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11/12/2010 - 15h36

Para comer fora de casa, brasileiros já estão pagando 7,8% mais este ano

Thales Brandão

CidadeMarketing

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Passados 11 meses do ano, a alimentação fora de casa já está 7,79% mais cara, sem superar, porém, a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral no período, que foi de 8,95%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 8,47%. A maior elevação, no entanto, foi verificada no cafezinho: 9,38%. O menor aumento, de 5,05%, foi registrado nos preços do café-da-manhã.

 

Já em 12 meses terminados em novembro, o consumidor que se alimenta fora de casa já está desembolsando 8,87% mais que no período anterior. No período, a refeição pesou 9,93% a mais no bolso. A maior alta, contudo, ficou com o chope, que registrou alta de 10,22%. Outras bebidas alcoólicas (9,60%) e refrigerante e água mineral (8,55%) também foram destaque.

 

Considerando apenas novembro, os preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa aumentaram 1,20%, com destaque, novamente, para o cafezinho, cujos preços registraram aumento de 1,74% no período, seguido por outras bebida alcoólicas (1,63%) e doces (0,98%).

 

No Brasil

No acumulado do ano até novembro e em 12 meses, os consumidores de Belo Horizonte foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Entre janeiro e novembro, os curitibanos com esse hábito também sentiram mais os aumentos e em um ano os preços também pesaram no bolso dos consumidores de Salvador:

 

 

Alimentação em casa 

No domicílio, Goiânia é a capital onde os preços mais subiram, com alta acumulada no ano de 13,61%, frente à média nacional, de 9,57%. No período, o menor aumento foi registrado em Porto Alegre, onde os preços subiram 5,98%.  Em 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 9,40% mais cara, com a maior alta registrada novamente em Goiânia, de 13,16%. A menor elevação ficou também com Porto Alegre (4,54%).

 

Fonte: InfoMoney

 



 
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