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11/03/2011 -
12h46
BH: Consumidor terá que pagar R$ 0,19 por sacola plástica
Empresas arcavam com o custo da versão anterior.
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Redação
CidadeMarketing com informações da ABRAS e Diário do Comércio - MG
ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
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Somente em 2010, a rede Carrefour comercializou 62 mil sacolas reutilizáveis.
A proibição do uso de sacolas plásticas no comércio varejista de Belo Horizonte (Lei Municipal nº 9.529), que entrou em vigor a partir de 1º de março, tem gerado polêmica. Mesmo assim, grandes redes supermercadistas com atuação na Capital, que têm 45 dias para se adequar, já se mobilizaram para atender a determinação. A Lei Municipal nº 9.529, de autoria do vereador petista Arnaldo Godoy, foi aprovada por unanimidade em 2008 e, até então, funcionava em caráter facultativo. Neste período, empresários do segmento de supermercados promoveram ações internas e de estímulo ao debate de atitudes sustentáveis.
De acordo com Marcos Kayser, diretor de Marketing da rede mineira de supermercados Super Nosso, com 12 lojas na Capital, antes mesmo da publicação da nova lei o grupo já estava voltado para o desenvolvimento de ações de sustentabilidade. "Criamos a nossa rede ecológica com três grandes lojas pensadas de forma a diminuir o máximo possível a degradação ambiental. As lojas privilegiam a iluminação natural, realizam coleta seletiva de lixo e do óleo de cozinha para ser reaproveitado", disse.
Segundo Kayser, entre as ações concretas adotadas pela rede ainda estão a oferta aos clientes de sacolas retornáveis de juta e algodão e a reutilização de caixas de papelão - que iriam para o lixo do supermercado - como opção de embalagem para as compras. Ele disse que estas ações podem ser consideradas estratégicas, uma vez que este tipo de iniciativa atrai um público diferenciado, preocupado em promover ações ambientais relevantes.
Multa - Kayser estima que, com a nova lei, as 12 lojas Super Nosso deixarão de colocar no mercado 3 milhões de sacolas plásticas por mês. A opção será o consumidor comprar uma sacola "compostável", feita de amido de milho, que custará R$ 0,19 cada uma; levar a própria bolsa ou sacola; ou adquirir uma retornável, na loja, que deverá ser vendida por R$ 1,98 a unidade. A lei municipal prevê punições aos estabelecimentos infratores, com multas de R$ 1 mil e R$ 2 mil ou até a perda do alvará de funcionamento.
As sacolas utilizadas atualmente são chamadas de oxidegradáveis. Elas são produzidas a partir do petróleo, com aditivos oxidantes que deixam resíduos prejudiciais ao homem e ao meio ambiente. Cada unidade custa, em média, R$ 0,02 e os supermercados arcam com o custo. Com quatro hipermercados Carrefour e 17 lojas Carrefour Bairro, a rede francesa de supermercados estima que deixará de distribuir mais de 720 milhões de sacolas plásticas por ano em Belo Horizonte.
Conforme o diretor de Sustentabilidade da rede Carrefour no Brasil, Paulo Pianez, o pioneirismo da ação tomada em Belo Horizonte reforça o posicionamento da empresa de eliminar, até 2014, as sacolinhas plásticas de todas as lojas da rede no país. "Na capital mineira já realizamos ações voltadas à promoção do consumo consciente e sensibilização da população. Só em 2010, comercializamos 62 mil sacolas reutilizáveis. A eliminação das sacolas plásticas tradicionais é uma ação decisiva do Carrefour na defesa e preservação do meio ambiente em uma questão diretamente ligada ao negócio do grupo", afirmou. Pianez disse que entre os diversos países em que o Carrefour atua alguns já se tornaram adeptos deste projeto. São eles: França, Espanha, Bélgica, Itália, Alemanha, China e Polônia. No Brasil, o projeto já está em vigor nas lojas de Piracicaba e Jundiaí.
Recentemente, no lançamento da campanha educativa "Sacolas Plásticas Nunca Mais", que prevê ações de marketing e distribuição de panfletos instrutivos sobre o tema, o prefeito da Capital, Márcio Lacerda, disse que a prefeitura está empenhada nesta iniciativa e que Belo Horizonte se orgulha de ser a primeira capital brasileira a adotar esta medida. De acordo com o prefeito, o Poder Executivo fiscalizará os comerciantes varejistas. Para isso serão utilizados os fiscais da área de posturas urbanas.
Segundo estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Brasil consome, a cada ano, cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas tradicionais. Na avaliação da presidente do Movimento das Donas de Casa de Minas Gerais (MDC-MG), Lúcia Pacífico, a proibição do uso de sacolas plásticas em Belo Horizonte traz resultados positivos no que se refere à mudança de postura dos consumidores e dos estabelecimentos que utilizam o produto. Para ela, o cliente, no convívio diário com o uso inconseqüente e desenfreado de sacolas plásticas, acaba, de certa forma, adotando os mesmos hábitos e deixando de cuidar da própria responsabilidade.
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wagner gomes | 14/03/2011 | 11h54 |
| Bem pratico!!!nao podemos esquecer que os custos vão para o bolso do consumidor.Que notavel nossos politicos ao inves de procurar soluções de acordo com a evoloção da humanidade,repassam os gastos para o consumidor e nos encaminha pra idade da pedra!onde estão os "cientistas,estudiosos"etc?ja que tem que ser biodegradavel,porque não continuam oferecendo "gratuitamente" como as de plastico?se é que era gratuito.grande ecolução!aumentar os custos do povo!quem foi o "genio" que inventou isso?vai ser conhecido como o "politico das sacolinhas"e será sempre lembrado pelo povo.daqui uns dias vão querer que o povo bate uma pedra na outra pra arranjar fogo.quem não quer viver com a evolução e arrajar soluçao sem afetar o povo,que dê o lugar pra outro. |
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Amanda Garcia | 14/03/2011 | 21h31 |
| Dói no bolso! Mas para os que não apoiam a preservação do meio ambiente a única forma de economizar ao utilizar 3 sacolas para carregar uma garrafa pet é doer no bolso! Não é muito mais prático ter meia dúzia de sacolas de pano e usá-las SEMPRE? |
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Amanda Garcia | 14/03/2011 | 22h04 |
| Dói no bolso! Mas para os que não apoiam a preservação do meio ambiente a única forma de economizar ao utilizar 3 sacolas para carregar uma garrafa pet é doer no bolso! Não é muito mais prático ter meia dúzia de sacolas de pano e usá-las SEMPRE? |
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Raquel do E. Santo | 05/04/2011 | 13h58 |
| Cara Amanda, os supermercados continuam arcando com os custos das sacolas sim! Para sua informação os estabelecimentos comerciais são obrigados a comprar por R$0,19 e vender a R$ 0,19 centavos, sendo que o custo de impostos são todos do comerciante, logo o valor que "economiza com as sacolas", gasta com impostos. Há 20 anos nenhum supermercado fornecia sacolas plásticas e não se conhece nenhum cidadão que tenha morrido de fome por causa disso! É lamentável ver como as pessoas só pensam em si próprias e nunca no bem comum. Respondendo a pergunta do Wagner Gomes: Porque os supermercados não continuam oferecendo a sacola biodegradável? É simples, porque o ser humano é muito ignorante e só aprende quando dói no bolso. Estima-se que se em uma determinada compra o consumidor utilizava 5 sacolas para embalar mercadorias, hoje, por ter que pagál-as certamente usará a conciência (financeira é obvio) e utilizará somente duas no máximo três. |
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Raquel do E. Santo | 05/04/2011 | 13h59 |
| Cara Amanda, os supermercados continuam arcando com os custos das sacolas sim! Para sua informação os estabelecimentos comerciais são obrigados a comprar por R$0,19 e vender a R$ 0,19 centavos, sendo que o custo de impostos são todos do comerciante, logo o valor que "economiza com as sacolas", gasta com impostos. Há 20 anos nenhum supermercado fornecia sacolas plásticas e não se conhece nenhum cidadão que tenha morrido de fome por causa disso! É lamentável ver como as pessoas só pensam em si próprias e nunca no bem comum. Respondendo a pergunta do Wagner Gomes: Porque os supermercados não continuam oferecendo a sacola biodegradável? É simples, porque o ser humano é muito ignorante e só aprende quando dói no bolso. Estima-se que se em uma determinada compra o consumidor utilizava 5 sacolas para embalar mercadorias, hoje, por ter que pagál-as certamente usará a conciência (financeira é obvio) e utilizará somente duas no máximo três. |
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Carla Sousa | 27/03/2011 | 20h14 |
| O problema não é só doer no bolso, é a falta de coerencia. Se precisamos de atos de proteção? Precisamos sim! Mas numa cidade onde circulamos por toda parte ter que carregar sempre uma bolsa retornavel quando evitamos carregar coisas que nao precisamos, como fica quando alguem somente estar num lugar e quiser comprar algo sem estar com a sacola retornavel, sem estar proximo de casa? Se os supermercados já arcavam com os custos, pq o cidadao tem que pagar agora? Cadê a coerencia. |
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Uelinton | 14/04/2011 | 19h12 |
| Esta lei já nasce morta!!! a maioria das pessoas, como eu, reutilizam estas sacolinhas para colocar lixo. Sem as sacolinhas o que vamos fazer é comprar sacos pretos de lixo. eu moro em um prédio alto e não posso acumular lixo em sacos grandes, nem jogar o lixo puro no recipiente próprio. A lei é inútil pois as sacolas vão continuar indo pros aterros. Se fosse obrigatório o uso das sacolinhas biodegradáveis, como o projeto inicial previa, aí sim teríamos efeitos significativos. É mais uma medida de governantes incompetentes para fingir que estão fazendo alguma coisa e ganhar a simpoatia de ecologistas romanticos. Porque não dão desconto de iptu para condomínis que separam seu lixo? porque não garantem um salário para os catadores de material reciclável que fazem a prefeitura economizar milhões e muitas vezes não conseguem ganhar nem um salário mpinimo por mês? |
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Julianna Fernandez | 19/04/2011 | 22h25 |
| É muito fácil transferir o custo da sacola para a população. Isso é o mesmo que fazer caridade com o chapéu alheio! É um absurdo e um roubo cobrar por esta sacola. Será mesmo que este tipo de produto finalizará a sua decomposição em 180 dias? Façamos o teste de enterrá-lo e para ver-mos o resultado. |
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Angela Menezes | 25/04/2011 | 00h28 |
| Prezados,
A questao nao e somente o resultado da sacolas ecologicas, e sim porque a populacao tem que arcar com os custos, quando ja pagamos por elevadissimos precos nos pequenos ou grandes hipermercados, comercios em geral etc. o qual ja estao embutidos todos os servicos imposto e incusive sacolas. Bem e facil uma pessoa de classe media que possui veiculos para se locomoverem ou ate mesmo uma renda mais alta, pois nao ira ira fazer diferenca no seu bolso, SERA! Ora 0,19 centavos por sacola nao e tao alto assim , nao e mesmo! Mas, faca uma compra no mes que voce tera que gastar em media 60 sacolas para embalar suas compras, faca as contas 60X0,19 = 11,40 que daria para comprar aprox. 6 LITROS de leite e ainda sobraria aprox. 0,33 centavos, e mais daria para alimentar 6 CRIANCAS em uma CRECHE por dia, sabe aquelas criancas que precisam da nossa ajuda, REFLITAM..., Eu poderia descrever varios motivos...
pois é será que que e realmente pouco e vale a pena arcar com os custos, quando ja pagamos altos precos, pensem...principalmente o trabalhador que ganha o alto salario minimo de 545,00. Sera que este ato é exercer CIDADANIA! Portanto carissimos estamos falando de todos os cidadaos que para exercerem sua cidadania como esta escrito na Constituicao Federal, ele tem que ser lesado no seu Bolso! NAO, caros cidadaos nao e justo a populacao pagar esse preco que pode nao ser alto pra voce que acha o valor pequeno pelo enorme bem que fara a sociedade, mas a lei tera que justa pra todo cidade Brasileiro , pois os direitos e deveres sao iguais de cada Cidadao Brasileiro (do Oiapoque ao Xuí), e nao somente para os mineiros pagarem a conta que os nossos candidatos eleitos nos proporcionaram, e sim para os comerciantes que ja lucram muito com os grandes consumos da populacao.
Na verdade, se cada cidadao preocupar com o outro como num todo, ai sim poderemos contribuir para um planeta melhor...e estaremos exercendo de direito a nossa CIDADANIA. |
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GERALDO | 18/04/2011 | 11h18 |
| É VALIDA PARA SALVAR NOSSO PLANETA, AGORA O QUE EU NÃO ENTENDO É QUE NÃO É AS SACOLAS PLÁSTICAS A UNICA VILA. E OS DERIVADOS? EX: VASILHAS PLÁSTICAS, EMBALAGENS DE MERCADORIAS. ETC... |
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Maria de Lourdes | 21/04/2011 | 20h24 |
| Não acredito que as sacolas oxidegradáveis, ao custo de R$ 0,02 cada, nos eram repassadas de graça pelos supermercados. É claro que esse custo estava embutido nos preços dos produtos. Agora que os supermercados e demais estabelecimentos não fornecem as sacolas, os preços deveriam ter caído, o que não aconteceu. Ao contrário, estão cada vez maiores. Infelizmente, no Brasil, o ato de consumir é punido com altos impostos e leis abusivas como essa: em vez de onerar os comerciantes pela forma como embalam os produtos que vendem, impondo a eles a responsabilidade de preservar o meio ambiente por meio do uso de sacolas ecologicamente corretas, punem os consumidores, que acabam sempre pagando a conta. Imaginem cobrar dos passageiros de ônibus pela poluição que esses despejam na atmosfera. O correto não seria punir os donos das empresas?
Discordo da leitora que afirma ter que doer no bolso. Ela deveria completar sua frase dizendo no bolso de quem essa conta deveria doer. Do consumidor? De jeito nenhum! |
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romeu | 22/04/2011 | 11h21 |
| Eu amo a sacola plástica!
A incompetência dos governantes principalmente do prefeito da capital, impõe mais esta ao pobre.
Não há nada mais pratico para a população carente que o uso da sacola plástica, além de ser higiênico é multi-uso. Chego até a acreditar que é benéfico, evita doenças e é uma boa para a saúde pública. A dona de casa é quem sabe mais, ela usa a sacola até para proteger a sua mão, evitar que animais (ratos, cães) alcance o lixo. o prefeito e os vereadores não colocam a mão no lixo. E em uma manobra publicitária mais uma vez usam o fato de sua incompetência para se promover. Sei da poluição e do meio ambiente, defendo e temos que cuidar! Mas se a coleta fosse boa, os recipientes de lixo fossem seletivos, e a prefeitura fosse atuante, essa lei não teria sentido. E a população pobre não teria que pagar. Vai lá na cidade daquele país onde tiraram a inspiração para fazer isto aquí. a cultura é outra, a cidade é outra, a necessidade é outra, não tem o número de habitantes que temos aqui. Quem vai ter que absorver isto é a Saúde. Acho que teremos mais acidentes domésticos com lixo a céu aberto. A sacola é uma aliada, prática barata, e poderia ser uma ferramenta para o futuro, isto mesmo, sacolas de cores diferentes para lixo seletivo, doadas de graça pelos supermercados de forma a beneficiar a população. |
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Márcia | 02/05/2011 | 16h31 |
| Acho fundamental preocuparmos com o meio ambiente, caso contrário, tenhamos graves consequencias . |
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Angela Togeiro | 14/05/2011 | 00h24 |
| Olha há firmas que antes forneciam a sacola oxi-biodegradável com a marca da gota do d2w e do res. Agora vendem, mas o preço dos produtos não diminuiram.
Como sempre nós - povo ultrajado por leis e impostos, pagamos as contas.
Podiam acabar com o isopor (que nem coleta seletiva gosta), com as embalagens das garrafas de plástico... com o indigno salário mínimo e outras coisas mais.
O planeta e a maioria da população agradecerá também. |
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Denise | 21/05/2011 | 10h28 |
| A idéia da proibição das sacolas plásticas é excelente e Belo Horizonte está de parabéns por ser a primeira a tomar uma iniciativa tão importante a favor do meio ambiente.
No entanto, a medida não pode se transformar uma nova forma de perda para os consumidores.
Além dos benefícios ao meio ambiente, a medida criou uma nova fonte de lucro para os comerciantes: 1) eles não gastam mais com as embalagens dos produtos que vendem; 2) eliminaram funcionários que faziam a atividade de embaladores e, ainda; 3) estão lucrando com a venda de novos produtos (as embalagens nas diversas formas). Isso além de tantos outros que nós, que não somos comerciantes, não podemos vislumbrar a primeira vista.
Quero lembrar que, alguns dias antes da data em que se proibiu definitivamente a distribuição das sacolas plásticas, os meios de comunicação divulgaram maciçamente que o valor das sacolas seria de 15 centavos. Tão logo a lei entrou em vigor, o valor das sacolas, unanimimente (conforme adotado por todos os comerciantes e pelos órgãos de imprensa) passou a ser de 19 centavos.
Inteligente, agora, seria uma campanha para evitar mais esse prejuízo para o consumidor, seja incentivando os comerciantes a distribuir embalagens retornáveis por um determinado período, seja distribuindo-as para as compras acima de um determinado valor ou efetivamente oferecendo descontos referentes aos custos que deixaram de ter.
Afinal, a embalagem facilita a compra, mas, também, a venda. O problema não é só do consumidor, mas também do vendedor. Vejam que os grandes varejistas estão se mostrando como ecologicamente corretos e colocando a responsabilidade nas costas do consumidor.
Por outro lado, já há consumidores que estão reagindo de uma forma inteligente: recusam-se a comprar as embalagens e acabam levando menos produtos (já que seria difícil carregar). Assim, acabam evitando adquirir produtos supérfulos.
É preciso ampliar as discussões e mostrar os dois lados da moeda.
Salve o meio ambiente! Abaixo a exploração! |
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