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30/06/2011 - 13h11

Google e Universidade de Colúmbia lançam maior mapa marinho já feito em 3D

Redação

EcoD

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Uma parceria entre a Google e a Universidade de Colúmbia expandiu em 50% a abrangência do mapa marinho disponível no Google Earth - serviço de navegação de mapas em três dimensões da Google. Com isso, qualquer internauta pode "mergulhar" em regiões marítimas e ver morros, vulcões marítimos, cordilheiras de montanhas submarinas e grandes depressões que determinam os ecossistemas marinhos.

 

Para aumentar a área, a Google utilizou dados do de topografia global do Observatório Lamont-Doherty Earth em Colúmbia. Foram utilizadas imagens colhidas por quase 500 navios de cruzeiro e 12 diferentes instituições ao longo de 20 anos.

 

Em uma nota divulgada no blog Google's Lat Long, a defende que o mapeamento do fundo do mar é vital para a compreensão de como os tsunamis se difundem pelo planeta. "Um exemplo é o mapa criado pela Administração Nacional Oceanográfica e Atmosférica (NOAA) sobra difusão de tsunamis após o terremoto no Japão, que permite a qualquer pessoa verificar a possível direção das ondas", afirmou.  No programa é possível visualizar cenários como o gigantesco Cânion Hudson, próximo à cidade de Nova York, o Wini Seamount, próximo ao Havaí e o escarpado Mendocino Ridge, de três quilômetros de altura, na costa do Pacífico dos Estados Unidos.

 

Mas, apesar de a colaboração ter dobrado as informações disponíveis e mapeado uma área mais extensa que a da América do Norte, a equipe admite que apenas cerca de 5% do solo oceânico foi incluído no mapeamento.  "O leito marinho possui paisagens impressionantes, vulcões, picos elevados, planícies e vales profundos, mas grande parte dessa área foi menos mapeada do que as superfícies da Lua e de Marte", informou o Observatório Lamont-Doherty Earth .  A nova camada do Google Earth foi lançada em comemoração ao Dia Internacional dos Oceanos, comemorado em 8 de junho. Assista no vídeo abaixo algumas das principais regiões oceânicas que podem ser exploradas pelo novo sistema:

 

 

 


Fonte: EcoD


 
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