{"id":5883,"date":"2019-01-31T20:37:51","date_gmt":"2019-01-31T22:37:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/?p=5883"},"modified":"2019-01-31T20:37:54","modified_gmt":"2019-01-31T22:37:54","slug":"desemprego-cai-em-2018-com-crescimento-da-informalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/2019\/01\/31\/desemprego-cai-em-2018-com-crescimento-da-informalidade\/","title":{"rendered":"Desemprego cai em 2018 com crescimento da informalidade"},"content":{"rendered":"\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o (11,6%) no trimestre m\u00f3vel encerrado em dezembro de 2018, caiu -0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre julho a setembro de 2018 (11,9%). Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017 (11,8%), o quadro \u00e9 de estabilidade. J\u00e1 a taxa m\u00e9dia anual recuou 0,4 ponto percentual, de 12,7%, em 2017, para 12,3% em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>popula\u00e7\u00e3o desocupada<\/strong> (12,2 milh\u00f5es) caiu -2,4% (menos 297 mil pessoas) frente ao trimestre de julho a setembro de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve estabilidade. Entre 2014 e 2018, o contingente m\u00e9dio passou de 6,7 para 12,8 milh\u00f5es (mais 6,1 milh\u00f5es de pessoas), ou seja, quase dobrou (alta de 90,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>popula\u00e7\u00e3o ocupada<\/strong> (93,0 milh\u00f5es) aumentou 0,4% (mais 381 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de julho a setembro de 2018 e 1,0% (894 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o a igual trimestre de 2017. O ano de 2018 (91,9 milh\u00f5es) teve alta de 1,3% na m\u00e9dia deste contingente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 de 2017 (90,6 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho<\/strong> (23,9%) caiu -0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (24,2%). No confronto com o mesmo trimestre de 2017 (23,9%), houve estabilidade. A m\u00e9dia anual desta taxa subiu 0,5 ponto percentual, de 23,9%, em 2017, para 24,4%, em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>popula\u00e7\u00e3o subutilizada<\/strong> (27,0 milh\u00f5es) apresentou estabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de julho a setembro 2018. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017, esse grupo cresceu 2,1% (mais de 560 mil pessoas). A m\u00e9dia anual de subutilizados passou de 15,5 milh\u00f5es em 2014 para 27,4 milh\u00f5es em 2018 (alta de 76,8% ou 11,9 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>n\u00famero de pessoas desalentadas<\/strong> (4,7 milh\u00f5es) ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre julho a setembro de 2018 e subiu 8,1% frente ao mesmo trimestre de 2017 (mais 355 mil pessoas). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia anual, houve um aumento de 209,1% em quatro anos: de 1,9 milh\u00f5es em 2014 para 4,7 milh\u00f5es em 2018 (mais 3,2 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p>O<strong> percentual de pessoas desalentadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho ou desalentada<\/strong> (4,3%) ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior e aumentou 0,3 p.p. contra o mesmo trimestre de 2017 (4,0%). Em quatro anos, a m\u00e9dia anual cresceu 2,7 p.p.: de 1,6%, em 2014, para 4,3%, em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>n\u00famero de empregados no setor privado com carteira assinada<\/strong> (exclusive trabalhadores dom\u00e9sticos) foi de 33,0 milh\u00f5es de pessoas, ficando est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es. Nas m\u00e9dias anuais, de 2014 para 2018, houve queda de -10,1% (3,6 milh\u00f5es). J\u00e1 o <strong>n\u00famero de empregados sem carteira assinada<\/strong> (11,5 milh\u00f5es) subiu 3,8% (mais 427 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017, permanecendo est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior. Entre as m\u00e9dias anuais de 2014 para 2018, houve um aumento de 7,8% (mais 811 mil pessoas) nesse contingente.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero de<strong> trabalhadores por conta pr\u00f3pria<\/strong> (23,8 milh\u00f5es) subiu 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (mais 352 mil pessoas) e 2,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017 (mais 650 mil pessoas). Nas m\u00e9dias anuais, em 2012, trabalhavam por conta pr\u00f3pria cerca de 22,8% (ou 20,4 milh\u00f5es de trabalhadores) da popula\u00e7\u00e3o ocupada. Em 2018, esse percentual subiu para 25,4% (ou 23,3 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero de <strong>empregadores<\/strong> (4,5 milh\u00f5es de pessoas) ficou est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es. J\u00e1 a m\u00e9dia anual de 2012 para 2018 subiu 24,4% (mais 867 mil pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>A categoria dos <strong>trabalhadores dom\u00e9sticos<\/strong> (6,3 milh\u00f5es de pessoas) ficou est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es. De 2014 a 2018, cerca de 269 mil pessoas (alta de 4,5%) se inseriram nesta posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>rendimento m\u00e9dio real habitual<\/strong> (R$ 2.254) ficou est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es. Na m\u00e9dia anual, de 2012 para 2018, houve alta de 5,1% e, contra 2014, varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,7%. \u00a0A <strong>massa de rendimento real habitual<\/strong> (R$ 204,6 bilh\u00f5es) tamb\u00e9m ficou est\u00e1vel nas duas compara\u00e7\u00f5es. Na m\u00e9dia anual, houve aumento de 9,0% entre 2012 e 2018. O material de apoio da PNAD Cont\u00ednua mensal est\u00e1 \u00e0 direita.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>taxa de composta de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho<\/strong> (Percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas e na for\u00e7a de trabalho potencial em rela\u00e7\u00e3o a For\u00e7a de trabalho ampliada) foi de 23,9% no trimestre encerrado em dezembro, com varia\u00e7\u00e3o de -0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (24,2%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2017, quando a taxa foi de 23,6%, o quadro foi de estabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>No trimestre encerrado em dezembro, havia aproximadamente 27,0 milh\u00f5es de <strong>pessoas subutilizadas<\/strong> no Brasil. Este contingente apresentou estabilidade frente ao trimestre imediatamente anterior, quando a subutiliza\u00e7\u00e3o foi estimada em 27,3 milh\u00f5es de pessoas. No confronto com igual trimestre de 2017, quando havia 26,4 milh\u00f5es de pessoas subutilizadas, houve varia\u00e7\u00e3o de 2,1%, um adicional de 560 mil pessoas subutilizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de <strong>pessoas subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas<\/strong> foi estimado em aproximadamente 6,9 milh\u00f5es no trimestre fechado em dezembro, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre de 2017, houve alta de 7,0%, quando havia no Brasil 6,5 milh\u00f5es de pessoas subocupadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente <strong>fora da for\u00e7a de trabalho<\/strong> foi estimado em 65,4 milh\u00f5es de pessoas. Esta popula\u00e7\u00e3o permaneceu est\u00e1vel frente ao trimestre anterior. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre do ano anterior, houve expans\u00e3o de 1,1% (acr\u00e9scimo de 733 mil pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de <strong>pessoas desalentadas<\/strong> foi estimado em aproximadamente 4,7 milh\u00f5es, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do de 2017, houve varia\u00e7\u00e3o positiva (8,1%), com 4,4 milh\u00f5es de pessoas desalentadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Percentual de pessoas desalentadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho ou desalentada<\/strong> foi estimado em 4,3%, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (4,3%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa foi de 4,0%, o quadro foi de alta (0,3 ponto percentual).<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>contingente na for\u00e7a de trabalho<\/strong> (pessoas ocupadas e desocupadas) foi de 105,2 milh\u00f5es de pessoas. Este grupo permaneceu est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior e cresceu 0,7% (acr\u00e9scimo de 778 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de <strong>pessoas ocupadas<\/strong> foi de aproximadamente 93,0 milh\u00f5es. Essa estimativa aumentou 0,4% (mais 381 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 1,0% (adicional de 894 mil pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>n\u00edvel da ocupa\u00e7\u00e3o<\/strong> (percentual de pessoas ocupadas na popula\u00e7\u00e3o em idade de trabalhar) foi de 54,5% e ficou est\u00e1vel em ambas as compara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de <strong>empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada<\/strong> (exclusive trabalhadores dom\u00e9sticos), foi de 33,0 milh\u00f5es de pessoas, est\u00e1vel frente ao trimestre anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017, tamb\u00e9m houve estabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A categoria <strong>dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada<\/strong> (11,5 milh\u00f5es de pessoas) ficou est\u00e1vel frente ao trimestre anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 3,8% (mais 427 mil pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>trabalhadores por conta pr\u00f3pria <\/strong>(23,8 milh\u00f5es de pessoas) cresceram 1,5% na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior (mais 352 mil pessoas). Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, houve alta de 2,8% (adicional de 650 mil pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>A categoria dos <strong>empregadores<\/strong> (4,5 milh\u00f5es de pessoas) ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2017. A categoria dos <strong>trabalhadores dom\u00e9sticos <\/strong>(6,3 milh\u00f5es de pessoas) tamb\u00e9m ficou est\u00e1vel no confronto com o trimestre anterior e frente ao mesmo per\u00edodo de 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>empregados no setor p\u00fablico<\/strong> (inclusive servidores estatut\u00e1rios e militares) foram 11,6 milh\u00f5es de pessoas, est\u00e1veis frente ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>rendimento m\u00e9dio real habitualmente recebido<\/strong> em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi de R$ 2.254, est\u00e1vel frente ao trimestre anterior e ao mesmo per\u00edodo de 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, a <strong>for\u00e7a de trabalho<\/strong> no Brasil (104,7 milh\u00f5es de pessoas) cresceu 0,8% (mais 816 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o a 2017. Enquanto ocupa\u00e7\u00e3o expandiu (+1,2 milh\u00e3o) e a desocupa\u00e7\u00e3o reduziu 398 mil. Frente a 2012, a for\u00e7a de trabalho do Pa\u00eds cresceu 8,4%, o que representou aumento de 8,1 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>popula\u00e7\u00e3o ocupada<\/strong> (91,9 milh\u00f5es) registrou expans\u00e3o de 1,3% (mais 1,2 milh\u00f5es) em rela\u00e7\u00e3o a 2017 (90,6 milh\u00f5es). Em rela\u00e7\u00e3o a 2014, quando a popula\u00e7\u00e3o ocupada foi estimada 92,1 milh\u00f5es, a redu\u00e7\u00e3o foi de 252 mil pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>De 2014 a 2018, a <strong>popula\u00e7\u00e3o desocupada<\/strong> passou de 6,7 para 12,8 milh\u00f5es (aumentou em 6,1 milh\u00f5es), ou seja, quase dobrou (90,3%). Foi em 2014 que o mercado de trabalho brasileiro registrou os menores n\u00edveis de desocupa\u00e7\u00e3o desde o in\u00edcio da s\u00e9rie da pesquisa (2012). No confronto de 2018 com o ano anterior, verificou-se redu\u00e7\u00e3o de 398 mil (-3,0%) nesta estimativa. A redu\u00e7\u00e3o em 2018 interrompeu a trajet\u00f3ria de crescimento anual que ocorria na popula\u00e7\u00e3o desocupada desde 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>Em consequ\u00eancia do aumento no contingente de ocupados e a queda na desocupa\u00e7\u00e3o, a <strong>taxa de desocupa\u00e7\u00e3o<\/strong> passou de 12,7% em 2017, para 12,3% em 2018, representando, portanto, a revers\u00e3o da tend\u00eancia de crescimento existente desde 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o menor patamar em 2017 (53,9%), o <strong>n\u00edvel da ocupa\u00e7\u00e3o<\/strong> voltou a crescer em 2018 (54,1%). Contudo, ainda permaneceu distante da taxa de 2014, quando atingiu 56,9%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Subutiliza\u00e7\u00e3o da For\u00e7a de Trabalho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o desocupada, o contingente de <strong>pessoas subutilizadas<\/strong> na for\u00e7a de trabalho no Brasil aumentou 3,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2017, com 27,4 milh\u00f5es de pessoas em 2018, a maior <strong>taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong> (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas e na for\u00e7a de trabalho potencial&nbsp; em rela\u00e7\u00e3o a for\u00e7a de trabalho ampliada) da s\u00e9rie (24,4%). A menor taxa da s\u00e9rie ocorreu 2014 (15,1%).<\/p>\n\n\n\n<p>O crescimento da subutiliza\u00e7\u00e3o foi influenciado pela expans\u00e3o da <strong>popula\u00e7\u00e3o subocupada por insufici\u00eancia de horas trabalhadas<\/strong>, que passou de 6,0 milh\u00f5es em 2017 para 6,6 milh\u00f5es em 2018. Frente a 2014, o grupo dos subocupados apresentou expans\u00e3o de 2,1 milh\u00f5es de pessoas (45,7%) e dos desocupados cerca de 6,1 milh\u00f5es de pessoas (90,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de <strong>pessoas desalentadas<\/strong> foi estimado em aproximadamente 4,7 milh\u00f5es em 2018, maior valor da s\u00e9rie. Em rela\u00e7\u00e3o a 2017, o crescimento foi de 13,4%. A menor estimativa para essa popula\u00e7\u00e3o ocorreu em 2014 (1,5 milh\u00e3o de pessoas). Dessa forma, em 4 anos, o contingente de desalentados no Brasil aumentou em 3,2 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Formas de inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2012, havia no Brasil 34,3 milh\u00f5es de <strong>empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada<\/strong>; em 2014 este contingente atingiu o patamar mais alto da s\u00e9rie (36,6 milh\u00f5es). Quatro anos depois, 3,7 milh\u00f5es de trabalhadores deixam de ter a carteira de trabalho assinada e o Brasil passa ter 32,9 milh\u00f5es de trabalhadores nesta categoria.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo no in\u00edcio da implanta\u00e7\u00e3o da PNAD Cont\u00ednua foi notado um movimento de queda dos <strong>empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado<\/strong>, algo observado at\u00e9 2015, quando houve revers\u00e3o da tend\u00eancia. O ano de 2018 foi encerrado com 11,2 milh\u00f5es de empregados sem carteira de trabalho, o maior contingente da s\u00e9rie.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2012, havia 6,1 milh\u00f5es <strong>empregados dom\u00e9sticos<\/strong>, grupo que teve seu menor contingente em 2014 (6,0 milh\u00f5es). Em 2018, esta categoria alcan\u00e7ou 6,2 milh\u00f5es, ou seja, em quatro anos entraram nesta forma de inser\u00e7\u00e3o do mercado cerca de 269 mil pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero de <strong>empregadores<\/strong> atingiu 4,4 milh\u00f5es em 2018. A compara\u00e7\u00e3o com 2012 apontou um crescimento de 24,4%, ou seja, acr\u00e9scimo de 867 mil pessoas. \u00c9 importante registrar que esse aumento se deu, principalmente, na faixa dos pequenos empregadores envolvidos em atividades voltadas para a informalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho por<strong> conta pr\u00f3pria<\/strong> que envolvia, em 2012, 22,8% dos trabalhadores (20,4 milh\u00f5es), passou a totalizar 23,3 milh\u00f5es em 2018, correspondendo, portanto, a 25,4% dos ocupados. O acr\u00e9scimo da participa\u00e7\u00e3o desta categoria se deu em fun\u00e7\u00e3o do aumento de 2,9 milh\u00f5es de trabalhadores por conta pr\u00f3pria em rela\u00e7\u00e3o a 2012. Destaca-se ainda que, em rela\u00e7\u00e3o a 2014, foi observado um crescimento de 2,0 milh\u00f5es nesta forma de inser\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Grupamentos de atividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Constru\u00e7\u00e3o<\/strong> foi o grupamento que mais perdeu trabalhadores levando em conta a transi\u00e7\u00e3o de 2017 (6,8 milh\u00f5es) para 2018 (6,7 milh\u00f5es), com redu\u00e7\u00e3o de 2,4%. Em sete anos este grupamento perdeu 798 mil trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Na <strong>Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura<\/strong>, em 2018, havia 8,5 milh\u00f5es de trabalhadores, contingente praticamente est\u00e1vel frente ao registrado no ano anterior (8,6 milh\u00f5es). Em rela\u00e7\u00e3o a 2012, quando esse grupamento alcan\u00e7ava 10,3 milh\u00f5es de pessoas, a queda foi de 17,4% (menos 1,8 milh\u00e3o de pessoas).<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Ind\u00fastria geral<\/strong> fechou o ano de 2018 com 11,8 milh\u00f5es de trabalhadores. Em sete anos, sofreu redu\u00e7\u00e3o em seu contingente de 1,3 milh\u00e3o.&nbsp; Em rela\u00e7\u00e3o a 2014, quando havia neste grupamento cerca de 13,2 milh\u00f5es de trabalhadores, a queda foi ainda maior: 1,4 milh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No <strong>Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas<\/strong> havia, em 2018, 17,5 milh\u00f5es de trabalhadores. Este \u00e9 um dos poucos grupos que t\u00eam mantido certa estabilidade no n\u00famero de trabalhadores, principalmente em fun\u00e7\u00e3o da maior adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 informalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Estavam no grupamento de <strong>Transporte, armazenagem e correio<\/strong>, em 2018, cerca de 4,7 milh\u00f5es de trabalhadores. Este grupo tem apresentado altas em seu contingente nos \u00faltimos anos que podem estar associadas ao crescimento do n\u00famero de \u201cmotoristas de aplicativo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No grupamento do <strong>Alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong> estavam inseridos, em 2018, cerca de 5,3 milh\u00f5es de trabalhadores. Foi um dos poucos grupamentos a ter avan\u00e7o expressivo nos \u00faltimos 7 anos: cerca de 1,5 milh\u00e3o de pessoas (alta de 38,2%). Em rela\u00e7\u00e3o a 2014, o crescimento foi de 1,1 milh\u00e3o, ou seja, 25,6%. Esta varia\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada, principalmente, \u00e0 \u00e1rea de servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o, sobretudo no que se refere ao trabalho ambulante.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupamento da <strong>Informa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e atividades financeiras, imobili\u00e1rias, profissionais e administrativas<\/strong>, que recuou em 2016, voltou a crescer em 2017 e, em 2018, atingiu 10,1 milh\u00f5es de trabalhadores, mas ainda abaixo de 2014 (10,3 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p>Na <strong>Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais<\/strong>, havia 16,1 milh\u00f5es de trabalhadores em 2018, apontando crescimento de cerca de 1,6 milh\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2012 (10,8%) e 970 mil em rela\u00e7\u00e3o a 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos <strong>Outros servi\u00e7os<\/strong>, em 2018, havia cerca de 4,8 milh\u00f5es de trabalhadores, 25,7% a mais que em 2012, e 15,2% acima de 2014. A tend\u00eancia de alta neste grupamento se justifica, principalmente, por sua forte ader\u00eancia a postos de trabalho voltados para informalidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rendimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Rendimento m\u00e9dio real de todos os trabalhos<\/strong> habitualmente recebido pelas pessoas com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.243, apresentando estabilidade em rela\u00e7\u00e3o a estimativa de 2017 (R$ 2.230). Na compara\u00e7\u00e3o com 2012, foi registrado aumento de 5,1%. Entretanto, em rela\u00e7\u00e3o a 2014 o quadro foi de estabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Massa de rendimento m\u00e9dio real de todos os trabalhos<\/strong> habitualmente recebido pelas pessoas com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 200.954 bilh\u00f5es, ficando praticamente est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o a 2017. Na compara\u00e7\u00e3o com 2012, foi registrado avan\u00e7o de 9,0%. Entretanto, em rela\u00e7\u00e3o a 2014, o quadro foi de estabilidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o (11,6%) no trimestre m\u00f3vel encerrado em dezembro de 2018, caiu -0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre julho a setembro de 2018 (11,9%). Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre de 2017 (11,8%), o quadro \u00e9 de estabilidade. 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