{"id":12606,"date":"2019-11-19T00:36:14","date_gmt":"2019-11-18T20:36:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/?p=12606"},"modified":"2019-11-19T00:36:18","modified_gmt":"2019-11-18T20:36:18","slug":"ibge-aumenta-o-percentual-de-estudantes-pretos-ou-pardos-no-nivel-superior-mas-a-desigualdade-de-cor-ou-raca-permanece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cidademarketing.com.br\/marketing\/2019\/11\/19\/ibge-aumenta-o-percentual-de-estudantes-pretos-ou-pardos-no-nivel-superior-mas-a-desigualdade-de-cor-ou-raca-permanece\/","title":{"rendered":"IBGE: Aumenta o percentual de estudantes pretos ou pardos no n\u00edvel superior, mas a desigualdade de cor ou ra\u00e7a permanece"},"content":{"rendered":"\n<p>Em 2018, no Brasil, os pretos ou pardos passaram a ser 50,3% dos estudantes de ensino superior da rede p\u00fablica, por\u00e9m, como formavam a maioria da popula\u00e7\u00e3o (55,8%), permaneceram sub-representados.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, entre a popula\u00e7\u00e3o preta ou parda de 18 a 24 anos que estudava, o percentual cursando ensino superior aumentou de 2016 (50,5%) para 2018 (55,6%), mas ainda ficou abaixo do percentual de brancos da mesma faixa et\u00e1ria (78,8%).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse mesmo per\u00edodo, o percentual de jovens de 18 a 24 anos pretos ou pardos com menos de 11 anos de estudo e que n\u00e3o frequentava escola caiu de 2016 (30,8%) para 2018 (28,8%). Esse indicador era de 17,4% entre os brancos, em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>No mercado de trabalho, os pretos ou pardos representavam 64,2% da popula\u00e7\u00e3o desocupada e 66,1% da popula\u00e7\u00e3o subutilizada. E, enquanto 34,6% dos trabalhadores brancos estavam em ocupa\u00e7\u00f5es informais, entre os pretos ou pardos esse percentual era de 47,3%.<\/p>\n\n\n\n<p>O rendimento m\u00e9dio mensal das pessoas brancas ocupadas (R$2.796) foi 73,9% superior ao da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda (R$1.608). Os brancos com n\u00edvel superior completo ganhavam por hora 45% a mais do que os pretos ou pardos com o mesmo n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A desigualdade tamb\u00e9m estava presente na distribui\u00e7\u00e3o de cargos gerenciais, somente 29,9% deles eram exercidos por pessoas pretas ou pardas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de renda, os pretos ou pardos representavam 75,2% do grupo formado pelos 10% da popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos e apenas 27,7% dos 10% da popula\u00e7\u00e3o com os maiores rendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto 44,5% da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda vivia em domic\u00edlios com a aus\u00eancia de pelo menos um servi\u00e7o de saneamento b\u00e1sico, entre os brancos, esse percentual era de 27,9%.<\/p>\n\n\n\n<p>Pretos ou pardos s\u00e3o mais atingidos pela viol\u00eancia. Em todos os grupos et\u00e1rios, a taxa de homic\u00eddios dos pretos ou pardos superou a dos brancos. A taxa de homic\u00eddios para pretos ou pardos de 15 a 29 anos chegou a 98,5 em 2017, contra 34,0 para brancos. Para os jovens pretos ou pardos do sexo masculino, a taxa foi 185,0.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 igualdade de cor ou ra\u00e7a na representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, apenas 24,4% dos deputados federais, 28,9% dos deputados estaduais e 42,1% dos vereadores eleitos eram pretos ou pardos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses dados s\u00e3o do estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Ra\u00e7a no Brasil, que faz uma an\u00e1lise das desigualdades entre brancos e pretos ou pardos ligadas ao trabalho, \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de renda, \u00e0 moradia, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0 representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Acesse a publica\u00e7\u00e3o completa e o material de apoio para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>As an\u00e1lises desse estudo est\u00e3o concentradas somente nas desigualdades entre brancos e pretos ou pardos, devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas impostas pela baixa representa\u00e7\u00e3o dos ind\u00edgenas e amarelos no total da popula\u00e7\u00e3o brasileira quando se utilizam dados amostrais. Em 2018, 43,1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira era branca; 9,3%, preta; e 46,5%, parda. Esses tr\u00eas grupos juntos representavam 99% do total de moradores do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o: Aumenta o percentual de estudantes pretos ou pardos no n\u00edvel superior, mas a desigualdade de cor ou ra\u00e7a permanece<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre os jovens pretos ou pardos de 18 a 24 anos que estudavam, a propor\u00e7\u00e3o cursando ensino superior, etapa adequada a essa faixa et\u00e1ria, aumentou de 2016 (50,5%) para 2018 (55,6%), por\u00e9m esse patamar ainda ficou abaixo dos 78,8% de estudantes brancos da mesma faixa et\u00e1ria no ensino superior.<\/p>\n\n\n\n<p>De todo modo, em 2018, no Brasil, os estudantes pretos ou pardos passaram a compor a maioria nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior da rede p\u00fablica (50,3%). Entretanto, como formavam 55,9% da popula\u00e7\u00e3o total do pa\u00eds, seguiram sub-representados.<\/p>\n\n\n\n<p>Na popula\u00e7\u00e3o de jovens de 18 a 24 anos, frequentando ou n\u00e3o institui\u00e7\u00e3o de ensino, o percentual de brancos que frequentava ou j\u00e1 havia conclu\u00eddo o ensino superior (36,1%) era quase o dobro do de jovens pretos ou pardos (18,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa de ingresso no n\u00edvel superior (percentual da popula\u00e7\u00e3o que concluiu ao menos o ensino m\u00e9dio e que entrou no ensino superior, independentemente de t\u00ea-lo conclu\u00eddo ou n\u00e3o) dos pretos ou pardos era de 35,4% e dos brancos, 53,2%.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a taxa de conclus\u00e3o do ensino m\u00e9dio (propor\u00e7\u00e3o de pessoas de 20 a 22 anos que conclu\u00edram esse n\u00edvel) da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda era de 61,8% e a dos brancos, 76,8%. Embora as mulheres apresentem melhores indicadores educacionais que os homens de mesma cor ou ra\u00e7a, a taxa de conclus\u00e3o do ensino m\u00e9dio dos homens brancos (72,0%) era maior que a das mulheres pretas ou pardas (67.6%).<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os jovens de 18 a 24 anos com ensino m\u00e9dio completo que n\u00e3o estavam frequentando a escola por terem que trabalhar ou procurar trabalho, 61,8% eram pretos ou pardos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxa de analfabetismo de pretos ou pardos diminuiu de 9,8% (2016) para 9,1% (2018), mas ainda \u00e9 maior que a de brancos (3,9%)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2016 e 2018, a taxa de analfabetismo das pessoas pretas ou pardas de 15 anos ou mais passou de 9,8% para 9,1%, mas ainda \u00e9 maior que a de brancos (3,9%). Nesse mesmo per\u00edodo, a propor\u00e7\u00e3o de pessoas de 25 anos ou mais com pelo menos ensino m\u00e9dio completo subiu de 37,3% para 40,3%. J\u00e1 entre a popula\u00e7\u00e3o branca, esse percentual era de 55,8%.<\/p>\n\n\n\n<p>A frequ\u00eancia \u00e0 creche ou escola de crian\u00e7as pretas ou pardas de 0 a 5 anos aumentou de 49,1% (2016) para 53,0% (2018), enquanto a de crian\u00e7as brancas era de 55,8%. Praticamente n\u00e3o havia diferen\u00e7a entre a propor\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as de 6 a 10 anos brancas (96,5%) e pretas ou pardas (95,8%) cursando os anos iniciais do ensino fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p>Indicativo do abandono escolar, a propor\u00e7\u00e3o de pessoas de 18 a 24 anos pretas ou pardas com menos de 11 anos de estudo e que n\u00e3o frequentavam escola caiu de 30,8% (2016) para 28,8% (2018). Esse percentual era de 17,4% entre os brancos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mercado de trabalho: 64% dos desocupados s\u00e3o pretos ou pardos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, os pretos ou pardos representavam 54,9% da for\u00e7a de trabalho no pa\u00eds (57,7 milh\u00f5es de pessoas) e os brancos, 43,9% (46,1 milh\u00f5es). Entretanto, a popula\u00e7\u00e3o preta ou parda representava 64,2% dos desocupados e 66,1% dos subutilizados. Al\u00e9m disso, enquanto 34,6% da popula\u00e7\u00e3o ocupada de cor branca estava em ocupa\u00e7\u00f5es informais, para os trabalhadores pretos ou pardos, este percentual atingiu 47,3%.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa composta de subutiliza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o preta e parda (29,0%) era maior do que a dos brancos (18,8%). A desigualdade persistia mesmo quando considerado o recorte por n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o. Entre os que tinham pelo menos o n\u00edvel superior, essa taxa era de 15,0% para os pretos ou pardos e de 11,5% para os brancos e entre os sem instru\u00e7\u00e3o ou com fundamental incompleto: 32,9% e 22,4%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pretos ou pardos recebem menos do que os brancos independentemente do n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O rendimento m\u00e9dio mensal das pessoas ocupadas brancas (R$2.796) foi 73,9% superior ao da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda (R$1.608). Os pretos ou pardos receberam menos do que os trabalhadores de cor branca tanto nas ocupa\u00e7\u00f5es formais, como nas informais.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto o rendimento m\u00e9dio dos ocupados brancos atingiu R$17,0 por hora, o dos pretos ou pardos foi de R$10,1 por hora. Os ocupados pretos ou pardos receberam rendimentos por hora trabalhada inferiores aos dos brancos, independentemente do n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o. Os brancos com n\u00edvel superior completo ganhavam por 45% a mais do que os pretos ou pardos com o mesmo n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 raz\u00e3o de rendimentos, destaca-se a vantagem dos homens brancos sobre as demais combina\u00e7\u00f5es. A maior dist\u00e2ncia ocorre quando comparados \u00e0s mulheres pretas ou pardas, que recebem menos da metade do que os homens brancos (44,4%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Somente 29,9% dos cargos gerenciais s\u00e3o exercidos por pretos ou pardos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de brancos (68,6%) em cargos gerenciais era maior que a de pretos ou pardos (29,9%), em 2018. Somente no Norte (61,1%) e no Nordeste (56,3%), a propor\u00e7\u00e3o de pretos ou pardos em cargos gerenciais era maior. Mas como tais percentuais s\u00e3o inferiores aos da propor\u00e7\u00e3o de pretos ou pardos na popula\u00e7\u00e3o ocupada em geral destas regi\u00f5es (78,0% e 74,1%), caracteriza-se, tamb\u00e9m, a sub-representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A divis\u00e3o em cinco classes de rendimento do trabalho principal evidencia que, quanto mais alto o rendimento, menor \u00e9 a ocorr\u00eancia de pessoas pretas ou pardas ocupadas em cargos gerenciais. Na classe de renda mais elevada, somente 11,9% das pessoas ocupadas com cargos gerenciais eram pretas ou pardas e 85,9%, brancas. Por outro lado, nos cargos gerenciais de renda mais baixa, havia 45,3% de pretos ou pardos e 53,2% de brancos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Distribui\u00e7\u00e3o de renda: Pretos ou pardos representam 75,2% do grupo formado pelos 10% da popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, entre os 10% da popula\u00e7\u00e3o com os maiores rendimentos, apenas 27,7% eram pretos ou pardos. Por outro lado, os pretos ou pardos representavam 75,2% do grupo formado pelos 10% da popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos. O rendimento m\u00e9dio domiciliar per capita da popula\u00e7\u00e3o branca (R$1.846) era quase duas vezes maior do que o da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda (R$934).<\/p>\n\n\n\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de pretos ou pardos com rendimento inferior \u00e0s linhas de pobreza, propostas pelo Banco Mundial, foi mais que o dobro da propor\u00e7\u00e3o de brancos. Na linha de US$ 5,50 di\u00e1rios, a taxa de pobreza era 15,4% para brancos e 32,9% para pretos ou pardos. J\u00e1 na linha de extrema pobreza, enquanto 3,6% das pessoas brancas tinham rendimentos inferiores a US$ 1,90 di\u00e1rios, 8,8% da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda estava abaixo desta linha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es de moradia: 44,5% dos pretos ou pardos vivem em domic\u00edlios com a aus\u00eancia de pelo menos um servi\u00e7o de saneamento b\u00e1sico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Censo de 2010 verificou que no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, 18,7% dos pretos ou pardos residiam em aglomerados subnormais, enquanto entre os brancos esse percentual era de 7,3%. J\u00e1 no munic\u00edpio do Rio de Janeiro, 30,5% dos pretos e pardos residiam em aglomerados subnormais, enquanto o percentual entre os brancos foi de 14,3%.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, 44,5% da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda vivia em domic\u00edlios com a aus\u00eancia de pelo menos um servi\u00e7o de saneamento b\u00e1sico (coleta de lixo, abastecimento de \u00e1gua por rede e esgotamento sanit\u00e1rio por rede). J\u00e1 entre os brancos, esse percentual era de 27,9%.<\/p>\n\n\n\n<p>O adensamento domiciliar excessivo (mais de tr\u00eas moradores para cada c\u00f4modo utilizado como dormit\u00f3rio no domic\u00edlio) ocorreu entre pretos ou pardos em uma frequ\u00eancia (7,0%) quase duas vezes maior daquela verificada entre brancos (3,6%). J\u00e1 o \u00f4nus excessivo com aluguel (valor do aluguel iguala ou ultrapassa 30% da renda domiciliar) atingiu 5,0% dos pretos ou pardos e 4,6% dos brancos.<\/p>\n\n\n\n<p>A ocorr\u00eancia dessas duas inadequa\u00e7\u00f5es \u00e9 muito mais comum entre arranjos domiciliares formados por mulheres sem c\u00f4njuge e com filho(s) de at\u00e9 14 anos. Entre a popula\u00e7\u00e3o preta ou parda integrante de arranjos desse tipo, a exist\u00eancia de adensamento excessivo era de 11,9% e a de \u00f4nus excessivo com aluguel, 13,6%.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, 44,8% da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda residia em domic\u00edlios sem m\u00e1quina de lavar, enquanto entre os brancos esse percentual era de 21,0%. Ind\u00edcio de que a popula\u00e7\u00e3o preta ou parda, em especial as mulheres, tem maior carga de trabalho dom\u00e9stico, como a lavagem de roupa, dentre outros trabalhos n\u00e3o remunerados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Viol\u00eancia: pretos ou pardos t\u00eam 2,7 vezes mais chances de ser v\u00edtima de homic\u00eddio do que brancos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A taxa de homic\u00eddios (quociente entre o n\u00famero total de homic\u00eddios registrados no Sistema de Informa\u00e7\u00f5es de Mortalidade \u2013 SIM &#8211; do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para um determinado ano e a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds no mesmo ano, multiplicado por 100 mil habitantes) no Brasil, em 2017, foi 16,0 para brancos e 43,4 para pretos ou pardos. Ou seja, uma pessoa preta ou parda tinha 2,7 vezes mais chances de ser v\u00edtima de homic\u00eddio do que uma pessoa branca.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9rie hist\u00f3rica revela ainda que, enquanto a taxa manteve-se est\u00e1vel para os brancos, ela aumentou para os pretos ou pardos entre 2012 (37,2) e 2018 (43,4), o que representa cerca de 255 mil mortes por homic\u00eddio registradas no SIM em seis anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em todos os grupos et\u00e1rios, a taxa de homic\u00eddios dos pretos ou pardos superou a dos brancos. A taxa de homic\u00eddios para pretos ou pardos de 15 a 29 anos chegou a 98,5 em 2017, contra 34,0 para brancos. Para os jovens pretos ou pardos do sexo masculino, a taxa foi 185,0.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais da metade dos alunos pretos ou pardos estudavam em estabelecimentos localizados em \u00e1rea de risco em termos de viol\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Pesquisa Nacional de Sa\u00fade do Escolar (PeNSE) 2015 traz uma s\u00e9rie de indicadores a respeito dos estudantes que frequentam o 9\u00ba ano do ensino fundamental, que revelam que pretos ou pardos vivenciavam mais experi\u00eancias violentas do que brancos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando perguntados se haviam estado envolvidos em briga na qual alguma pessoa usou arma de fogo, nos 30 dias anteriores \u00e0 pesquisa, a resposta foi afirmativa para 4,9% dos estudantes brancos e para 6,2% dos pretos ou pardos. Quando a briga tinha uso de arma branca, os percentuais foram 7,0% e 8,4%, respectivamente. Al\u00e9m disso, 13,1% dos estudantes brancos e 15,1% dos pretos ou pardos haviam sido agredidos fisicamente por um adulto da fam\u00edlia alguma vez, nos 30 dias anteriores \u00e0 pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a PeNSE 2015, 13,1% dos estudantes brancos do 9\u00ba ano do ensino fundamental e 15,4% dos pretos ou pardos n\u00e3o compareceram \u00e0 escola por falta de seguran\u00e7a no trajeto casa-escola ou na escola, nos 30 dias anteriores \u00e0 pesquisa. Mais da metade dos alunos pretos ou pardos (53,9%) estudavam em estabelecimentos localizados em \u00e1rea de risco em termos de viol\u00eancia, entre os estudantes brancos, esse percentual foi de 45,7%. A diferen\u00e7a \u00e9 mais acentuada quando comparados os estudantes de escolas privadas pretos ou pardos (40,7%) e brancos (29,5%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica: apenas 24,4% dos deputados federais, 28,9% dos deputados estaduais e 42,1% dos vereadores eleitos s\u00e3o pretos ou pardos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, o quadro atual \u00e9 de sub-representa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o preta ou parda na C\u00e2mara dos Deputados, nas assembleias legislativas estaduais e nas c\u00e2maras de vereadores: apenas 24,4% dos deputados federais e 28,9% dos deputados estaduais eleitos em 2018 e 42,1% dos vereadores eleitos em 2016 no pa\u00eds eram pretos ou pardos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma situa\u00e7\u00e3o de perfeito equil\u00edbrio, a raz\u00e3o entre a propor\u00e7\u00e3o de parlamentares pretos ou pardos eleitos por uma unidade e a propor\u00e7\u00e3o de pessoas de mesma cor ou ra\u00e7a seria igual a 1,0. Por\u00e9m, em todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o essa raz\u00e3o foi menor do que 1,0 nas elei\u00e7\u00f5es de 2018. Amazonas (0,93) e Rond\u00f4nia alcan\u00e7aram o menor n\u00edvel de sub-representa\u00e7\u00e3o (0,90). Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul n\u00e3o tiverem nenhum deputado federal eleito que tenha se declarado preto ou pardo \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel atribuir a sub-representa\u00e7\u00e3o desse grupo populacional unicamente a uma aus\u00eancia de candidaturas dispon\u00edveis, pelo menos no que tange \u00e0s elei\u00e7\u00f5es legislativas proporcionais de 2014 a 2018. H\u00e1 uma propor\u00e7\u00e3o maior de candidaturas de pessoas pretas ou pardas para os cargos de deputado federal (41,8%), deputado estadual (49,6%) e vereadores (48,7%) do que candidatos com esse perfil efetivamente eleitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, enquanto 9,7% das candidaturas a deputado federal de pessoas brancas dispuseram de receitas iguais ou superiores a 1 milh\u00e3o de reais, entre as candidaturas de pessoas pretas ou pardas apenas 2,7% contaram com pelo menos esse valor. Dentre as candidaturas que dispuseram de receita igual ou superior a 1 milh\u00e3o de reais, apenas 16,2% eram de candidatos pretos ou pardos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, as mulheres pretas ou pardas constitu\u00edram 2,5% dos deputados federais e 4,8% dos deputados estaduais eleitos e, em 2016, 5,0% dos vereadores. Consideradas apenas as eleitas mulheres, eram 16,9%, 31,1% e 36,8%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>CidadeMarketing com informa\u00e7\u00f5es do IBGE.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2018, no Brasil, os pretos ou pardos passaram a ser 50,3% dos estudantes de ensino superior da rede p\u00fablica, por\u00e9m, como formavam a maioria da popula\u00e7\u00e3o (55,8%), permaneceram sub-representados. 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