{"id":2511,"date":"2018-10-04T16:48:32","date_gmt":"2018-10-04T19:48:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/?p=2511"},"modified":"2018-10-04T16:48:32","modified_gmt":"2018-10-04T19:48:32","slug":"por-tres-anos-seguidos-brasil-fecha-mais-empresas-do-que-abre-revela-pesquisa-do-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/2018\/10\/04\/por-tres-anos-seguidos-brasil-fecha-mais-empresas-do-que-abre-revela-pesquisa-do-ibge\/","title":{"rendered":"Por tr\u00eas anos seguidos, Brasil fecha mais empresas do que abre, revela pesquisa do IBGE"},"content":{"rendered":"<p>Em 2016, a taxa de entrada das empresas (rela\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de empresas que entraram no mercado e o total de empresas) caiu pela s\u00e9tima vez consecutiva, chegando em 14,5%, o menor valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2008. A taxa de sa\u00edda (rela\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de empresas que fecharam e o total de empresas) ap\u00f3s cair entre 2014 e 2015, voltou a crescer em 2016, passando de 15,7% para 16,1%.<\/p>\n<p>Pelo terceiro ano seguido, o saldo no total de empresas ficou negativo, registrando um decr\u00e9scimo de 1,6% no n\u00famero de empresas (70,8 mil a menos). Al\u00e9m disso, o pessoal assalariado caiu 4,8%, o que representa 1,6 milh\u00e3o de pessoas a menos. Esta foi a segunda queda seguida no pessoal assalariado.<\/p>\n<p>Em 2016, 38,0% das empresas que nasceram em 2011 ainda estavam ativas no mercado, inferior \u00e0s taxas de sobreviv\u00eancia de empresas nascidas entre 2008 e 2010. As se\u00e7\u00f5es de atividades das empresas que apresentaram as mais altas taxas de sobreviv\u00eancia foram Sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (55,8%) e Atividades imobili\u00e1rias (49,4%). J\u00e1 a taxa de sobreviv\u00eancia do Com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas, ap\u00f3s cinco anos de atividade, foi a mais baixa (36,1%).<\/p>\n<p>O Com\u00e9rcio tamb\u00e9m foi a atividade que apresentou tanto os maiores ganhos como as maiores perdas em pessoal ocupado assalariado provenientes dos movimentos de entrada e sa\u00edda de empresas em 2016. A atividade revelou, contudo, ganho absoluto no pessoal ocupado assalariado, com um saldo positivo de 81,1 mil pessoas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 30,7% dos novos empregos foram gerados nessa atividade, que concentrou 227,3 mil das 739,38 mil ocupa\u00e7\u00f5es assalariadas geradas pelas empresas que entraram em atividade em 2016. Ressalta-se, ainda, que o com\u00e9rcio \u00e9 a atividade com o maior n\u00famero de empresas ativas (1,9 milh\u00e3o).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao empreendedorismo, em 2016, existiam 20.998 empresas de alto crescimento, que ocupavam 2,7 milh\u00f5es de pessoas assalariadas. As empresas de alto crescimento s\u00e3o aquelas que aumentaram o n\u00famero de empregados pelo menos 20% ao ano, em m\u00e9dia, por tr\u00eas anos consecutivos, e tinham 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 18,6% no n\u00famero de empresas de alto crescimento e de 23,6% no seu pessoal ocupado assalariado. Mesmo representando apenas 0,9% das empresas com pessoas assalariadas, elas ocuparam o equivalente a 8,3% do pessoal assalariado nessas empresas.<\/p>\n<p>As empresas de alto crescimento do ano de refer\u00eancia 2016 cresceram 176,2% em pessoal assalariado entre 2013 e 2016, um incremento de 1,7 milh\u00e3o de postos de trabalho. Destes, 1,3 milh\u00e3o concentraram-se em cinco atividades: atividades administrativas e servi\u00e7os complementares (438,6 mil), ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (300,5 mil), com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (267,0 mil), constru\u00e7\u00e3o (171,8 mil) e transporte, armazenagem e correio (133,3 mil).<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o dessas empresas por atividade econ\u00f4mica, as tr\u00eas principais se\u00e7\u00f5es foram com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (25,9%); ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (18,2%); e atividades administrativas e servi\u00e7os complementares (11,7%).<\/p>\n<p>Estes s\u00e3o alguns dos destaques do estudo Demografia das Empresas e Estat\u00edsticas de Empreendedorismo 2016. O estudo analisa a din\u00e2mica empresarial atrav\u00e9s de indicadores de entrada, sa\u00edda, reentrada e sobreviv\u00eancia das empresas no mercado, pessoal ocupado assalariado, estat\u00edsticas das empresas de alto crescimento e gazelas (empresas de alto crescimento com at\u00e9 cinco anos de idade no ano de refer\u00eancia) al\u00e9m de indicadores relativos \u00e0s unidades locais das empresas e atividades.<\/p>\n<p>Saiba mais sobre o estudo na Sala de Imprensa da Ag\u00eancia IBGE Not\u00edcias.<\/p>\n<p>Mercado perde 70,8 mil empresas entre 2015 e 2016<\/p>\n<p>Em 2016, 648,5 mil empresas entraram no mercado, em um universo de 4,5 milh\u00f5es de empresas ativas, o que representa uma taxa de entrada de 14,5%. Esta \u00e9 a s\u00e9tima queda consecutiva na taxa de entrada, atingindo o menor valor da s\u00e9rie. O maior foi registrado em 2009 (22,2%).<\/p>\n<p>J\u00e1 a taxa de sa\u00edda, ap\u00f3s atingir o maior valor da s\u00e9rie em 2014 (20,7%) e cair em 2015 (15,7%), voltou a crescer em 2016, ficando em 16,1%. A menor taxa de sa\u00edda da s\u00e9rie foi observada em 2013 (14,6%).<br \/>\nAssim, pelo terceiro ano seguido, o saldo no total de empresas ficou negativo, registrando um decr\u00e9scimo de 1,6% no n\u00famero de empresas (70,8 mil a menos).<\/p>\n<p>A taxa de sobreviv\u00eancia, por sua vez, cresceu e chegou a 85,5%, maior valor da s\u00e9rie, representando 3,8 milh\u00f5es de empresas que continuaram ativas de 2015 para 2016. Em 2009, as empresas apresentaram a menor taxa de sobreviv\u00eancia da s\u00e9rie (77,8%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"7\">N\u00famero de empresas\u00a0e respectivas taxas, por tipos de eventos demogr\u00e1ficos &#8211; Brasil &#8211; 2008-2016<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th rowspan=\"3\">Ano<\/th>\n<th colspan=\"6\">Tipos de eventos demogr\u00e1ficos<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th rowspan=\"2\">Ativas<\/th>\n<th colspan=\"2\">Sobreviventes<\/th>\n<th colspan=\"2\">Entradas<\/th>\n<th>Sa\u00eddas<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th>Total<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<th>Total<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2008<\/td>\n<td>4 077 662<\/td>\n<td>3 188 176<\/td>\n<td>78,2<\/td>\n<td>\u00a0889 486<\/td>\n<td>21,8<\/td>\n<td>17,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2009<\/td>\n<td>4 268 930<\/td>\n<td>3 322 254<\/td>\n<td>77,8<\/td>\n<td>\u00a0946 676<\/td>\n<td>22,2<\/td>\n<td>17,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2010<\/td>\n<td>4 530 583<\/td>\n<td>3 531 460<\/td>\n<td>77,9<\/td>\n<td>\u00a0999 123<\/td>\n<td>22,1<\/td>\n<td>16,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2011<\/td>\n<td>4 538 347<\/td>\n<td>3 666 543<\/td>\n<td>80,8<\/td>\n<td>\u00a0871 804<\/td>\n<td>19,2<\/td>\n<td>19,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2012<\/td>\n<td>4 598 919<\/td>\n<td>3 738 927<\/td>\n<td>81,3<\/td>\n<td>\u00a0859 992<\/td>\n<td>18,7<\/td>\n<td>17,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2013<\/td>\n<td>4 775 098<\/td>\n<td>3 903 435<\/td>\n<td>81,7<\/td>\n<td>\u00a0871 663<\/td>\n<td>18,3<\/td>\n<td>14,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2014<\/td>\n<td>4 557 411<\/td>\n<td>3 831 140<\/td>\n<td>84,1<\/td>\n<td>\u00a0726 271<\/td>\n<td>15,9<\/td>\n<td>20,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2015<\/td>\n<td>4 552 431<\/td>\n<td>3 843 787<\/td>\n<td>84,4<\/td>\n<td>\u00a0708 644<\/td>\n<td>15,6<\/td>\n<td>15,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2016<\/td>\n<td>4 481 596<\/td>\n<td>3 833 122<\/td>\n<td>85,5<\/td>\n<td>\u00a0648 474<\/td>\n<td>14,5<\/td>\n<td>16,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"7\">Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Metodologia das Estat\u00edsticas de Empresas, Cadastros e Classifica\u00e7\u00f5es, Cadastro Central de Empresas 2005-2016.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por atividade econ\u00f4mica, entre 2015 e 2016, a taxa de entrada caiu em 17 das 18 se\u00e7\u00f5es. As atividades com maiores taxas de entrada foram atividades financeiras, de seguros e servi\u00e7os relacionados (20,2%); atividades imobili\u00e1rias (19,5%); atividades profissionais, cient\u00edficas e t\u00e9cnicas (19,4%); constru\u00e7\u00e3o (18,5%); e informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (18,4%). As menores taxas foram registradas em ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (10,5%); com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (12,6%); e ind\u00fastrias extrativas (12,9%), que s\u00e3o as atividades com as maiores taxas de sobreviv\u00eancia: 89,5%, 87,4% e 87,1%, respectivamente.<\/p>\n<p>J\u00e1 a taxa de sa\u00edda cresceu em 12 se\u00e7\u00f5es. As maiores taxas foram observadas em eletricidade e g\u00e1s (26,3%); constru\u00e7\u00e3o (21,1%); informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (19,6%); e outras atividades de servi\u00e7os (19,3%). As menores taxas est\u00e3o nas se\u00e7\u00f5es de sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (9,6%); educa\u00e7\u00e3o (12,9%); e ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (13,8%).<\/p>\n<p><strong>Pessoal assalariado nas empresas cai pelo segundo ano consecutivo<\/strong><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com 2015, o total de pessoal assalariado caiu 4,8%, com 1,6 milh\u00e3o de pessoas a menos. Esta foi a segunda queda seguida no pessoal assalariado. As entradas acrescentaram 739,3 mil pessoas assalariadas e as sa\u00eddas tiraram 507,1 mil. J\u00e1 as empresas sobreviventes ocupavam 31,2 milh\u00f5es de pessoas assalariadas.<\/p>\n<p>Assim, 97,7% do pessoal ocupado assalariado estava nas empresas sobreviventes e 2,3%, nas empresas entrantes. J\u00e1 as empresas que sa\u00edram do mercado levaram o correspondente a 1,6% do pessoal assalariado.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"7\">Pessoal\u00a0ocupado assalariado e respectivas taxas, por tipos de eventos demogr\u00e1ficos &#8211; Brasil &#8211; 2008-2016<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th rowspan=\"3\">Ano<\/th>\n<th colspan=\"6\">Tipos de eventos demogr\u00e1ficos<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th rowspan=\"2\">Ativas<\/th>\n<th colspan=\"2\">Sobreviventes<\/th>\n<th colspan=\"2\">Entradas<\/th>\n<th>Sa\u00eddas<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th>Total<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<th>Total<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<th>Taxas<br \/>\n(%)<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2008<\/td>\n<td>26 978 086<\/td>\n<td>26 160 232<\/td>\n<td>97,0<\/td>\n<td>\u00a0817 854<\/td>\n<td>3,0<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2009<\/td>\n<td>28 238 708<\/td>\n<td>27 373 575<\/td>\n<td>96,9<\/td>\n<td>\u00a0865 133<\/td>\n<td>3,1<\/td>\n<td>1,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2010<\/td>\n<td>30 821 123<\/td>\n<td>29 797 370<\/td>\n<td>96,7<\/td>\n<td>1 023 753<\/td>\n<td>3,3<\/td>\n<td>1,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2011<\/td>\n<td>32 706 200<\/td>\n<td>31 726 069<\/td>\n<td>97,0<\/td>\n<td>\u00a0980 131<\/td>\n<td>3,0<\/td>\n<td>1,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2012<\/td>\n<td>33 915 323<\/td>\n<td>32 964 847<\/td>\n<td>97,2<\/td>\n<td>\u00a0950 476<\/td>\n<td>2,8<\/td>\n<td>1,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2013<\/td>\n<td>35 050 524<\/td>\n<td>34 162 830<\/td>\n<td>97,5<\/td>\n<td>\u00a0887 694<\/td>\n<td>2,5<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2014<\/td>\n<td>35 220 894<\/td>\n<td>34 373 780<\/td>\n<td>97,6<\/td>\n<td>\u00a0847 114<\/td>\n<td>2,4<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2015<\/td>\n<td>33 623 393<\/td>\n<td>32 845 567<\/td>\n<td>97,7<\/td>\n<td>\u00a0777 826<\/td>\n<td>2,3<\/td>\n<td>1,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2016<\/td>\n<td>32 011 930<\/td>\n<td>31 272 598<\/td>\n<td>97,7<\/td>\n<td>\u00a0739 332<\/td>\n<td>2,3<\/td>\n<td>1,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"7\">Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordena\u00e7\u00e3o de Metodologia das Estat\u00edsticas de Empresas, Cadastros e Classifica\u00e7\u00f5es, Cadastro Central de Empresas 2005-2016.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novas empresas geraram 739,3 mil postos assalariados<\/strong><\/p>\n<p>Do total de 739,3 mil ocupa\u00e7\u00f5es assalariadas geradas pelas empresas que entraram em atividade em 2016, 227,3 mil (30,7%) foram provenientes de com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas; 95,5 mil (12,9%) de alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o; 88,8 mil (15,6%) de ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o e 76,8 mil (10,4%) de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao total de 507,1 mil assalariados das empresas que sa\u00edram do mercado, 146,2 mil (28,8%) estavam no com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas; 79,3 mil (15,6%), nas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o; e 71,5 mil (14,1%), na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As atividades que tiveram os maiores ganhos relativos de pessoal ocupado assalariado foram artes, cultura, esporte e recrea\u00e7\u00e3o (3,0 pontos percentuais); alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o (2,7 pontos percentuais); e informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (1,7 pontos percentuais). Em termos absolutos, o com\u00e9rcio foi a atividade com maior ganho de pessoal assalariado (81,1 mil).<\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3s cinco anos de atividade, 38,0% das empresas sobrevivem<\/strong><\/p>\n<p>Do total de 660,9 mil empresas que nasceram em 2011, 492,8 mil (75,2%) sobreviveram em 2012; 426,2 mil (64,5%), at\u00e9 2013; 346,8 mil (52,5%), at\u00e9 2014; 300,2 mil (45,4%), at\u00e9 2015; e 251,1 mil (38,0%) sobreviveram at\u00e9 2016. Assim, ap\u00f3s cinco anos da entrada no mercado, 38,0% das empresas criadas em 2011 sobreviveram at\u00e9 2016.<\/p>\n<p>Observou-se, tamb\u00e9m, que empresas com mais pessoas ocupadas tendem a permanecer mais tempo no mercado, enquanto nas faixas de menor porte as taxas de sobreviv\u00eancia s\u00e3o menores. Ap\u00f3s cinco anos da entrada no mercado, a sobreviv\u00eancia foi de 31,1% nas empresas sem pessoal assalariado, 55,7% na faixa de 1 a 9 pessoas assalariadas, e 65,2% na faixa de 10 ou mais pessoas assalariadas.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, as se\u00e7\u00f5es de atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobreviv\u00eancia foram sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (55,8%) e atividades imobili\u00e1rias (49,4%). J\u00e1 a taxa de sobreviv\u00eancia do com\u00e9rcio, ap\u00f3s cinco anos de atividade, foi a mais baixa (36,1%).<\/p>\n<p><strong>Sul e Sudeste apresentam as maiores taxas de sobreviv\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>As 4,5 milh\u00f5es de empresas ativas, em 2016, tinham 5,0 milh\u00f5es de unidades locais ativas, que ocupavam 32 milh\u00f5es de assalariados.<\/p>\n<p>Metade (50,1%) das unidades locais estavam no Sudeste; 22,5%, no Sul; 15,4%, no Nordeste; 8,2%, no Centro-Oeste; e 3,7%, na regi\u00e3o Norte. Do total de unidades locais, 4,2 milh\u00f5es eram sobreviventes em rela\u00e7\u00e3o a 2015 (85,5%), 711,9 mil (14,5%) foram entradas e as sa\u00eddas totalizaram 781,4 mil (15,9%) de unidades.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Sul (87,2%) e Sudeste (85,7%) tiveram as maiores taxas de sobreviv\u00eancia, contudo as maiores taxas de entrada e sa\u00edda estavam nas regi\u00f5es Norte (18,3% e 19,3%), Nordeste (16,1% e 16,7%) e Centro-Oeste (15,9% e 16,4%), assim como as menores taxas de sobreviv\u00eancia (81,7%, 83,9% e 84,1%, respectivamente).<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores valores de pessoal ocupado assalariado correspondentes \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novas empresas, representando 51,0% e 18,2%, respectivamente, do total vinculado \u00e0s entradas no mercado em 2016.<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de empresas de alto crescimento cai 18,6% em 2016 e \u00e9 o menor desde 2008<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016, existiam, no Brasil, 20.998 empresas de alto crescimento, que ocupavam 2,7 milh\u00f5es de pessoas assalariadas, pagavam R$ 70,7 bilh\u00f5es em sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es e um sal\u00e1rio m\u00e9dio mensal de 3,0 sal\u00e1rios m\u00ednimos. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 18,6% no n\u00famero de empresas de alto crescimento, de 23,6% no pessoal ocupado assalariado nessas empresas e de 21,8% nos sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es pagos por elas, em valores nominais.<\/p>\n<p>Desde 2013, a quantidade de empresas de alto crescimento est\u00e1 caindo. O total de 2016 (20.998) \u00e9 o menor da s\u00e9rie, iniciada em 2008, e est\u00e1 67,7% abaixo do n\u00famero de empresas de alto crescimento registrado em 2012 (35.206), o maior da s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Em 2016, a distribui\u00e7\u00e3o das empresas de alto crescimento por atividade econ\u00f4mica mostrou que as tr\u00eas principais se\u00e7\u00f5es foram com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (25,9%); ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (18,2%); e atividades administrativas e servi\u00e7os complementares (11,7%). As duas primeiras se\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m se destacaram por elevadas taxas de participa\u00e7\u00e3o em 2014 e 2015. Contudo, a se\u00e7\u00e3o constru\u00e7\u00e3o, que estava na terceira coloca\u00e7\u00e3o nos dois anos, recuou para a quarta coloca\u00e7\u00e3o em 2016, com 9,8% das empresas.<\/p>\n<p><strong>Empresas de alto crescimento concentram 8,3% do pessoal assalariado<\/strong><\/p>\n<p>As empresas de alto crescimento representavam 0,9% das empresas com pessoas ocupadas assalariadas e 4,6% das empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas. No entanto, apesar da baixa representatividade, elas ocuparam o equivalente a 8,3% do pessoal assalariado nas empresas ativas com pessoas ocupadas assalariadas e pagaram 7,1% dos sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essas participa\u00e7\u00f5es, no entanto, tamb\u00e9m v\u00eam caindo ao longo da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Em 2008, representavam 16,7% do pessoal assalariado (4,5 milh\u00f5es) e 16,0% dos sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es (R$69,4 bilh\u00f5es). A partir de 2013, houve redu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua tanto em termos absolutos quanto relativos em ambas as vari\u00e1veis. De 2013 para 2016, o pessoal assalariado passou de 5,0 milh\u00f5es para 2,7 milh\u00f5es de pessoas e a participa\u00e7\u00e3o relativa caiu de 14,2% para 8,3%. Os sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es passaram de R$ 107,5 bilh\u00f5es para R$ 70,7 bilh\u00f5es e a participa\u00e7\u00e3o relativa se reduziu de 12,6% para 7,1% no per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Em tr\u00eas anos, empresas de alto crescimento de 2016 geraram 1,7 milh\u00e3o de postos assalariados<\/strong><\/p>\n<p>O pessoal assalariado das empresas de alto crescimento do ano de refer\u00eancia 2016 cresceu 176,2%, passando de 966,7 mil pessoas assalariadas, em 2013, para 2,7 milh\u00f5es, em 2016, um incremento de 1,7 milh\u00e3o de pessoas ocupadas assalariadas.<\/p>\n<p>Destes, 1,3 milh\u00e3o concentraram-se em cinco atividades: atividades administrativas e servi\u00e7os complementares (438,6 mil), ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o (300,5 mil), com\u00e9rcio; repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (267,0 mil), constru\u00e7\u00e3o (171,8 mil) e transporte, armazenagem e correio (133,3 mil).<\/p>\n<p>Em termos relativos, as atividades que tiveram maior aumento de pessoal assalariado foram: sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (231,0%), artes, cultura, esporte e recrea\u00e7\u00e3o (227,0%), ind\u00fastrias extrativas (220,8%), atividades administrativas e servi\u00e7os complementares (202,6%) e atividades profissionais, cient\u00edficas e t\u00e9cnicas (189,7%).<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de empresas gazelas cai 23,5% em 2016<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016, existiam 2.723 empresas gazelas, empresas de alto crescimento com at\u00e9 cinco anos de idade no ano de refer\u00eancia. Elas absorveram 240,5 mil pessoas assalariadas e pagaram R$ 6,8 bilh\u00f5es em sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es. As gazelas representavam 13,0% do total de empresas de alto crescimento.<\/p>\n<p>Esses valores foram os mais baixos da s\u00e9rie. Em compara\u00e7\u00e3o com 2015, houve uma forte redu\u00e7\u00e3o em todas as vari\u00e1veis, com queda de 23,5% no n\u00famero de empresas, 22,6% no pessoal ocupado assalariado e 15,7% no total de sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es, em termos nominais.<\/p>\n<p>A representatividade das empresas gazelas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas se manteve est\u00e1vel entre 2008 e 2014, em torno de 1,0%, declinando para 0,7% em 2015 e 0,6% em 2016.<\/p>\n<p><strong>Mais da metade do pessoal assalariado nas empresas de alto crescimento est\u00e1 no Sudeste<\/strong><\/p>\n<p>As 20,9 mil empresas alto crescimento, em 2016, tinham 45,7 mil de unidades locais ativas, que ocupavam 2,7 milh\u00f5es de assalariados. Quase metade das unidades locais das empresas de alto crescimento encontrava-se no Sudeste (49,1%), seguida pelas regi\u00f5es Sul (19,7%), Nordeste (17,5%), Centro-Oeste (8,5%) e Norte (5,2%).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao pessoal ocupado nas unidades locais das empresas de alto crescimento, 50,5% estavam no Sudeste, 20,3% no Nordeste, 15,0% no Sul, 9,0% no Centro-Oeste e 5,2% na regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2016, a taxa de entrada das empresas (rela\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de empresas que entraram no mercado e o total de empresas) caiu pela s\u00e9tima vez consecutiva, chegando em 14,5%, o menor valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2008. 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