Há nove anos, as crianças da classe C no Brasil correspondiam a 33% de todas as crianças do País. Em 2011, esse percentual subiu para 45%, aumento de 12 pontos percentuais, segundo dados do DataPopular. O estudo mostra que, das 49,7 milhões de crianças que existem no Brasil, 22,4 milhões pertencem às famílias da nova classe média. Por outro lado, apenas 4,9 milhões de crianças fazem parte das classes A e B, refletindo fatores como baixos índices de natalidade e forte envelhecimento da população de elite.
Distribuição por estado
Observando a população infantil presente em todo o Brasil, nota-se que o Estado de São Paulo concentra o maior número de crianças brasileiras: são 9,5 milhões. O segundo lugar da lista fica com Minas Gerais, com 4,9 milhões de crianças, seguido por Bahia, Rio de Janeiro e Paraná, com uma população infantil de 4,2 mi, 3,4 mi e 2,7 mi, respectivamente.O DataPopular também revelou que, quando o assunto é a proporção, o Norte se destaca. Em Roraima, por exemplo, 35,6% da população é formada por crianças. No Acre, a taxa é de 35,4%, seguida por Amapá, de 33,8%; Pará, de 33,7%; e Amazonas, com 33,6% da sua população sendo de crianças.
Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul têm as menores concentrações de jovens. A menor proporção encontrada foi no Rio de Janeiro, onde 21,7% da população é formada por crianças. A porcentagem também é pequena em São Paulo (23,1%), Rio Grande do Sul (23,1%), Santa Catarina (23,2%) e Minas Gerais (24,5%).
Fonte: InfoMoney