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15/09/2011 - 23h31

Depois de Bradesco, Caixa e BB reduzem taxas de juro de crédito PJ e PF

Redação

CidadeMarketing com informações do InfoMoney

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Depois do Bradesco foi a vez da Caixa Econômica Federeal e o Banco do Brasil reduzir as taxas de juros em suas linhas de financiamento para consumidor e empresas. Refletindo a queda da Selic (taxa básica de juros), a Caixa está reduzindo em até 0,73 pp ao ano sua taxa para pessoas física e em até 1,53 pp para pessoas jurídicas.  De acordo com comunicado à imprensa, emitido pela instituição, as novas taxas entrarão em vigor a partir da próxima semana. Já o Banco do Brasil reduziu em 0,5 pp ao ano algumas de suas linhas de crédito e a mudança já está em vigor.

 

Produtos contemplados: Caixa Econômica Federal 

Para o segmento de crédito à pessoa física, produtos da família crédito pessoa recuaram 0,73 pp ao ano. Assim, o crédito pessoal, em parcela única, ficou em 4,11% ao mês, o crédito pessoal na conta salário foi para 3,73% ao mês e o CDC (crédito direto ao consumidor) passou para 5,41% ao mês.Também nessa categoria, o CDC turismo foi para 4,93% ao mês e o financiamento destinado a cursos de MBA e pós-graduação foi para 2,31% ao mês.

 

Nas operações de pessoa jurídica, a redução abrange as operações de desconto de títulos, que recuaram 0,87 pp, passando para 1,93% ao mês. A taxa para capital de giro parcelado também recuou, (1,53 pp), atingindo 2,14% ao mês. Já a queda na antecipação de recebíveis caiu 1,14 pp ao ano, o que corresponde a uma taxa d 1,59% ao mês.  "A queda das taxas neste momento vai refletir na manutenção dos níveis de produção, renda e emprego da economia brasileira, além de melhorar o ambiente para os novos negócios" avaliou a Caixa através de nota. De acordo com a instituição, as reduções vão ajudar as empresas, em especial as de pequeno porte, a adquirir recursos em uma época aquecida do ano.  Os demais bancos, sobretudo os maiores do País, como HSBC, Santander e Itaú ainda não possuem previsão para alterar suas taxas.

 

Fonte: InfoMoney

 



 
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