O Governo Federal intensificou o combate ao mercado irregular de apostas de quota fixa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Decreto nº 13.033, de 19 de junho de 2026, que amplia os mecanismos de fiscalização e fortalece as medidas de asfixia financeira contra operadores não autorizados.
A nova regulamentação reforça instrumentos semelhantes aos utilizados no enfrentamento ao crime organizado. Entre as medidas está o bloqueio de recursos financeiros e o perdimento de bens obtidos por empresas que atuam fora da regulamentação.
Os valores confiscados serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública para financiar ações de combate às próprias bets ilegais e a outros crimes.
Como funcionará o bloqueio das operações
A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, ficará responsável por identificar operadores irregulares. Após a emissão de um auto de constatação, instituições financeiras e de pagamento serão notificadas.
As empresas terão prazo de 24 horas para bloquear recursos e interromper novas transações relacionadas às plataformas ilegais. O Banco Central acompanhará o cumprimento das determinações.
A condução dos processos administrativos ficará sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a medida atinge o núcleo econômico das operações clandestinas.
“A medida fortalece de forma decisiva a capacidade do Estado brasileiro de enfrentar operadores ilegais. Quem atua à margem da lei não pode continuar usando o sistema financeiro para sustentar negócios clandestinos. Ao bloquear a circulação de recursos em operações de bets não autorizadas, a norma atinge o centro econômico das atividades ilícitas, reduz incentivos à ilegalidade e reforça o compromisso do governo com uma regulação séria, efetiva e orientada pelo interesse público”, afirma o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Instituições financeiras e publicidade também entram no radar
O Ministério da Fazenda também publicou a Portaria nº 17.66, que regulamenta a responsabilidade tributária solidária prevista na Lei Complementar nº 224/2025.
A norma prevê que instituições financeiras, de pagamento e instituidores de pagamento poderão ser responsabilizados caso continuem processando operações para empresas sem autorização federal.
Além disso, pessoas físicas e jurídicas que promovam publicidade ou propaganda de bets irregulares também poderão responder pelos tributos incidentes sobre a atividade. A comunicação das irregularidades será realizada em conjunto pela Secretaria de Prêmios e Apostas e pela Receita Federal.
Mais de 50 mil sites ilegais já foram bloqueados
Desde outubro de 2024, a SPA mantém um acordo de cooperação com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A parceria já resultou no bloqueio de mais de 50 mil domínios ilegais.
Nos últimos meses, o órgão intensificou o monitoramento digital e desenvolveu um laboratório virtual para acelerar a identificação e a retirada de plataformas irregulares.
Segundo a secretária da SPA, Daniele Cardoso, aproximadamente 85 empresas autorizadas estão registradas atualmente. O trabalho de fiscalização também alcança a publicidade irregular. Até agora, foram removidos cerca de 800 perfis, 306 publicações e 190 aplicativos que promoviam apostas sem autorização.
As ações são realizadas em parceria com o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e com o Conselho Digital do Brasil.
Plataforma de autoexclusão supera 650 mil pedidos
Dentro da política de jogo responsável, o Governo Federal mantém a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, lançada em dezembro de 2025. A ferramenta permite que usuários solicitem o bloqueio simultâneo em todas as plataformas autorizadas pelo governo.
Segundo dados da Secretaria de Prêmios e Apostas, mais de 650 mil pedidos de autoexclusão já foram registrados.
Reforço na regulação do setor
As novas medidas ampliam a atuação integrada entre Ministério da Fazenda, Receita Federal, Banco Central, Ministério da Justiça, Anatel, Conar e plataformas digitais. O objetivo é reduzir a atuação das bets ilegais, aumentar a segurança do mercado regulado e dificultar o uso do sistema financeiro por operadores sem autorização.
Confira a lista de bets autorizadas pelo Ministério da Fazenda no Brasil, clique aqui
A Copa Internacional de Tênis, ATP Challenger de Piracicaba, definiu os classificados do qualifying para a chave principal da competição. Disputado no saibro do Clube Cristóvão Colombo, em Piracicaba (SP), o torneio distribui US$ 63 mil em premiação e concede 50 pontos ao campeão no ranking da ATP.
Dos seis tenistas que conquistaram vagas, cinco são brasileiros. Apenas o argentino Valentin Basel avançou entre os estrangeiros após derrotar o venezuelano Ignácio Parisca Romera por 6/1 e 6/2.
1 de 5
Lucas Andrade da Silva
(João Pires/ Fotojump)
Nicolas Zanellato
(João Pires/ Fotojump)
Gustavo de Almeida
(João Pires/ Fotojump)
Nicolas Oliveira
(João Pires/ Fotojump)
Wilson Leite
(João Pires/ Fotojump)
Nicolas Zanellato e Lucas Andrade avançam
Nicolas Zanellato confirmou sua classificação ao superar o argentino Tomas Martinez por 6/3 e 6/4. Gustavo de Almeida também garantiu vaga após vencer João Loureiro por 6/1 e 6/3.
Outro destaque foi Lucas Andrade da Silva, de 21 anos. O paulista derrotou o argentino Thiago Cigarran por 6/4 e 6/3 e assegurou presença na chave principal. Recém-formado em Business nos Estados Unidos, Lucas decidiu adiar a entrada no mercado de trabalho para investir na carreira profissional no tênis. Atualmente, ele treina no Rio de Janeiro.
“Foi especial vencer com meus familiares assistindo. Meu treinador me passou todas as informações sobre o adversário e consegui jogar bem”, destacou Lucas.
Wilson Leite vence batalha de mais de três horas
Wilson Leite também avançou após um duelo equilibrado diante de Rafael Tosetto. O brasileiro venceu por 6/3, 4/6 e 7/6 (3), em uma partida com mais de três horas de duração.
A última vaga brasileira ficou com Nicolas Oliveira, que derrotou Arklon Del Pino Cordova em sets diretos, com parciais de 6/1 e 6/4. A chave principal já foi sorteada e está disponível nos canais oficiais do torneio.
Chave principal começa com brasileiros em ação
A programação desta segunda-feira marca o início da chave principal da Copa Internacional de Tênis. Matheus Pucinelli enfrenta o argentino Luciano Ambrogi, cabeça de chave número 5. Já Eduardo Ribeiro, oitavo favorito, encara Hernan Casanova, também da Argentina.
A competição segue até domingo, 28 de junho, no Clube Cristóvão Colombo, com entrada gratuita mediante retirada antecipada de ingressos pela internet.
ATP Challenger de Piracicaba distribui US$ 63 mil
A quarta edição da Copa Internacional de Tênis integra o calendário ATP Challenger 50. O torneio é realizado pelo Instituto Sports e conta com apoio da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis, Tennis Way e Clube Cristóvão Colombo. Entre os patrocinadores estão LBR Engenharia e Consultoria, Objetivo Piracicaba, Vivara, Philco, Stella Artois Pure Gold, Alupar, Taesa, Axia e Azul Linhas Aéreas.
Serviço
ATP Challenger de Piracicaba 2026 – Copa Internacional de Tênis
Data: 21 a 28 de junho de 2026
Local: Clube Cristóvão Colombo – Piracicaba (SP)
Premiação: US$ 63 mil
Pontos ao campeão: 50 ATP
Ingressos: Gratuitos, mediante reserva online
A AB InBev apresentou a campanha global “Cheers to Farmers”, criada para reconhecer a importância dos agricultores na produção dos ingredientes que dão origem às cervejas da companhia. Assinada pela Africa Creative, a iniciativa adota o conceito “Everything They Touch Becomes Gold” e destaca o papel dos produtores rurais na cadeia cervejeira.
A campanha homenageia homens e mulheres responsáveis pelo cultivo da cevada, do lúpulo e do trigo utilizados nas marcas da companhia. O projeto reforça como tradição, conhecimento e dedicação são essenciais para garantir a qualidade dos ingredientes.
Filme mostra rotina de agricultores no Brasil e no México
O principal filme da campanha tem 90 segundos e acompanha o trabalho dos produtores rurais em fazendas localizadas no Rio Grande do Sul e no México.
As imagens mostram a rotina dos agricultores e evidenciam a importância do campo para a produção de cervejas consumidas em diversos países. A iniciativa também destaca a parceria da AB InBev com mais de 24 mil agricultores.
Com o conceito “Cheers to Farmers. To a Future with More Cheers”, a campanha foi adotada em mais de 36 mercados ao redor do mundo.
Campanha reforça importância do agronegócio
Segundo Alexandre Costa, Global Marketing Director da AB InBev, os agricultores são fundamentais para a qualidade dos produtos da companhia.
“Os agricultores estão no início de toda a nossa cadeia produtiva e desempenham um papel fundamental na qualidade dos ingredientes que utilizamos. Tudo que eles tocam vira ouro- a excelência da cevada, do lúpulo e do trigo é o que torna possível a produção das cervejas que fazem parte de momentos de celebração ao redor do mundo. Com esta campanha, buscamos reconhecer e celebrar sua contribuição para a construção de nossas marcas e para o futuro da agricultura”, destaca Alexandre Costa, Global Marketing Director da AB InBev.
A campanha também busca fortalecer a percepção sobre a importância da agricultura para o futuro da indústria cervejeira.
Africa Creative aposta em narrativa universal
Para Heloisa Pupim, Co-COO da Africa Creative, a proposta foi criar uma homenagem capaz de conectar diferentes mercados sem perder a autenticidade dos produtores rurais.
“Queríamos criar uma homenagem que estivesse à altura da importância dos agricultores para a cadeia cervejeira. Desenvolvemos o conceito ‘Everything They Touch Becomes Gold’, que serviu como plataforma estratégica e criativa para toda a campanha. Ao usar o reconhecimento ao trabalho dos produtores rurais em uma narrativa universal, buscamos conectar diferentes mercados sem perder a autenticidade de quem está na origem de cada cerveja produzida”, comenta Heloisa Pupim, Co-COO da Africa Creative.
A agência foi responsável pela estratégia, criação e execução da campanha, que utiliza uma narrativa universal para valorizar o trabalho realizado no campo. Ao destacar a origem dos ingredientes, a AB InBev reforça a conexão entre agricultura, sustentabilidade e as marcas que fazem parte dos momentos de celebração ao redor do mundo.
A EVEO deu mais um passo em sua estratégia de crescimento ao se tornar a primeira empresa da América Latina a adotar a plataforma Mozaic da Seagate em sua operação de data centers. A companhia adquiriu 2 petabytes em discos rígidos de última geração, capazes de reduzir em até 45% o consumo de energia por terabyte armazenado.
A iniciativa reforça a preparação da empresa para atender ao crescimento da demanda por inteligência artificial, big data e serviços em nuvem, segmentos que vêm pressionando a infraestrutura global de armazenamento.
Tecnologia HAMR aumenta capacidade e eficiência
A solução utiliza a tecnologia HAMR (Head-Assisted Magnetic Recording), baseada em gravação magnética assistida por calor. O sistema emprega um laser de alta precisão para gravar informações em escala nanométrica.
Com isso, os discos conseguem atingir densidade superior a 4 TB por prato, ampliando significativamente a capacidade de armazenamento sem alterar o formato físico tradicional dos equipamentos.
Segundo Fabio Stein, CTO da EVEO, o investimento nasceu da necessidade de garantir previsibilidade e escala diante da escassez global de componentes. “Nosso plano de crescimento exige previsibilidade e escala. Identificamos na nova linha da Seagate uma oportunidade para garantir capacidade e eficiência”, afirma o executivo.
Redução de custos e maior sustentabilidade
Além de ampliar a capacidade, a nova geração de discos proporciona redução significativa no consumo de energia e no carbono incorporado aos equipamentos.
A maior densidade permite armazenar mais dados no mesmo espaço físico, reduzindo custos operacionais e aumentando a eficiência dos data centers. “Quando falamos de data center, eficiência energética é fundamental. Consumir menos energia melhora diretamente nossos custos e margens”, destaca Stein.
Parceria marca estreia da tecnologia na América Latina
Para a Seagate, a adoção da plataforma pela EVEO representa um marco regional. Segundo Renato Ferreira, Partner Specialist da companhia, a solução redefine parâmetros de custo por terabyte, eficiência energética e sustentabilidade.
“É uma tecnologia inédita no mercado, e a EVEO foi a primeira empresa da América Latina a adquirir esse volume dessa solução para operação. Estamos falando de uma plataforma que redefine custo por terabyte, eficiência energética e sustentabilidade”, destaca.
Parte da infraestrutura já está em funcionamento, enquanto outra parcela integra o estoque estratégico da EVEO para suportar sua expansão nos próximos anos.
Crescimento da economia digital exige novas soluções
O investimento evidencia uma mudança estrutural no setor de data centers. Com o avanço da inteligência artificial e o crescimento exponencial da produção de dados, soluções que aumentam densidade e eficiência energética se tornam fundamentais para a competitividade. Com a adoção da plataforma Mozaic, a EVEO amplia sua capacidade operacional e fortalece sua posição no mercado brasileiro de infraestrutura digital.
O portal CidadeMarketing também é parceiro da EVEO há mais de 10 anos, contando com o suporte tecnológico da empresa para garantir performance, segurança e estabilidade.
A Knorr, marca da Unilever Alimentos, anunciou sua entrada no segmento de noodles instantâneos com uma edição limitada inspirada em Guerreiras do K-Pop, animação da Netflix que se tornou um dos maiores fenômenos recentes da cultura pop.
A novidade marca a expansão do portfólio da marca e reforça sua estratégia de aproximação com os consumidores mais jovens. A proposta combina sabor, praticidade e entretenimento em uma experiência conectada ao universo do K-pop.
Três sabores inspirados na culinária coreana
Os novos Knorr Noodles chegam ao mercado em três versões: Frango Coreano, Carne Coreana e Costela Suína Coreana. Os produtos são comercializados no formato cup e ficam prontos em apenas três minutos. Cada embalagem acompanha garfo e três sachês de tempero, oferecendo uma experiência mais completa aos consumidores.
Segundo Maria Eugênia Ribeiro, diretora de Marketing da Unilever Foods e Food Solutions para a América Latina, a entrada na categoria representa uma nova fase para a marca.
“A entrada de Knorr no universo de noodles representa um passo importante na transformação da marca e na nossa conexão com novas ocasiões de consumo. Queremos mostrar que praticidade também pode estar conectada à experimentação, cultura pop e ao sabor marcante que já faz parte da história de Knorr”, afirma Maria Eugênia Ribeiro, Diretora de Marketing Unilever Foods e Food Solutions para a América Latina.
K-pop e cultura sul-coreana impulsionam lançamento
A edição limitada acompanha a crescente influência da cultura pop sul-coreana entre a Geração Z. O público jovem busca refeições rápidas, acessíveis e conectadas aos temas que movimentam as redes sociais.
O Brasil está entre os maiores mercados consumidores de K-pop do mundo e lidera o consumo de conteúdos ligados à cultura sul-coreana na América Latina. Além disso, os noodles representam a principal categoria entre as chamadas mini meals na região, impulsionadas pela procura por refeições práticas e saborosas.
Produto chega às lojas e à Amazon
A edição especial Knorr Noodles + Guerreiras do K-Pop começou a ser distribuída em lojas selecionadas de São Paulo a partir de 15 de junho.
Os produtos também estarão disponíveis na Amazon, permitindo que consumidores de todo o Brasil tenham acesso à novidade. A parceria reforça a estratégia da Knorr de unir inovação, conveniência e entretenimento em um mercado cada vez mais influenciado pelos fandoms e pela cultura pop.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta segunda-feira (22) o status dos produtos da Ypê que haviam sido suspensos em abril deste ano. A medida libera a comercialização e o uso dos detergentes e desinfetantes fabricados a partir de 1º de janeiro de 2026 pela Química Amparo Ltda., responsável pela marca.
A decisão foi tomada após a empresa apresentar resultados satisfatórios para todos os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos em 2026. As liberações constam nas Resoluções RE 2.484/2026, RE 2.485/2026, RE 2.486/2026 e RE 2.487, publicadas no Diário Oficial da União.
No segmento de desinfetantes, a agência autorizou novamente a comercialização dos produtos:
Bak Ypê; Pinho Ypê.
A suspensão determinada em abril atingia exclusivamente os lotes de numeração final 1.
Lava-roupas seguem em recolhimento voluntário
Em relação aos lava-roupas líquidos, a Ypê informou que continuará realizando o recolhimento voluntário dos produtos fabricados até 31 de março de 2026.
Segundo a empresa, a decisão faz parte das medidas preventivas previstas no plano de mitigação de riscos aprovado pela Diretoria Colegiada da Anvisa.
A medida contempla diversas versões da linha Tixan Ypê, incluindo Combate ao Mau Odor, Cuida das Roupas, Antibac, Coco e Baunilha, Green, Express, Power Act, Premium, Maciez e Primavera.
Medidas buscam garantir segurança aos consumidores
Com a apresentação dos laudos e a análise dos resultados, a Anvisa decidiu liberar os detergentes e desinfetantes produzidos em 2026, mantendo o monitoramento dos produtos e as ações de prevenção para os lava-roupas.
A Lu, influenciadora virtual do Magazine Luiza e uma das personagens digitais mais conhecidas do mundo, acaba de conquistar a carteira de motorista. O primeiro carro escolhido por ela foi o novo Hyundai i20, modelo que chega ao mercado brasileiro em uma parceria entre a Hyundai Motor Company e o ecossistema do Magalu.
A campanha foi construída em etapas junto à comunidade da personagem. Primeiro, a Lu compartilhou com os seguidores que estava tirando a habilitação. Em seguida, pediu ajuda para escolher o primeiro veículo. Agora, a influenciadora virtual apresenta oficialmente sua escolha: o Hyundai i20.
Segundo Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, a parceria simboliza uma nova fase do marketing.
“Para mim, essa parceria ilustra bem como o marketing está evoluindo. Uma montadora global escolheu lançar um produto apoiada em um ecossistema que reúne influência, conteúdo, mídia, dados e varejo em uma única experiência.
O anúncio foi construído passo a passo, junto com a comunidade da Lu. Primeiro, a Lu compartilhou que estava tirando sua habilitação. Depois, pediu ajuda aos seguidores para escolher seu primeiro carro. Agora, apresenta sua escolha: o Hyundai i20”, destacou a empresária.
A estratégia conecta diferentes pontos de contato com os consumidores e reforça o papel do retail media na jornada de compra.
Hyundai aposta no ecossistema do Magalu
De acordo com Airton Cousseau, presidente da Hyundai Motor Brasil, a campanha combina a força do ambiente digital com a presença física das mais de 1.200 lojas do Magalu espalhadas pelo país.
A ação também inclui ativações especiais em São Paulo. Os consumidores poderão conhecer o novo Hyundai i20 na Galeria Magalu, localizada no Conjunto Nacional, e na unidade da Marginal Tietê.
“A parceria entre Hyundai Motor Company e Magalu, ambas empresas que acreditam que a tecnologia está a serviço dos consumidores, une a força do digital ao varejo físico por meio do ecossistema do Magalu Ads com campanha exclusiva do i20. Com impacto no site e nas mais de 1.200 lojas distribuídas pelo Brasil, quem está em São Paulo e deseja conhecer de perto o design e a tecnologia do nosso novo modelo, preparamos ativações especiais com carros expostos na Galeria Magalu, no Conjunto Nacional, e na unidade da Marginal Tietê.”, destacou Airton Cousseau, CEO da Hyundai Motor no Brasil
Lu será embaixadora do Hyundai i20
Com a parceria, a influenciadora virtual passa a ser embaixadora oficial do novo modelo da Hyundai. A personagem acompanhará iniciativas da montadora, visitará a fábrica da Hyundai em Piracicaba e ajudará milhões de brasileiros a conhecerem as funcionalidades e diferenciais do veículo.
Em breve, a Lu também estará presente nos canais conversacionais e em agentes de inteligência artificial da marca, oferecendo informações sobre o automóvel e a fabricante.
Retail media ganha protagonismo
Para Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, a iniciativa demonstra a transformação do retail media. “A parceria também reforça a evolução do retail media. Em vez de aparecer apenas em espaços publicitários tradicionais, a Hyundai escolheu também lançar o novo i20 dentro dos canais do Magalu. conectando marca, conteúdo e experiência ao longo de toda a jornada do consumidor. A parceria entre Hyundai Motor Company e Magalu mostra exatamente isso.”, afirmou.
Produção nacional reforça indústria automotiva
Outro destaque da iniciativa é o fortalecimento da produção nacional. O novo Hyundai i20 é mais um veículo produzido no Brasil, contribuindo para investimentos, geração de empregos e competitividade da indústria automotiva.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciou nesta sexta-feira (19) as operações do programa BNDES Move Motoristas, linha de crédito que disponibiliza até R$ 30 bilhões para a compra de veículos novos por taxistas e motoristas de aplicativos em condições mais favoráveis.
Do total dos recursos, pelo menos R$ 3 bilhões serão destinados às mulheres e outros R$ 3 bilhões aos taxistas. Os valores reservados não representam um teto e poderão ser ampliados conforme a demanda.
“O Move Brasil vai permitir a milhares de motoristas renovar ou ter seu instrumento de trabalho. Quem hoje paga semanalmente por um carro alugado vai passar a investir em um patrimônio que é seu, o que significa mais autonomia, mais independência e potencialmente mais renda no fim do mês. Para as mulheres, os juros são ainda mais reduzidos, estimulando sua participação numa atividade em que ainda são minoria. O Move Brasil, ao mesmo tempo em que coloca na rua veículos mais eficientes, econômicos e seguros, reafirma o compromisso do governo do presidente Lula com a inclusão produtiva e a transição para uma mobilidade mais sustentável”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Juros menores e prazo de até 72 meses
As taxas de juros definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) chegam a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres.
O financiamento pode ser contratado em até 72 meses, com carência de até seis meses. As motoristas também poderão incluir equipamentos adicionais de segurança no financiamento. O programa é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e conta com recursos da União, por meio do Tesouro Nacional.
Quem pode participar do Move Brasil
Podem participar motoristas de aplicativos com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e que tenham realizado, no mínimo, 100 corridas no período na mesma plataforma.
Taxistas registrados e em atividade também podem aderir ao programa. Os financiamentos contemplam veículos novos de até R$ 150 mil, desde que atendam critérios de sustentabilidade. Estão incluídos modelos flex, híbridos flex, elétricos ou movidos exclusivamente a etanol, produzidos por montadoras habilitadas no Programa Mover.
Garantias para ampliar acesso ao crédito
Para facilitar a aprovação dos financiamentos, taxistas e motoristas de aplicativo foram incluídos no Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI), operacionalizado pelo BNDES. A medida permite que instituições financeiras contem com garantias adicionais, favorecendo melhores condições de prazo e juros.
Como solicitar o financiamento
Os interessados devem fazer o cadastro na plataforma oficial do programa, disponível em gov.br/movebrasil.
A validação da elegibilidade será feita de forma simplificada. Para motoristas de aplicativo, a confirmação ocorrerá pelas próprias plataformas. Já os taxistas terão os dados verificados pela Receita Federal. Em até cinco dias úteis, o interessado receberá uma resposta por meio da caixa postal do Gov.br.
Programa reforça política de renovação da frota
A inclusão de motoristas de aplicativo e taxistas no Move Brasil faz parte da estratégia do governo federal para renovar a frota nacional com veículos mais eficientes e sustentáveis. A iniciativa integra a Nova Indústria Brasil (NIB) e busca ampliar o acesso ao crédito para profissionais que utilizam o automóvel como instrumento de trabalho.
Além dos carros de passeio, o Move Brasil já oferece linhas especiais para caminhões, ônibus e implementos rodoviários.
Clientes do Nubank receberam, no dia 12 de junho de 2026, um e-mail e notificação institucional via app informando que a fintech havia entrado em processo de liquidação extrajudicial. A mensagem partiu de um domínio oficial da empresa e orientava os destinatários a solicitarem ressarcimento ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O episódio se espalhou rapidamente nas redes sociais e gerou insegurança generalizada entre os clientes da marca.
O que aconteceu
O e-mail com o título “Aviso Importante: Nubank” afirmava que a instituição financeira “iria acabar” em decorrência de um suposto decreto de liquidação extrajudicial emitido pelo Banco Central. A mesma notificação chegou a aparecer também dentro do aplicativo, segundo relatos de clientes. O texto trazia instruções sobre como acessar o aplicativo do FGC e informava dados bancários para o recebimento de valores, conforme reportado pela comunidade oficial de usuários do banco.
Em poucos minutos, o termo “liquidação” passou a circular em grupos de investidores e nas redes sociais. A repercussão foi imediata porque o aviso partiu de um canal autenticado da própria empresa , e não de terceiros ou de boatos espalhados informalmente.
Reprodução/NuCommunity
Falha primária expõe fragilidade de comunicação institucional
O episódio é classificado como uma falha primária e grave porque o conteúdo da mensagem não tratava de um assunto qualquer. A palavra “liquidação extrajudicial” carrega significado jurídico preciso e remete diretamente ao processo que encerra as operações de uma instituição financeira com problemas econômicos graves.
O contexto recente do setor agravou a situação. Em novembro de 2025, o Banco Central havia decretado a liquidação extrajudicial real do Banco Master, em meio aos desdobramentos da Operação Compliance Zero. Em janeiro de 2026, a antiga Reag Trust e o Will Bank também haviam sido liquidados. Diante desse histórico, o e-mail do Nubank não foi interpretado como um exagero, mas como uma possibilidade real.
De acordo com dados do Google Trends, as buscas relacionadas ao Nubank registraram forte crescimento no último mês. Entre os termos mais pesquisados pelos usuários estão “Nubank liquidação”, “Nubank liquidado”, “liquidação extrajudicial Nubank”, “Nubank faliu” e “Nubank vai fechar”.
Reprodução/Google Trends
O aumento no volume dessas consultas reflete a preocupação e a busca por esclarecimentos por parte dos consumidores diante da repercussão envolvendo mensagens e informações relacionadas à instituição financeira Nubank.
Banco Central nega liquidação e mercado reage
O Banco Central negou publicamente que tivesse decretado qualquer liquidação extrajudicial envolvendo o Nubank. A confirmação reforça a gravidade do episódio. Uma comunicação institucional incorreta sobre liquidação não afeta apenas a relação de consumo com o cliente final. Ela também levanta questões sobre o dever de informação correta junto ao mercado e sobre a integridade dos sistemas internos de comunicação da empresa, já que o Nubank é companhia de capital aberto, com ações negociadas na Bolsa de Nova York.
A explicação do Nubank
Questionado sobre o caso, o Nubank não retornou aos pedidos de esclarecimento enviados pela equipe do CidadeMarketing. A resposta oficial veio por meio do perfil da empresa na NuCommunity, comunidade de usuários da própria marca. No espaço, o Nubank publicou a seguinte nota:
“O Nubank lamenta o envio indevido de uma mensagem a clientes e informa que o episódio decorreu de um erro operacional pontual, que está sendo investigado internamente. O caso não tem qualquer relação com a segurança da plataforma, a proteção das informações dos clientes ou a solidez da companhia. As operações do Nubank seguem normalmente, com segurança e estabilidade.”
Em uma página oficial da marca com o título “notícia falsa”, a empresa publicou ainda um segundo posicionamento, mais direto sobre a data e a extensão do problema:
“O Nubank informa que um erro operacional pontual, já identificado e solucionado, provocou o envio de mensagens indevidas a uma parcela de sua base de clientes no dia 12 de junho de 2026. A instituição permanece com todas as suas licenças ativas e sem qualquer impacto em sua operação, que segue com segurança e estabilidade. Pedimos desculpas aos nossos clientes pelo ocorrido e reforçamos nosso compromisso de manter a qualidade dos serviços prestados e a transparência na relação com todos.”
Na página oficial de imprensa do Nubank, foi publicada uma nota atualizada em 15 de junho, na qual a instituição se posiciona sobre o assunto e apresenta esclarecimentos aos clientes e ao mercado
“O Nubank reforça que o episódio foi resultado de um erro técnico pontual, identificado e corrigido rapidamente. Foi identificado que um desenvolvedor acionou por engano um fluxo de comunicação relacionado à liquidação de instituições financeiras. Na ausência de uma instituição real vinculada a esse fluxo, o nome da companhia apareceu como preenchimento padrão.
A ocorrência atingiu um grupo pequeno de clientes e não teve nenhum impacto sobre a segurança, a estabilidade da operação ou o funcionamento dos nossos serviços, que seguiram normalmente.
Desde o início, o Nubank tratou o caso com transparência, comunicou os clientes impactados inclusive utilizando seus canais abertos. Também adotou prontamente todas as medidas necessárias para a correção imediata do problema e para evitar uma nova ocorrência. Pedimos desculpas pelo ocorrido e reiteramos nosso compromisso com a qualidade da experiência dos clientes e com uma comunicação clara e responsável.”
Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, também se manifestou publicamente nas redes sociais. Segundo apuração da imprensa, ela classificou o episódio como “bizarro” e explicou que um funcionário submeteu uma alteração de código que acabou ativando, por acidente, o protocolo de comunicação usado em situações de liquidação. A executiva afirmou que a mensagem chegou a uma parcela pequena da base de clientes e pediu desculpas publicamente pelo transtorno causado.
Por que o nome “Nubank” virou parte da desconfiança
A norma afeta diretamente o Nubank, que atualmente possui autorizações para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito, financiamento e investimento, e corretora de títulos e valores mobiliários, mas não como banco. Apesar disso, a marca da fintech carrega a palavra “bank” desde sua fundação, em 2013.
A falha no comunicado de liquidação, mesmo sendo um erro pontual, encontrou terreno fértil para se espalhar justamente por essa fragilidade prévia entre o nome comercial e a real natureza jurídica da instituição.
Cliente sem clareza sobre a origem real do erro
Apesar das notas divulgadas, o Nubank não detalhou publicamente, em comunicado oficial amplo, como um sistema interno de comunicação ligado a procedimentos de liquidação pôde ser acionado por engano e disparado para clientes reais. A explicação mais técnica partiu de uma publicação pessoal da cofundadora em rede social, e não de um canal institucional formal e amplamente divulgado.
Essa diferença entre o tom da nota oficial, mais genérico, e a explicação dada informalmente pela executiva, mais detalhada, alimenta a sensação de que faltou transparência completa sobre o que de fato ocorreu nos bastidores da empresa.
Risco à confiança do consumidor
A confiança do consumidor em serviços financeiros depende diretamente da precisão das informações recebidas. Mensagens que mencionam liquidação, falência ou encerramento de operações não podem ser tratadas como detalhes técnicos menores, especialmente em um momento de maior sensibilidade do sistema financeiro nacional após casos recentes de liquidação de instituições reais.
Clientes que recebem esse tipo de aviso, mesmo que por erro, podem tomar decisões financeiras precipitadas, como resgates antecipados de investimentos ou encerramento de contas. A falha do Nubank expõe uma vulnerabilidade relevante na proteção dessas informações e no controle de disparos automatizados de mensagens sensíveis.
O episódio também reforça que parte da base de clientes pode permanecer insegura mesmo após o esclarecimento, já que a justificativa apresentada não detalhou de forma ampla e oficial todas as etapas internas que permitiram o erro. Falta de clareza sobre falhas dessa natureza tende a gerar desconfiança duradoura, independentemente de pedidos de desculpas pontuais.
O que diz o Nubank sobre a situação financeira da empresa
Em todas as notas divulgadas, o Nubank reforçou que permanece com todas as licenças regulatórias ativas e que não há qualquer processo real de liquidação em curso. A empresa também destacou que a operação segue funcionando normalmente, sem impacto em serviços, contas ou investimentos dos clientes.
O Banco Central, por sua vez, confirmou que não decretou liquidação extrajudicial contra o Nubank, descartando qualquer base regulatória real para o conteúdo do e-mail enviado por engano.
A JBS, por meio da Seara, lançou o Jovem SuperAgro, programa de empreendedorismo voltado à formação da nova geração do agronegócio brasileiro. A iniciativa busca preparar jovens de 18 a 30 anos para assumir a gestão de granjas integradas à companhia.
O programa terá duração de 18 meses e será realizado em formato híbrido, com nove módulos desenvolvidos em parceria com o Sebrae de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Nesta primeira edição, 60 jovens produtores foram selecionados.
Formação combina tecnologia, liderança e gestão
A capacitação reúne conteúdos técnicos e mentorias especializadas. Os participantes terão acesso a temas ligados à tecnologia aplicada ao agro, sustentabilidade, liderança, negociação, comunicação e gestão estratégica.
Segundo José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara, a sucessão familiar ainda representa um dos principais desafios do agronegócio nacional.
“A sucessão familiar é um dos principais desafios do agronegócio brasileiro e, muitas vezes, ainda acontece de forma pouco estruturada, seja por questões culturais ou pela dificuldade de identificar o momento em que o jovem está preparado para assumir a gestão. Por isso, entendemos que é importante apoiar esse processo, oferecendo capacitação e ferramentas para a continuidade e o fortalecimento dos negócios rurais”, afirma José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara.
Renovação geracional preocupa o setor
Dados do IBGE mostram que o Brasil possui cerca de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários, dos quais 77% são classificados como agricultura familiar.
Entre 2010 e 2022, o país perdeu aproximadamente 4,3 milhões de moradores em áreas rurais, cenário que reforça a necessidade de iniciativas voltadas à permanência dos jovens no campo. Em Santa Catarina, levantamento do Sebrae-SC aponta que apenas um em cada dez produtores possui indícios de continuidade familiar nas propriedades.
Pais e filhos participam juntos
Um dos diferenciais do Jovem SuperAgro é o envolvimento das famílias. No primeiro módulo, pais e filhos participam conjuntamente das atividades, promovendo a troca entre experiência e inovação. A iniciativa integra a Plataforma SuperAgro, criada pela Seara para fortalecer o relacionamento com mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o Brasil.
Nos últimos dez anos, a companhia investiu mais de R$ 4 bilhões na plataforma, que reúne ações de capacitação, reconhecimento e suporte técnico.
Formação de novas lideranças no campo
Com o Jovem SuperAgro e o Mulheres SuperAgro, programa de empreendedorismo feminino lançado em 2024, mais de 120 mulheres e jovens já participaram das iniciativas da companhia.
Para a JBS, investir na nova geração significa garantir a continuidade dos negócios familiares e fortalecer o futuro do agronegócio brasileiro.