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Leapmotor fecha patrocínio com Palmeiras e anuncia produção no Brasil

Marca de veículos eletrificados da Stellantis estampará uniforme do Palmeiras e produzirá SUVs em Pernambuco.
Divulgação

A Leapmotor anunciou patrocínio ao Palmeiras e reforçou sua estratégia de expansão no Brasil. A marca é parceira da Stellantis. O acordo prevê a exibição da marca nos uniformes das equipes masculina, feminina e de base até março de 2028.

Estreia no futebol brasileiro

A estreia do patrocínio acontece no dia 8 de abril. O jogo é entre o Palmeiras e o Junior Barranquilla, pela Libertadores 2026.  A ação amplia a visibilidade da marca no país. O futebol é um dos principais canais de conexão com o público brasileiro.

Marca de veículos eletrificados da Stellantis estampará uniforme do Palmeiras e produzirá SUVs em Pernambuco.
Divulgação

Produção nacional e estratégia industrial

A Stellantis confirmou a produção dos primeiros modelos da Leapmotor no Brasil. Os SUVs B10 e C10 serão fabricados em Goiana, Pernambuco. O polo automotivo da empresa passa por expansão. O objetivo é viabilizar a produção local e fortalecer a operação na América do Sul.

Tecnologia inédita no mercado

A marca aposta na tecnologia REEV. O sistema utiliza um motor a combustão como gerador de energia para as baterias. O modelo C10 já está disponível no Brasil. A solução reduz a ansiedade de autonomia dos consumidores.

Além disso, a empresa desenvolve a tecnologia REEV Flex. A proposta combina eletrificação com motorização flex.

Expansão e posicionamento no Brasil

A Leapmotor iniciou operações no Brasil no final de 2025. A marca participou do Salão do Automóvel com um estande completo. A estratégia inclui produção local, ampliação de portfólio e crescimento da rede de concessionárias. O investimento reforça a confiança no mercado brasileiro. O país é considerado estratégico para a expansão regional.

Marketing esportivo e inovação

O patrocínio ao Palmeiras integra branding e negócios. A marca utiliza o esporte para acelerar reconhecimento.  A associação com um clube vencedor fortalece a percepção da marca. O movimento conecta inovação e paixão nacional.

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Netflix aposta em Ronaldinho Gaúcho e lança série de documentários sobre futebol

Netflix aposta em Ronaldinho Gaúcho e lança série de documentários sobre futebol.
Reprodução/Youtube

A Netflix anunciou uma nova série de documentários sobre futebol brasileiro em 2026. O projeto é liderado por uma produção dedicada a Ronaldinho Gaúcho.  A minissérie estreia em 16 de abril. A produção apresenta três episódios sobre a trajetória do ex-jogador.

Cartaz da estreia do documentário "Ronaldinho Gaúcho" na Netflix.
Divulgação

Ronaldinho Gaúcho abre a série

A produção mergulha na carreira de Ronaldinho Gaúcho. O conteúdo reúne materiais inéditos e acesso exclusivo à vida do atleta. O documentário apresenta grandes momentos da carreira. Também aborda desafios e bastidores da trajetória.

A série conta com depoimentos de nomes relevantes do futebol. Entre eles estão Lionel Messi, Neymar Jr. e Roberto Carlos.  Outras participações incluem Gilberto Silva, Luiz Felipe Scolari, Carles Puyol e Galvão Bueno.

Copa de 1994 ganha destaque

Na sequência, a Netflix lança “Tetra: Acreditar de Novo”. A estreia ocorre em 7 de maio.  O documentário revisita a conquista da Copa do Mundo de 1994. A produção utiliza imagens inéditas registradas pelos próprios jogadores.

A narrativa destaca a liderança de Dunga. Também evidencia o protagonismo de Romário e Bebeto.

Várzea mostra origem dos talentos

O terceiro lançamento é “Várzea: Onde Nasce o Futebol”. A estreia acontece em 8 de junho.  A série retrata o futebol de várzea em São Paulo. O conteúdo acompanha bastidores da Super Copa Pioneer.

A produção destaca a origem de grandes jogadores. Entre eles estão Cafu e Raphinha.

Estratégia da Netflix no esporte

A Netflix reforça sua estratégia em conteúdos esportivos. O objetivo é ampliar a conexão com diferentes públicos.  Segundo a empresa, histórias do esporte geram identificação. O futebol brasileiro oferece narrativas fortes e universais.  A plataforma aposta em produções originais. A estratégia busca engajar fãs e novos espectadores.

A série de documentários posiciona o futebol como protagonista na Netflix em 2026. O conteúdo combina ídolos, história e cultura popular.

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Sabrina Sato une raízes e Nescafé em campanha da marca

Reprodução/Youtube

A parceria Sabrina Sato Nescafé tem uma origem incomum no mercado publicitário. A iniciativa não partiu da marca — partiu da apresentadora. No fim de 2025, Sabrina assistiu à campanha ‘Fazedores’, lançada pela Nescafé em 2024, e procurou a empresa.
A campanha ‘Fazedores’ havia percorrido mais de 30 fazendas e quase 4 mil quilômetros pelo Brasil para selecionar quatro produtores com histórias reais de retorno ao campo. Sabrina se identificou — e ela também tinha uma fazenda de café.

A apresentadora entrou em contato com a Nescafé e revelou que sua família produz café na Fazenda Nossa Terra, em Piraju, no interior de São Paulo. A partir daí, surgiu a nova fase da plataforma global da marca.

A Fazenda Nossa Terra: 50 hectares no interior paulista

A história começa há cerca de sete anos. A família Sato se apaixonou por uma propriedade em Piraju e decidiu investir. Nenhum deles tinha experiência com agricultura. “A gente se apaixonou por essa terra, mas não conhecia nada. Foi uma aventura nova para todos nós”, contou Sabrina.
Hoje, a Fazenda Nossa Terra tem aproximadamente 50 hectares plantados e produz cerca de 1,9 mil sacas de café arábica por safra. A propriedade inclui lago, áreas de vegetação nativa, corredores ecológicos e placas solares.

‘Sou aprendiz Nescafé’: o que disse Sabrina

“Sempre fui curiosa, inquieta, daquelas que gosta de inventar novos caminhos. Talvez isso também venha das minhas raízes, do interior de São Paulo, de onde carrego muito do que sou. Tem uma parte muito especial da minha vida que quero dividir com vocês: eu tenho uma fazenda de café com a minha família.
Viver isso de perto tem sido emocionante. Estar na fazenda, sentir o cheiro da terra e entender tudo o que existe por trás de uma xícara de café mudou a forma como eu olho para esse universo.

Entrar nesse mundo foi muito mais do que um investimento. Foi uma escolha com afeto, identidade e propósito — um projeto de família pensado para ter raiz, legado e significado. Por isso, viver essa nova fase ao lado da Nescafé, que sempre fez parte da minha vida, tem um significado ainda maior. Agora posso dizer: sou aprendiz Nescafé.” — Sabrina Sato, em suas redes sociais

O Nescafé Plan: a fazenda entra em programa com 3.800 famílias

A parceria vai muito além de uma campanha publicitária. A Fazenda Nossa Terra passou a integrar formalmente o Nescafé Plan, programa de agricultura regenerativa criado pela marca há mais de 20 anos.
Atualmente, o programa reúne 3.800 famílias produtoras certificadas no Brasil. A fazenda da família Sato passará por diagnóstico técnico para se adaptar às certificações exigidas. A marca já identificou que a propriedade preserva áreas de vegetação nativa, cria corredores ecológicos e mantém cobertura de solo.

Airam Quiuqui: o cafeicultor que divide cena com Sabrina

Ao lado de Sabrina, a campanha apresenta Airam Quiuqui, jovem cafeicultor que já integrava o Nescafé Plan e estrelou a campanha ‘Fazedores’ em 2024.
A história de Airam é emblemática. Em 2023, ele deixou a vida no escritório em Linhares (ES) para trabalhar na lavoura de 25 hectares do avô Eugênio. Aprendeu os segredos do manejo com o avô e, em troca, modernizou os processos da fazenda. Chegou a desenvolver um aplicativo para pequenos produtores.
Na narrativa da campanha, Airam assume o papel de mestre cafeicultor que orienta Sabrina na jornada de aprendizado. “Agora eu sou aprendiz de Nescafé. Já entendi que chegar em um café cheio de qualidade e sabor, não é fácil”, disse Sabrina sobre a dupla.

‘Faça seu Mundo’: a plataforma global que conecta tudo

A nova campanha integra a plataforma global Make Your World, lançada pela Nescafé em 2024 e adaptada no Brasil como ‘Faça seu Mundo’.
A plataforma foi criada para aproximar a marca das novas gerações. A estratégia combina construção de marca, desenvolvimento de fornecedores e defesa de valor.
Com a nova fase, a campanha contempla filme para canais digitais, inserções em TV aberta, mídia OOH e ações nas redes sociais de Sabrina. O objetivo é destacar qualidade, origem e sustentabilidade como atributos centrais da marca.

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João Fonseca estreia em Monte-Carlo hoje (6); saiba horário e onde assistir

João Fonseca se concentra antes de entrar na quadra Guga Kuerten, no Rio Open 2026.
©Fotojump/Rio Open 2026

O brasileiro João Fonseca estreia nesta segunda-feira (6) no Masters 1000 de Monte-Carlo. O adversário é o canadense Gabriel Diallo número 36 do mundo.  A partida acontece por volta das 10h30 (horário de Brasília). A transmissão será feita pela ESPN 2 e pela plataforma Disney+.

Estreia no saibro europeu

O torneio marca o início da temporada de saibro na Europa. João Fonseca entra em quadra com expectativa elevada.  O saibro é uma superfície estratégica no calendário. O desempenho neste período influencia o ranking e a confiança do atleta.

Promessa brasileira em ascensão

João Fonseca vem ganhando destaque no circuito internacional. O jovem tenista é apontado como uma das grandes promessas do Brasil.  Recentemente, o atleta enfrentou nomes relevantes do circuito de tênis. Ele jogou contra Carlos Alcaraz no Miami Open.

Também encarou Jannik Sinner em Indian Wells. Esses confrontos aumentaram sua visibilidade no cenário global.

Confronto contra Gabriel Diallo

Na estreia em Monte-Carlo, Fonseca (40) enfrenta Gabriel Diallo (36). O duelo representa um teste importante no início da gira europeia.  Diallo apresenta um estilo de jogo agressivo. O confronto exige consistência e adaptação ao saibro.

Importância da temporada no saibro

A temporada no saibro é decisiva para jovens atletas. O período inclui torneios relevantes e preparação para Roland Garros.  Para João Fonseca, o momento representa evolução técnica. A experiência contra grandes nomes fortalece sua trajetória.

Onde assistir

A partida será transmitida ao vivo pela ESPN 2 e plataforma de streaming Disney+.

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Nestlé e Garoto levaram “carro do ovo” às ruas e movimentaram a Páscoa

Nestlé e Garoto levaram “carro do ovo” às ruas de SP e ES com venda itinerante de chocolates e experiência de marca na Páscoa.
Reprodução/Instagram

A Nestlé e a Garoto levaram às ruas uma versão especial do tradicional “carro do ovo” durante a reta final da Páscoa. A ação ocorreu entre os dias 2 e 4 de abril, em bairros de São Paulo e do Espírito Santo.

Experiência itinerante e conexão com o público

A marca utilizou uma van estilizada com orelhas de coelho. O veículo circulou com chocolates e produtos presenteáveis.  A proposta resgatou uma memória afetiva popular. O objetivo foi aproximar a marca do consumidor de forma leve e acessível.

A ação transformou a compra em uma experiência. Consumidores encontraram conveniência e interação direta com a marca.

Portfólio variado e preços acessíveis

O “carro do ovo” ofereceu chocolates das marcas Nestlé e Garoto. Os preços variaram entre R$ 10 e R$ 65.  O portfólio incluiu ovos de Páscoa, caixas de bombons e tabletes recheados.

Entre os destaques estiveram os ovos Caribe, Talento e Alpino. Os produtos reforçaram o apelo das marcas.

Presença nas ruas e estratégia digital

A van percorreu diferentes bairros em horários definidos. As rotas foram divulgadas nas redes sociais da Garoto.  A estratégia integrou presença física e digital. O público acompanhou os trajetos e interagiu com a campanha.

Páscoa estratégica para o negócio

Durante o período, Nestlé e Garoto estiveram presentes em mais de 500 mil pontos de venda no país.  As marcas disponibilizaram mais de 170 milhões de itens. A expectativa foi de crescimento de dois dígitos no faturamento.  A Páscoa segue como um dos períodos mais relevantes para o setor de chocolates.

Marketing que resgata cultura e gera experiência

A ação utilizou um símbolo da cultura popular brasileira. O “carro do ovo” foi reinterpretado para o contexto da Páscoa.  A estratégia reforçou a brasilidade da marca. Também ampliou a conexão emocional com famílias e consumidores.

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McDonald’s: dados de clientes do app Méqui foram acessados por pessoas não autorizadas

McDonald's confirma acesso não autorizado a dados de clientes do app Méqui. CPF, e-mail, endereço e histórico de pedidos podem ter sido expostos. Saiba o que fazer.
Reprodução/Instagram

O vazamento de dados do McDonald’s foi confirmado pela própria marca por meio de e-mail enviado a clientes do aplicativo Méqui. A marca informou que um prestador de serviço comunicou o incidente no dia 27 de março de 2026.

Segundo o McDonald’s, pessoas não autorizadas tiveram acesso a dados de uma parcela dos usuários do app. A empresa afirma que o acesso foi bloqueado imediatamente após a identificação do problema.

O CidadeMarketing entrou em contato com a equipe de comunicação do McDonald’s Brasil para apurar os fatos e verificar se o caso foi comunicado à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A marca confirmou o incidente e informou que o fato foi compartilhado com as autoridades competentes.

O comunicado oficial do McDonald’s ao CidadeMarketing

“A companhia esclarece que um de seus prestadores de serviço sofreu um incidente que permitiu o acesso não autorizado a alguns dados de uma pequena parcela de clientes do aplicativo Méqui.  A situação foi imediatamente controlada e todo o acesso indevido bloqueado.

A empresa reforça que repudia essa atividade criminosa, comunicou as autoridades competentes e os clientes impactados e trabalha continuamente para reforçar as medidas de proteção de dados, incluindo a revisão e atualização constante dos sistemas de segurança.

A companhia permanece à disposição por meio de seus canais oficiais de atendimento para esclarecer eventuais dúvidas dos clientes.” — McDonald’s, em nota oficial ao CidadeMarketing

Quais dados podem ter sido acessados?

O McDonald’s listou no e-mail enviado a clientes as categorias de dados possivelmente acessados. A empresa ressalva que nem todos os campos estavam preenchidos em todas as contas.

O destaque vai para o histórico de pedidos do Méqui: trata-se de dado comportamental que, combinado com nome, CPF e endereço, forma um perfil detalhado do consumidor.

Essa combinação é especialmente crítica para a segurança de dados e aumenta os riscos para os consumidores, pois pode viabilizar golpes personalizados, como phishing, spam, fraudes, validação de dados para fraudes, roubo de identidade e ataques via WhatsApp e SMS.

McDonald's confirma acesso não autorizado a dados de clientes do app Méqui. CPF, e-mail, endereço e histórico de pedidos podem ter sido expostos. Saiba o que fazer.
Reprodução/Email

Os riscos reais para os clientes afetados

Dados como nome, CPF, e-mail e endereço reunidos em uma mesma base representam um risco concreto de engenharia social e phishing personalizado. Criminosos usam essas informações para criar abordagens altamente convincentes — e-mails ou mensagens que parecem legítimos porque contêm dados reais do destinatário. O alerta do próprio McDonald’s para que clientes não cliquem em links suspeitos usando seus nomes reflete exatamente esse risco.

O histórico de pedidos do app Méqui acrescenta uma camada de periculosidade raramente discutida em vazamentos de redes de alimentação. Com esse dado, um criminoso sabe com que frequência a vítima usa o aplicativo, quais produtos consome e qual o ticket médio dos pedidos. Combinado com CPF e endereço, esse perfil comportamental pode ser usado para fraudar a conta do usuário, aplicar golpes de falsa promoção personalizada ou até facilitar fraudes em outras plataformas onde a mesma combinação de dados é aceita como prova de identidade.

LGPD e o Méqui: o que diz a lei sobre esse caso?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) — Lei nº 13.709/2018 — enquadra diretamente casos como esse. O artigo 48 obriga a empresa controladora a comunicar a ANPD e os titulares dos dados sempre que ocorrer um incidente de segurança que possa gerar risco.

O McDonald’s seguiu esse rito: comunicou os clientes por e-mail e informou ao CidadeMarketing que o caso foi compartilhado com as autoridades competentes. A menção à ANPD não foi explicitada, mas a expressão “autoridades competentes” usada na nota oficial indica que o protocolo previsto pela LGPD foi observado.

Em caso de descumprimento comprovado, a ANPD pode aplicar multas de até 2% do faturamento global da empresa, com teto de R$ 50 milhões por infração. A sanção depende da maturidade do programa de compliance de proteção de dados e da postura da empresa diante do incidente.

Repercussão no X: clientes questionam o vazamento

A notificação chegou por e-mail aos clientes impactados. Alguns usuários compartilharam prints da mensagem recebida no X — questionando a transparência e os desdobramentos do caso.

A reação nas redes seguiu padrão comum em incidentes desse tipo: desconfiança sobre a real dimensão do vazamento e questionamentos sobre o número exato de afetados — dado que o McDonald’s optou por não divulgar, definindo apenas como ‘parcela pequena de clientes’.

McDonald’s já enfrentou outros episódios de segurança de dados

O McDonald’s já registrou outros casos semelhantes envolvendo dados. Em 2022, a empresa comunicou clientes no Brasil sobre um acesso não autorizado. Em 2019, o site The Hack noticiou um vazamento de dados sensíveis de colaboradores.

O que fazer se você recebeu o e-mail suspeito utilizando seus dados?

1. Não clique em links de e-mails, SMS ou mensagens no WhatsApp que usem seu nome ou dados pessoais sensíveis — mesmo que pareçam vir do McDonald’s.
2. Altere sua senha no aplicativo Méqui imediatamente, especialmente se você usa a mesma senha em outros serviços.
3. Monitore seu CPF em serviços como o Registrato (Banco Central) para identificar tentativas de abertura de crédito não autorizado.
4. Registre boletim de ocorrência se identificar uso indevido dos seus dados — o registro é necessário para acionar órgãos de defesa do consumidor.
5. Entre em contato com o McDonald’s pelos canais oficiais: sac@sacmcdonalds.com.br ou privacidade.lgpd@br.mcd.com
6. Denuncie à ANPD pelo site gov.br/anpd se entender que houve violação dos seus direitos como titular de dados.

Para os clientes afetados, o McDonald’s disponibilizou um link para um formulário de contato e também um canal dedicado à LGPD (privacidade.lgpd@br.mcd.com) para atendimento de dúvidas relacionadas à privacidade.

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Busca digital muda e redefine aquisição no e-commerce

Como as empresas devem se adaptar ao novo cenário.
Divulgação/SearchLab

A forma como consumidores buscam e compram online mudou de forma estrutural. O avanço da inteligência artificial, somado ao crescimento das redes sociais como canais de descoberta, está fragmentando a jornada e antecipando a decisão de compra. Em muitos casos, o usuário já chega ao site com a escolha praticamente feita, ou sequer precisa acessá-lo.

Esse movimento não é apenas comportamental. Ele já impacta diretamente aquisição, conversão e custo.

Para gestores de e-commerce, isso significa operar em um cenário onde tráfego não garante resultado e presença não depende mais de um único canal.

Jornada de busca se fragmenta e começa (também) fora do Google

O Google ainda é relevante, mas deixou de ser o único ponto de partida. Consumidores alternam entre IA, TikTok, YouTube e buscadores dependendo da intenção. Segundo estudo recente do IAB, a inteligência artificial já é o segundo maior influenciador nas decisões de compra, superando inclusive sites de varejo.

Na prática, a jornada deixou de ser linear. O usuário pode descobrir um produto em uma rede social, validar informações em uma IA e só depois acessar um site. Em muitos casos, esse acesso nem acontece. Parte da decisão já foi construída antes.

Esse cenário reduz a previsibilidade baseada apenas em SEO tradicional e mídia paga. A disputa agora é por presença ao longo da jornada, não apenas por clique.

Decisão acontece antes do clique e encurta o funil

Dados de comportamento mostram que a busca está mais madura. Em análise sobre o mercado de mobilidade elétrica, a Search Lab aponta que termos relacionados a “bicicleta elétrica” atingiram pico histórico de interesse em 2026, com grande volume de buscas já orientadas a preço, modelo e autonomia.

Isso indica um consumidor que chega à busca em estágio avançado de decisão. A pesquisa deixou de ser apenas descoberta e passou a ser validação.

O efeito direto é um funil mais curto. O usuário compara menos opções, decide mais rápido e interage com menos páginas. Isso reduz oportunidades de influência dentro do site e aumenta a importância de aparecer nos momentos anteriores.

Plataformas e IA absorvem parte da jornada

A própria estrutura das plataformas está mudando. O Google já testa experiências onde o usuário pode descobrir, comparar e comprar produtos dentro da própria interface, sem sair da busca. Segundo artigo da Search Lab sobre Google UCP, isso acontece com apoio de dados estruturados, feeds de produtos e sistemas de recomendação.

Na prática, parte da jornada deixa de passar pelo site. O e-commerce não é mais o único ambiente de decisão, mas sim um dos pontos possíveis dentro de um ecossistema maior.
Isso muda o papel do SEO. Deixa de ser apenas otimização de páginas e passa a ser estruturação de dados, organização de catálogo e integração com plataformas que mediam a decisão.

Tráfego cresce, mas CAC não acompanha

Esse novo cenário ajuda a explicar um problema recorrente. O artigo da Search Lab sobre Inbound Marketing e Redução de CAC enfatiza que muitas empresas aumentam o tráfego orgânico, mas não conseguem reduzir o custo de aquisição. Isso acontece porque parte da decisão já ocorre fora do site, especialmente em interfaces de IA.

Sem estrutura técnica, o conteúdo gera visitas, mas não constrói um sistema de aquisição eficiente. SEO deixa de ser volume e passa a depender de arquitetura, dados consistentes e integração com outras camadas da jornada.

Segundo a McKinsey, até 55% dos consumidores já utilizam IA para tomar decisões de compra, e uma parcela relevante considera essas ferramentas como principal fonte de informação. Isso reforça que o ponto de decisão está se deslocando.

Mudança de comportamento redefine aquisição

A combinação desses fatores aponta para uma mudança clara. A jornada está fragmentada, a decisão foi antecipada e o site perdeu centralidade. O impacto disso é direto na forma como as empresas crescem.

Quem depende exclusivamente de mídia paga tende a enfrentar aumento de custo. Quem trabalha SEO apenas como canal de tráfego perde relevância na decisão. A disputa passa a acontecer antes, em múltiplos pontos de contato.

Iniciativas como a Search News acompanham esse movimento e traduzem essas mudanças em análises aplicadas ao mercado. Ao organizar temas como comportamento de busca, impacto da IA e relação com CAC, ajudam a entender como adaptar a estratégia a esse novo cenário.

O que muda daqui para frente

A busca deixou de ser um caminho previsível e passou a ser um ambiente distribuído. O desafio não é apenas atrair visitas, mas garantir presença nos momentos em que a decisão acontece.

Isso exige uma mudança de mentalidade. SEO precisa ser visto como infraestrutura de aquisição. O conteúdo precisa ser estruturado para diferentes interfaces. E o site passa a ser consequência de uma decisão já construída.

Ignorar esse movimento significa competir por cliques que talvez nunca aconteçam. Entender essa transformação é o primeiro passo para reduzir a dependência de mídia e construir crescimento mais eficiente.

Para acompanhar análises sobre essas mudanças e seus impactos práticos, é possível se inscrever na newsletter da Search Lab através do formulário presente nos posts do blog. Veja o post mais recente: ChatGPT entra no jogo do e-commerce.

As opiniões expressas nos artigos são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não necessariamente refletem a opinião do CidadeMarketing e de seus editores sobre o assunto. Sendo responsabilidade do anunciante os direitos autorais do texto e imagem.

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Content Experience 2026 reúne líderes em marketing de conteúdo

Evento reúne especialistas, cases e tendências em dois dias de imersão sobre conteúdo, estratégia e comportamento do consumidor.

As inscrições para o Content Experience 2026 já estão abertas. O evento acontece nos dias 24 e 25 de agosto, em São Paulo.

O encontro será realizado no Centro de Convenções Rebouças. A proposta é reunir profissionais que atuam com conteúdo e estratégia.

Imersão em conteúdo, estratégia e negócios

O Content Experience se consolida como um dos principais eventos do setor no Brasil. A edição de 2026 promete discussões práticas e aprofundadas.

Durante dois dias, especialistas irão compartilhar experiências reais de mercado. O foco está em decisões estratégicas e resultados.

Neste ano, o evento contará com dois auditórios simultâneos. A proposta amplia a quantidade de temas e palestrantes.

Temas que moldam o mercado em 2026

A programação aborda tendências atuais do marketing de conteúdo. Entre os temas estão inteligência artificial, GEO e branded content.

Também serão discutidas estratégias de geração de leads para B2B e B2C. O evento inclui debates sobre engajamento e construção de comunidades.

Além disso, o público terá acesso a cases reais. As apresentações mostram o que está funcionando no mercado atual.

Grandes nomes confirmados

A edição de 2026 reúne profissionais reconhecidos no mercado. Entre os confirmados estão André Siqueira, Vitor Peçanha e Camila Renaux.

 

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Também participam especialistas de empresas como Itaú, Nuvemshop, MAC Cosméticos e Folha de S.Paulo.  A diversidade de perfis amplia a troca de experiências. O evento conecta diferentes áreas do marketing e negócios.

16 grandes nomes confirmados para o Content Experience 2026:

• André Siqueira (Fundador da RD Station)
• Edney Souza (Interney)
• Lucas Yokota (Purple Metrics)
• Marc Tawil
• Thiago La Torre (M15 / Ries Brasil)
• Gabriel Mineiro (GLA)
• Vitor Peçanha (Nuvemshop)
• Camila Renaux
• Ana Carvalho RP
• Felipe Collins (Company Hero)
• Camilo Leles (Saint Gobain)
• Ingrid Abdo (Mac Cosméticos)
• Nino Carvalho
• Juliana Ewers (Itaú)
• Cristian Magalhães (Web Estratégica)
• Camila Marques (Folha de São Paulo)

Experiência completa para participantes

Os participantes terão acesso a palestras, coffee-break e certificado. O ingresso também inclui um welcome kit.  Na modalidade VIP, o evento oferece benefícios adicionais. Entre eles estão acesso prioritário, coworking e happy hour exclusivo.

Conteúdo técnico, com curadoria criteriosa, para profissionais do mercado corporativo que querem entender como produzir e distribuir conteúdo no novo cenário de mercado.

Ingresso Conteúdo:

Acesso às palestras
Welcome Kit
Coffee-break
Certificado de Participação

Ingresso VIP:

Credenciamento exclusivo
Acesso prioritário às palestras
Welcome Kit
Coffee-break
Certificado de Participação
Acesso exclusivo ao
Coworking (sala silenciosa para fazer reuniões e calls)
Happy Hour Exclusivo para VIPs
Presente exclusivo (surpresa!)

Inscrições e condições especiais

Os ingressos já estão disponíveis. A organização oferece preços promocionais por tempo limitado.  Além disso, há um cupom de desconto exclusivo. A condição busca incentivar a participação antecipada.

O evento é organizado pela Web Estratégica – consultoria de SEO e Marketing de Conteúdo.

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Google fecha parceria com CBF e leva inteligência artificial às seleções brasileiras

Logos do Google e da CBF lado a lado representando a parceria oficial de 30 de março de 2026

A parceria Google CBF foi oficializada nesta segunda-feira (30/3) em Orlando, onde a delegação brasileira se preparava para o amistoso contra a Croácia. Pela primeira vez na história, uma Big Tech integra o quadro de patrocinadores da Seleção Brasileira.

O acordo, com duração estimada em dois anos, abrange as seleções masculina e feminina profissionais e todas as categorias de base — sub-15, sub-16, sub-17, sub-20 e sub-23. O foco é a integração do Google Gemini no cotidiano das comissões técnicas.

O Google disponibilizará o Gemini com um serviço dedicado para a CBF — não apenas exposição de marca, mas uso real da tecnologia no dia a dia das seleções.

“Junto à CBF, vamos apoiar nossas seleções masculinas e femininas em várias categorias — das equipes Sub-17 até as principais — e trabalhar nos próximos anos para criar novas iniciativas que garantam que tecnologia e futebol continuem caminhando lado a lado. Para nós, esse acordo reforça o compromisso de longo prazo do Google com o Brasil. O futebol é parte da identidade do nosso país, uma paixão que conecta milhões de pessoas de todas as gerações e regiões. Integrar os benefícios da IA à cultura do futebol é uma oportunidade de inspirar torcedores ao redor do planeta e, ao mesmo tempo, contribuir
para a evolução do esporte que tanto amamos.” – Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil

A fala de Fábio Coelho sinaliza que o acordo vai além de um patrocínio pontual para a Copa. O Google projeta uma relação de longo prazo com o futebol brasileiro — integrando IA à cultura esportiva do país.

O presidente destaca dois eixos: o compromisso institucional do Google com o Brasil e a oportunidade de usar o futebol como plataforma global para IA. A Seleção Brasileira alcança torcedores em todos os continentes.

Como o Google Gemini vai atuar nas seleções?

A implementação do Google Gemini terá papel concreto no trabalho das comissões técnicas. O foco está em três frentes principais:
1. Análise de desempenho: O Gemini ajudará a processar dados físicos e táticos dos atletas. A ferramenta identifica padrões de jogo e gera insights para treinadores.

2. Scouting de adversários: A IA auxiliará na leitura automatizada de partidas dos adversários. É especialmente relevante para a preparação de Carlo Ancelotti para a Copa.

3. Conteúdo digital: O Google terá presença estratégica nas redes sociais da CBF. A marca do Gemini e do Google Busca será integrada aos conteúdos oficiais.

A ferramenta deve ajudar na tomada de decisões estratégicas e na identificação de padrões dos adversários durante o Mundial.

Como o Google aparece? Backdrops, não camisas

Um ponto relevante diferencia a parceria Google e CBF do modelo adotado com a Argentina: a marca do Google não estampará as camisas de treino da Seleção Brasileira durante a Copa de 2026.

A exposição ocorrerá em backdrops de entrevistas coletivas, ativações de marketing e experiências digitais. O Google terá presença nos conteúdos das redes sociais oficiais da CBF — um modelo voltado ao ambiente digital, não ao vestuário.

No caso da Argentina, o Gemini foi definido como “Main Sponsor Global” e estampará os uniformes de treino de todas as categorias. O Google já fechou parcerias com Brasil, Argentina e França para a Copa 2026.

CBF ultrapassa R$ 250 milhões em patrocínios em 2026

A entrada do Google completa um portfólio comercial histórico para a CBF. O conjunto de novos parceiros em 2026 já supera R$ 250 milhões — aproveitando o pico de visibilidade do ano mundialista.  Patrocinadores 2026 – Nike (material esportivo), Itaú, Vivo, Guaraná Antarctica, iFood, Uber, Volkswagen, Sadia, Cimed e Google.

Copa do Mundo a 72 dias

A Copa do Mundo FIFA 2026 começa em 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México. A final ocorre em 19 de julho nos Estados Unidos. O Brasil estreia em 13 de junho contra o Marrocos.

O anúncio aconteceu em Orlando, onde a delegação de Ancelotti se preparava para o amistoso contra a Croácia. A presença do Google no ecossistema da Seleção começa imediatamente — antes mesmo de o Mundial ter início.

O Mundial Feminino de 2027 também está no horizonte do contrato. Arthur Elias e a Seleção Feminina terão acesso às mesmas ferramentas de IA disponibilizadas pelo Google para as categorias masculinas.

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Aena assume Galeão e se torna maior operadora de aeroportos do Brasil

Aena assume o Aeroporto do Galeão por R$ 2,9 bilhões e se torna a maior operadora de aeroportos do Brasil, com 18 unidades sob gestão.
Reprodução/Linkedin

A Aena foi declarada vencedora do leilão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão. A operação consolida a empresa como maior operadora de aeroportos do Brasil.

A proposta vencedora foi de R$ 2,9 bilhões. O leilão ocorreu na B3, em São Paulo, dentro do processo de venda da concessionária.

Expansão estratégica no Brasil

Com a incorporação do Galeão, a Aena passa a administrar 18 aeroportos no país. A empresa amplia sua presença em diferentes regiões.

A concessão do aeroporto vai até maio de 2039. A conclusão da operação depende de aprovações regulatórias e deve ocorrer em 2026.

Importância do Galeão no cenário nacional

O Aeroporto do Galeão é o terceiro mais movimentado do Brasil. Em 2025, registrou 17,8 milhões de passageiros.

Do total, 5,7 milhões foram passageiros internacionais. O terminal é uma das principais portas de entrada aérea do país.  Além disso, o aeroporto tem forte atuação em carga aérea. Foram cerca de 68 mil toneladas movimentadas no período.

Modelo de rede e sinergia operacional

A Aena adota um modelo de gestão baseado em rede. A estratégia combina aeroportos internacionais, regionais e unidades especializadas.

Esse modelo permite ganhos de eficiência e integração operacional. A empresa busca ampliar conectividade e otimizar recursos.

Presença consolidada no país

A Aena atua no Brasil há seis anos. A operação local inclui aeroportos estratégicos como Congonhas e Recife.  Com o Galeão, a empresa ultrapassa 62 milhões de passageiros sob gestão. A marca Aena Brasil se fortalece no mercado.

Investimentos e financiamento

A operação será parcialmente financiada por recursos próprios. O restante virá de crédito junto a instituições financeiras locais.  Em 2025, a Aena já havia garantido financiamento recorde de R$ 5,7 bilhões no setor aeroportuário brasileiro.

Estratégia global e posicionamento

Segundo a empresa, a aquisição reforça sua estratégia internacional. O Brasil é considerado mercado-chave para crescimento.  A companhia busca gerar valor para acionistas e fortalecer sua posição global no setor de infraestrutura aeroportuária.

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