)
• Camila Marques (Folha de São Paulo)

Experiência completa para participantes

Os participantes terão acesso a palestras, coffee-break e certificado. O ingresso também inclui um welcome kit.  Na modalidade VIP, o evento oferece benefícios adicionais. Entre eles estão acesso prioritário, coworking e happy hour exclusivo.

Conteúdo técnico, com curadoria criteriosa, para profissionais do mercado corporativo que querem entender como produzir e distribuir conteúdo no novo cenário de mercado.

Ingresso Conteúdo:

Acesso às palestras
Welcome Kit
Coffee-break
Certificado de Participação

Ingresso VIP:

Credenciamento exclusivo
Acesso prioritário às palestras
Welcome Kit
Coffee-break
Certificado de Participação
Acesso exclusivo ao
Coworking (sala silenciosa para fazer reuniões e calls)
Happy Hour Exclusivo para VIPs
Presente exclusivo (surpresa!)

Inscrições e condições especiais

Os ingressos já estão disponíveis. A organização oferece preços promocionais por tempo limitado.  Além disso, há um cupom de desconto exclusivo. A condição busca incentivar a participação antecipada.

O evento é organizado pela Web Estratégica – consultoria de SEO e Marketing de Conteúdo.

Google fecha parceria com CBF e leva inteligência artificial às seleções brasileiras

Logos do Google e da CBF lado a lado representando a parceria oficial de 30 de março de 2026

A parceria Google CBF foi oficializada nesta segunda-feira (30/3) em Orlando, onde a delegação brasileira se preparava para o amistoso contra a Croácia. Pela primeira vez na história, uma Big Tech integra o quadro de patrocinadores da Seleção Brasileira.

O acordo, com duração estimada em dois anos, abrange as seleções masculina e feminina profissionais e todas as categorias de base — sub-15, sub-16, sub-17, sub-20 e sub-23. O foco é a integração do Google Gemini no cotidiano das comissões técnicas.

O Google disponibilizará o Gemini com um serviço dedicado para a CBF — não apenas exposição de marca, mas uso real da tecnologia no dia a dia das seleções.

“Junto à CBF, vamos apoiar nossas seleções masculinas e femininas em várias categorias — das equipes Sub-17 até as principais — e trabalhar nos próximos anos para criar novas iniciativas que garantam que tecnologia e futebol continuem caminhando lado a lado. Para nós, esse acordo reforça o compromisso de longo prazo do Google com o Brasil. O futebol é parte da identidade do nosso país, uma paixão que conecta milhões de pessoas de todas as gerações e regiões. Integrar os benefícios da IA à cultura do futebol é uma oportunidade de inspirar torcedores ao redor do planeta e, ao mesmo tempo, contribuir
para a evolução do esporte que tanto amamos.” – Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil

A fala de Fábio Coelho sinaliza que o acordo vai além de um patrocínio pontual para a Copa. O Google projeta uma relação de longo prazo com o futebol brasileiro — integrando IA à cultura esportiva do país.

O presidente destaca dois eixos: o compromisso institucional do Google com o Brasil e a oportunidade de usar o futebol como plataforma global para IA. A Seleção Brasileira alcança torcedores em todos os continentes.

Como o Google Gemini vai atuar nas seleções?

A implementação do Google Gemini terá papel concreto no trabalho das comissões técnicas. O foco está em três frentes principais:
1. Análise de desempenho: O Gemini ajudará a processar dados físicos e táticos dos atletas. A ferramenta identifica padrões de jogo e gera insights para treinadores.

2. Scouting de adversários: A IA auxiliará na leitura automatizada de partidas dos adversários. É especialmente relevante para a preparação de Carlo Ancelotti para a Copa.

3. Conteúdo digital: O Google terá presença estratégica nas redes sociais da CBF. A marca do Gemini e do Google Busca será integrada aos conteúdos oficiais.

A ferramenta deve ajudar na tomada de decisões estratégicas e na identificação de padrões dos adversários durante o Mundial.

Como o Google aparece? Backdrops, não camisas

Um ponto relevante diferencia a parceria Google e CBF do modelo adotado com a Argentina: a marca do Google não estampará as camisas de treino da Seleção Brasileira durante a Copa de 2026.

A exposição ocorrerá em backdrops de entrevistas coletivas, ativações de marketing e experiências digitais. O Google terá presença nos conteúdos das redes sociais oficiais da CBF — um modelo voltado ao ambiente digital, não ao vestuário.

No caso da Argentina, o Gemini foi definido como “Main Sponsor Global” e estampará os uniformes de treino de todas as categorias. O Google já fechou parcerias com Brasil, Argentina e França para a Copa 2026.

CBF ultrapassa R$ 250 milhões em patrocínios em 2026

A entrada do Google completa um portfólio comercial histórico para a CBF. O conjunto de novos parceiros em 2026 já supera R$ 250 milhões — aproveitando o pico de visibilidade do ano mundialista.  Patrocinadores 2026 – Nike (material esportivo), Itaú, Vivo, Guaraná Antarctica, iFood, Uber, Volkswagen, Sadia, Cimed e Google.

Copa do Mundo a 72 dias

A Copa do Mundo FIFA 2026 começa em 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México. A final ocorre em 19 de julho nos Estados Unidos. O Brasil estreia em 13 de junho contra o Marrocos.

O anúncio aconteceu em Orlando, onde a delegação de Ancelotti se preparava para o amistoso contra a Croácia. A presença do Google no ecossistema da Seleção começa imediatamente — antes mesmo de o Mundial ter início.

O Mundial Feminino de 2027 também está no horizonte do contrato. Arthur Elias e a Seleção Feminina terão acesso às mesmas ferramentas de IA disponibilizadas pelo Google para as categorias masculinas.

Aena assume Galeão e se torna maior operadora de aeroportos do Brasil

Aena assume o Aeroporto do Galeão por R$ 2,9 bilhões e se torna a maior operadora de aeroportos do Brasil, com 18 unidades sob gestão.
Reprodução/Linkedin

A Aena foi declarada vencedora do leilão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão. A operação consolida a empresa como maior operadora de aeroportos do Brasil.

A proposta vencedora foi de R$ 2,9 bilhões. O leilão ocorreu na B3, em São Paulo, dentro do processo de venda da concessionária.

Expansão estratégica no Brasil

Com a incorporação do Galeão, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no país. A empresa amplia sua presença em diferentes regiões.

A concessão do aeroporto vai até maio de 2039. A conclusão da operação depende de aprovações regulatórias e deve ocorrer em 2026.

Importância do Galeão no cenário nacional

O Aeroporto do Galeão é o terceiro mais movimentado do Brasil. Em 2025, registrou 17,8 milhões de passageiros.

Do total, 5,7 milhões foram passageiros internacionais. O terminal é uma das principais portas de entrada aérea do país.  Além disso, o aeroporto tem forte atuação em carga aérea. Foram cerca de 68 mil toneladas movimentadas no período.

Modelo de rede e sinergia operacional

A Aena adota um modelo de gestão baseado em rede. A estratégia combina aeroportos internacionais, regionais e unidades especializadas.

Esse modelo permite ganhos de eficiência e integração operacional. A empresa busca ampliar conectividade e otimizar recursos.

Presença consolidada no país

A Aena atua no Brasil há seis anos. A operação local inclui aeroportos estratégicos como Congonhas e Recife.  Com o Galeão, a empresa ultrapassa 62 milhões de passageiros sob gestão. A marca Aena Brasil se fortalece no mercado.

Investimentos e financiamento

A operação será parcialmente financiada por recursos próprios. O restante virá de crédito junto a instituições financeiras locais.  Em 2025, a Aena já havia garantido financiamento recorde de R$ 5,7 bilhões no setor aeroportuário brasileiro.

Estratégia global e posicionamento

Segundo a empresa, a aquisição reforça sua estratégia internacional. O Brasil é considerado mercado-chave para crescimento.  A companhia busca gerar valor para acionistas e fortalecer sua posição global no setor de infraestrutura aeroportuária.

Bradesco realiza Super Pix Dog Day com ONG e transforma campanha em experiência real

Bradesco realiza Super Pix Dog Day em parceria com ONG, promovendo adoção de cães, doações e engajamento em ação de marketing de experiência.
Divulgação

O Bradesco levou sua campanha Super Pix para além do ambiente digital. A marca realizou o Super Pix Dog Day em sua matriz, em Osasco.  A iniciativa foi realizada em parceria com a ONG Vira Lata Vira Amigo. O evento reuniu colaboradores, familiares e pets em um dia de conexão e propósito.

Adoção e impacto social

O evento teve como destaque a adoção responsável de cães. Além disso, foram realizadas doações e arrecadação de ração.  A ONG parceira atua desde 2012 na proteção animal. Atualmente, a instituição cuida de cerca de 100 cães na Grande São Paulo.

A ação reforça o compromisso com causas sociais. O objetivo foi gerar impacto positivo além da comunicação.

Estratégia transforma campanha em experiência

O Super Pix Dog Day nasce como desdobramento da campanha “Super Pix do Bradesco, o melhor amigo do brasileiro”.  A proposta foi transformar o conceito em uma experiência real. A estratégia conecta marca, pessoas e propósito.

A ação mostra como campanhas podem sair das telas. O foco está na vivência e no engajamento direto.

McDonald’s leva “Ainda mais Méqui” ao BBB 26

McDonald’s leva campanha “Ainda mais Méqui” ao BBB 26 com festa imersiva, show de Ludmilla, ativações interativas e ofertas no app e iFood.
Reprodução/Instagram

O McDonald’s transformou o BBB 26 em um grande espetáculo de marca com a campanha “Clássicos ainda mais Méqui”. A ação aconteceu em uma das festas mais aguardadas da temporada.

A casa foi totalmente ambientada com cenografia neon, elementos visuais icônicos e experiências interativas. O objetivo foi criar uma conexão direta com o público.

Experiência imersiva e entretenimento

A festa contou com show da cantora Ludmilla, que comandou a noite dos participantes. A apresentação reforçou o caráter de entretenimento da ação.  Ao entrar no ambiente, os brothers foram transportados para um universo inspirado no Méqui. A cenografia trouxe luzes, cores e símbolos da marca.

Frases conhecidas, LEDs e o icônico “M” criaram um ambiente altamente instagramável. A proposta incentivou interação e engajamento.

Cardápio como protagonista da experiência

Antes da festa, Cheeseburger e McFritas foram servidos aos participantes. A ação preparou o clima para a experiência principal. Durante a noite, os produtos clássicos ganharam destaque. Sanduíches e sobremesas reforçaram o conceito de “mais quentinho” e sabor.

Na madrugada, os participantes puderam escolher itens personalizados. Os pedidos foram entregues em bandejas com seus nomes.

Ativações e interação com a marca

Entre as dinâmicas, o game “Big Mac com muito mais molho” chamou atenção. Os participantes precisavam capturar ingredientes em tempo limitado.  A proposta reforçou o caráter lúdico da campanha. A marca deixou de ser apenas cenário e passou a fazer parte da diversão.

McDonald’s leva campanha “Ainda mais Méqui” ao BBB 26 com festa imersiva, show de Ludmilla, ativações interativas e ofertas no app e iFood.
Divulgação

Integração digital e impacto fora da casa

A estratégia também envolveu o público em casa. Durante o programa, o McDonald’s ofereceu promoções no aplicativo e no iFood.  Entre as ofertas, combos com preços especiais e frete grátis incentivaram o consumo imediato. A ação conectou conteúdo e conversão.

Palmeiras e Cimed lançam linha de produtos licenciados para torcedores

Palmeiras e Cimed lançam linha de produtos licenciados com Carmed, Lavitan e outras marcas, ampliando estratégia de conexão com torcedores.
Divulgação

O Palmeiras e a Cimed anunciaram a ampliação da parceria com o lançamento de uma linha de produtos licenciados. A iniciativa reforça a conexão entre esporte, saúde e lifestyle.  O novo portfólio reúne quatro itens de cuidados pessoais. A proposta é ampliar a presença da marca no cotidiano dos torcedores.

Portfólio reúne marcas consolidadas

A linha inclui produtos das marcas Carmed, Super, João e Maria e Lavitan. Todas são reconhecidas no mercado de saúde e bem-estar.  Entre os destaques estão o Carmed Palmeiras, itens de higiene pessoal e um multivitamínico exclusivo. Os produtos foram desenvolvidos em conjunto com o clube.

A presidente Leila Pereira participou ativamente do processo. A colaboração reforça o alinhamento estratégico entre clube e empresa.

“É com imensa alegria que estamos disponibilizando aos nossos milhões de torcedores e torcedoras esta linha especial de produtos desenvolvida com todo carinho pela Cimed, uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil. Tenho certeza de que a Família Palmeiras ficará muito satisfeita com a qualidade dos itens de saúde e beleza que a nossa parceria está proporcionando”, disse a presidente Leila Pereira.

Estratégia vai além do patrocínio

A parceria entre Palmeiras e Cimed amplia o conceito de patrocínio tradicional. O foco está na criação de experiências e na conexão com a torcida.

Segundo João Adibe Marques, CEO da Cimed, o projeto busca integrar marca e clube de forma mais profunda. A estratégia inclui ações digitais e eventos.

“O nosso formato de patrocínio com o Palmeiras vai muito além de contrato tradicional. Estamos totalmente integrados com a estratégia do clube, além de termos uma forte conexão com a torcida, proporcionando experiências personalizadas dos nossos produtos”, explicou João Adibe, CEO da Cimed.

Além disso, conteúdos exclusivos serão produzidos para fortalecer o relacionamento com os torcedores. A iniciativa amplia o alcance da marca.

Conteúdo e bastidores no Palmeiras Cast

Para apresentar os bastidores da parceria, João Adibe participará de uma edição especial do Palmeiras Cast. O conteúdo será exibido na TV Palmeiras Sportingbet.

A ação reforça a estratégia de comunicação integrada. O objetivo é aproximar o público da construção da parceria.

Distribuição e disponibilidade

Os produtos serão disponibilizados de forma gradual. As vendas começam na próxima semana em canais oficiais.  Os itens estarão na PalmeirasStore.com, nas lojas físicas e nas principais farmácias do país. A estratégia busca capilaridade nacional.

Philips lança campanha com IA e bebê fazendo cambalhota e “passinho do Jamal”

Campanha usa inteligência artificial e linguagem das redes sociais para transformar o monitoramento infantil em conteúdo leve e conectado ao público.
Reprodução/Youtube

A Philips Avent lançou uma nova campanha que utiliza inteligência artificial e humor para se conectar com pais de primeira viagem.  A estratégia apresenta vídeos de bebês em situações inusitadas. Entre elas, cambalhotas e até fazendo uma trend de dança – o “passinho do Jamal”.

IA e humor como estratégia de conexão

A campanha parte do conceito “Veja tudo do seu bebê. E mais um pouco”.

O objetivo é transformar a tensão do monitoramento infantil em conteúdo leve e divertido. A proposta dialoga com comportamentos reais das famílias.

Conteúdo nativo e linguagem das redes

Para ampliar alcance, a campanha utiliza formatos populares nas redes sociais. Vídeos de bebês com IA já fazem parte de tendências digitais.  Ao adotar essa linguagem, a Philips busca criar identificação imediata com o público. O conteúdo ganha características de entretenimento.

A campanha começa nos canais oficiais da marca. Em seguida, influenciadores ampliam a distribuição.

Tecnologia e design como diferenciais

Além da comunicação, o produto também se diferencia pelo design. A babá eletrônica foi pensada para integrar a decoração do ambiente. O sistema Secure Connect garante segurança na conexão. O emparelhamento criptografado protege a privacidade dos usuários.  Entre os recursos, destacam-se visão noturna em Full HD, zoom digital e comunicação bilateral.

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