O Rio Open 2026 entra para a história ao reunir, pela primeira vez, seis brasileiros na chave principal de simples. Jogando em casa, no Jockey Club Brasileiro, a nova geração do tênis nacional busca protagonismo diante da torcida. No entanto, do outro lado da rede, a tradicional escola argentina de saibro chega embalada e apontada como favorita ao título.
Brasil aposta na nova geração
Entre os representantes brasileiros estão João Fonseca, atualmente 38º do ranking da ATP e principal cabeça de chave nacional; Thiago Monteiro, 208º do mundo e veterano do torneio; Gustavo Heide, que vem subindo no circuito Challenger; Igor Marcondes, que garantiu vaga após boa campanha no qualifying; Guto Miguel, jovem promessa que recebeu wild card; e João Lucas Reis, outro talento emergente do país.
O grupo simboliza um momento de renovação do tênis brasileiro, com atletas jovens buscando espaço entre os principais nomes do ranking mundial.
Argentina chega forte e com histórico vencedor
Se o Brasil tem a força da torcida, a Argentina traz tradição e resultados recentes no saibro. Entre os principais nomes estão:
- Sebastián Báez – atual top 32 da ATP e bicampeão do Rio Open (2024 e 2025), consolidando domínio em terras brasileiras;
- Francisco Cerúndolo – top 19 do ranking e campeão do ATP de Buenos Aires – Argentina Open 2026;
- Mariano Navone – integrante do top 80 e campeão do circuito preparatório Road to Australia Tennis;
- Thiago Tirante – presença constante entre os 100 melhores do mundo;
- Román Andrés Burruchaga – campeão do Costa do Sauípe Open 2025;
- Camilo Ugo Carabelli – destaque do circuito sul-americano e presença frequente no top 100;
- Francisco Comesaña – jovem em ascensão no ranking da ATP, com campanhas consistentes no saibro;
- Tomás Martín Etcheverry – integrante do top 50 mundial, finalista de ATPs no saibro e um dos nomes mais sólidos da nova geração argentina.

©fotojump
A escola argentina é reconhecida mundialmente pela formação de especialistas no saibro. Seus atletas percorrem o circuito internacional com consistência e acumulam campanhas sólidas em ATPs 250, 500 e até Masters 1000.
Duelo regional movimenta o ATP 500
O Rio Open, único ATP 500 da América do Sul, torna-se palco de um clássico regional: Brasil x Argentina. De um lado, a juventude brasileira apoiada por arquibancadas lotadas; do outro, a tradição argentina moldada nas quadras lentas.



























