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Aena assume Galeão e se torna maior operadora de aeroportos do Brasil

Aena assume o Aeroporto do Galeão por R$ 2,9 bilhões e se torna a maior operadora de aeroportos do Brasil, com 18 unidades sob gestão.
Reprodução/Linkedin

A Aena foi declarada vencedora do leilão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão. A operação consolida a empresa como maior operadora de aeroportos do Brasil.

A proposta vencedora foi de R$ 2,9 bilhões. O leilão ocorreu na B3, em São Paulo, dentro do processo de venda da concessionária.

Expansão estratégica no Brasil

Com a incorporação do Galeão, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no país. A empresa amplia sua presença em diferentes regiões.

A concessão do aeroporto vai até maio de 2039. A conclusão da operação depende de aprovações regulatórias e deve ocorrer em 2026.

Importância do Galeão no cenário nacional

O Aeroporto do Galeão é o terceiro mais movimentado do Brasil. Em 2025, registrou 17,8 milhões de passageiros.

Do total, 5,7 milhões foram passageiros internacionais. O terminal é uma das principais portas de entrada aérea do país.  Além disso, o aeroporto tem forte atuação em carga aérea. Foram cerca de 68 mil toneladas movimentadas no período.

Modelo de rede e sinergia operacional

A Aena adota um modelo de gestão baseado em rede. A estratégia combina aeroportos internacionais, regionais e unidades especializadas.

Esse modelo permite ganhos de eficiência e integração operacional. A empresa busca ampliar conectividade e otimizar recursos.

Presença consolidada no país

A Aena atua no Brasil há seis anos. A operação local inclui aeroportos estratégicos como Congonhas e Recife.  Com o Galeão, a empresa ultrapassa 62 milhões de passageiros sob gestão. A marca Aena Brasil se fortalece no mercado.

Investimentos e financiamento

A operação será parcialmente financiada por recursos próprios. O restante virá de crédito junto a instituições financeiras locais.  Em 2025, a Aena já havia garantido financiamento recorde de R$ 5,7 bilhões no setor aeroportuário brasileiro.

Estratégia global e posicionamento

Segundo a empresa, a aquisição reforça sua estratégia internacional. O Brasil é considerado mercado-chave para crescimento.  A companhia busca gerar valor para acionistas e fortalecer sua posição global no setor de infraestrutura aeroportuária.

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Bradesco realiza Super Pix Dog Day com ONG e transforma campanha em experiência real

Bradesco realiza Super Pix Dog Day em parceria com ONG, promovendo adoção de cães, doações e engajamento em ação de marketing de experiência.
Divulgação

O Bradesco levou sua campanha Super Pix para além do ambiente digital. A marca realizou o Super Pix Dog Day em sua matriz, em Osasco.  A iniciativa foi realizada em parceria com a ONG Vira Lata Vira Amigo. O evento reuniu colaboradores, familiares e pets em um dia de conexão e propósito.

Adoção e impacto social

O evento teve como destaque a adoção responsável de cães. Além disso, foram realizadas doações e arrecadação de ração.  A ONG parceira atua desde 2012 na proteção animal. Atualmente, a instituição cuida de cerca de 100 cães na Grande São Paulo.

A ação reforça o compromisso com causas sociais. O objetivo foi gerar impacto positivo além da comunicação.

Estratégia transforma campanha em experiência

O Super Pix Dog Day nasce como desdobramento da campanha “Super Pix do Bradesco, o melhor amigo do brasileiro”.  A proposta foi transformar o conceito em uma experiência real. A estratégia conecta marca, pessoas e propósito.

A ação mostra como campanhas podem sair das telas. O foco está na vivência e no engajamento direto.

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McDonald’s leva “Ainda mais Méqui” ao BBB 26

McDonald’s leva campanha “Ainda mais Méqui” ao BBB 26 com festa imersiva, show de Ludmilla, ativações interativas e ofertas no app e iFood.
Reprodução/Instagram

O McDonald’s transformou o BBB 26 em um grande espetáculo de marca com a campanha “Clássicos ainda mais Méqui”. A ação aconteceu em uma das festas mais aguardadas da temporada.

A casa foi totalmente ambientada com cenografia neon, elementos visuais icônicos e experiências interativas. O objetivo foi criar uma conexão direta com o público.

Experiência imersiva e entretenimento

A festa contou com show da cantora Ludmilla, que comandou a noite dos participantes. A apresentação reforçou o caráter de entretenimento da ação.  Ao entrar no ambiente, os brothers foram transportados para um universo inspirado no Méqui. A cenografia trouxe luzes, cores e símbolos da marca.

Frases conhecidas, LEDs e o icônico “M” criaram um ambiente altamente instagramável. A proposta incentivou interação e engajamento.

 

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Cardápio como protagonista da experiência

Antes da festa, Cheeseburger e McFritas foram servidos aos participantes. A ação preparou o clima para a experiência principal. Durante a noite, os produtos clássicos ganharam destaque. Sanduíches e sobremesas reforçaram o conceito de “mais quentinho” e sabor.

Na madrugada, os participantes puderam escolher itens personalizados. Os pedidos foram entregues em bandejas com seus nomes.

Ativações e interação com a marca

Entre as dinâmicas, o game “Big Mac com muito mais molho” chamou atenção. Os participantes precisavam capturar ingredientes em tempo limitado.  A proposta reforçou o caráter lúdico da campanha. A marca deixou de ser apenas cenário e passou a fazer parte da diversão.

McDonald’s leva campanha “Ainda mais Méqui” ao BBB 26 com festa imersiva, show de Ludmilla, ativações interativas e ofertas no app e iFood.
Divulgação

Integração digital e impacto fora da casa

A estratégia também envolveu o público em casa. Durante o programa, o McDonald’s ofereceu promoções no aplicativo e no iFood.  Entre as ofertas, combos com preços especiais e frete grátis incentivaram o consumo imediato. A ação conectou conteúdo e conversão.

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Palmeiras e Cimed lançam linha de produtos licenciados para torcedores

Palmeiras e Cimed lançam linha de produtos licenciados com Carmed, Lavitan e outras marcas, ampliando estratégia de conexão com torcedores.
Divulgação

O Palmeiras e a Cimed anunciaram a ampliação da parceria com o lançamento de uma linha de produtos licenciados. A iniciativa reforça a conexão entre esporte, saúde e lifestyle.  O novo portfólio reúne quatro itens de cuidados pessoais. A proposta é ampliar a presença da marca no cotidiano dos torcedores.

Portfólio reúne marcas consolidadas

A linha inclui produtos das marcas Carmed, Super, João e Maria e Lavitan. Todas são reconhecidas no mercado de saúde e bem-estar.  Entre os destaques estão o Carmed Palmeiras, itens de higiene pessoal e um multivitamínico exclusivo. Os produtos foram desenvolvidos em conjunto com o clube.

A presidente Leila Pereira participou ativamente do processo. A colaboração reforça o alinhamento estratégico entre clube e empresa.

“É com imensa alegria que estamos disponibilizando aos nossos milhões de torcedores e torcedoras esta linha especial de produtos desenvolvida com todo carinho pela Cimed, uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil. Tenho certeza de que a Família Palmeiras ficará muito satisfeita com a qualidade dos itens de saúde e beleza que a nossa parceria está proporcionando”, disse a presidente Leila Pereira.

Estratégia vai além do patrocínio

A parceria entre Palmeiras e Cimed amplia o conceito de patrocínio tradicional. O foco está na criação de experiências e na conexão com a torcida.

Segundo João Adibe Marques, CEO da Cimed, o projeto busca integrar marca e clube de forma mais profunda. A estratégia inclui ações digitais e eventos.

“O nosso formato de patrocínio com o Palmeiras vai muito além de contrato tradicional. Estamos totalmente integrados com a estratégia do clube, além de termos uma forte conexão com a torcida, proporcionando experiências personalizadas dos nossos produtos”, explicou João Adibe, CEO da Cimed.

Além disso, conteúdos exclusivos serão produzidos para fortalecer o relacionamento com os torcedores. A iniciativa amplia o alcance da marca.

Conteúdo e bastidores no Palmeiras Cast

Para apresentar os bastidores da parceria, João Adibe participará de uma edição especial do Palmeiras Cast. O conteúdo será exibido na TV Palmeiras Sportingbet.

A ação reforça a estratégia de comunicação integrada. O objetivo é aproximar o público da construção da parceria.

Distribuição e disponibilidade

Os produtos serão disponibilizados de forma gradual. As vendas começam na próxima semana em canais oficiais.  Os itens estarão na PalmeirasStore.com, nas lojas físicas e nas principais farmácias do país. A estratégia busca capilaridade nacional.

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Philips lança campanha com IA e bebê fazendo cambalhota e “passinho do Jamal”

Campanha usa inteligência artificial e linguagem das redes sociais para transformar o monitoramento infantil em conteúdo leve e conectado ao público.
Reprodução/Youtube

A Philips Avent lançou uma nova campanha que utiliza inteligência artificial e humor para se conectar com pais de primeira viagem.  A estratégia apresenta vídeos de bebês em situações inusitadas. Entre elas, cambalhotas e até fazendo uma trend de dança – o “passinho do Jamal”.

IA e humor como estratégia de conexão

A campanha parte do conceito “Veja tudo do seu bebê. E mais um pouco”.

O objetivo é transformar a tensão do monitoramento infantil em conteúdo leve e divertido. A proposta dialoga com comportamentos reais das famílias.

Conteúdo nativo e linguagem das redes

Para ampliar alcance, a campanha utiliza formatos populares nas redes sociais. Vídeos de bebês com IA já fazem parte de tendências digitais.  Ao adotar essa linguagem, a Philips busca criar identificação imediata com o público. O conteúdo ganha características de entretenimento.

A campanha começa nos canais oficiais da marca. Em seguida, influenciadores ampliam a distribuição.

Tecnologia e design como diferenciais

Além da comunicação, o produto também se diferencia pelo design. A babá eletrônica foi pensada para integrar a decoração do ambiente. O sistema Secure Connect garante segurança na conexão. O emparelhamento criptografado protege a privacidade dos usuários.  Entre os recursos, destacam-se visão noturna em Full HD, zoom digital e comunicação bilateral.

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Stellantis leva Citroën, Fiat, Jeep, Peugeot e Ram para a Shopee

Parceria amplia acesso a peças e acessórios originais e fortalece a estratégia digital da Stellantis no pós-venda automotivo.
Reprodução/Shopee

A Stellantis anunciou o lançamento das lojas oficiais de suas marcas Citroën, Fiat, Jeep, Peugeot e Ram na Shopee. A iniciativa amplia a presença digital da companhia no Brasil.

O anúncio foi realizado em São Paulo, durante evento com mais de 150 concessionários. A estratégia reforça o avanço da empresa no e-commerce automotivo.

Expansão digital no pós-venda

Com a chegada à Shopee, a Stellantis amplia o acesso a peças e acessórios originais. O objetivo é tornar a manutenção mais simples e acessível.

A plataforma reúne produtos das linhas Mopar, bproauto e Circular Autopeças. O portfólio inclui peças genuínas, itens de reposição e componentes remanufaturados.  Além disso, o catálogo conta com pneus, lubrificantes e aditivos. Todos os produtos possuem procedência certificada.

Ecossistema automotivo conectado

A iniciativa fortalece o ecossistema digital da Stellantis. A proposta integra consumidores, mecânicos, concessionários e parceiros em um ambiente conectado.

Ferramentas como filtro de compatibilidade ajudam o cliente a identificar peças corretas. O usuário pode informar modelo e ano do veículo.  Além disso, a Shopee oferece avaliações de compradores e chat direto com vendedores. Isso aumenta a confiança na jornada de compra.

Estratégia B2B e aproximação com o mercado

Programas como o Clube do Mecânico ampliam a conexão com profissionais do setor. A estratégia também inclui iniciativas de afiliados.

Essas ações aproximam oficinas e consumidores do portfólio oficial. O objetivo é aumentar a eficiência e o alcance das vendas digitais.  Segundo a Stellantis, a integração com concessionários fortalece a distribuição. Isso amplia a capilaridade em todo o território nacional.

“A expansão das vendas digitais para a Shopee reforça nossa estratégia de ampliar a proximidade com o consumidor, tornando a experiência de manutenção automotiva mais simples, acessível e confiável. Ao integrar nossa rede de concessionários ao ambiente digital, ampliamos o acesso a produtos originais com a garantia e a qualidade que caracterizam nossas marcas”, afirma Paulo Solti, vice-presidente sênior de Peças e Serviços da Stellantis América do Sul.

Crescimento do e-commerce automotivo

A entrada na Shopee ocorre após resultados expressivos no digital. Em 2025, a Stellantis registrou cerca de R$ 200 milhões em vendas online.

Para 2026, a expectativa é alcançar R$ 300 milhões. O crescimento será impulsionado pela expansão dos canais digitais.  As lojas das marcas já somaram aproximadamente 20 milhões de visitas. O número de compradores ultrapassou 380 mil no período.

Shopee amplia presença no setor automotivo

A Shopee, acessada por cerca de um terço da população brasileira, consolida sua posição no setor automotivo. A chegada das marcas da Stellantis amplia o portfólio da plataforma. O marketplace se posiciona como destino completo para manutenção veicular.

“A chegada das lojas oficiais da Stellantis enriquece ainda mais o nosso ecossistema automotivo, consolidando a Shopee como um destino completo para o cuidado com o carro. Com essa parceria, os clientes da Citroën, Fiat, Jeep, Peugeot e Ram terão acesso ao catálogo de peças e acessórios de sua rede de distribuidores oficiais, com a conveniência e rapidez que a Shopee oferece”, afirma Felipe Lima, head de desenvolvimento de negócios da Shopee.

Estratégia de mercado e transformação digital

O movimento reforça uma tendência no setor automotivo. Fabricantes investem em canais digitais para ampliar acesso e melhorar a experiência do cliente.  Além disso, o e-commerce permite maior controle sobre a distribuição. A estratégia também fortalece a relação direta com o consumidor.

Lojas oficiais na Shopee
Citroën: https://shopee.com.br/m/citroen
Fiat: https://shopee.com.br/m/fiat
Jeep: https://shopee.com.br/m/jeep
Peugeot: https://shopee.com.br/m/peugeot
Ram: https://shopee.com.br/m/ram

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Vai faltar KitKat? Nestlé tranquiliza consumidores após roubo de 12 toneladas

Barra de KitKat: 12 toneladas do produto foram roubadas durante transporte entre Itália e Polônia em março de 2026.
Foto: Reprodução/Instagram

O roubo KitKat confirmado neste sábado (28/3) pela Nestlé é um dos maiores crimes de roubo de carga alimentar da Europa recente. Um caminhão com 413.793 barras desapareceu durante o transporte entre uma fábrica no centro da Itália e um centro de distribuição na Polônia.

A carga integrava a nova linha de chocolates KitKat produzida especialmente para a temporada de Fórmula 1 de 2026. O caminhão havia saído da Itália com destino à Polônia, de onde abasteceria vários países europeus.

O veículo e toda a carga seguem desaparecidos. A polícia europeia investiga, mas até a publicação desta matéria não havia pistas sobre os responsáveis nem sobre o paradeiro do caminhão.

O comunicado que virou lição de marketing

A KitKat poderia ter tratado o caso com sobriedade corporativa. Em vez disso, fez o oposto — e acertou em cheio.

Em comunicado divulgado à imprensa no domingo (29/3), a marca escreveu: “Sempre encorajamos as pessoas a fazer uma pausa com o KitKat, mas parece que os ladrões levaram isso muito ao pé da letra.”

E foi além: “Embora apreciemos o gosto excepcional dos criminosos, o fato é que o roubo de carga é uma questão cada vez mais séria para negócios de todos os portes.” A frase usa o slogan da marca — “Have a Break, Have a KitKat” — como gancho criativo. O resultado foi positivo em engajamento.

 

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O impacto nas redes sociais

No X (antigo Twitter), o post se tornou o de maior engajamento da história do perfil da KitKat. Até esta publicação, o conteúdo acumulava mais de 245 mil curtidas e 35 mil compartilhamentos — e os números seguem subindo.

No Instagram, o barulho foi igualmente expressivo. A cobertura da imprensa europeia no sábado havia aquecido o tema. No domingo, a própria marca emplacou um comunicado coerente com a identidade da marca.

Os memes se multiplicaram em todos os idiomas. A maioria com tom positivo: consumidores brincando com o slogan, criando versões fictícias do roubo, e elogiando a comunicação da empresa.

No Google Trends, as buscas por “KitKat” registraram pico global, em especial, no Brasil.

Vai faltar KitKat?

A própria Nestlé tranquilizou consumidores no comunicado oficial: “o fornecimento não foi afetado”. Não há risco de desabastecimento — nem no Brasil, nem na Europa.

O alerta de escassez circulou nas primeiras horas de cobertura. A empresa foi rápida em desmentir. O comunicado publicado nas redes sociais deixou claro que o caso não afeta o abastecimento.

Comunicação transforma crise em oportunidade

Três movimentos se destacam como estratégia mercadológica e de comunicação:
1. Transparência imediata. A Nestlé confirmou o roubo com dados precisos. Não deixou espaço para especulação.

2. Tom adequado. Usou humor leve para tratar a situação. Nunca minimizou o problema — mas evitou o pânico desnecessário.

3. Informação útil. Tranquilizou sobre segurança e fornecimento. Transformou consumidores em aliados ao orientar sobre rastreabilidade dos lotes.
Uma crise logística virou uma grande campanha orgânica — sem gastar um centavo em mídia paga.

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BC decreta liquidação extrajudicial do conglomerado Entrepay

Entrepay liquidação extrajudicial: logotipo da fintech de pagamentos fechada pelo Banco Central em 27 de março de 2026.

O Banco Central do Brasil decretou nesta sexta-feira (27) a Entrepay liquidação extrajudicial. A medida encerra as operações da Entrepay Instituição de Pagamento S.A., da Acqio Adquirência e da Octa Sociedade de Crédito Direto S.A., as três empresas do Conglomerado Entrepay.

A Entrepay era a instituição líder do conglomerado. Enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, o grupo era classificado como de porte pequeno. Em dezembro de 2025, detinha cerca de 0,009% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
A liquidação extrajudicial é uma das medidas mais severas disponíveis ao regulador. Ela encerra compulsoriamente as atividades da instituição sob supervisão do BC.

Por que o BC tomou essa decisão?

O comunicado oficial do Banco Central aponta três motivos para a intervenção. O primeiro é o comprometimento da situação econômico-financeira da Entrepay. O segundo é a infringência às normas que disciplinam a atividade das instituições de pagamento. O terceiro são os prejuízos que expunham os credores a risco anormal.
A combinação desses fatores levou o regulador a agir de forma imediata. O BC tem competência legal para decretar a liquidação extrajudicial nessas situações, conforme prevê a legislação vigente.
Com a medida, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores das três instituições afetadas. Isso impede que esses recursos sejam transferidos ou ocultados antes das apurações.

Clientes sem receber repasses desde fevereiro

Antes mesmo da liquidação oficial, clientes do grupo Entrepay já enfrentavam dificuldades. Lojistas e empreendedores relataram a ausência de repasses de vendas desde o início de fevereiro de 2026.
Os valores bloqueados correspondem a transações realizadas por clientes que usavam os serviços de adquirência da Acqio e de pagamentos da Entrepay. Sem os repasses, muitas empresas ficaram sem capital de giro.
A paralisação dos repasses foi um dos primeiros sinais públicos da crise interna do conglomerado. O BC não informou o montante total em disputa.

IMPORTANTE:  As entidades liquidadas não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que não há garantia automática de ressarcimento para credores, ao contrário do que ocorre em bancos tradicionais. Clientes devem aguardar orientação oficial do liquidante nomeado pelo Banco Central.

O que aconteceu com o site e as redes sociais?

Após o decreto de liquidação, o perfil oficial do Conglomerado Entrepay no Instagram foi retirado do ar. A conta deixou de ser acessível, sem aviso prévio aos seguidores. No site oficial do grupo, a primeira página passou a exibir exclusivamente o comunicado do Banco Central. O texto informa sobre a liquidação extrajudicial e orienta clientes a utilizarem o canal oficial.

O único contato disponível para clientes e credores é o e-mail liquidacao@entrepay.com.br. O Banco Central recomenda que todas as comunicações sejam feitas por esse endereço eletrônico.

Quais são os próximos passos?

O Banco Central anunciou que continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar responsabilidades. Isso inclui a aplicação de sanções administrativas aos envolvidos.
O BC também poderá comunicar as autoridades competentes sobre irregularidades identificadas. A depender dos resultados, isso pode incluir encaminhamentos ao Ministério Público e à Polícia Federal.

Um liquidante será nomeado para conduzir o processo de encerramento das atividades. Caberá a ele mapear ativos, passivos e identificar credores com direito a ressarcimento.
Credores e clientes com valores a receber deverão habilitá-los junto ao processo de liquidação. O prazo e o procedimento serão divulgados pelo liquidante nomeado.

O que é uma liquidação extrajudicial?

A liquidação extrajudicial é um regime especial previsto pela Lei 6.024/1974. Ela permite ao Banco Central encerrar compulsoriamente instituições financeiras e de pagamento em situação de grave crise.

Diferente da falência judicial, o processo é conduzido pelo próprio BC. Um liquidante nomeado pelo regulador assume o controle das operações e responde pelos atos do encerramento. O regime visa proteger o sistema financeiro de contágios. Também busca assegurar, na medida do possível, o ressarcimento de credores com base nos ativos restantes.

O que muda para quem usava os serviços da Entrepay?

Para clientes que ainda aguardam repasses, o processo de liquidação é o caminho para habilitar os créditos. Não há prazo definido para pagamentos nesse tipo de processo.
Quem utilizava a Acqio como adquirente deve buscar imediatamente uma solução alternativa para processar pagamentos. Manter uma única adquirente aumenta o risco operacional.

Clientes da Octa Sociedade de Crédito Direto também devem acompanhar as comunicações do liquidante. O crédito direto tem regras próprias dentro do processo de liquidação.

Conglomerado Entrepay: quem eram as três empresas?

A Entrepay Instituição de Pagamento S.A. era a empresa líder do grupo. Atuava no segmento de pagamentos digitais, sendo responsável pela identidade regulatória do conglomerado junto ao Banco Central.
A Acqio Adquirência Instituição de Pagamento S.A. era a braço de adquirência do grupo. Processava transações de cartão de crédito e débito para lojistas e prestadores de serviços.
A Octa Sociedade de Crédito Direto S.A. completava o portfólio financeiro do conglomerado. Operava no segmento de crédito direto ao consumidor, modalidade regulada pelo Banco Central.

Impacto no sistema financeiro

O Conglomerado Entrepay representava 0,009% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional. Seu peso é pequeno em termos sistêmicos, mas o impacto nos clientes diretos pode ser relevante.

Conglomerados do segmento S4 são classificados como de menor relevância sistêmica. Ainda assim, estão sujeitos à regulação prudencial completa do Banco Central.
O BC reforçou que as medidas aplicadas seguem rigorosamente o arcabouço legal vigente. A liquidação não afeta outras instituições de pagamento não relacionadas ao grupo.

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Quando a inovação cria mercado

Em 2010, a INTT ousou ir além e apresentou ao mundo o Vibration, o primeiro vibrador líquido do mundo. Um lançamento inovador no mercado que quebrou padrões, despertou curiosidade e redefiniu a forma de viver o prazer.
Imagem: https://www.lojaintt.com.br/pagina/sobrenos - Reprodução/Site

Em muitos mercados, inovação significa lançar uma versão melhor de algo que já existe. Mas há casos em que o movimento é mais profundo: o produto inaugura uma categoria inteira. Em vez de disputar espaço em um mercado consolidado, ele redefine a forma como o problema é percebido e como o consumidor se relaciona com aquela solução.
Esse processo é conhecido no marketing como category creation ou category design.

Trata-se de uma estratégia em que a empresa não apenas lança um produto, mas define um novo espaço de mercado, criando linguagem, critérios de compra e percepção de valor. Como explica a OpenView Partners, a criação de categoria é uma abordagem avançada de posicionamento que permite à marca estabelecer as regras do jogo e se tornar referência naquele novo território.

Mais do que comunicação tradicional, esse movimento exige um esforço estruturado de educação de mercado. De acordo com análises sobre category creation, empresas que inauguram novas categorias precisam investir tanto em evangelizar o conceito quanto em vender o produto, criando repertório para consumidores e canais de distribuição.

Esse esforço não é opcional. Estudos e análises de estratégia de marketing indicam que, ao introduzir soluções inéditas, as empresas enfrentam o desafio de consumidores que ainda não reconhecem o problema ou não sabem nomeá-lo. Nesses casos, educar o mercado torna-se essencial para construir demanda e acelerar a adoção.

Além disso, a criação de novas categorias costuma exigir investimentos significativos justamente porque envolve mudar a forma como o público enxerga um problema. Como aponta a Park & Battery, empresas precisam ensinar o mercado a pensar de uma nova maneira, o que demanda tempo, consistência e estratégia.

Esse tipo de dinâmica pode ser observado em diferentes setores e também aparece em mercados que historicamente foram considerados sensíveis ou pouco explorados, como o de bem-estar íntimo, onde a construção de narrativa e a educação do público são fundamentais para viabilizar novas formas de consumo.

Quando um produto cria uma nova categoria

A história recente do setor de bem-estar íntimo no Brasil oferece um exemplo interessante de como a inovação pode transformar uma categoria.

Segundo a própria marca, em 2010 a INTT apresentou o Vibration, produto que inaugurou a categoria de vibradores líquidos. A proposta do produto introduziu uma nova forma de experiência sensorial, posicionando-se em um espaço intermediário entre cosméticos íntimos e soluções voltadas ao bem-estar pessoal.

Independentemente da discussão técnica sobre nomenclaturas ou formatos de produto, o impacto estratégico desse tipo de inovação costuma ser semelhante em diferentes setores: quando algo realmente novo surge, o mercado ainda não possui referências claras sobre como usá-lo, explicá-lo ou vendê-lo.

Nesse momento, a inovação deixa de ser apenas tecnológica ou sensorial e passa a exigir um trabalho de educação de mercado. Consumidores precisam entender o propósito do produto, enquanto varejistas e revendedores precisam aprender a apresentá-lo dentro de um portfólio já existente.

Esse é um desafio recorrente em categorias emergentes.

O desafio de vender inovação no varejo

Quando um produto cria uma nova categoria, o principal obstáculo raramente é a produção ou a logística. O verdadeiro desafio costuma estar na adoção pelo mercado.
Três barreiras são comuns nesse processo.

A primeira é o desconhecimento do consumidor. Sem repertório prévio, muitas pessoas simplesmente não compreendem imediatamente para que serve o produto ou como ele se encaixa em suas rotinas.

A segunda é a insegurança do varejo. Lojistas e vendedores, que são responsáveis por traduzir o produto para o público final, frequentemente não possuem argumentos ou referências para explicá-lo.

A terceira é a falta de repertório comercial. Sem treinamento ou conteúdo de apoio, a equipe de vendas tende a reproduzir discursos genéricos ou evitar apresentar novidades que pareçam difíceis de explicar.

É justamente nesse ponto que a educação de mercado se torna estratégica. Como destaca a MIT Sloan Management Review, empresas que lançam produtos inovadores precisam investir em processos estruturados de aprendizado e comunicação, capazes de reduzir incertezas e acelerar a adoção da categoria.

A estratégia B2B por trás da Loja Intt

Uma das formas mais eficazes de resolver esse desafio é estruturar canais de distribuição que também funcionam como plataformas de capacitação comercial.
No caso da INTT Cosméticos, essa lógica aparece na criação da Loja INTT, a plataforma B2B da marca.

Mais do que um simples canal de pedidos para revendedores, a loja digital foi estruturada para atuar como um ambiente de suporte ao varejo. Dentro da plataforma, os produtos são apresentados com descrições detalhadas, explicações sobre seu funcionamento e orientações que ajudam o revendedor a compreender como posicionar cada item no ponto de venda.

Esse tipo de abordagem transforma o canal B2B em um espaço de transferência de conhecimento comercial. Além de apenas disponibilizar produtos, a plataforma ajuda a construir o repertório necessário para que revendedores consigam apresentar novidades ao consumidor final.

Na prática, isso significa que produtos da INTT Cosméticos podem ser contextualizados dentro de uma narrativa mais clara para o varejo. Um exemplo dessa lógica aparece na apresentação de itens da categoria de Vibradores líquidos, que são explicados dentro do site para facilitar a compreensão de quem irá revendê-los.

Para revendedores interessados em entender melhor o portfólio da marca, a plataforma B2B reúne conteúdos e informações sobre os produtos.

Inovação, educação e expansão de mercado

A trajetória de categorias emergentes mostra que inovação raramente se sustenta apenas no lançamento de um produto. Para que uma novidade se consolide no mercado, é necessário criar infraestrutura de entendimento, tanto para consumidores quanto para parceiros comerciais.

Nesse contexto, iniciativas de educação de mercado, capacitação de revendedores e construção de narrativa de categoria tornam-se elementos centrais da estratégia.

Esse movimento pode ser observado em diversos setores, como tecnologia, saúde e alimentação funcional. No caso do mercado de bem-estar íntimo, ele também acompanha um processo gradual de profissionalização e ampliação da categoria, no qual inovação de produto, distribuição estruturada e educação comercial caminham juntas.

As opiniões expressas nos artigos são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não necessariamente refletem a opinião do CidadeMarketing e de seus editores sobre o assunto. Sendo responsabilidade do anunciante os direitos autorais do texto e imagem.

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CNN Brasil tem novo CEO

Executivo deixa carreira política e assume comando da emissora com foco em credibilidade, transformação digital e fortalecimento do jornalismo.
Divulgação

A CNN Brasil anunciou o jornalista e radialista João Vítor Xavier como seu novo CEO. O executivo deixa a vida pública após cinco mandatos legislativos em Minas Gerais.

A decisão marca uma mudança significativa em sua trajetória profissional. João Vítor não disputará a reeleição e passará a se dedicar integralmente à gestão da emissora.  Além da CNN Brasil, o executivo também lidera as operações da Rádio Itatiaia. A emissora mineira é líder de audiência no país.

Nova liderança com foco em credibilidade

Para João Vítor Xavier, assumir o comando de duas grandes operações de comunicação representa uma missão relevante para o país.

Segundo o executivo, o jornalismo precisa reafirmar seu papel em um cenário marcado pela desinformação e pela influência dos algoritmos.

“Assumir essa posição é uma maneira muito importante de colaborar com o nosso país, pois se tratam de dois veículos extremamente importantes para a democracia e para a informação dos brasileiros. Em um cenário em que os algoritmos muitas vezes privilegiam o impacto emocional em detrimento da precisão, o compromisso com o jornalismo ético nunca foi tão vital. A missão da CNN Brasil é ser o porto seguro do espectador. Enquanto a desinformação tenta pautar o debate público, nós entregamos a apuração rigorosa e o contexto necessário para que o cidadão recupere o protagonismo sobre a verdade, com equilíbrio e seriedade. Nossa maior arma continua sendo a credibilidade inegociável da notícia bem apurada, realizada todos os dias por um time incansável de jornalistas”, reforçou João Vitor.

Ele destacou que a CNN Brasil deve atuar como um porto seguro para o público. A proposta é entregar informação com rigor, equilíbrio e contexto.

Apoio institucional e estratégia de crescimento

A nomeação ocorreu a convite do empresário Rubens Menin, acionista majoritário das empresas. A decisão foi tomada após a saída do executivo da política.

Rubens Menin destacou a trajetória de João Vítor na Rádio Itatiaia. O empresário ressaltou resultados positivos em audiência, eficiência e transformação digital.  Além disso, a escolha contou com apoio da CNN Internacional. A organização reforçou a importância da operação brasileira dentro do grupo global.

Estrutura e relevância no mercado

Atualmente, a CNN Brasil conta com mais de 600 profissionais. A emissora é considerada um dos canais de notícias mais assistido do país.  A nova gestão chega com o desafio de consolidar a credibilidade da marca. O foco também inclui ampliar relevância em um ambiente digital competitivo.

Sobre a CNN Brasil

No país desde março de 2020, a CNN Brasil atinge mais de 80 milhões de pessoas por mês com a cobertura jornalística multiplataforma mais completa do Brasil. Disponível em TV por assinatura, banda kU, streaming (Claro, Amazon Prime, Vivo Play, Samsung TV Plus e LG) e YouTube, a CNN Brasil também oferece seu conteúdo via portal, apps, redes sociais e podcasts.

Com um time que reúne alguns dos mais renomados jornalistas e analistas do país em suas respectivas áreas, a multiplataforma endossa o compromisso de levar as notícias mais importantes do Brasil e do mundo ao alcance do espectador ou leitor, na forma e no momento que mais lhe for conveniente, contemplando informações sobre política, economia, meio ambiente, assuntos internacionais, tecnologia, cultura e esportes. Desde o início de 2024, a marca estende sua credibilidade ao CNN Talks, unidade que hoje se notabiliza pelo êxito em unir líderes dos setores público e privado em debates sobre os temas mais relevantes para o desenvolvimento do país.

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