Comer fora de casa já está 3,40% mais caro neste ano, conforme mostram os dados do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Já em 12 meses terminados em maio, o consumidor que possui o hábito já está desembolsando 7,81% mais que no período anterior. Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 3,40%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 6,75% neste ano. O menor aumento foi o do café-da-manhã, que apontou uma variação de 1,18%.
Quando analisado o período de 12 meses terminados em maio, por sua vez, o destaque fica com o aumento de preços do cafezinho, que pesou 12,24% a mais no bolso do consumidor, seguido pelo chope (8,96%) e outras bebidas alcoólicas (8,91%). As refeições ficaram 8,54% mais caras no período. Na análise mensal, a alimentação fora de casa registrou variação de 0,75%, principalmente por conta do aumento dos preços do refrigerante e água mineral e outras bebidas alcoólicas, que variaram 1,19% e 1,18%, respectivamente. Os preços dos doces, por sua vez, mantiveram-se praticamente estáveis (+0,09%). Já as refeições registraram um aumento de preço de 0,95% no período.
No Brasil, Rio de Janeiro é destaque Neste ano, consumidores de Belo Horizonte e Rio de Janeiro foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Os cariocas também sentiram uma das maiores altas no período de 12 meses. Nesse período, Recife também foi destaque, como mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo da
alimentação fora do domicílio |
| Capital |
Maio |
Acumulado do ano |
Acumulado de 12 meses |
| Rio de Janeiro |
1,20% |
4,58% |
9,17% |
| Porto Alegre |
0,27% |
1,94% |
8,44% |
| Belo Horizonte |
1,01% |
4,41% |
8,44% |
| Recife |
0,76% |
2,90% |
9,42% |
| São Paulo |
0,63% |
3,29% |
7,72% |
| Distrito Federal |
-0,21% |
3,38% |
4,84% |
| Belém |
0,64% |
1,60% |
5,99% |
| Fortaleza |
0,70% |
2,67% |
7,67% |
| Salvador |
0,72% |
3,31% |
6,82% |
| Curitiba |
1,53% |
3,77% |
6,85% |
| Goiânia |
0,13% |
3,17% |
7,47% |
| Nacional |
0,75% |
3,40% |
7,81% |
Fonte: IBGE
Alimentação em casa No domicílio, Curitiba é a capital onde os
preços estão mais elevados, com alta acumulada no ano de 8,93%, acima da
média nacional, que registrou aumento de 7,14%.Ainda considerando o índice geral, em 12 meses, a alimentação feita
em casa ficou 6,74% mais cara e, no quinto mês do ano, frente a abril, a
alta é 1,13%.
Fonte: InfoMoney
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