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23/08/2011 - 21h39

Sete universidades brasileiras ficam entre 500 melhores do mundo

Redação

CidadeMarketing com informações da EFE / EcoD

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Um ranking divulgado pela universidade chinesa de Jiao Tong na última semana listou as 500 instituições de ensino superior mais valorizadas no país asiático e incluiu sete universidades brasileiras.  O Ranking Acadêmico de Universidades Mundiais (ARWU, na sigla em inglês) é publicado anualmente e utiliza seis indicadores para avaliar as instituições, entre eles o número de professores e alunos que ganharam prêmios Nobel e outros prêmios em ciências e economia, menções a seus pesquisadores e artigos publicados em jornais científicos.

- Veja a classificação aqui -

 

Entre as brasileiras, a mais bem posicionada foi a Universidade de São Paulo (USP), que ficou entre as 150 melhores do mundo. O segundo lugar entre as brasileiras foi da Universidade de Campinas (Unicamp), que ficou entre as 300 melhores, seguida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), entre as 400 melhores, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ficaram entre as 500.

 

O primeiro lugar geral da lista foi da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O país dominou as 100 primeiras colocações do ranking, sediando inclusive, os quatro centros mais bem posicionados da ARWU (Harvard, Stanford, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Berkeley).  Para a preparação da lista, que exclui ciências humanas, são levadas em conta mil universidades. Destas, apenas a metade entra no ranking - que é publicado desde 2003 e possui grande prestígio na China e reconhecimento do setor acadêmico mundial.  "As universidades latino-americanas e espanholas não registraram mudanças notáveis neste ano em relação ao ranking de 2010", disse à EFE Cheng Yin, diretor do programa do ARWU. Os centros ibero-americanos que se situam nos 200 primeiros postos "foram beneficiados pelos prêmios internacionais que seus professores e graduados receberam e pelo número de teses", disse Cheng.  Seis das sete universidades brasileiras também integraram o ranking das 500 melhores em 2010 (seguindo na mesma classificação de 2011): USP, Unicamp, UFRJ, UFMG e Ufrgs.

 

Apenas a Unifesp passou a integrar a lista

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o fato é resultado da política do governo federal de apoio às universidades e aos institutos federais. "Com efeito, dobramos o número de vagas, criamos mais de 120 campi universitários e interiorizamos o ensino superior", disse o ministro sobre a Unifesp.

 



 
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