O influenciador e empresário Toguro inicia uma nova fase profissional. Agora, ele assume a vice-presidência da Rappi Brasil.
Anteriormente conhecido pelas redes sociais, Toguro construiu forte presença digital. Entretanto, sua atuação agora avança para o ambiente corporativo. Assim, ele passa a ocupar uma posição executiva em um dos aplicativos de delivery mais conhecidos do país.
Da influência digital ao ambiente corporativo
Antes da Rappi, Toguro já havia se aproximado do mercado empresarial. Na época, ele foi convidado para liderar iniciativas de comunicação da Cimed. Esse movimento marcou sua transição do universo de criadores de conteúdo para o ambiente corporativo.
Agora, na Rappi, ele participa da estratégia e do desenvolvimento do superapp no Brasil. Além disso, a empresa espera aproveitar seu conhecimento sobre comunidades digitais e comportamento do consumidor.
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Influenciadores em cargos de liderança
Nos últimos anos, influenciadores passaram a ocupar espaços estratégicos em empresas. Consequentemente, organizações buscam profissionais capazes de conectar marcas e comunidades digitais.
Em alguns casos, essas nomeações também possuem caráter simbólico. Assim, as empresas ampliam presença na mídia e fortalecem sua visibilidade nas redes sociais. Além disso, a estratégia pode gerar repercussão espontânea e ampliar o alcance digital das marcas.
Por outro lado, essa mudança também provoca debates no mercado corporativo. Alguns recrutadores questionam a experiência executiva de influenciadores em cargos de liderança. Enquanto isso, outros especialistas defendem a diversidade de trajetórias profissionais nas empresas.
Segundo analistas, compreender cultura digital, audiência e comportamento online tornou-se uma competência estratégica. Portanto, a nomeação de Toguro simboliza uma mudança na relação entre influência digital e liderança empresarial.

Repercussão nas redes sociais
Após o anúncio, a decisão gerou debates nas redes sociais. Parte do público celebrou a nomeação como sinal de inovação no mercado corporativo. Entretanto, outros usuários levantaram críticas sobre critérios de liderança e experiência executiva.
Mesmo assim, o movimento reforça a crescente influência da economia da atenção nas decisões estratégicas das empresas.



























