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Fiat alcança 20,9% de participação de mercado em 2025

Marca lidera pelo quinto ano consecutivo, impulsionada por Strada, Argo e Mobi, e domina segmentos como picapes, hatches, vans e SUVs híbridos
Divulgação

A Fiat continua escrevendo uma história de liderança, protagonismo, pioneirismo e inovação no Brasil. Pelo quinto ano consecutivo, a marca é a mais vendida do mercado nacional: em 2025, alcançou 20,9% de participação do mercado e 533.739 unidades emplacadas e uma vantagem sólida de 94.8 mil carros à frente da segunda colocada.
Novamente a Fiat Strada é o veículo mais vendido do país considerando todos os segmentos do mercado – carros de passeio, picapes e comerciais leves – pelo quinto ano consecutivo. A picape registrou 142.901 mil unidades e 5,6% de market share. Além da Fiat Strada na primeira posição no ranking, a Fiat também ocupou a terceira e oitava posição no ranking geral de vendas com Argo (102.636 unidades) e Mobi (73.013 unidades).

Nos diferentes segmentos do mercado, a Fiat também lidera. Entre as picapes, representada por Strada, Toro e Titano, foram 201.470 unidades e 42,1% de participação na categoria. Considerando os hatchs, com Argo e Mobi, foram 175.680 emplacamentos e 28,4% do segmento e um importante aumento de 5.2 p.p. na participação em relação ao ano passado.
Outra categoria em que a Fiat mantém a liderança constante é a de Vans, com Fiorino (líder por doze anos consecutivos), Scudo (líder desde sua estreia em 2022) e Ducato. Neste segmento foram 28.288 unidades vendidas e 34,8% de segment share em 2025. Desde o lançamento dos SUVs Híbridos, Pulse e Fastback, a marca também passou a liderar esta categoria, emplacando mais de 42 mil unidades e registrando 24,3% de share neste ano.

“Finalizamos mais um ano na primeira colocação do mercado brasileiro. Agora, são cinco anos consecutivos nesta posição, o que nos traz bastante orgulho e uma enorme responsabilidade. Estes resultados são impulsionados por um portfólio completo e desenhado para atender aos desejos dos consumidores em todos os segmentos – e nos entregam uma liderança diversa. Ou seja, a Fiat conhece e lidera todos as categorias do mercado, sem distinção entre veículos de passeio, comerciais leves e picapes”, comenta Frederico Battaglia, Head das Marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

Fiat finaliza dezembro na liderança mensal
Refletindo os resultados do ano, a Fiat também liderou o último mês de 2025 com 53.340 unidades emplacadas, além de ter a Strada na primeira colocação (14.536 unidades) e o Argo na quinta posição (10.256 unidades).
Entre os segmentos, a liderança foi mantida. Com as picapes, foram 21.485 unidades e 42,9% de participação – sendo a Strada líder entre B-Picapes (14.536 unidades e 64% da categoria) e a Toro entre as C-Picapes (6.275 unidades e 48,9% da categoria).
Já entre os hatchs, Mobi conquistou a primeira posição com 6.432 unidades e 39,4% do segmento de A-Hatch; e o Argo ocupou a segunda posição com 10.256 unidades emplacadas e 23,1% entre os B-Hatch.

Na categoria de Vans, a Fiat ocupou a primeira posição com 2.659 unidades e 38,1% de segment share em dezembro. A Fiorino liderou com 2.106 unidades e 74,9% das B+C-Van. E a Scudo foi a mais vendida entre as D-Van, com 313 unidades 30,2% de participação.

Fiat comemora 50 anos de Brasil em 2026
O próximo ano será especial para a Fiat do Brasil ao celebrar cinco décadas no país, marcando também o início de uma revitalização no portfólio nacional. A partir do ano que vem, será lançado um modelo completamente novo por ano até o final da década – representando cinco novos produtos no mercado brasileiro até 2030.

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São Silvestre: corredores ficam sem medalhas na histórica 100ª edição

Corredores denunciam falta de medalhas e falhas na 100ª São Silvestre. Vídeos, vendas irregulares e cobrança por posicionamento oficial.

A Corrida Internacional de São Silvestre chegou à sua 100ª edição como o maior e mais simbólico evento de corrida de rua do Brasil.  O etíope Muse Gizachew protagonizou um desfecho eletrizante ao vencer a Corrida Internacional de São Silvestre em sua 100ª edição, disputada na manhã desta quarta-feira (31), em São Paulo. Com um sprint decisivo na reta final, Gizachew ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech nos últimos 50 metros e garantiu o lugar mais alto do pódio, enquanto o brasileiro Fábio Jesus completou a prova na terceira colocação. No feminino, a tanzaniana Sisilia Panga confirmou o favoritismo e conquistou o título, e a brasileira Núbia Oliveira repetiu o desempenho de 2024 ao assegurar novamente o terceiro lugar.

O caráter histórico, porém, acabou ofuscado por uma onda de reclamações nas redes sociais e em grupos de corredores após atletas relatarem que não receberam medalhas, além de falhas na entrega de camisetas, hidratação e brindes ao final da prova.

Kits e valores: o que foi oferecido aos corredores
Para a edição centenária, a organização comercializou diferentes modalidades de kits, com valores elevados e promessa de experiência diferenciada:

Kit Geral (R$ 319,90): camiseta, sacola, medalha e número de peito.
Kit Centenário (R$ 439,90): camiseta, camiseta finisher, pin comemorativo, sacola, medalha e número de peito.
Kit Premium (R$ 990,90): camiseta, camiseta finisher, pin comemorativo, corta-vento, boné, sacola, medalha e serviços exclusivos na Expo e na Arena da prova.

Justamente por se tratar da edição número 100, muitos corredores afirmam que a expectativa em torno da medalha — símbolo máximo da conquista esportiva — era ainda maior.

Falhas antes e depois da largada
Na véspera da corrida, diversos atletas já haviam relatado que não receberam as camisetas durante a retirada dos kits. À época, a organização divulgou nota informando que os itens seriam enviados ao longo do mês de janeiro, o que gerou apreensão entre os participantes sobre a condução do evento.

No dia da prova, os temores se confirmaram: corredores cruzaram a linha de chegada sem receber medalhas, além de relatos de falta de água e de brindes tradicionais, como sorvetes, distribuídos ao final do percurso.

Para muitos atletas, a medalha vai além de um brinde. Ela representa meses de treino, superação pessoal e registro histórico, especialmente em um evento centenário como a São Silvestre.

Vídeos e denúncias agravam a crise
A insatisfação aumentou após a circulação, nas redes sociais, de vídeos que mostram dois homens usando camisetas de “staff” da São Silvestre supostamente tentando comercializar medalhas em uma estação de metrô em São Paulo. No próprio dia da corrida, anúncios de medalhas da 100ª edição da São Silvestre começaram a surgir em plataformas como a OLX, com valores que variavam entre R$ 450 e R$ 1.000. É comum que moedas, medalhas e outros adereços históricos de eventos esportivos sejam comercializados em plataformas C2C, sobretudo para atender colecionadores e amantes do esporte.

Em fóruns, grupos de corrida e comentários online, atletas cobram um posicionamento oficial da organização e discutem, inclusive, a possibilidade de ação judicial coletiva contra os responsáveis pelo evento.

A organização se manifestou pelas redes sociais
O CidadeMarketing tentou contato com a organizadora do evento, a Vega Sports, por meio do número de whatsapp e e-mails faleconosco@saosilvestre.com.br e contato@vegasports.com.br. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno. Uma mensagem automática informa que a empresa está em recesso e que os atendimentos serão retomados em 5 de janeiro.

Pelas redes sociais, a organização da Corrida Internacional de São Silvestre informou que um número reduzido de atletas e corredores foi afetado pelos problemas registrados na centésima edição do evento. Segundo os organizadores, será utilizado o apoio de inteligência artificial na construção de um relatório detalhado para apurar a atuação de um grupo que fraudou números de peito, misturou-se aos atletas nos postos de hidratação e subtraiu medalhas.

Em nota oficial, a organização declarou:

“A organização da Corrida Internacional de São Silvestre informa que todas as camisetas e medalhas dos atletas da centésima edição que não foram contemplados serão enviadas até o dia 31 de janeiro.

Uma força-tarefa da equipe da São Silvestre entrará em contato com esse público a partir da próxima segunda-feira (5/1) para conferência e confirmação de dados. Os produtos serão entregues diretamente nas residências dos atletas.

Durante o processo de verificação, qualquer contato pode ser realizado por meio do telefone (11) 9 1345-9749 ou pelo e-mail faleconosco@saosilvestre.com.br.

Os organizadores lamentam que a experiência de uma parcela pequena, porém absolutamente importante, da São Silvestre não tenha sido completa e pedem sinceras desculpas a esse contingente específico, que representa menos de 2% do total de participantes.”

A organização também ressaltou que, apesar de toda a preparação e da operação integrada com as forças de segurança, a edição centenária foi impactada pela reprovável ação de milhares de “pipocas”, como são classificados os invasores de corridas de rua. De acordo com a nota, esse grupo clonou números de peito, misturou-se aos atletas nos pontos de hidratação e subtraiu medalhas, mesmo diante de rigorosos processos de conferência realizados pelo staff da prova.

Ainda assim, a entidade destacou que, apesar da ação infame dos chamados “pipocas”, os 15 quilômetros da prova transcorreram sem registros de violência ou aglomerações, preservando a segurança dos participantes.

A organização informou, ainda, que já iniciou a elaboração de um relatório geral, que será divulgado ao público em fevereiro. Com o auxílio da inteligência artificial — utilizada para cruzamento de dados e identificação de invasores —, foi possível comprovar atos explícitos de clonagem de números de peito, principal registro de identificação dos atletas.

Além disso, segue em apuração o roubo de medalhas por parte de terceirizados contratados especificamente para o evento. Vídeos e anúncios com ofertas desses itens podem ser encontrados com facilidade em sites de revenda e nas redes sociais. No caso das camisetas não entregues durante a Expo São Silvestre, a organização trabalha com a hipótese de extravio e/ou desvio.

Os responsáveis por essas irregularidades, segundo a nota, serão denunciados às autoridades competentes, no momento oportuno.

Apesar das adversidades, a organização reforça que a centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre se consolidou como um marco histórico para as provas de rua no Brasil. Com 55 mil inscritos legitimamente, o evento bateu recorde de participação, posicionou-se entre as dez maiores provas de rua do mundo e reafirmou uma tradição iniciada em 1925, mantendo-se como um dos eventos mais democráticos, reverenciados e simbólicos do esporte brasileiro.

Confira o comunicado oficial:

“A organização da Corrida Internacional de São Silvestre informa que todas as camisetas e medalhas dos atletas da centésima edição que não foram contemplados serão enviadas até o dia 31 de janeiro.

Uma força-tarefa da equipe da São Silvestre entrará em contato com esse público a partir da próxima segunda-feira (5/1) para conferência e confirmação de dados.
Os produtos serão entregues diretamente nas residências dos atletas.

Durante o processo de verificação, qualquer contato pode ser realizado por meio do telefone (11) 9 1345-9749 ou pelo e-mail faleconosco@saosilvestre.com.br.

Os organizadores lamentam que a experiência de uma parcela pequena, porém absolutamente importante, da São Silvestre não tenha sido completa e pedem sinceras desculpas a esse contingente específico, que representa menos de 2% do total de participantes.

Infelizmente, apesar de toda a preparação e da operação integrada com as forças de segurança, a centésima edição da São Silvestre foi impactada pela reprovável ação de milhares de “pipocas”, como são classificados os invasores de corridas de rua.
Esse grupo fraudou números de peito, misturou-se aos atletas nos postos de hidratação e subtraiu medalhas, mesmo diante de rigorosa conferência realizada pelo staff da prova.

Apesar da ação infame dos chamados “pipocas”, os 15 km da prova transcorreram sem registros de violência ou aglomerações.

A organização da Corrida Internacional de São Silvestre já iniciou a elaboração de um relatório geral, que será tornado público em fevereiro. Com o auxílio de inteligência artificial, utilizada para cruzamento de informações e identificação de invasores, foi possível comprovar atos explícitos de clonagem de números de peito, que são o principal registro de identificação do participante.

Além disso, a organização apura o roubo de medalhas por parte de terceirizados contratados especificamente para o evento. Vídeos e ofertas desses itens podem ser encontrados com facilidade em sites de revenda e nas redes sociais.
No caso das camisetas não entregues durante a Expo São Silvestre, os organizadores trabalham com a hipótese de extravio e/ou desvio.

Os responsáveis identificados por essas irregularidades serão denunciados às autoridades competentes, no tempo oportuno.

Apesar das adversidades, a centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre se consolidou como um marco histórico para as provas de rua no Brasil. Com 55 mil inscritos legitimamente, o evento bateu um recorde histórico de participantes, posicionou-se entre as dez maiores provas de rua do mundo e reforçou uma tradição que se perpetua desde 1925, mantendo-se como um dos eventos mais democráticos, reverenciados e simbólicos do esporte brasileiro.”

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Corredores ficam sem camisas para a São Silvestre às vésperas da 100ª edição

Às vésperas da 100ª São Silvestre, corredores denunciam falta de camisetas e tumulto na Expo. Organização promete envio posterior.
Reprodução/Redes Sociais

Faltando 24 horas para a Corrida Internacional de São Silvestre — que acontece nesta quarta-feira — corredores recorreram às redes sociais para relatar que não receberam as camisetas oficiais do evento durante a retirada dos kits.

Na manhã desta terça-feira, atletas que compareceram à Expo São Silvestre, no Parque do Ibirapuera, enfrentaram longas filas e falta de informações claras sobre a ausência das camisas. De acordo com o UOL, a situação gerou tumulto, com registros de irritação generalizada e acionamento da Polícia Militar de São Paulo para conter os ânimos e organizar o local.

Falhas na entrega de kits e críticas à organização
Além da falta das camisetas, participantes também criticaram falhas no processo de inscrição e questionaram a gestão das cotas de vagas, apontando a atuação da Urbia, concessionária que administra o Parque Ibirapuera, e a divulgação do evento por meio da assessoria de corrida Corre no Ibira.

As reclamações ganharam força por se tratar da 100ª edição, considerada histórica, e por envolver valores elevados pagos pelos atletas, especialmente nos kits “Finish”, que prometem itens exclusivos.

Nota oficial da organização
Em nota, a organização da São Silvestre informou:

“A organização da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre informa que todos os atletas com número de peito oficial da edição 2025 da prova estão aptos a competir no evento histórico desta quarta-feira, mesmo que não estejam de posse da camiseta oficial.  Os organizadores asseguram, ainda, que todos os inscritos que não foram contemplados com a camiseta a receberão ao longo do mês de janeiro, após o devido contato para confirmação de dados para o envio.”

Corredores relatam frustração e pedem reembolso
Nas redes sociais, os depoimentos se multiplicaram. Um corredor afirmou ter viajado 500 km até São Paulo e pago quase R$ 400 por um kit incompleto.  “Maior absurdo que já vi. Paguei quase R$ 400 no kit, me deram uma sacola de mercado e duas amostras de protetor solar. Disseram que a camiseta acabou. Viajei 500 km para correr o centenário sem a camisa. Quero meu dinheiro de volta. Uma bagunça”, lamentou Diego Ribeiro.

Outra corredora relatou problemas com o kit premium:
“Eu e meu marido pagamos pelo kit Finish e não recebemos a camisa Finish nem o pin comemorativo”, disse Larissa Oliveira.

Já Paola Andrea foi direta nas críticas:  “Vexame da 100ª edição. As camisetas deveriam estar prontas antes da abertura das inscrições. Abriram 55 mil vagas, cobraram uma inscrição caríssima e não entregaram o item mais básico do evento. Isso não é imprevisto, é desorganização e ganância.”

Evento histórico sob pressão
A São Silvestre reúne milhares de corredores do Brasil e do exterior e é um dos eventos esportivos mais tradicionais do país. Em sua edição centenária, a expectativa era de celebração — mas as falhas na entrega dos kits pressionam a organização e colocam em xeque a experiência oferecida aos atletas que sustentam o evento com inscrições, viagens e preparação ao longo do ano.

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Ana Castela, Simone Mendes e João Gomes comandam o Réveillon da Paulista

venida Paulista recebe 14 horas de shows no Réveillon 2026, com Ana Castela, Simone Mendes e fogos silenciosos. Veja a programação.

A festa preparada para a virada de 2025 para 2026 na Avenida Paulista vai entrar para a história, com 14 horas de shows com alguns dos maiores nomes da música brasileira tocando de graça para a população. A partir das 14h do dia 31 de dezembro, sobem ao palco grandes atrações que prometem tornar o evento inesquecível: Colo de Deus, Frei Gilson, Padre Marcelo Rossi, João Gomes, Belo, Maiara & Maraisa, Ana Castela, Simone Mendes e Latino, compondo uma programação diversa que deve atrair milhares de pessoas.

Caberá à cantora Simone Mendes a contagem regressiva para a chegada de 2026. A festa contará ainda com 15 minutos da maior queima de fogos silenciosos já registrada em São Paulo, utilizando 6,5 toneladas de artefatos sem ruído, além de um palco de 17 metros por 20 metros com painel de LED cenográfico e dez torres de vídeo distribuídas ao longo da avenida. A celebração coincide com a histórica 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que reunirá 55 mil atletas de 48 países.

Juntamente com a programação de Natal, as iniciativas da Prefeitura devem movimentar a economia da capital em mais de R$ 2 bilhões, com 18 mil empregos gerados, segundo projeções da FGV, que também aponta que a expectativa é de 8 milhões de pessoas impactadas pelo Réveillon e a São Silvestre, reforçando o período como impulsionador da economia e da visibilidade internacional da cidade.

Atrações
O início da programação da festa na Paulista celebra os 100 anos da Corrida Internacional da São Silvestre, com o DJ KVSH, a partir das 8h do dia 31 de dezembro.

Na parte da tarde, a partir das 14h, a programação destaca a força da música religiosa, com apresentações do grupo Colo de Deus, Frei Gilson e Padre Marcelo Rossi.

A partir das 18h, entram em cena artistas que representam o gosto musical majoritário da capital, segundo pesquisa da JLeiva latino: o sertanejo. Com apresentações de João Gomes às 18h, Belo 19h20, Maiara e Maraísa às 20h40 e Ana Castela às 22h.

Simone Mendes sobe ao palco às 23h20, seguida da apresentação de Latino, que encerra a festa às 2h30.

Operação integrada
Para garantir conforto e segurança durante toda a programação, a Prefeitura estruturou uma ampla operação integrada envolvendo segurança, saúde, limpeza urbana e mobilidade. Na área de segurança, a Polícia Militar empregará 1.950 policiais na operação do Réveillon da Paulista, utilizando drones, torres de observação, policiais infiltrados e 200 câmeras com reconhecimento facial. A Guarda Civil Metropolitana reforçará o patrulhamento com mais de 1.100 agentes, apoio de 9.000 câmeras do Smart Sampa e operações específicas durante o Ano Novo.

A limpeza urbana também recebe uma operação especial, com 550 agentes destacados exclusivamente para a Avenida Paulista durante o Réveillon. As equipes utilizarão água de reuso e reforçarão a coleta seletiva com contêineres e pontos de entrega voluntária.

Na área da saúde, o evento contará com sete postos de atendimento distribuídos pela Paulista, ambulâncias e UTIs móveis, integração com unidades de pronto atendimento que funcionam 24 horas e uma Sala de Situação que monitora, em tempo real, todas as demandas por meio do sistema Smart Sampa.

Para facilitar os deslocamentos no Réveillon, haverá uma operação com 500 ônibus, 46 linhas e mais de 70 técnicos da SPTrans monitorando o sistema em campo. A CET mobilizará 290 agentes, 90 viaturas e mais de 1.400 cavaletes para realizar as interdições necessárias tanto para a São Silvestre quanto para o evento da Paulista.

Alterações viárias
Por conta da realização consecutiva de três grandes eventos na região — a São Silvestre, o Réveillon Católico e o Réveillon da Paulista — a Prefeitura adotará uma mudança excepcional no trânsito: além da Avenida Paulista, a Alameda Santos e a Alameda São Carlos do Pinhal, tradicionalmente utilizadas como eixos de apoio, também serão fechadas integralmente para garantir melhor operação, segurança e fluidez do público.

Os bloqueios começam à meia-noite do dia 31 e seguem até a primeira hora do dia 2 de janeiro, proporcionando condições mais seguras para a circulação de pedestres e para o trabalho das forças de segurança. As unidades hospitalares localizadas no entorno receberão um tratamento especial, com faixas acessíveis e reversíveis para permitir o acesso de ambulâncias e usuários aos serviços de saúde, em ação integrada entre CET, Polícia Militar e GCM.

Acessibilidade
Durante a festa, haverá uma área para pessoas com deficiência no palco principal da Av. Paulista e ao longo de toda a programação, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) realiza atendimentos e campanhas de proteção, incluindo operações do protocolo Não Se Cale, acolhimento a mulheres em situação de violência, atuação do PROCON Paulistano, ações ampliadas no Largo São Bento e no Theatro Municipal em 13 e 20/12, atividade especial no dia 12/12 com população em situação de rua, incluindo almoço e cuidados pessoais.

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O que muda em Porto de Galinhas é apenas o tempero?

Porto de Galinhas enfrenta denúncias de agressão e práticas abusivas contra turistas. Entenda o caso, os direitos violados e como se proteger.
Foto: Thales Brandão

A Praia de Porto de Galinhas é um dos cartões-postais mais conhecidos do Brasil. Localizada em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco, o destino é reconhecido internacionalmente por suas piscinas naturais, areia branca e mar cristalino. Porto de Galinhas figura entre as praias mais belas do país e ocupa a posição de quarto destino turístico mais visitado do Brasil, atraindo visitantes nacionais e estrangeiros durante todo o ano.

O fluxo intenso de turistas tende a crescer ainda mais. Segundo a Aena, concessionária que administra o Aeroporto Internacional do Recife, a região deve registrar quase 3 mil operações de pousos e decolagens em períodos de alta temporada – entre 23 de dezembro a 5 de janeiro. Grande parte desses voos transporta turistas com destino às praias pernambucanas, especialmente Porto de Galinhas.

Caso de agressão choca turistas e ganha repercussão nacional
Apesar do cenário paradisíaco, um episódio recente trouxe à tona uma problemática antiga. Turistas vindos do Mato Grosso foram acuados e agredidos por barraqueiros em um trecho da praia de Porto de Galinhas. As imagens, amplamente compartilhadas nas redes sociais, revelam cenas de intimidação e violência motivadas por divergências nos valores cobrados, especialmente relacionadas à taxa pelo uso de cadeiras e guarda-sóis. As vítimas precisaram ser acolhidas pelo Corpo de Bombeiros de Pernambuco após a confusão.

O caso teve repercussão nacional e provocou manifestações públicas do poder público. A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, classificou o episódio como um crime grave e afirmou que o Estado não compactua com abusos contra turistas. A Prefeitura de Ipojuca também se pronunciou, informando que adotaria medidas de fiscalização e apuração das responsabilidades.

Uma prática que se arrasta há anos na areia de Porto de Galinhas
O episódio não é isolado. Relatos de turistas indicam que práticas abusivas e ilegais vêm se repetindo há anos na orla de Porto de Galinhas. Barraqueiros ocupam toda a faixa de areia, transformando um bem público em espaço praticamente privativo — o que é ilegal.

Entre as principais reclamações estão:

  • Exigência de consumação mínima, muitas vezes sem aviso prévio – condição proibida por lei;
  • Condicionamento do uso de cadeiras e guarda-sóis ao consumo, caracterizando venda casada;
  • Valores exorbitantes são praticados para petiscos simples, muitas vezes indicados como forma de garantir a suposta “gratuidade” do uso de cadeiras e guarda-sóis — como isca de peixe, batata frita, macaxeira, entre outros itens —, com preços significativamente acima da média de mercado.
  • Cobranças divergentes do valor combinado, especialmente no fechamento da conta;
  • Falta de informações claras sobre preços e regras do serviço;
  • Atendimento agressivo e intimidador, incompatível com um destino turístico que vende a ideia de descanso e lazer.

O problema começa antes mesmo de o turista se acomodar. Ao pisar na areia, visitantes são abordados de forma insistente por intermediários oferecendo passeios, barracas, consumo gastronômico e até estacionamento público cobrado irregularmente por flanelinhas, compondo um ambiente desordenado e hostil.

Depoimentos de turistas revelam um padrão preocupante
O CidadeMarketing consultou avaliações no Google Meu Negócio e relatos em redes sociais. Os depoimentos assustam e indicam um padrão recorrente de abuso:

“Me senti péssima, enganada, coagida”, relatou Priscila Aguiar, que visitou Porto de Galinhas com um bebê de 1 ano e foi surpreendida com cobrança de consumação mínima não informada.
“Depois que você senta inventam um monte de história pra cobrar mais caro”, escreveu Paula Silva.
“Fomos vítimas de um golpe… o gerente me ameaçou de agressão”, relatou Diego Medeiros, em avaliação publicada há um ano no Google.

Especialista aponta direitos violados e possíveis crimes
O CidadeMarketing ouviu o advogado Dr. Cadu, especialista em Direito do Consumidor, que avaliou o caso e apontou três esferas de violação:

“Há violação do dever de segurança e da integridade física e psíquica do turista, com potencial de indenização por danos morais e materiais. Práticas como consumação mínima e condicionamento de cadeira e guarda-sol configuram abuso e venda casada, vedados pelo CDC.”

Segundo ele, na esfera penal, os fatos podem se enquadrar como lesão corporal, constrangimento ilegal, ameaça e até extorsão, a depender da investigação. Já no âmbito administrativo, o município tem o dever de ordenar e fiscalizar o uso da orla, sendo possível falar em omissão do poder público diante da recorrência dos abusos.

Como o turista pode se proteger de abordagens agressivas
Para reduzir riscos, especialistas recomendam:

  • Perguntar claramente se há taxa de cadeira, guarda-sol ou consumação mínima antes de sentar;
  • Solicitar que todas as condições sejam informadas previamente;
  • Registrar valores acordados (anotações, fotos do cardápio);
  • Evitar confrontos e, em caso de abuso, acionar a polícia ou a guarda municipal;
  • Registrar reclamações no Procon, em delegacias, no Google e em canais oficiais do turismo é fundamental para alertar outros consumidores e ajudar a evitar que novas pessoas sejam lesadas;
  • No Google e nas redes sociais, consulte e avalie os comentários de outros clientes que já vivenciaram experiências em locais turísticos.

Turismo é desenvolvimento — e exige responsabilidade
O turismo é um dos principais motores econômicos de Porto de Galinhas e de Pernambuco. Preservar a boa experiência do visitante é essencial para o desenvolvimento local, geração de empregos e fortalecimento da imagem do destino.

No início do ano, o CidadeMarketing já havia alertado para o problema em matéria especial intitulada “Comerciantes exploram aluguel de cadeiras e guarda-sóis no litoral brasileiro”, mostrando que o desafio vai além de Porto de Galinhas e exige ação coordenada, fiscalização contínua e respeito ao consumidor nos serviços ofertados no litoral brasileiro.

O que diz o Procon-PE, Ministério da Justiça e Ministério do Turismo
Ao Procon-PE, foram encaminhados os seguintes questionamentos:
– Existe alguma nota oficial do Procon-PE sobre esse caso?
– Como o Procon-PE tem atuado em situações semelhantes, envolvendo denúncias de cobranças abusivas, consumação mínima e a relação entre turistas e vendedores ambulantes ou barraqueiros em destinos turísticos?
– O Procon possui dados sobre o número de autuações e multas aplicadas a comerciantes nas praias de Porto de Galinhas ao longo de 2025? Em caso positivo, seria possível compartilhar essas informações, incluindo os nomes dos estabelecimentos?

Até o fechamento desta matéria, não obtivemos retorno do órgão. Também tentamos contato por meio do número de WhatsApp disponibilizado no site oficial do Procon-PE, sem sucesso.

O Ministério do Turismo igualmente não respondeu aos questionamentos encaminhados. Já o Ministério da Justiça informou que o consumidor pode recorrer à plataforma consumidor.gov.br, aos Procons estaduais e municipais ou aos Juizados Especiais Cíveis para registrar reclamações e buscar seus direitos.

O espaço do CidadeMarketing segue aberto para atualizações e para a publicação de eventuais notas oficiais dos órgãos consultados e entidades relacionadas.

O que muda é apenas o tempero? Ou os atendimentos são todos iguais?
Afinal, o que muda em Porto de Galinhas — e em outros destinos turísticos de praia — é apenas o tempero? O atendimento é sempre padrão e abusivo? Claro que não. Há inúmeras avaliações positivas de restaurantes, serviços turísticos e diferentes formas de acolhimento ao longo do litoral brasileiro.

No entanto, após o caso de agressão a turistas em Porto de Galinhas, as denúncias se intensificaram nas redes sociais, trazendo à tona relatos de extorsões, práticas abusivas e outros crimes contra o consumidor cometidos por alguns serviços turísticos e estabelecimentos comerciais. Os fatos vêm sendo relatados e compartilhados, muitas vezes acompanhados de imagens e vídeos, o que exige dos órgãos de fiscalização maior apuração e atuação efetiva diante dos casos denunciados.

Esses registros também funcionam como um alerta aos consumidores, que passam a acompanhar e avaliar melhor os locais antes de consumir serviços turísticos. Para os estabelecimentos, o recado é claro: é fundamental adequar-se ao Código de Defesa do Consumidor, garantindo transparência, respeito e legalidade, a fim de evitar exposição negativa, sanções legais e punições públicas.

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Super Bowl LX Experience chega ao Brasil em 2026 com pré-venda exclusiva para clientes XP

Clientes com cartão XP terão acesso antecipado, desconto especial e fila preferencial para acesso ao evento que traz a experiência do Super Bowl ao Brasil

O Super Bowl LX Experience, apresentado pela XP, desembarca no Brasil em 2026 e terá pré-venda exclusiva de ingressos para clientes do cartão XP a partir de 5 de janeiro, ao meio-dia. Cada CPF poderá adquirir até quatro ingressos, com 20% de desconto via Ticketmaster, além de fila preferencial para acesso às dependências do evento.

A venda para o público geral começa em 8 de janeiro.  O evento acontece em 8 de fevereiro, no Armazém 3, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, e vai reproduzir, em tempo real, todas as ações que ocorrerão simultaneamente em São Francisco, no Levi’s Stadium, palco do Super Bowl LX. Entre os destaques está a apresentação de Bad Bunny no tradicional halftime show.

Experiência imersiva e presença global da NFL
O espaço contará com atrações musicais e gastronômicas, experiências exclusivas, ativações interativas e uma loja oficial NFL Shop. O Brasil será um dos sete países a receber o Super Bowl LX Experience, ao lado de Alemanha, Austrália, Canadá, Espanha, México e Reino Unido, reforçando o posicionamento do país como um dos mercados mais estratégicos da liga fora dos Estados Unidos.

A iniciativa amplia a presença da NFL no Brasil. Após realizar jogos de temporada regular em São Paulo em 2024 e 2025, a liga organizará, em 2026, o primeiro jogo no Rio de Janeiro, no Maracanã, seguindo o mesmo formato das partidas realizadas na capital paulista.

XP e NFL: parceria que conecta esporte, marca e fãs
A XP enxerga o esporte como um território estratégico de construção de marca e relacionamento com o público. Pesquisas internas indicam que 80% dos clientes da companhia têm interesse em esportes, o que sustenta uma atuação consistente em diversas modalidades, com destaque para o futebol americano.

Em 2023, a XP fechou parceria exclusiva no mercado financeiro com a NFL, tornando-se patrocinadora principal do NFL São Paulo Game, que trouxe ao Brasil o primeiro jogo de temporada regular da liga, em 6 de setembro de 2024. O evento superou expectativas, movimentou quase R$ 340 milhões e fortaleceu a conexão com os mais de 35 milhões de fãs brasileiros do esporte.

A marca também patrocinou o NFL in Brasa, realizado em duas edições na ARCA, em São Paulo, reunindo milhares de fãs com shows, ativações interativas (field goal, quarterback challenge, flag football), experiências gastronômicas e a transmissão oficial do Super Bowl.

“O Super Bowl LX Experience é mais um marco da nossa parceria com a NFL e da missão de proporcionar experiências únicas aos brasileiros. Trabalhamos lado a lado com a liga para ampliar a presença do futebol americano no país e conectar ainda mais pessoas a um esporte que cresce exponencialmente. Temos orgulho de trazer ao Brasil um evento que conecta esporte, cultura e entretenimento em escala global”, afirma Lisandro Lopez, diretor de marketing da XP.

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É Fake News: Receita Federal nega taxação de movimentações financeiras acima de R$ 5 mil

Foto: Thales Brandão

A Receita Federal emitiu um comunicado oficial para esclarecer informações falsas que voltaram a circular nas redes sociais sobre uma suposta tributação de transações financeiras acima de R$ 5 mil. Segundo o órgão, tratam-se de fake news criadas com o objetivo de gerar pânico financeiro e confundir a população.

De acordo com a Receita, mensagens enganosas inventam a existência de um imposto inexistente, além de multas de até 150% para quem não declarasse essas movimentações. O órgão reforça que não há qualquer base legal para esse tipo de cobrança e que as informações divulgadas são totalmente falsas.

O que diz a Receita Federal
No esclarecimento, a Receita Federal destacou pontos fundamentais:

  • A Constituição Federal proíbe a tributação sobre movimentações financeiras. Ou seja, não existe e não pode existir imposto sobre simples transferências de dinheiro.
  • Não há cobrança de 27,5% sobre transações financeiras, como afirmam as mensagens falsas.
  • Não existe multa de 150% por falta de declaração relacionada a movimentação bancária.
  • Nenhuma transação financeira é tributada apenas por seu valor, seja acima ou abaixo de R$ 5 mil.

O órgão ressalta que a disseminação desse tipo de conteúdo interessa apenas a golpistas e criminosos, que se aproveitam da desinformação para aplicar fraudes e causar insegurança na população.

Isenção do Imposto de Renda a partir de janeiro
Outro ponto enfatizado pela Receita Federal — e que costuma ser omitido nas fake news — é a atualização na tabela do Imposto de Renda. A partir de janeiro:

  • Quem ganha até R$ 5 mil estará totalmente isento do Imposto de Renda;
  • Quem recebe até R$ 7.350 terá desconto no valor devido.

Segundo o órgão, essas são as informações verdadeiras que as mensagens falsas tentam esconder do público.

Governo federal reforça alerta
Em nota publicada nos canais oficiais do Governo Federal, o alerta foi reiterado. A orientação é clara: a população deve desconfiar de mensagens alarmistas, checar a origem das informações e buscar sempre canais oficiais antes de compartilhar conteúdos sobre impostos e finanças.

“A única verdade que mensagens falsas não querem contar é que milhões de brasileiros serão beneficiados com a isenção do Imposto de Renda. Não caia em fake news”, reforça o comunicado.

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Sabalenka enfrenta Kyrgios na Batalha dos Sexos no Tênis; confira horário e onde assistir

Número 1 da WTA enfrenta o australiano Nick Kyrgios em duelo exibicional que reacende debates sobre igualdade no tênis mundial.
Divulgação

A polêmica “Batalha dos Sexos” no tênis volta aos holofotes neste domingo (28), quando a número 1 do mundo da WTA, Aryna Sabalenka, enfrenta o australiano Nick Kyrgios, ex-top 15 da ATP. O confronto acontece às 13h (horário de Brasília), na Coca-Cola Arena, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com transmissão ao vivo pela CazéTV, no YouTube.

O evento, que propõe um duelo entre homens e mulheres em condições adaptadas, tem gerado grande repercussão e dividido opiniões entre fãs, atletas e especialistas do esporte.

Duelo histórico e cheio de polêmicas
Desde que foi anunciado, o confronto tem sido alvo de críticas, especialmente por parte de quem avalia que a iniciativa pode enfraquecer o tênis feminino, ao ignorar décadas de luta por igualdade no esporte. A comparação direta entre gêneros, ainda que em caráter exibicional, reacende debates sobre diferenças físicas e competitividade.

Regras especiais para equilibrar o confronto
Para tentar equilibrar as condições entre os jogadores, a organização definiu regras adaptadas para a partida:

  • O lado da quadra de Sabalenka será 9% menor;
  • Ambos os jogadores terão apenas um saque por ponto;
  • O jogo será disputado em melhor de três sets;
  • Em caso de empate, o terceiro set será decidido em super tie-break de 10 pontos.
  • As mudanças buscam tornar o confronto mais competitivo e atrativo para o público.

Sabalenka chega como número 1 do mundo
Atual líder do ranking da WTA, Aryna Sabalenka vive um dos melhores momentos da carreira, com títulos expressivos e atuações dominantes no circuito. Conhecida pela potência dos golpes e forte mentalidade em quadra, a bielorrussa encara o duelo como mais um desafio de alto nível em sua trajetória.

Do outro lado, Kyrgios, que já foi número 13 do mundo, tenta recuperar protagonismo no cenário do tênis após temporadas marcadas por lesões e poucas aparições em torneios importantes.

Um confronto com precedente histórico
A única “Batalha dos Sexos” oficial registrada na história do tênis aconteceu em 1973, quando a americana Billie Jean King derrotou Bobby Riggs em um jogo histórico que se tornou símbolo da luta por igualdade no esporte. O duelo teve enorme impacto cultural e ajudou a impulsionar o reconhecimento do tênis feminino.

Agora, mais de 50 anos depois, o novo embate volta a provocar debates e promete grande audiência.

  • Onde assistir Sabalenka x Kyrgios ao vivo
  • Data: Domingo, 28
  • Horário: 13h (de Brasília)
  • Local: Coca-Cola Arena, Dubai (EAU)
  • Transmissão: CazéTV, no YouTube
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Correios têm 15 anos, juros e 3 anos de carência para pagar empréstimo bilionário

Correios em crise: Tesouro Nacional aprova operação de crédito de R$ 12 bilhões
Reprodução/Instagram @correiosoficial

Os Correios deram mais um passo no processo de reestruturação financeira ao formalizar um empréstimo bilionário com aval da União. O Ministério das Comunicações publicou neste sábado (27), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), o extrato da operação de crédito no valor de R$ 12 bilhões, aprovado pelo Tesouro Nacional no último dia 18.

Apesar de a estatal ter solicitado inicialmente até R$ 20 bilhões, o Tesouro autorizou um montante menor, dentro dos critérios de capacidade de pagamento exigidos para empresas públicas federais. A operação foi estruturada por um pool de grandes bancos: Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Prazo de 15 anos e carência de 3 anos
De acordo com o extrato publicado no DOU, o contrato prevê prazo total de 15 anos para pagamento, com carência de três anos, período em que os Correios não precisarão amortizar o principal da dívida.

Os juros foram fixados em 115% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) — taxa de referência do mercado financeiro e próxima da Selic, a taxa básica de juros da economia. O percentual ficou abaixo do teto usual de 120% do CDI, limite normalmente adotado pelo Tesouro Nacional para operações com garantia da União, o que indica condições consideradas mais favoráveis para a estatal.

Recursos para capital de giro e investimentos estratégicos
Segundo o Ministério das Comunicações e o Tesouro Nacional, os recursos do empréstimo poderão ser usados para:

  • Capital de giro, garantindo a operação diária da empresa;
  • Investimentos estratégicos, incluindo modernização logística e tecnológica;
  • Pagamento da comissão de estruturação da operação;
  • Outras despesas ligadas ao plano de reestruturação econômico-financeira.

A medida busca dar fôlego à empresa para reorganizar suas finanças, enfrentar a queda de receitas em segmentos tradicionais e ampliar sua atuação em áreas como encomendas expressas, e-commerce e serviços digitais.

Contexto: pedido maior foi negado
No início do mês, os Correios haviam solicitado ao Tesouro autorização para um empréstimo de até R$ 20 bilhões, mas a proposta foi negada. Após revisões no plano de reequilíbrio financeiro e nos indicadores de capacidade de pagamento, o governo aprovou o valor de R$ 12 bilhões, considerado compatível com o cenário atual da estatal.

O Tesouro informou que a operação aprovada atende aos critérios exigidos para estatais que apresentam plano de recuperação validado pelas instâncias técnicas e de governança do governo federal.

Aval da União e acompanhamento rigoroso
A operação conta com garantia da União, o que reduz o risco para os bancos credores e possibilita juros mais baixos do que os praticados no mercado para empresas em situação semelhante.

Em contrapartida, os Correios deverão seguir metas e compromissos estabelecidos no plano de reestruturação, que será acompanhado pelos órgãos de controle e pelo próprio Tesouro Nacional.

Desafio de modernização
Com mais de três séculos de história, os Correios enfrentam o desafio de se adaptar a um mercado cada vez mais competitivo, com a presença de empresas privadas de logística e entregas rápidas. O empréstimo é visto como essencial para sustentar operações, investir em tecnologia e recuperar a capacidade de investimento da estatal nos próximos anos.

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Gilberto Gil e João Gomes farão shows no Réveillon Rio 2026; Confira a programação

Prefeitura do Rio apresenta operação especial e programação com 13 palcos, queima de fogos histórica, drones e esquema reforçado de transporte para receber mais de 2,5 milhões de pessoas em Copacabana.
Divulgação

O Rio de Janeiro se prepara para mais uma edição histórica da Maior Virada do Mundo. O Réveillon Rio 2026 terá como grandes destaques os shows de Gilberto Gil, com participação especial de Ney Matogrosso, e de João Gomes, que divide o palco com Iza, na Praia de Copacabana.

O planejamento operacional foi apresentado nesta sexta-feira (26/12) pela Prefeitura do Rio, no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio). Ao todo, cerca de 7.500 agentes municipais, de 11 órgãos diferentes, atuarão para garantir segurança, mobilidade, limpeza, assistência social e atendimento de emergência durante a festa.

A expectativa é de que mais de 2,5 milhões de pessoas ocupem Copacabana, entre cariocas e turistas do Brasil e do mundo, movimentando cerca de R$ 3,34 bilhões na economia da cidade, segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

Gilberto Gil e João Gomes lideram a festa em Copacabana
A programação musical contará com 13 palcos espalhados pela cidade, reunindo grandes nomes da música brasileira. No Palco Rio, em frente ao Copacabana Palace, Gilberto Gil sobe ao palco ao lado de Ney Matogrosso. Na sequência, Belo recebe Alcione, e João Gomes se apresenta com Iza logo após a virada do ano.

Outros palcos em Copacabana incluem o Palco Samba Amstel, dedicado ao samba e pagode, e o Palco Banco do Brasil Leme, com programação gospel.

Queima de fogos histórica e show de drones
A queima de fogos promete ser a maior já realizada no Rio: serão 19 balsas ao longo da orla, quase o dobro de anos anteriores, com 12 minutos de espetáculo pirotécnico. O show será acompanhado por uma apresentação inédita de 1.200 drones, formando imagens no céu em homenagem à cidade, com trilha sonora assinada pelo DJ Alok.

Além de Copacabana, haverá fogos no Flamengo, Penha, Parque Oeste e Realengo.

Transporte público com operação especial
O acesso à orla será prioritariamente por transporte público. O MetrôRio funcionará em esquema especial, com passaporte de ida e volta ao valor de R$ 15, válido entre 19h do dia 31 e 5h do dia 1º. Para embarcar, será necessário QR Code e pulseira de retorno.

Ônibus municipais e intermunicipais terão operação concentrada no Terminal Enseada de Botafogo, com dezenas de linhas para Zona Norte, Zona Oeste, Baixada Fluminense, Niterói, São Gonçalo e Região Serrana.

A SuperVia também terá esquema especial com reabertura da Central do Brasil durante a madrugada.

Segurança reforçada e monitoramento por câmeras
O COR-Rio fará o monitoramento em tempo real com cerca de 700 câmeras, sendo 307 apenas em Copacabana, além de drones e equipamentos de superzoom. A Polícia Militar contará com 78 torres de observação e pontos de revista para pedestres.

A venda de garrafas de vidro está proibida, assim como cercamento de áreas públicas por ambulantes.

Saúde, limpeza e assistência social
Serão montados quatro postos médicos na orla, com 48 leitos e 50 poltronas de hidratação, além de 30 ambulâncias de suporte avançado.

A Comlurb mobilizará mais de 5.260 garis e cerca de 7 mil contêineres de lixo para garantir a limpeza antes, durante e após a festa.

Equipes da Assistência Social distribuirão pulseiras de identificação para crianças, enquanto a Secretaria da Mulher oferecerá atendimento em casos de assédio ou violência.

Festa em toda a cidade
Além de Copacabana, o Réveillon Rio 2026 terá palcos em bairros como Madureira, Penha, Flamengo, Sepetiba, Pedra de Guaratiba, Paquetá, Ilha do Governador, Piscinão de Ramos, Realengo e Parque Oeste, com shows de artistas e escolas de samba.

Principais shows do Réveillon Rio 2026 em Copacabana

Palco Rio – Copacabana

20h – Gilberto Gil + Ney Matogrosso

22h30 – Belo + Alcione

00h12 – João Gomes + Iza

1h40 – Alok

3h30 – Beija-Flor

Palco Samba Amstel – Copacabana

Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, Bloco da Preta e Grande Rio

Palco Banco do Brasil – Leme

Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e Grupo Marcados

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