A Associação Proteste (www.proteste.org.br) avaliou a composição de sorvetes de iogurte ou frozen yogurt vendidos por oito marcas e constatou que apenas a Yogen Früz (www.yogenfruz.com.br/home/pt-br/empresa) pode ser considerada um legítimo frozen yogurt. A franquia Yogen Früz foi trazida do Canadá ao Brasil pelo empresário brasiliense Diógenes Fernandes. A rede tem 22 lojas no País.
"O alerta da Proteste vale principalmente para os pais porque eles têm que auxiliar as crianças a saber o que estão consumindo. Há propaganda enganosa flagrante porque alguns anunciam que vendem sorvete de iogurte quando estão, na realidade, comercializando sorvete comum ou apenas à base de iogurte, o que é um produto completamente diferente do nosso", diz Diógenes Fernandes.
Fernandes também chama a atenção dos cidadãos que optam pelo sorvete de iogurte porque não podem consumir sorvete comum por razões de saúde. "Quem anuncia que vende frozen yogurt, mas oferece outro produto, inclusive com gordura - como constatado pela Proteste - corre o risco de prejudicar a saúde do público. Espero que as autoridades competentes tomem providências em relação a quem faz isso", diz o empresário. Como não há legislação específica para o iogurte no Brasil, a Proteste utilizou o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de leites fermentados (Instrução Normativa Nº 46, de 23 de outubro de 2007 - MAPA), para verificar se as oito marcas vendem iogurtes como anunciam na propaganda, nos sites etc.
No site da Proteste, o título do texto sobre a avaliação das marcas de sorvete de iogurte diz tudo: "Frozen yogurt: de verdade, só um", numa referência ao produto da Yogen Früz. O estudo da Proteste pode ser acessado na internet.
Respeito ao consumidor
Além de venderem produto inadequado à terminologia frozen yogurt, as marcas não fornecem a lista de ingredientes de seus produtos, à exceção da Yogen Früz e de outra concorrente. Segundo o site da Proteste, "pela legislação brasileira os fabricantes deste tipo de produto não são obrigados a disponibilizar a lista de ingredientes". Sem essa informação, o consumidor não tem certeza se o produto contém açúcar, aditivos alimentares, aromatizantes artificiais etc. "O cidadão pode estar comprando para seus filhos sorvetes repletos de produtos químicos sem o saber", afirma Fernandes, que é o master franqueador da Yogen Früz.
Maquiagem em vez de solução
Fernandes teme que as marcas flagradas pela Proteste se limitem apenas a adicionar lactobacilos a seus produtos, de modo a adequá-los aos critérios de classificação de iogurte do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
"Se isso ocorrer, será uma providência que não vai resolver, mas apenas maquiar a questão. É preciso alterar toda a produção para que passem a oferecer iogurte de verdade", alerta Fernandes. Nos Estados Unidos, a marca Pinkberry foi acionada judicialmente pelo mesmo motivo: oferecer sorvete comum como se fosse frozen yogurt.
A Yogen Früz é líder mundial no mercado de frozen yogurt. Com seriedade e respeito ao consumidor, contabiliza mais de 1100 localidades operando em mais de 20 países.