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João Ciaco assume a Casa Fiat de Cultura

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João Batista Ciaco, presidente da Casa Fiat de Cultura e José Eduardo de Lima Pereira, Conselheiro Cultural da Casa Fiat de Cultura - Foto Leo Lara

A Casa Fiat de Cultura, importante centro de exposições e difusão das artes situado no Circuito Cultural Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, apresenta seu novo presidente: João Batista Ciaco. O executivo, que é o diretor de Brand Marketing Communication da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, sucede no cargo a José Eduardo de Lima Pereira, que respondeu pela entidade desde sua criação em 2006 e agora passa a atuar como Conselheiro Cultural.

 

O presidente da FCA para a América Latina e do Conselho Deliberativo da Casa Fiat de Cultura, Antonio Filosa, anunciou a transição na instituição e destacou: “Estamos cada vez mais comprometidos e conectados com Minas. A Casa Fiat de Cultura é uma expressão do compromisso da Fiat com o desenvolvimento social, humano e cultural através da difusão da arte”.

 

Criada em 2006 como um espaço cultural de acesso gratuito e universal, a Casa Fiat de Cultura já mobilizou um público de 2,5 milhões de visitantes em suas exposições. “Ao longo dos 12 anos em que foi dirigida por José Eduardo de Lima Pereira – ele mesmo um pioneiro na trajetória da Fiat em Minas Gerais – a Casa Fiat de Cultura tornou-se um ponto de encontro da inteligência, consolidou-se como um difusor da cultura e, acima de tudo, como um espaço de relacionamento da Fiat com a comunidade que tão bem a acolheu 42 anos atrás”, afirmou João Batista Ciaco. Para ele, assumir a presidência da Casa Fiat de Cultura com todo este acúmulo de significados é uma grande responsabilidade.

“Acreditamos sobretudo na importância e na força da arte para a formação das pessoas, para a educação dos jovens e para o aprimoramento da própria sociedade”, acrescentou o novo presidente.

Duas mil obras apresentadas em 47 exposições

Desde sua criação, a Casa Fiat de Cultura realizou 47 exposições nacionais e internacionais, por meio das quais apresentou mais de 2 mil obras, apreciadas por 2,5 milhões de visitantes, além de onze itinerâncias, que contemplaram cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Buenos Aires.

Para José Eduardo de Lima Pereira, que passa a atuar como Conselheiro Cultural, a principal contribuição da Casa Fiat de Cultura no período foi a contínua formação de público para as artes. “Pudemos colocar ao alcance de todas as pessoas a melhor arte produzida no mundo, fruto de séculos e movimentos os mais diversos, abrangendo do Renascimento ao Barroco, do Futurismo à Arte Digital”, relatou Lima Pereira.

Sobre a transição na presidência da instituição, ele ressaltou: “Conheço João Ciaco há muitos anos, sei de sua enorme capacidade de trabalho e sensibilidade às nuances culturais. Fico feliz de vê-lo à frente da Casa e será um prazer colaborar com entusiasmo para a sua atuação”.

A nova diretoria da Casa Fiat de Cultura

 A administração da Casa Fiat de Cultura passa a ser exercida pela Diretoria Executiva composta por:   João Ciaco, presidente; Emanuele Cappellano (diretor Administrativo-Financeiro da FCA para a América Latina),   Fernão Silveira (diretor de Comunicação e Sustentabilidade da FCA para a América Latina) e   Márcio Lima (diretor Jurídico e de Business Development da FCA para a América Latina). O Conselho Deliberativo é integrado por:  Antonio Filosa, Presidente do Conselho; Erica Baldini, Conselheira (e diretora de Recursos Humanos da FCA para a América Latina); e José Eduardo de Lima Pereira, Conselheiro Cultural.

Sobre João Batista Ciaco

João Batista Ciaco é diretor de Brand Marketing Communication da FCA para a América Latina e responsável pelas áreas de Marketing e Publicidade para as marcas Fiat, Jeep, Dodge, Ram, Chrysler, Alfa Romeo, Maserati, Abarth e Mopar na região. É graduado em Engenharia e Administração de Empresas, com pós-graduação em Marketing pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (EAESP-SP) e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.

Ciaco também é pesquisador do Centro de Pesquisas Sociossemióticas (CPS). Atuou como jurado brasileiro na categoria Creative Effectiveness no 59th Cannes Lions International Festival of Creativity e no New York Festival. Em 2013 foi o presidente do júri de Efetividade Criativa do FIAP – Festival Iberoamericano de la Publicidad. Foi presidente da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) por quatro anos e hoje faz parte do conselho do órgão. Como executivo da FCA, conquistou importantes títulos, como o de Anunciante do Ano em 2010, no 27° Prêmio Colunistas SP, e também em 2007, o Prêmio Caboré.

O primeiro espaço cultural de uma empresa de automóveis no Brasil

No dia 7 de fevereiro de 2006, era criado o primeiro espaço cultural de uma empresa de automóveis no Brasil. A chegada da Casa Fiat de Cultura a Belo Horizonte (MG) revelou-se um marco não apenas para a cidade, mas também para o cenário artístico-cultural do país.

Naquele ano, a Fiat completava 30 anos em território brasileiro, e, como presente à população, dedicava-se à fundação de uma “casa brasileira e italiana”, que viria a se consolidar como alternativa à produção cultural do eixo Rio-São Paulo, com grandes exposições de padrão internacional. Há 12 anos, a Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural mineiro e brasileiro, ao apresentar, em Belo Horizonte, algumas das mais relevantes e prestigiadas exposições já realizadas no Brasil.

Sobre a Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura destaca-se como uma das principais iniciativas de relacionamento da Fiat com a sociedade. Resultado da evolução do seu compromisso com o desenvolvimento sociocultural do país, a instituição foi inaugurada em 2006, em Belo Horizonte, e é pioneira por ser o primeiro centro cultural do Brasil criado por uma empresa do setor automobilístico.

Reconhecida pela produção de grandes exposições de arte, com alto valor histórico, artístico e educativo, a Casa Fiat de Cultura se consolidou como um dos principais centros culturais do Brasil, inserindo Minas Gerais no roteiro das artes do país.

Neste 12 anos de atuação, foram realizadas as mostras Arte Italiana do Masp (2006); Speed – A Arte da Velocidade (2007); Amilcar de Castro (2008); Com que roupa eu vou (2008); A Arte dos Mapas (2008); Olhar Viajante (2008); O mundo mágico de Marc Chagall – O sonho e a vida (2009); Rodin, do Ateliê ao Museu (2009); Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas (2010); Olhar e Ser Visto (2011); Tarsila e o Brasil dos Modernistas (2011); Roma – A Vida e os Imperadores (2011); De Chirico: O Sentimento da Arquitetura (2012); Caravaggio e seus seguidores (2012); Barroco Itália Brasil – Prata e Ouro (2014); Recosturando Portinari (2014); Quase Poema – Cartas e Outras Escrituras Drummondianas (2014); Fernando Pacheco – Atelier em Movimento (2015); Uma Certa Itália – 15 Artistas do Piemonte (2015); Re-Conhecimento – A Gravura Norueguesa Contemporânea (2015); Umberto Nigi – Cores Cidadãs do Mundo (2015); Formas do Moderno (2016); Yara Tupynambá – Pintando a Natureza (2016); Almanaque – Pinturas de Miguel Gontijo (2016); Ensaios Visuais do Piemonte (2016); Do Outro Lado do Desenho – Leo Santana (2016); Renascimento Gráfico (2016); Pequenos Formatos, Pequenos Gestos (2016); Prazer e Morte – A Escultura Atemporal de Marco Aurélio R. Guimarães (2017); Ritratti di Commercianti (2017); Transformar, deformar, dissipar (2017); Nem tudo tem que ser pra sempre (2017); Sylvio Coutinho mostra Belo Horizonte na Casa Fiat de Cultura (2017); Hanami/Mbotyra epiak: um olhar sobre flores (2017); O Tempo dos Sonhos – Arte Aborígene Contemporânea da Austrália (2017); O Corpo da Matéria. A Matéria do Corpo. – Paolo Grassino e Luigi Mainolfi (2017); Fuga – Ana Amélia Diniz Camargos (2017); Contaminações Pictóricas (2017/2018); Refúgio Poético (2018); Construções Afetivas – Nello Nuno e Eliana Rangel (2018)Linguagens Híbridas – Bienal de Arte Digital (2018); Por trás do tapume (2018); Inarredáveis! Mulheres Quadrinistas (2018); Cidades e outras passagens na Casa Fiat de Cultura (2018); Estar no mundo, sem ser o mundo (2018); São Francisco na arte de mestres italianos (2018); O que escondo só a mim basta (2018).

Sua contribuição à renovação da produção artística e à formação de público se estende por meio de uma programação diversificada de música, literatura, ciclo de palestras e um Programa Educativo que propõe conceitos e reflexões no diálogo com o público em visitas mediadas e nas práticas promovidas no Ateliê Aberto, um espaço de experimentação artística livre. Por meio de seu núcleo de acessibilidade, dedicado às pessoas com necessidades especiais, oferece atendimento em libras e audiodescrição, materiais em braile, peças em 3D para apreciação tátil e exercícios sensoriais.

A Casa Fiat de Cultura integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Em sua sede no histórico edifício do Palácio dos Despachos apresenta, em caráter permanente, o simbólico painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. Mais de 2,5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 400 mil participaram de suas atividades educativas.

Casa Fiat de Cultura em 12 anos

o   2,5 milhões de visitantes

o   400 mil jovens e crianças atendidos pelo programa educativo

o   47 exposições

o   Mais de 2 mil obras de arte

o   60 curadores internacionais e nacionais

o   Renascimento, Barroco, Surrealismo, Futurismo, Modernismo, Concretismo, Arte Contemporânea e Arte Digital são alguns dos movimentos abordados nas mostras

o   Mais de 100 instituições parceiras em todo o mundo

o   11 itinerâncias realizadas, promovendo a circulação dos acervos e o acesso às exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Buenos Aires

o  1 festival na Itália. Festival Itália-Brasil, realizado entre 2011 e 2013, com a participação de artistas como Nelson Freire, Grupo Uakti, Irmãos Campana, Nicolas Krassik, Grupo Galpão, Toquinho, Yamandu Costa, o artista plástico Vik Muniz, o violoncelista Antonio Meneses e a pianista Maria João, o pianista Eduardo Monteiro, o cravista Bruno Procópio, o barítono Paulo Szot e a exposição sobre o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, a cravista Elisa Freixo e o artista Ernesto Neto.

 

o   5 prêmios de Comunicação e Desenvolvimento Cultural

o   15 catálogos publicados

o   1 residência artística em Arte Digital

o   18 novos artistas contemplados na seleção da Piccola Galleria

o   Maior quadro de Portinari em Minas Gerais, a obra “Civilização Mineira”, de 1959, integra o acervo da Casa Fiat de Cultura

o   4 presépios colaborativos com a participação do público

o   Mais de 200 empregos diretos e indiretos a cada exposição

 

Balanço exposição “São Francisco na arte de mestres italianos”

 

o   2 meses

o   115.600 visitantes

o   Média de 1.700 visitantes por dia

o   20 obras de arte

o   57.395 pessoas atendidas pelo educativo

o   36.696 pessoas atendidas nas visitas mediadas

o   316 pessoas com deficiência atendidas

o   20.580 participantes no Ateliê Aberto

o   11.992 alunos

o   410 escolas

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