A Caixa Econômica Federal realizou 8 milhões de contratos de empréstimos sob Penhor, em 2010, movimentando um volume total de recursos da ordem de R$ 5,8 bilhões. Destes, R$ 1,4 bilhão são referentes ao Micropenhor, modalidade especialmente destinada às pessoas de menor renda, que apresentou um crescimento de cerca de 47% em relação a 2009. O superintendente nacional de Clientes Pessoa Física Renda Básica da CAIXA, Humberto Magalhães, avalia assim a atual situação do Penhor: "A atratividade do produto, por sua simplicidade e agilidade na contratação, aliada aos ajustes de parâmetros realizados, tais como o aumento do limite máximo da operação do Penhor tradicional para R$ 100 mil e do Micropenhor para R$ 1,5 mil, foram os fatores que mais contribuíram para o crescimento desses empréstimos em 2010".
Com 150 anos de existência, o Penhor da CAIXA continua a ser uma linha de crédito muito atrativa por suas características de facilidade de acesso, rapidez e simplicidade. Para contratar o empréstimo, não é necessário avalista e o dinheiro é liberado na hora. A versatilidade é outro fator relevante que se reflete na utilização do empréstimo por diversos públicos, atendendo tanto as expectativas de clientes que buscam, por exemplo, a reestruturação financeira, e encontram no empréstimo um fôlego para reorganizar seu orçamento, quanto a clientes que dependem de recursos para uma necessidade imediata.
O produto é contratado predominantemente por mulheres (75%) com idade entre 35 e 50 anos. Cerca de 35% dos clientes são autônomos ou têm seu negócio próprio e pelo menos 78% do total de clientes já utilizaram esse tipo de empréstimo mais de uma vez.