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Estão abertas as inscrições para a 17ª edição da Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana

EVENTO, QUE ACONTECE VIRTUALMENTE NOS DIAS 24 E 25 DE SETEMBRO, É GRATUITO E ABERTO AOS INTERESSADOS NO ASSUNTO

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Estão abertas as inscrições para a XVII Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana, principal fórum sobre segurança internacional da América Latina.  Será a primeira edição realizada de forma completamente virtual e durante dois dias: 24 e 25 de setembro. O tema deste ano é “Novas Fronteiras e Soberania Frente aos Desafios Globais”, que será debatido por especialistas divididos em painéis transmitidos ao vivo pela internet, apenas para o público inscrito. A iniciativa é da Fundação Konrad Adenauer (KAS) e do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), com o apoio da Delegação da União Europeia no Brasil.

As inscrições poderão ser feitas, gratuitamente, nos sites da KAS Brasil, do CEBRI ou pelo link (https://forms.gle/7Dy7XPzCxfHHcx5M8). Após a confirmação do cadastro, cada um dos inscritos receberá um link para acesso aos debates. As inscrições são individuais. Os conferencistas estarão em diversos países – Brasil, Alemanha, Bélgica e Argentina – e falarão a partir de suas residências ou gabinetes em “mesas virtuais”. Como são diversos os idiomas dos participantes, quem estiver assistindo poderá optar pela tradução simultânea.

Entre os convidados está David McAllister, político alemão, Presidente da Comissão de Assuntos Externos do Parlamento Europeu, Primeiro Ministro da Baixa Saxônia e Vice-presidente do European People’s Party. McAllister fará o discurso de abertura do evento. Outro participante confirmado é o chefe da Delegação da União Europeia no Brasil, Embaixador Ignacio Ybáñez.

A partir do tema principal serão abordados assuntos que exploram a dicotomia entre cooperação entre países e a autonomia de cada um deles. Um dos painéis será “Fronteiras tradicionais: Questões de Soberania e Segurança”, que abrange questões como a da crise migratória – que pode se intensificar diante dos impactos econômicos da pandemia da COVID-19 –, a ascensão do nacionalismo e os desafios ambientais na geopolítica mundial.

“Fronteiras Econômicas: a Indústria de Defesa no Mundo Globalizado” trará uma reflexão sobre uma possibilidade de parceria entre América Latina e Europa na indústria de defesa; transferência de tecnologia entre os setores privado e militar; proteção de dados, instalações estratégicas e os possíveis efeitos da crise da COVID-19 nos gastos militares.  Já “Novas Fronteiras na Era Geopolítica Digital” aborda as responsabilidades da governança global na regulamentação e proteção do ciberespaço; o advento do 5G e a cooperação de defesa no “espaço sideral”.

A Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana tem por objetivo a promoção do diálogo entre América do Sul e Europa, incentivando uma reflexão conjunta diante dos desafios globais. Sua missão é contribuir com o fortalecimento da cooperação entre os dois continentes a partir do debate sobre assuntos de relevância internacional. No ano passado, obteve recorde de inscrições – 1750 pessoas –, mas, devido à limitação de espaço, apenas metade desse público pôde estar presente na Escola de Guerra Naval, na Urca, local onde o evento aconteceu.

Acompanhe as redes da Fundação Konrad Adenauer no Brasil para saber mais sobre o evento. Acesse pelo Instagram, Twitter ou Facebook: @kasbrasil

Sobre a Fundação Konrad Adenauer:

A Fundação Konrad Adenauer (KAS) é uma fundação política alemã, independente e sem fins lucrativos. Atua com base nos valores da União Democrata-Cristã (CDU), partido político alemão. Promove a Democracia, o Estado de Direito, os Direitos Humanos, as relações internacionais e a Educação Política, bem como a Economia Social de Mercado e o desenvolvimento descentralizado e sustentável. No Brasil desde 1969, a KAS reúne lideranças atuais e futuras da política e da sociedade, bem como formadores de opinião no universo acadêmico. Atua sempre com parceiros locais e incentiva o diálogo sobre os principais desafios do País. 

Sobre o Centro Brasileiro de Relações Internacionais:

Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) é o think tank de referência em relações internacionais do Brasil: independente, apartidário e multidisciplinar, é pautado pela excelência, ética e transparência na formulação e disseminação de conteúdo de alta qualidade sobre o cenário internacional e o papel do Brasil. Conectado à agenda internacional, o CEBRI identifica e analisa as mais relevantes questões internacionais, promovendo o engajamento entre a produção de conhecimento e a ação política. Ao longo de dezoito vinte anos de história, já realizou cerca de 500 eventos, produziu mais de 200 publicações e atua com uma rede internacional de mais de 100 entidades de alto nível em todos os continentes. A instituição se destaca por seu acervo intelectual, pela capacidade de congregar múltiplas visões de renomados especialistas e pela envergadura de seu Conselho Curador.

Sobre a União Europeia:

O Brasil é um dos principais parceiros e interlocutores da União Europeia no mundo. A União Europeia e o Brasil estabeleceram relações diplomáticas em 1960 e tem desenvolvido, ao longo dos anos, laços estreitos de natureza histórica, cultural, econômica e política. As relações bilaterais continuaram a crescer e se ampliar, culminando com a Parceria Estratégica entre o Brasil e a União Europeia, em 2007. Desde então, o Brasil e a União Europeia têm realizado cúpulas regulares focalizando os principais desafios globais, assim como aprimorando nossas relações diretas. Os temas centrais da parceria incluem crescimento econômico, cooperação em questões essenciais de política externa e o enfrentamento conjunto de desafios globais em áreas como os direitos humanos e as mudanças climáticas, bem como a luta contra a pobreza. O Brasil e a União Europeia também são parceiros comerciais e os países da União Europeia respondem por mais de 20% das exportações brasileiras. Além disso, a União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Brasil, sendo que cerca de 60% dos investimentos estrangeiros no País se originam na União Europeia.

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