O avanço da inteligência artificial, a consolidação de estruturas in-house e a crescente pressão por eficiência vêm alterando o papel das agências de comunicação. Em vez de concentrar valor na execução, empresas passaram a buscar parceiros capazes de apoiar decisões estratégicas, organizar plataformas de marca e acelerar processos sem renunciar à qualidade criativa.
Esse movimento tem levado o mercado a uma reconfiguração do modelo tradicional de agência. A demanda agora é por estruturas mais enxutas, com alto nível de senioridade, visão de negócios e capacidade de integrar estratégia, criatividade e tecnologia em uma mesma operação.
É nesse contexto que a Plug anuncia seu reposicionamento. A agência passa a atuar como uma consultoria estratégica e criativa voltada à construção de marcas, combinando planejamento, branding, criação e inteligência artificial para desenvolver soluções capazes de responder com mais velocidade aos desafios de marketing das empresas.
A operação passa a ser organizada em duas frentes complementares. A primeira concentra atividades de maior valor estratégico, como definição de posicionamento, territórios de marca, plataformas de comunicação, conceitos criativos, campanhas e direcionamentos para diferentes canais. A segunda reúne uma estrutura voltada à aceleração de entregas recorrentes, utilizando inteligência artificial para otimizar fluxos de trabalho e ampliar produtividade.
Como parte dessa nova fase, a agência lança o Plug FastTrack, metodologia proprietária que integra sistemas de briefing, organização estratégica e inteligência artificial para acelerar o desenvolvimento das etapas iniciais dos projetos.
O modelo foi criado para reduzir o tempo entre a identificação do desafio e a apresentação das primeiras rotas estratégicas e criativas, fase que costuma concentrar boa parte do esforço operacional dos times de marketing e comunicação. Segundo a Plug, a metodologia permite reduzir em até 70% o tempo de desenvolvimento dessas entregas iniciais, liberando as equipes para concentrar esforços nas decisões de maior impacto para o negócio.
“Nos últimos anos percebemos que o principal valor para os clientes deixou de ser produzir mais peças e passou a ser construir melhores decisões. A inteligência artificial acelera processos, mas continua sendo a estratégia que define a direção. Nosso reposicionamento parte exatamente dessa combinação entre pensamento de negócio, criatividade e tecnologia”, afirma Daniel Santander, fundador da Plug.
Se você já vende SEO, provavelmente conhece bem este paradoxo: o cliente quer crescer em tráfego orgânico, você entrega estratégia técnica, conteúdo, otimizações on-page, relatórios… mas chega uma hora em que a autoridade do domínio trava o avanço. E aí entra o link building.
O problema é que link building raramente escala com facilidade dentro de uma agência. Não basta “comprar links” ou sair enviando e-mails para blogs. Existe prospecção, análise de qualidade, negociação, produção de conteúdo, aprovação, publicação, controle de âncoras, acompanhamento de indexação e prestação de contas. Tudo isso consome tempo, exige método e pode virar um gargalo operacional rapidamente.
A boa notícia: sua agência não precisa necessariamente montar uma equipe interna para vender e entregar link building com qualidade. Com processos certos, parceiros confiáveis e critérios claros de qualidade, você consegue escalar link building sem transformar sua operação em um caos de planilhas, follow-ups e publicações atrasadas.
O que os números dizem sobre a prioridade do Link Building
Antes de entrar nos desafios operacionais, vale entender por que o link building consome tanto orçamento e atenção das agências. Segundo pesquisa da Editorial.link com 518 especialistas em SEO, as agências destinam, em média, 32,1% de todo o orçamento de SEO para link building, enquanto os times internos das empresas destinam ainda mais: 36,03%. É, na prática, a maior linha de despesa isolada dentro da maioria dos orçamentos de SEO — o que explica por que um gargalo nessa frente pesa tanto no resultado final da agência.
O investimento também segue em alta: um levantamento da Reporter Outreach com 500 profissionais de SEO mostra que 58% aumentaram o orçamento de link building em 2026 comparado a 2025, contra apenas 14% que reduziram. E o custo por link não para de subir — o preço médio aceitável por um backlink de qualidade já está em US﹩ 508,95, segundo a mesma pesquisa da Editorial.link, com 76% dos compradores dispostos a pagar US﹩ 300 ou mais por link. Ou seja: a demanda por link building não está esfriando, e o custo de fazer errado (ou de fazer devagar demais) só tende a aumentar.
Por que o Link Building é o gargalo de crescimento das agências
Link building costuma virar gargalo porque fica em uma zona desconfortável entre estratégia, relacionamento comercial, produção editorial e operação. Diferente de uma auditoria técnica ou de um calendário de conteúdo, em que boa parte do fluxo depende da sua própria equipe, a conquista de backlinks depende de terceiros: sites parceiros, editores, jornalistas, donos de portais, blogs de nicho e veículos que têm seus próprios prazos.
Para uma agência de SEO ou marketing digital, isso cria uma camada extra de imprevisibilidade. Você pode prometer ao cliente uma campanha mensal com 10 backlinks, mas cada link exige uma cadeia de ações: encontrar oportunidades, validar métricas, negociar valores, alinhar pauta, produzir ou adaptar o conteúdo, aguardar aprovação, conferir publicação e registrar tudo no relatório. Quando você tem dois ou três clientes, dá para resolver “no braço”. Com 15, 30 ou 50 contas, o improviso quebra.
Além disso, link building mexe diretamente com reputação. Um backlink ruim não é apenas um item fraco no relatório: ele pode colocar em risco a percepção de qualidade da sua agência e, em casos mais graves, expor o cliente a práticas agressivas demais. Por isso, muitos gestores ficam presos em um dilema: sabem que precisam entregar autoridade off-page para melhorar resultados, mas não querem assumir uma operação complexa e cheia de riscos.
Outro ponto é a margem. Se sua equipe de SEO gasta horas demais procurando sites, negociando publicações e cobrando retornos, o serviço deixa de ser escalável. O que parecia uma oferta lucrativa se transforma em uma rotina operacional pesada. E quanto mais personalizada for a busca por links, maior a carga de trabalho.
É por isso que agências maduras tratam link building como uma esteira com critérios, não como uma tarefa solta. A questão não é simplesmente “conseguir backlinks”, mas conseguir backlinks relevantes, em volume previsível, com controle de qualidade e sem sugar a energia da equipe estratégica — algo reforçado pelo fato de que 93,8% dos link builders profissionais afirmam priorizar qualidade sobre quantidade de links.
Os desafios de montar uma equipe interna de Link Building
Montar uma equipe interna de link building parece, à primeira vista, o caminho mais seguro. Você ganha controle, centraliza o conhecimento e cria um processo próprio. Só que, na prática, esse modelo exige mais investimento e maturidade operacional do que muitas agências imaginam.
O primeiro desafio é contratar perfis certos. Uma boa operação de link building precisa de pessoas com habilidades diferentes: prospecção, negociação, análise de SEO, redação, gestão de relacionamento e controle de processos. É raro encontrar um profissional que faça tudo isso bem. Muitas vezes, você acaba montando uma minioperação com analista, redator, gestor de parcerias e alguém responsável por relatórios.
O segundo desafio é construir uma base de relacionamento. Ter uma equipe não significa ter acesso imediato a bons sites. Você ainda precisa mapear veículos, validar qualidade, negociar condições, criar histórico de entrega e manter contato ativo. Esse ativo leva tempo para ser desenvolvido. E tempo, para uma agência em crescimento, custa caro.
Há também o problema da demanda irregular. Em alguns meses, você terá muitos clientes solicitando backlinks. Em outros, a demanda pode cair. Se a equipe for pequena, ela sobrecarrega nos picos. Se for grande demais, pesa no custo fixo quando a carteira oscila. Esse desequilíbrio é especialmente comum em agências que vendem SEO em pacotes mensais, mas ainda não têm previsibilidade total de expansão.
Outro ponto delicado é a gestão da qualidade. Uma equipe interna precisa de critérios claros para avaliar domínios, páginas, contexto editorial, tráfego orgânico, perfil de links, histórico de spam, nicho e naturalidade das âncoras. Sem isso, o time pode priorizar quantidade em vez de relevância, e esse é um erro caro.
Por fim, existe o custo invisível da gestão. Treinar pessoas, revisar entregas, acompanhar follow-ups, organizar planilhas, resolver atrasos e lidar com exceções consome tempo da liderança. Se você, como dono ou gestor, precisa ficar apagando incêndio em cada campanha, a equipe interna deixa de ser uma solução e vira mais um centro de complexidade.
Modelos de terceirização para escalar Link Building
White Label Link Building: Como Funciona na Prática
No modelo white label, um parceiro executa o link building nos bastidores, enquanto sua agência mantém o relacionamento direto com o cliente. Para o cliente final, a entrega sai com a marca, linguagem e padrão da sua agência. Isso permite vender autoridade off-page sem montar uma estrutura própria de prospecção, negociação e produção.
O modelo white label faz sentido quando a agência já possui demanda por SEO, mas não quer montar uma equipe interna apenas para prospectar sites, negociar publicações, produzir conteúdos, acompanhar aprovações e organizar relatórios. Nesse cenário, a Rank Certo opera link building white label para agências de SEO e marketing, funcionando como um braço operacional discreto para entregas de autoridade off-page.
Na prática, você define com o parceiro o volume mensal de links, critérios mínimos de qualidade, nichos permitidos, restrições, tipos de âncora e formato de relatório. A partir daí, o parceiro busca oportunidades, valida domínios, cuida das publicações e entrega evidências para sua agência apresentar ao cliente.
Freelancers e Parceiros Especializados: Prós e Contras
Freelancers podem ser uma alternativa interessante para agências que estão começando a terceirizar link building ou têm demandas específicas. Um bom profissional independente pode ajudar na prospecção de sites, negociação de guest posts, produção de artigos ou montagem de relatórios.
A principal vantagem é a flexibilidade. Você pode contratar por projeto, por lote de links ou por horas. Isso reduz custos fixos e permite testar diferentes formatos antes de assumir compromissos maiores. Também é comum encontrar freelancers com experiência em nichos específicos, como saúde, finanças, tecnologia, educação ou jurídico.
O risco está na dependência operacional. Se apenas uma pessoa concentra contatos, critérios e histórico de negociação, sua agência fica vulnerável a atrasos, mudanças de disponibilidade ou queda de qualidade. Além disso, freelancers nem sempre têm uma rede ampla de sites ou processos robustos de validação. Alguns são excelentes em outreach, mas fracos em análise de SEO. Outros entregam bons contatos, mas não dominam produção de conteúdo.
Para usar esse modelo com segurança, você precisa documentar tudo: critérios de aprovação, métricas mínimas, sites vetados, padrão de âncoras, tom dos conteúdos, prazos e modelo de relatório. Também vale evitar que o freelancer seja o único guardião da operação. Sempre que possível, sua agência deve manter acesso às informações principais.
Em resumo, freelancers funcionam bem para complementar capacidade, testar demanda ou resolver necessidades pontuais. Para escalar link building em volume recorrente, porém, você provavelmente precisará de processos mais sólidos e menos dependentes de uma única pessoa.
Plataformas e Marketplaces de Backlinks
O benefício é claro: velocidade. Marketplaces reduzem o tempo de prospecção e tornam o custo mais previsível. Você consegue filtrar por autoridade, tráfego estimado, nicho, idioma e valor. Isso ajuda principalmente em campanhas simples, quando o objetivo é ganhar escala com menos fricção.
Mas existe um cuidado importante. Nem todo site listado em marketplace é uma boa oportunidade. Alguns domínios têm métricas infladas, tráfego artificial, excesso de links vendidos ou conteúdo genérico demais. Se muitos clientes e concorrentes compram links nos mesmos lugares, a naturalidade da campanha pode cair. E o Google é cada vez melhor em identificar padrões artificiais.
Outro ponto é a falta de personalização. Uma campanha séria de link building precisa considerar contexto semântico, páginas prioritárias, intenção de busca, autoridade temática e perfil atual de backlinks do cliente. Marketplace ajuda na execução, mas raramente substitui pensamento estratégico.
Se você optar por esse caminho, use plataformas como apoio, não como piloto automático. Valide manualmente os sites mais relevantes, revise o histórico de publicações, confira se há tráfego orgânico real e observe se o conteúdo do domínio faz sentido para o cliente. A conveniência é ótima, desde que não custe a reputação da sua agência.
O impacto da IA na demanda por Link Building
Vale um parênteses sobre um fator que tem mudado o comportamento de compra dos clientes: a chegada da inteligência artificial nos mecanismos de busca não reduziu a procura por link building — pelo contrário, parece estar reacendendo o interesse pelo tema.
Segundo dados do Google Trends, o termo “link building” vem registrando um crescimento consistente de buscas desde fevereiro de 2025, movimento associado à corrida das marcas para entender como aparecer bem nas respostas geradas por IA, pois 85% dos compradores confiam em uma marca quando a IA a recomenda.
Fonte: Google Trends
A explicação faz sentido prático: ferramentas como o ChatGPT ainda recorrem a citações dos dez primeiros resultados de busca tradicional em cerca de 75% das vezes, o que faz da autoridade construída via backlinks um caminho ainda relevante para ganhar visibilidade também no ambiente de buscas por IA.
Essa percepção é compartilhada pela maioria dos profissionais do setor. Para uma agência, isso é um argumento comercial concreto: o serviço não está perdendo relevância, está ganhando uma segunda justificativa de compra.
Como escolher o parceiro ideal de Link Building
Comece avaliando o processo de curadoria. Pergunte como os sites são selecionados, quais métricas são consideradas e quais critérios eliminam uma oportunidade. Métricas como autoridade de domínio, tráfego orgânico estimado e quantidade de palavras-chave ranqueadas são úteis, mas não bastam. Você também deve observar relevância temática, qualidade editorial, frequência de publicação, perfil de links externos e sinais de spam.
Depois, analise o nível de personalização. Um parceiro confiável não deveria simplesmente empurrar uma lista pronta de domínios. Ele precisa entender o cliente, o nicho, as páginas que você quer fortalecer e o tipo de âncora adequado para cada etapa da campanha. Link building para um e-commerce de móveis não segue a mesma lógica de um SaaS B2B ou de uma clínica médica.
Transparência também é fundamental. Você deve saber onde os links serão publicados, qual conteúdo será usado, quais prazos estão envolvidos e como a entrega será comprovada. Alguns parceiros trabalham com pré-aprovação de sites: outros apresentam oportunidades dentro de faixas de qualidade. O importante é que você tenha visibilidade suficiente para proteger sua marca.
Outro critério é capacidade de escala. O parceiro consegue atender cinco clientes hoje e vinte daqui a três meses? Tem operação para lidar com múltiplos nichos? Consegue manter padrão de qualidade mesmo com aumento de volume? Essas perguntas evitam que você troque um gargalo interno por um gargalo terceirizado.
Por fim, observe a postura consultiva. Bons parceiros não dizem “sim” para qualquer pedido. Eles alertam quando uma âncora está agressiva demais, quando uma página não está pronta para receber links ou quando o ritmo de aquisição parece artificial. Esse tipo de fricção saudável é sinal de maturidade, não de dificuldade.
Processos e ferramentas para gerenciar Link Building terceirizado
O primeiro passo é criar um briefing padrão por cliente. Esse documento deve incluir segmento, concorrentes principais, páginas prioritárias, palavras-chave estratégicas, tipos de âncora permitidos, restrições de sites, tom de comunicação e observações jurídicas ou de compliance, quando houver. Quanto melhor o briefing, menor o retrabalho.
Também é importante manter um controle centralizado das campanhas. Pode ser em uma planilha bem organizada, em ferramentas como Airtable, Notion, ClickUp, Trello ou em um sistema interno. O essencial é registrar status de cada link: solicitado, em prospecção, aprovado, conteúdo em produção, enviado, publicado, indexado e reportado. Isso evita aquele clássico “em que pé está esse backlink?” no meio da semana.
Para análise de qualidade, ferramentas como Ahrefs, Semrush, Moz, Majestic, Similarweb e Google Search Console ajudam a avaliar domínios, tráfego, perfil de backlinks e evolução de páginas. Nenhuma métrica isolada deve decidir tudo, mas o conjunto oferece sinais importantes. Um site com autoridade razoável, tráfego orgânico real e conteúdo coerente costuma valer mais do que um domínio com métrica alta e zero relevância.
Defina também uma cadência de revisão. Por exemplo: aprovação quinzenal de oportunidades, conferência semanal de status e fechamento mensal de relatório. Isso mantém a operação viva sem transformar o gestor em fiscal de cada microtarefa.
No relatório ao cliente, conecte link building a objetivos de SEO. Mostre os backlinks entregues, mas também acompanhe evolução de posições, tráfego orgânico das páginas trabalhadas, crescimento de autoridade, novos domínios de referência e contexto da campanha. Cliente maduro não quer apenas uma lista de links: ele quer entender como aquilo fortalece o projeto.
E, claro, mantenha um histórico por cliente. Com o tempo, esse banco de dados ajuda a evitar repetição de domínios, controlar diversidade de âncoras e demonstrar evolução estratégica. É um detalhe simples, mas separa uma operação amadora de uma operação escalável.
Como garantir qualidade e proteger a reputação dos clientes
Comece definindo uma política de qualidade. Ela deve listar o que sua agência considera aceitável e o que está fora do jogo. Sites sem tráfego orgânico, domínios com aparência de rede privada, páginas lotadas de links externos, conteúdo claramente automatizado, temas sensíveis incompatíveis e portais com histórico suspeito devem ser tratados com cautela. Em muitos casos, o melhor link é aquele que você decide não fazer.
A relevância temática merece atenção especial. Um backlink de um site muito forte, mas completamente desconectado do segmento do cliente, pode ter menos valor do que um link em um domínio menor, porém altamente contextual. Se você atende uma empresa de software jurídico, por exemplo, faz muito mais sentido aparecer em conteúdos sobre gestão de escritórios, tecnologia para advogados ou produtividade legal do que em um blog genérico sobre curiosidades.
Também cuide das âncoras. Repetir palavras-chave exatas em excesso é um dos jeitos mais rápidos de deixar uma campanha artificial. Misture âncoras de marca, URLs, termos semânticos, variações naturais e chamadas contextuais. A pergunta prática é: “Esse link faria sentido se ninguém estivesse tentando manipular o ranking?” Se a resposta for não, revise.
Outro ponto importante é a qualidade do conteúdo publicado. Um artigo raso, mal escrito e claramente feito só para encaixar um link passa uma mensagem ruim. O conteúdo ao redor do backlink precisa ter utilidade, coerência e leitura natural. Isso protege tanto o cliente quanto o veículo onde a publicação aparece.
Você também deve monitorar os links depois da publicação. Links podem ser removidos, páginas podem sair do ar, atributos podem mudar para nofollow e sites podem perder qualidade ao longo do tempo. Uma checagem periódica evita surpresas em relatórios e ajuda a manter a campanha saudável.
A Vale e a Globo lançaram a campanha “Um Brasil de Árvores”, iniciativa multiplataforma que convida os brasileiros a responder uma pergunta: qual árvore representa o Brasil? O projeto busca aproximar a população da maior biodiversidade do planeta por meio de histórias afetivas, memória e identidade cultural.
A campanha parte da relação emocional que muitos brasileiros mantêm com árvores presentes na infância, nos quintais, nas praças e nas paisagens que marcaram diferentes momentos da vida. A proposta é transformar essas lembranças em uma conversa nacional sobre biodiversidade e preservação ambiental.
Enquete mobiliza participação do público
Como parte da iniciativa, o público poderá participar de uma enquete no gshow, escolhendo a árvore que considera símbolo do Brasil. A campanha também incentiva os participantes a compartilharem histórias ligadas às espécies que fazem parte da cultura e da memória afetiva do país.
A criação é da Globo e da Africa Creative, em parceria com a Pororoca, agência especializada em projetos de sustentabilidade formada pela Africa e pela Pindorama Filmes.
Estratégia reúne TV, plataformas digitais e redes sociais
A campanha será exibida em diferentes plataformas da Globo, incluindo TV Globo, Globoplay, g1, gshow e redes sociais. O projeto também contará com conteúdos especiais durante os intervalos da programação e ações de reforço em praças estratégicas.
A estreia foi marcada por um filme manifesto de 60 segundos protagonizado por Regina Casé, que convida o público a refletir sobre o papel das florestas na formação da identidade brasileira.
Sustentabilidade e identidade nacional
Segundo Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale, a sustentabilidade faz parte da estratégia da empresa e a campanha reforça o compromisso com a conservação ambiental e o desenvolvimento das comunidades.
Para Aaron Sutton, diretor executivo de criação da Africa Creative, a iniciativa conecta a biodiversidade às histórias pessoais dos brasileiros, transformando a pauta ambiental em um tema presente no cotidiano e na cultura do país.
Claudio Paim, diretor de Produtos Publicitários em Canais da Globo, afirma que o projeto aproxima questões ambientais das memórias e dos afetos dos brasileiros, fortalecendo o debate sobre preservação e identidade nacional.
Projeto valoriza a biodiversidade brasileira
Com a campanha “Um Brasil de Árvores”, Vale e Globo buscam estimular a valorização da biodiversidade por meio da participação popular. Ao unir entretenimento, informação e engajamento, a iniciativa reforça a importância das árvores não apenas para o meio ambiente, mas também para a história, a cultura e a identidade dos brasileiros.
A Ypê lançou, no último domingo (12), uma nova campanha institucional para reforçar sua trajetória de 75 anos e a relação de confiança construída com milhões de consumidores brasileiros. A iniciativa ocorre após um período de grande repercussão envolvendo a intervenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ajustes operacionais adotados pela empresa.
A campanha apresenta uma mensagem de proximidade, transparência e reconhecimento ao apoio recebido de consumidores, parceiros comerciais e colaboradores durante um dos momentos mais desafiadores da história da companhia.
Intervenção da Anvisa mobilizou consumidores
A recente atuação da Anvisa colocou a Ypê no centro das atenções e gerou ampla repercussão nacional. A medida exigiu respostas rápidas da empresa, que adotou ações operacionais para atender às determinações do órgão regulador e preservar a segurança dos consumidores.
Ao mesmo tempo, o episódio evidenciou a forte conexão da marca com o público. Nas redes sociais e em diferentes canais, consumidores manifestaram apoio à empresa, destacando a confiança construída ao longo de décadas e a presença constante dos produtos Ypê em seus lares.
Campanha reforça legado da marca
Na nova campanha institucional, a Ypê destaca que um dos principais aprendizados desse período foi compreender ainda mais a dimensão da marca e sua relevância para os brasileiros.
A comunicação ressalta que a empresa está presente em mais de 95% dos lares do país, tornando-se sinônimo de diversas categorias de limpeza e cuidados com a casa. Segundo a marca, muitos consumidores só perceberam a amplitude desse portfólio ao observar a quantidade de produtos Ypê presentes no dia a dia.
A campanha também valoriza o relacionamento construído com clientes, distribuidores, parceiros e consumidores ao longo de 75 anos, reforçando atributos como confiança, qualidade, proximidade e compromisso com o mercado brasileiro.
Comunicação destaca resiliência e responsabilidade
Mais do que apresentar produtos, a nova campanha busca fortalecer a reputação institucional da empresa. A estratégia evidencia que grandes marcas também enfrentam desafios, mas podem responder com transparência, responsabilidade e diálogo.
Ao reconhecer os ajustes operacionais realizados e agradecer o apoio recebido durante esse período, a Ypê procura reafirmar seu compromisso com a qualidade, a segurança dos produtos e a confiança conquistada ao longo de sua história.
A Piracanjuba e a Cacau Show anunciaram uma parceria inédita para o lançamento de uma linha de bebidas inspirada na marca LaCreme. A novidade chega ao mercado nos sabores LaCreme Ao Leite e LaCreme Gold, chocolate branco caramelizado, levando a experiência da marca para a categoria de bebidas prontas para beber.
Desenvolvidas pela Piracanjuba, as bebidas serão comercializadas em embalagens de 250 ml. A proposta é oferecer uma textura cremosa e intensa, reproduzindo as características sensoriais que fizeram da LaCreme uma das marcas mais conhecidas da Cacau Show.
Parceria une tradição e inovação
Segundo Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba, o objetivo foi desenvolver um produto fiel aos sabores originais da linha LaCreme.
A executiva destaca que a parceria reúne duas marcas reconhecidas pela qualidade, inovação e foco na experiência do consumidor, fortalecendo a estratégia de expansão para novas ocasiões de consumo.
LaCreme amplia presença no mercado
Com mais de 100 milhões de produtos comercializados por ano, LaCreme é a marca mais vendida da Cacau Show. A linha já está presente em categorias como trufas, tabletes, ovos de Páscoa e panettones, consolidando-se como uma das principais plataformas de inovação da empresa.
“Temos trabalhado para ampliar a presença das nossas marcas em diferentes ocasiões de consumo, sempre preservando os atributos que as tornaram relevantes para os consumidores. Nesse contexto, Piracanjuba reúne a expertise necessária para levar a experiência de laCreme para uma nova categoria, mantendo a qualidade e a identidade que caracterizam a marca”, afirma Daniel Roque, vice-presidente de negócios da Cacau Show.
Todo o desenvolvimento, produção e distribuição das bebidas serão conduzidos pela Piracanjuba. Os produtos começaram a chegar aos principais canais de varejo do país em junho e, na sequência, passaram a ser comercializados também nas lojas da Cacau Show.
Com a novidade, Piracanjuba e Cacau Show reforçam a tendência de colaborações entre grandes marcas para criar produtos inovadores, ampliar ocasiões de consumo e oferecer novas experiências aos consumidores brasileiros.
Cristhiano Frade e Caroline Menezes, sócios da TRIO
Foto: Divulgação
A Agência TRIO passa a responder pela comunicação da Carvalho Hosken, uma das empresas que mais contribuíram para a transformação urbana do Rio de Janeiro nas últimas décadas. A conquista da conta marca o início de uma nova fase para a companhia, que completa 75 anos de trajetória e apresenta ao mercado um reposicionamento estratégico baseado na visão de que cidades são organismos vivos, construídos a partir da integração entre pessoas, lifestyle, tecnologia, natureza e wellness.
A partir de agora, a agência será responsável por traduzir em narrativa de marca a visão que orienta o planejamento da companhia para os próximos anos. O objetivo é consolidar a Carvalho Hosken como uma desenvolvedora de ecossistemas urbanos, especializada em antecipar transformações urbanas e comportamentais para criar cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis.
O trabalho terá como base a plataforma estratégica de marca “Dimensões do Viver”. Mais do que um posicionamento institucional, o conceito nasce da compreensão de que a cidade é resultado da interação entre bem-estar, tecnologia, cultura, natureza, conveniência e comportamento humano. A proposta reflete uma visão contemporânea de urbanismo, em que o desenvolvimento urbano vai além da infraestrutura para criar experiências de vida mais integradas, humanas e sustentáveis.
Um dos pilares centrais da nova estratégia é o conceito de urbanismo visionário. A cidade deixa de ser entendida apenas como espaço físico e passa a ser concebida como uma plataforma dinâmica de convivência, inovação e desenvolvimento humano.
A estratégia de comunicação desenvolvida pela agência TRIO irá estruturar e amplificar os principais territórios da marca, incluindo desenvolvimento urbano sustentável, qualidade de vida, inovação, ESG, cultura e legado. O desafio será transformar essa visão em uma narrativa consistente e relevante para diferentes públicos de relacionamento da companhia, fortalecendo sua conexão com investidores, parceiros, moradores e sociedade.
Outro eixo fundamental do reposicionamento é a aplicação dos conceitos de place branding ao desenvolvimento urbano. A partir dessa visão, bairros e territórios passam a ser tratados como ativos vivos, dotados de identidade própria, vocação cultural, senso de comunidade e narrativas capazes de gerar pertencimento. A abordagem aproxima a estratégia da Carvalho Hosken de referências internacionais de transformação urbana, como Hudson Yards, King’s Cross e HafenCity, onde o valor do território é construído não apenas pela infraestrutura, mas pela experiência que ele proporciona às pessoas.
“A Carvalho Hosken se orgulha de participar ativamente do desenvolvimento do jeito carioca de viver na Barra da Tijuca — um estilo de vida que une natureza, liberdade, qualidade de vida, convivência, esporte, arte e urbanismo sustentável”, afirma Carlos Felipe de Carvalho, CEO da Carvalho Hosken.
“O desafio é comunicar uma empresa que ajudou a moldar parte importante da paisagem urbana do Rio de Janeiro e que agora assume de forma explícita seu papel como desenvolvedora de ecossistemas urbanos. Estamos falando de uma marca que combina legado, visão de futuro e capacidade real de transformar territórios em lugares desejados para viver, conviver e prosperar. Nosso trabalho será traduzir essa estratégia em uma narrativa capaz de gerar relevância, conexão e valor para diferentes públicos”, afirma Cristhiano Frade, da agência TRIO.
A Fiat completa 50 anos de atuação no Brasil e recebeu homenagens públicas de duas importantes concorrentes do setor automotivo: Volkswagen e BYD. As manifestações destacaram a contribuição da montadora para o desenvolvimento da indústria nacional, da inovação e da mobilidade no país.
As mensagens ganharam destaque nas redes sociais e chamaram a atenção por demonstrarem respeito entre empresas que disputam diariamente a preferência dos consumidores.
Volkswagen destaca a força da concorrência
Em publicação no LinkedIn, o presidente da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, relembrou algumas das maiores concorrências da indústria automobilística brasileira, como Fusca e Fiat 147, Gol e Uno, Gol e Palio, Saveiro e Strada e, atualmente, Tera e Pulse.
O executivo afirmou que essa disputa sempre foi muito maior do que uma competição por mercado. Segundo ele, a concorrência contribuiu para acelerar a inovação, elevar a qualidade dos veículos, fortalecer a cadeia de fornecedores, desenvolver profissionais e consolidar a indústria automotiva brasileira.
Na publicação, ilustrada por um Fiat Uno ao lado de um Gol GTI, Possobom parabenizou a Fiat pelos 50 anos e afirmou que a história da mobilidade brasileira continua sendo construída por diferentes fabricantes, cada um contribuindo à sua maneira para o desenvolvimento do país.
BYD destaca o pioneirismo da Fiat
A BYD também utilizou suas redes sociais para reconhecer a importância da Fiat na história do mercado automobilístico brasileiro.
Na mensagem, a fabricante de veículos eletrificados relembrou os desafios enfrentados pela Fiat quando iniciou suas operações no país.
“Quando a Fiat chegou ao Brasil, ouviu de tudo. Que não teria peça. Que não teria assistência. Que não era carro para brasileiro. Cinquenta anos depois, virou história. Parabéns, Fiat. Obrigado por abrir o caminho.”
A publicação foi acompanhada por uma imagem de um Fiat 147 ao lado de um BYD Dolphin Mini, acompanhada da mensagem: “Só existe o futuro da mobilidade por causa daqueles que ajudaram a pavimentar a história.”
Comunicação fortalece a imagem do setor
As homenagens evidenciam que a concorrência não impede o reconhecimento da contribuição de uma marca para o desenvolvimento de todo o setor. Ao contrário, demonstram maturidade institucional e reforçam valores como respeito, ética e valorização da história da indústria automotiva.
Em um mercado altamente competitivo, iniciativas como essas fortalecem a imagem das empresas perante consumidores, parceiros e profissionais, mostrando que inovação e competitividade podem caminhar lado a lado com o reconhecimento do legado construído ao longo das últimas décadas.
Ao celebrar os 50 anos da Fiat no Brasil, Volkswagen e BYD destacam que a evolução da mobilidade brasileira resulta do trabalho conjunto de diferentes fabricantes, cuja concorrência impulsionou avanços tecnológicos, geração de empregos, desenvolvimento industrial e ampliação das opções oferecidas aos consumidores.
Depois de adiar, por enquanto, o sonho do hexacampeonato, o Canarinho voltou às campanhas da Vivo como representante dos torcedores brasileiros. A nova ativação apresenta os filmes “Roxo de Vontade”, que mostram o personagem buscando novas formas de relaxar e ocupar o tempo após o fim da competição.
A campanha dá continuidade à plataforma Brasileiro Roxo, criada pela Vivo para celebrar a paixão dos brasileiros pelo futebol. Desta vez, a comunicação aposta em uma abordagem leve e bem-humorada para transformar a frustração esportiva em novas experiências de entretenimento e bem-estar.
Benefícios do Vivo Valoriza e Vivo Total ganham destaque
Os filmes apresentam vantagens oferecidas pelo Vivo Valoriza, programa de relacionamento da operadora, e pelos planos Vivo Total. A proposta é incentivar os clientes a aproveitarem benefícios como sessões de cinema na Cinemark, momentos de relaxamento no Buddha Spa e acesso a aplicativos de streaming incluídos nos planos.
Os resgates podem ser realizados pelo aplicativo da Vivo, na área dedicada aos benefícios do programa. Segundo a empresa, a iniciativa busca estimular experiências que ajudem os consumidores a desacelerar e aproveitar novos momentos de lazer.
A campanha será exibida nos canais digitais da Vivo e também durante as inserções da marca nas transmissões da CazéTV.
Campanha já ultrapassa 542 milhões de visualizações
A plataforma Brasileiro Roxo foi lançada antes do início do torneio para reforçar a conexão entre a Vivo e os torcedores brasileiros. De acordo com a empresa, a campanha acumulou mais de 542 milhões de visualizações, 1,4 milhão de interações e 32,2 mil compartilhamentos nas redes sociais da marca.
Durante o período da competição, os conteúdos relacionados à ação registraram mais de 50 milhões de visualizações, além de 321 mil interações e 12,1 mil compartilhamentos, demonstrando o alcance da estratégia digital.
Ministério da Fazenda, bloco P - Esplanada dos Ministérios, Brasília-DF
Foto: Washington Costa/MF
O Ministério da Fazenda anunciou novas restrições para a publicidade de apostas esportivas no Brasil. As medidas foram apresentadas nesta quinta-feira (9) pelo ministro Dario Durigan e entrarão em vigor por meio de dois atos normativos previstos para serem publicados nesta sexta-feira (10).
A principal mudança determina que toda publicidade de bets deverá exibir, de forma obrigatória, uma das seguintes advertências:
“MINISTÉRIO DA FAZENDA ADVERTE: APOSTAR PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA”
“MINISTÉRIO DA FAZENDA ADVERTE: APOSTAR FAZ VOCÊ PERDER DINHEIRO”
“MINISTÉRIO DA FAZENDA ADVERTE: APOSTA NÃO É INVESTIMENTO”
As mensagens deverão ocupar 10% do espaço publicitário, ampliando a transparência sobre os riscos envolvidos nas apostas esportivas.
Anúncios não poderão criar senso de urgência
As novas regras também proíbem estratégias de marketing que incentivem apostas por meio de senso de urgência. A intenção é impedir que consumidores sejam pressionados a realizar apostas imediatas por receio de perder uma oportunidade.
Outra determinação impede que anúncios misturem análises esportivas com recomendações que sugiram apostas específicas ou indiquem supostas melhores oportunidades de ganho. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida busca evitar a indução do consumidor ao erro.
Publicidade não poderá prometer ganhos fáceis
A regulamentação também veta a divulgação de apostas como forma de investimento, dinheiro fácil ou solução para problemas financeiros. Além disso, empresas não poderão utilizar históricos de grandes premiações para sugerir altas probabilidades de lucro ou estimular novas apostas.
O objetivo é reduzir práticas consideradas enganosas e fortalecer a proteção ao consumidor, especialmente diante do crescimento do mercado de apostas esportivas no país.
Multas podem chegar a R$ 14 milhões
As empresas autorizadas que descumprirem as novas regras estarão sujeitas a multas de até 20% do faturamento, suspensão da autorização por até 180 dias e, em casos de reincidência, cassação definitiva da licença para operar.
Já os veículos de comunicação e demais responsáveis pela veiculação das campanhas poderão ser penalizados com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC). As multas podem alcançar R$ 14 milhões em casos de publicidade abusiva ou de descumprimento das normas.
No caso dos influenciadores digitais, a responsabilidade administrativa recairá sobre a empresa de apostas contratante. Além disso, conteúdos considerados irregulares poderão ser removidos ou sofrer outras sanções previstas na regulamentação.
Governo reforça combate às bets ilegais
Ao anunciar as medidas, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o objetivo é fortalecer o combate às apostas ilegais e ampliar a transparência no setor.
“Essas medidas reforçam a nossa tolerância zero com bets ilegais. Rigor e transparência com bets reguladas“, afirmou o ministro.
Com as novas exigências, o governo busca tornar a publicidade das apostas esportivas mais transparente, reduzir práticas consideradas abusivas e reforçar a proteção dos consumidores diante da expansão do mercado de bets no Brasil.
O Méqui anunciou o lançamento de uma nova linha de sobremesas geladas com Ovomaltine® Creme Crocante. A novidade chega aos quiosques do McDonald’s em todo o Brasil por tempo limitado e amplia uma parceria que já dura 17 anos entre as duas marcas.
A nova receita adiciona uma camada extra de sabor, cremosidade e crocância às sobremesas do Méqui. O ingrediente combina a tradicional crocância de Ovomaltine® com um creme de avelã, oferecendo uma nova experiência aos consumidores.
Quatro sobremesas recebem o novo ingrediente
O lançamento contempla quatro produtos do cardápio: McFlurry, McColosso, McShake e Casquinha Recheada. Todos passam a contar com o Ovomaltine® Creme Crocante como diferencial da edição especial.
“Trazer essa novidade para os Méqui Lovers é uma resposta direta ao desejo dos nossos consumidores por sobremesas cada vez mais indulgentes, algo que identificamos pela nossa constante escuta ativa. A chegada do Creme Crocante adiciona uma nova camada a essa parceria com a Ovomaltine®, que é sucesso há 17 anos. Com a família ainda maior, entregamos uma experiência mais rica e irresistível no nosso cardápio, renovando uma união histórica e oferecendo o que o nosso público já ama de um jeito surpreendente”, afirma Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s Brasil.
“Ovomaltine® Creme Crocante chegou à linha Ovomaltine® no ano passado e vem conquistando cada vez mais o público por sua combinação de sabor e crocância. Um dos grandes diferenciais do produto é transformar receitas que já são deliciosas, adicionando ainda mais textura e indulgência. Estamos muito empolgados em ver os fãs dessa parceria entre as marcas experimentarem essa novidade em clássicos que já estão entre suas sobremesas favoritas”, afirma Cristina Carvalho, diretora de Marketing de Ovomaltine® Brasil.
Campanha aposta em nostalgia e influência digital
Para apresentar o lançamento, o Méqui desenvolveu a campanha “Você vai se reapaixonar”. A comunicação reforça a conexão emocional entre McDonald’s e Ovomaltine®, apostando na memória afetiva construída ao longo da parceria.
A atriz, influenciadora e confeiteira Nina Baiocchi protagoniza o filme da campanha, que também conta com uma estratégia digital e ações em shoppings. O objetivo é aproximar a novidade do público jovem, especialmente da Geração Z.
Além de Nina Baiocchi, criadores de conteúdo e microinfluenciadores produzirão reviews, reacts e experiências de consumo nas redes sociais para ampliar o alcance da campanha e destacar a cremosidade e a crocância das novas sobremesas.
Parceria reforça estratégia de inovação
Com o lançamento, o Méqui reforça sua estratégia de renovar o cardápio por meio de colaborações com marcas reconhecidas pelos consumidores. A chegada do Ovomaltine® Creme Crocante amplia o portfólio de sobremesas da rede e aposta na combinação entre inovação, indulgência e experiência para atrair novos consumidores durante o período da campanha.